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ARTRITE SEPTICA EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A apresentação clínica de artrite aguda na emergência é frequente e seu diagnóstico etiológico é desafiador, tendo uma gama de possíveis diagnósticos.
A correta avaliação da causa precipitante do sintoma é de extrema importância para orientar o tratamento adequado, minimizando as complicações.
Os três principais diagnósticos a se considerar frente a um quadro de monoartrite aguda são:
a) infecção
b) doença por deposição de cristais (gota e pseudogota)
c) trauma

OBJETIVA: (956741 votos)..........94.58% das questões objetivas receberam votos.
Uma criança de 6 meses, sexo masculina, está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por bronquiolite. Encontra-se intubada, em ventilação mecânica, recebendo dieta plena por sonda nasogástrica. A mãe, de repente pede para a auxiliar chamar o medico, pois a mesma encontra-se hipoativa. O plantonista faz uma avaliação rápida inicial e percebe que a criança não se move, não responde à estímulos, não apresenta movimentos respiratórios e não tem pulso braquial palpável.
Sobre esse caso é CORRETO afirmar:
A. a localização do pulso central em até 20 segundos no máximo
B. a obtenção de acesso central é imprescindível
C. o ritmo cardíaco deve ser monitorizado o mais rápido possível
D. a compressão torácica deve ser realizada apoiando-se a palma da mão (eminências tenar e hipotenar) na metade inferior do esterno, podendo ser utilizada uma ou duas mãos para a manobra
E. sendo intubada, é preferível administrar a medicação via endotraqueal

  RATING: 3.06

Uma criança de 6 meses, sexo masculina, está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por bronquiolite. Encontra-se intubada, em ventilação mecânica, recebendo dieta plena por sonda nasogástrica. A mãe, de repente pede para a auxiliar chamar o medico, pois a mesma encontra-se hipoativa. O plantonista faz uma avaliação rápida inicial e percebe que a criança não se move, não responde à estímulos, não apresenta movimentos respiratórios e não tem pulso braquial palpável.
Sobre esse caso é CORRETO afirmar:

A. a localização do pulso central em até 20 segundos no máximo
INCORRETO: Em uma suspeita de PCR, o profissional de saúde deve verificar a responsividade da criança e a respiração. Deve também tentar localizar o pulso central em até 10 segundos no máximo e, se ele não for encontrado nesse período, o tratamento deve seguir o protocolo do atendimento da PCR.
B. a obtenção de acesso central é imprescindível
INCORRETO : O acesso vascular é essencial para medicações e coleta de exames, mas, durante a PCR em crianças, é muito difícil obter rapidamente um acesso vascular. Não é necessário obter acesso venoso central e o acesso periférico é suficiente para o tratamento. Recomenda-se, por segurança, obter dois acessos venosos periféricos.
C. o ritmo cardíaco deve ser monitorizado o mais rápido possível
CORRETO : No início do atendimento, o ritmo cardíaco deve ser monitorizado o mais rápido possível por meio de monitor eletrocardiográfico, pois a conduta na PCR depende do tipo de ritmo cardíaco
D. a compressão torácica deve ser realizada apoiando-se a palma da mão (eminências tenar e hipotenar) na metade inferior do esterno, podendo ser utilizada uma ou duas mãos para a manobra
INCORRETO : Para a criança menor de 1 ano, as compressões torácicas podem ser realizadas com dois dedos sobre o esterno, logo abaixo da linha inter-mamilar (linha imaginária entre os mamilos), mas, quando há dois socorristas, é mais recomendável comprimir o esterno com os dois polegares localizados no terço inferior (logo abaixo da linha inter-mamilar), e as mãos envolvendo o tórax da criança. As costelas e o apêndice xifoide não devem ser comprimi dos. As compressões devem ser de no mínimo um terço da profundidade do tórax, cerca de 4 cm, rápidas e intercaladas com as ventilações na frequência de 30:2 (compressões: ventilações), com um socorrista, e 15:2, com dois socorristas. Se possível, o socorrista que realiza as compressões deve ser trocado a cada 2 minutos para evitar fadiga.
E. sendo intubada, é preferível administrar a medicação via endotraqueal
INCORRETO : O acesso IO é rápido, seguro e tão efetivo quanto o acesso venoso na PCR, sendo uma excelente alternativa para administração de medicações antes de se obter acesso venoso. O local mais utilizado para punção intraóssea é a tíbia proximal, cerca de 2 cm abaixo da tuberosidade da tíbia No acesso IO, podem ser feitas as medicações na emergência nas doses habituais (semelhante ao acesso venoso). Nas situações em que é necessária a infusão rápida, devemos utilizar pressão manual (bólus) ou bomba de infusão.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

DISCURSIVA: (173741 votos) ..........98.74% das questões discursivas receberam votos.
I) Quais são os fatores que definem a a profundidade da lesão queimada? (0,15 pontos)
II) Quais são as três zonas da lesão queimada cutânea ou superficial? (0,15 pontos)
III) Qual é o percentil da área de superfície corporal total (ASCT) queimada duma criança de 5 anos que queimou o abdômen (abaixo das costelas, até o hipogastro) e as duas partes anteriores da coxa até o joelho? (0,20 pontos)


RATING: 2.92

I) Quais são os fatores que definem a a profundidade da lesão queimada? (0,15 pontos)
II) Quais são as três zonas da lesão queimada cutânea ou superficial? (0,15 pontos)
III) Qual é o percentil da área de superfície corporal total (ASCT) queimada duma criança de 5 anos que queimou o abdômen (abaixo das costelas, até o hipogastro) e as duas partes anteriores da coxa até o joelho? (0,20 pontos)

I) Quais são os fatores que definem a a profundidade da lesão queimada?
Localmente, a lesão térmica causa necrose coagulativa da epiderme e dos tecidos subjacentes, com a profundidade da lesão dependendo:
- da temperatura à qual a pele foi exposta (0,05 p)
- do calor específico do agente causal (0,05 p)
- da duração da exposição (0,05 p)

II) Quais são as três zonas da lesão queimada cutânea ou superficial?
A área de lesão cutânea ou superficial foi dividida em três zonas:
- zona de coagulação (0,05 p)
- zona de estase (0,05 p)
- zona de hiperemia (0,05 p)

III) Qual é o percentil da área de superfície corporal total (ASCT) queimada(...)?

Metade de abdômen corresponde á 18%:2 (o torax não foi acometido) = 9% (0,05 p). Cada MIE dá 7% (0,05 p), mas como queimou somente a parte anterior e superior da 1,75% de cada lado, ou seja 1,75% + 1,75% = 3,5%(0,05 p). O total será de 12,5%. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (201614 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.91

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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