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Nos casos de hipertensão intracraniana descompensada a herniação subfálcica pode ocorrer principalmente quando:
A. há crescimento de lesão expansiva em um dos hemisférios cerebrais
CORRETO: A herniação subfálcica ocorre quando há crescimento de lesão expansiva em um dos hemisférios cerebrais, deslocando o giro do cíngulo por sob a borda livre da foice do cérebro. Isso pode causar a compressão das artérias pericalosas, com infarto de seus territórios, resultando em paresia de um ou de ambos os membros inferiores.
B. há lesões supratentoriais hemisféricas
INCORRETO : As lesões supratentoriais hemisféricas, como edema difuso ou localizado, tendem a deslocar o tronco cerebral no sentido cefalocaudal e provocar distorções e isquemias no diencéfalo, cujas manifestações clínicas caracterizam a denominada herniação do tipo central.
C. há herniação do úncus do lobo temporal
INCORRETO : Quando a compressão é ocasionada por herniação do uncus do lobo temporal, lateralmente, através
da incisura, o sofrimento do nervo oculomotor manifesta-se, inicialmente, pela dilatação da pupila homolateral, que também perde reatividade à luz, e, em seguida, pela paralisia na musculatura extrínseca do globo ocular.
D. há lesões expansivas frontais e occipitais
INCORRETO : As lesões expansivas frontais e occipitais provocam a hernição da porção posterior do uncus do lobo temporal na região posterior da incisura, comprimindo diretamente o teto do mesencéfalo. Os sinais clínicos que caracterizam a herniação posterior são a síndrome de Parinaud, ptose palpebral bilateral, e flexão da cabeça, além de alterações do nível de consciência.
E. há deslocamento cefalocaudal do tronco cerebral
INCORRETO : O deslocamento cefalocaudal do tronco cerebral pode provocar a tração dos nervos oculomotores
e, algumas vezes, torna-se difícil a separação dos quadros clínicos devido à herniação central e à herniação
lateral.
Gabarito: A
RATING: 2.93 ![]()
- Cardiomiopatia hipertrófica (0,05 p)
- Artéria coronária anômala (0,05 p)
- Síndrome de QT longo (0,05 p) ou outras canalopatias (0,05 p)
- Miocardite (0,05 p)
- Intoxicação farmacológica (0,05 p) (p.ex., digoxina (0,05 p), efedrina (0,05 p), cocaína (0,05 p))
- Commotio cordis (0,05 p) (isto é, arritmia secundária a pancada forte no tórax)
FONTE:
1) O escore Glasgow da paciente.
A paciente abre os olhos á voz (3 PONTOS), fala palavra incompreensivos (2 PONTOS) e executa comandos (6 PONTOS). O escore de Glasgow e 11. (0,1 p)
2) Exponha o protocolo correto de atendimento deste caso, considerando o diagnostico de base.
a) Monitorização cardíaca, (0,025 p)
b) PAMI ou PAMNI e oximetria (0,025 p)
c) Acesso venoso (0,025 p)
d) Iniciar o tratamento farmacológico (0,025 p)
e) Tomografia computadorizada de crânio S/N (0,025 p)
f) Ecocardiograma transesofágico (0,025 p)
g) US de abdome S/N (0,025 p)
h) Internamento em UTI (0,025 p)
3) O caso representa uma urgência ou uma emergência hipertensiva? Justifique.
Emergência Hipertensiva: É definida como situação na qual ocorre elevação importante da PAS, associada ou não a lesão de órgão alvo irreversível.
Urgência Hipertensiva: São situações em que a PAS está elevada, com PAD >120 mmHg, porém são mínimas ou mesmo não se observam lesão de órgão alvo.
Ou seja, neste caso, já que a PAD é 120 mm Hg o caso é uma emergência hipertensiva. (0,2 p)
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