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MENINGITES NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A infecção aguda do sistema nervoso central (SNC) é a causa mais comum de febre associada a sinais e sintomas de doença no SNC em crianças. A infecção pode ser causada virtualmente por qualquer micróbio, sendo o patógeno específico influenciado pela idade e as condições imunes do hospedeiro e pela epidemiologia do patógeno.

OBJETIVA: (995964 votos)..........96.07% das questões objetivas receberam votos.
Todas as informações a seguir são verdadeiras em relação à transmissão de doenças virais através de transfusão homóloga de sangue, EXCETO:
A. o vírus mais comumente transmitido por transfusões sangüíneas é o citomegalovírus (CMV)
B. o sangue não é rotineiramente testado para citomegalovírus porque a infecção por CMV é endêmica
C. a complicação infecciosa mais comum por transfusão continua sendo a hepatite não-A e não-B
D. mais de 10% das pessoas que desenvolveram hepatite transfusional irão desenvolver cirrose hepática e/ou hepatocarcinoma
E. apesar da recente identificação do vírus da hepatite C e do anticorpo anti-hepatite C, o agente etiológico das hepatites transfusionais continua desconhecido

  RATING: 2.75

Todas as informações a seguir são verdadeiras em relação à transmissão de doenças virais através de transfusão homóloga de sangue, EXCETO:

A. o vírus mais comumente transmitido por transfusões sangüíneas é o citomegalovírus (CMV)
INCORRETO: O citomegalovírus (CMV) abriga-se nos leucócitos do sangue. A infecção por CMV é endêmica, e sua prevalência aumenta de maneira regular com a idade.
B. o sangue não é rotineiramente testado para citomegalovírus porque a infecção por CMV é endêmica
INCORRETO : Enquanto a infecção por CMV aguda pode causar febre intermitente, icterícia e hepatoesplenomegalia em casos de exposições intensas, a soroconversão para citomegalovírus pós-transfusional não é um problema clínico significativo em receptores imunocompetentes, por isso o sangue não é rotineiramente testado para CMV.
C. a complicação infecciosa mais comum por transfusão continua sendo a hepatite não-A e não-B
INCORRETO : Hepatite não-A e não-B representa a mais freqüente complicação infecciosa transfusional
D. mais de 10% das pessoas que desenvolveram hepatite transfusional irão desenvolver cirrose hepática e/ou hepatocarcinoma
INCORRETO : Hepatite não-A e não-B está associada a uma incidência de hepatite crônica ativa em mais de 16% dos casos e 8 a 10% de incidência de cirrose hepática e/ou hepatocarcinoma.
E. apesar da recente identificação do vírus da hepatite C e do anticorpo anti-hepatite C, o agente etiológico das hepatites transfusionais continua desconhecido
CORRETO : O agente etiológico em perto de 90% dos casos de hepatites pós-transfusionais tem sido identificado como hepatite C.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.75)

DISCURSIVA: (176318 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
O resultado da gasometria abaixo é compatível com que quadro clínico? Justifique.

(A) Um paciente diabético em coma hiperglicêmico
(B) Paciente com overdose de opióide

  • pH: 7,0
  • [HCO3‐]real: 29,5 mEql/l
  • pCO2: 80 mmHg
  • [HCO3‐]standard: 24 mEql/l
  • BE.: ‐1


RATING: 2.99

O resultado da gasometria abaixo é compatível com que quadro clínico? Justifique.

(A) Um paciente diabético em coma hiperglicêmico
(B) Paciente com overdose de opióide

  • pH: 7,0
  • [HCO3‐]real: 29,5 mEql/l
  • pCO2: 80 mmHg
  • [HCO3‐]standard: 24 mEql/l
  • BE.: ‐1

ETAPA I: é acidose ou alcalose? 

E acidose (o pH e 7,0 < 7,44) (0,02 p)

ETAPA II: é respiratoria ou metabolica?

Vamos considerar o CO2 versus o HCO3 (0,02 p). Quém é mais modificado (0,02 p)? Com certeza, o CO2 (0,02 p), ou seja, temos uma ACIDOSE RESPIRATORIA (0,02 p).

ETAPA III: É uma acidose respiratória AGUDA ou CRÔNICA?

