ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2567 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
510 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16417 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6146 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3648 QUESTÕES DE CIRURGIA
1922 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

DISTURBIOS DE CICLO MENSTRUAL (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Os distúrbios do ciclo menstrual podem ser classificados em três grupos principais: anovulação, amenorreia e dismenorreia. A anovulação inclui distúrbios do ciclo onde não há ovulação, ou seja, nenhuma liberação de um óvulo durante o ciclo. Estes incluem ciclos anovulatorios (nenhuma ovulação durante a maioria ou todas as menstruações) e ciclos que sejam ovulatoriossomente ocasionalmente. A amenorréia é o atraso na menstruação ou a ausência de menstruação por mais de três meses. A dismenorreia refere-se ao dor menstrual exagero, e pode ser qualificada como primaria ou secundária. A dismenorreia primária é a dor sem causa física ou anatômica, enquanto a dismenorreia secundaria é a dor que resulta de um problema médico encontrado durante a avaliação ginecológica. É importante ter cuidado para nãoificou dores menstruais como sendo apenas normais, pois a dismenorreia pode indicar problemas de saúde subjacentes. Tratamentos para distúrbios do ciclo menstrual podem ser medicinais e hormonais, baseando-se na causa do distúrbio. É importante que você converse com seu ginecologista para obter o melhor tratamento para você.

OBJETIVA: (1415147 votos)..........96.13% das questões objetivas receberam votos.
O exame das pupilas é fundamental no paciente em coma. Pupilas fixas bilateralmente indicam:
A. lesões envolvendo os hemisférios cerebrais ou uma lesão bulbar
B. lesão da parte inferior da ponte
C. lesão do mesencéfalo
D. lesões metabólicas envolvendo os hemisférios cerebrais
E. lesão cerebral grave e irreversível

  RATING: 2.62

O exame das pupilas é fundamental no paciente em coma. Pupilas fixas bilateralmente indicam:

A. lesões envolvendo os hemisférios cerebrais ou uma lesão bulbar
INCORRETO: Pupilas pequenas e reativas: indicam lesões metabólicas envolvendo os hemisférios cerebrais ou uma lesão bulbar;
B. lesão da parte inferior da ponte
INCORRETO : Pupilas puntiformes não reativas: podem ser em razão de lesão da parte inferior da ponte ou a um distúrbio metabólico;
C. lesão do mesencéfalo
INCORRETO : Pupilas médio fixas: indicam lesão do mesencéfalo ou parte superior da ponte;
D. lesões metabólicas envolvendo os hemisférios cerebrais
INCORRETO : Pupilas pequenas e reativas indicam lesões metabólicas envolvendo os hemisférios cerebrais ou uma lesão bulbar;
E. lesão cerebral grave e irreversível
CORRETO : Pupilas fixas bilateralmente: sugerem herniação tectal e, em alguns casos, significam lesão cerebral grave e irreversível.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.62)

DISCURSIVA: (197754 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)


RATING: 3.12

(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)

(I) Causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes:
  1. glornerulonefrite aguda (0,05 p)
  2. abuso de drogas (0,05 p)
  3. doença vascular do colágeno (0,05 p)
  4. hipertensão renovascular (0,05 p)
  5. trauma craniano (0,05 p)
(II) Recomendações para a mudança do estilo de vida na faixa etária pediatrica:

  1. redução do peso corpóreo em indivíduos com excesso de peso (0,025 p)
  2. aumento do consumo de vegetais frescos (0,025 p), frutas (0,025 p) e leite/derivados desnatados (0,025 p)
  3. redução do consumo diário de sódio (0,025 p)
  4. moderação no consumo do álcool (0,025 p)
  5. atividade física regular (30 a 60 min e atividade física vigorosa na maioria dos dias da semana) (0,025 p)
  6. redução das atividades sedentárias (assistir à televisão, jogos eletrônicos) para menos de 2 h diárias (0,025 p)
  7. cessação do hábito de fumar (0,025 p) e o incentivo para nunca iniciar esse hábito (0,025 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.12)

CASO CLINICO: (229923 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma paciente do sexo masculino, de 56 anos, sexualmente ativo, hipertenso, em uso de hidroclorotiazida 25mg/dia, captopril 50mg a cada 12h e metildopa 250mg a cada 12h, apresenta fadiga, dor no corpo e febre baixa há 2 semanas, tornando-se ictérico há 2 dias. Sua urina encontra-se “cor de chá preto” e suas fezes estão mais claras. Procurou atendimento médico, quando foram solicitados exames de laboratório: Hemograma normal (leucócitos = 8.400/mm3, sem desvio para esquerda), ALT (TGP) = 1340 U/L, ALT (TGO) = 1120 U/L, fosfatase alcalina = 123 U/L, gama-GT = 210 U/L, bilirrubina total = 15mg/dL (direta = 10mg/dL), albumina = 3,8g/dL, INR = 1,3, bioquímica normal. O médico então formulou a hipótese de hepatite, porém precisou pedir mais exames para saber a etiologia da hepatite (viral x medicamentosa x outra causa). Sobre o caso em questão, pergunta-se :
a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada? (0,13 pontos)
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda? (0,14 pontos)
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda? (0,1 pontos)
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada? (0,13 pontos)


RATING: 1.99

a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,03 p);
Anti-HBs - Anti-HAV IgM - (0,04 p);
Anti-HAV IgG + (0,03 p);
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM - (0,04 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda?
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,04 p);
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada?
Anti-HAV IgM + (0,03 p);
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs + (0,03 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (1.99)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.