Vamos ver, então, pACO2 subiu com 38 mm Hg (0,02 p), enquanto o pH caiu com 0,44 (0,02 p).  Ou seja, para cada mm Hg de CO2 o pH caiu com 0,01 (0,02 p). Ou seja, é um disturbio crônico (0,02 p), o organismo teve tempo de copmpensar esta acidemia com aumento de HCO3 (0,02 p)

Causas mais frequentes de acidose respiratoria:

Causa mai frequente: HIPOVENTILAÇÃO (0,02 p)

Depressão SNC (opiodes  (0,02 p)- inibem o centru respíratorio (0,02 p), com bradipneia, retenção CO2) (0,02 p) - (RESPOSTA CORRETA B Paciente com overdose de opioide) (0,02 p)
  • Pneumotorax (a respiração não pode ser eficiente por causa do colapso) (0,02 p)
  • Doenças pulmonares (pneumonia muito extensa) (0,02 p)
  • Doenças musculo-esqueleticas: (0,02 p)
  • Cifoescoliose - normalmente cronica (0,02 p)
  • Guillain Barré - normalmente aguda (0,02 p)
  • Miasthenia gravis - cronica tambem (0,02 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

CASO CLINICO: (204751 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um lactente masculino, com 6 meses de idade, de etnia negra, é referido de um serviço anterior para avaliação pela equipe de neuropediatria, em virtude de um histórico de episódio convulsivo ocorrido há 2 meses.
O episódio teve uma duração aproximada de 2 minutos e apresentou sinais de cianose perioral, desencadeamento da liberação esfincteriana, completa imobilização corporal, incluindo a cessação dos movimentos respiratórios (sic), seguido de um estado de ”corpo mole” após a crise, sendo administrado Fenobarbital na dosagem de 15 gotas duas vezes ao dia.
Quatro dias após o encaminhamento, o paciente manifestou um novo episódio que se assemelhava ao anterior, com duração de sete minutos e sinais de cianose intensa.
Internado em sua cidade, apresentou mais três episódios de crise de menor duração.
Foi realizado um eletroencefalograma (EEG) e um eletrocardiograma (ECG), ambos considerados dentro dos parâmetros normais. Durante o processo de transferência, a criança teve uma nova crise na ambulância, a qual perdurou por 10 minutos, exigindo ventilação com máscara e ressuscitador manual (AMBU), resultando em recuperação espontânea.
Entre os antecedentes pessoais, destaca-se que a criança nasceu por meio de uma cesariana pre-termo, realizada às 36 semanas de gestação, em virtude da bradicardia identificada em ultrassonografia obstétrica. A criança nasceu em boas condições, apresentando uma frequência cardíaca que oscilou entre 85 e 105 bpm.
No exame físico inicial, o paciente demonstrou peso e altura compatíveis com a faixa etária, sem evidências de anomalias nos sinais vitais ou no exame físico. Os exames laboratoriais iniciais não evidenciaram alterações nos níveis hidroeletrolíticos, gasométricos ou hematimétricos. O ecocardiograma inicial apresentou resultados normais em todos os aspectos anatômicos avaliados.
O eletrocardiograma apresentou o seguinte padrão, com intervalo Q-> Tc= 694 ms e alternância de onda T.

(1) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico? - 0,11 pontos
(2) Quais são os principais riscos para essa idade? - 0,18 pontos
(3) Quais são as recomendações medicamentosas principais? - 0,15 pontos
(4) Qual é a disciplina esportiva que essa criança não vai poder praticar particularmente, na vida? - 0,06 pontos



RATING: 2.88

(1) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico?

Síndrome do QT longo (0,055 p) congênito (0,055 p)

(2) Quais são os principais riscos para essa idade?

1. Arritmias Graves (0,03 p)

2. Síncope. (0,03 p)

3. Morte Súbita Cardíaca (0,03 p)

O prognóstico é muito ruim em pacientes não tratados.(0,03 p) Os betabloqueadores diminuem parcialmente a mortalidade (0,03 p), mas não protegem completamente os pacientes da morte súbita (0,03 p).

(3) Quais são as recomendações medicamentosas principais?

Há consenso de que todas as crianças sintomáticas com síndrome do QT longo devem ser tratadas com propranolol (0,03 p), atenolol (0,03 p), metoprolol (0,03 p).

Também precisa orientar a interrupção das drogas psicotrópicas. (0,03 p)

Evitar prescrever fármacos que prolonguem o intervalo QT. (0,03 p)

4) Qual é a disciplina esportiva que essa criança não vai poder praticar particularmente, na vida?

Não é permitida a participação em esportes competitivos. (0,03 p)

Prática de natação não é recomendada. (0,03 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




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