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A data da última menstruação (DUM) a coloca com 36 semanas de idade gestacional aproximada (IGA).Você determina que ela está:
A ultra-sonografia feita com 10 semanas de gestação a coloca com 38 semanas de gestação.
A ultra-sonografia feita na admissão a coloca com 35 semanas.
O tamanho clínico na admissão a coloca com 34 semanas.
RATING: 3 ![]()
Uma paciente se apresenta em trabalho de parto referindo contrações uterinas regulares. Revendo seus dados gestacionais, determinamos o seguinte:
A data da última menstruação (DUM) a coloca com 36 semanas de idade gestacional aproximada (IGA).Você determina que ela está:
A ultra-sonografia feita com 10 semanas de gestação a coloca com 38 semanas de gestação.
A ultra-sonografia feita na admissão a coloca com 35 semanas.
O tamanho clínico na admissão a coloca com 34 semanas.
A. com IGA de 34 semanas
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. com IGA de 35 semanas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. com IGA de 36 semanas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. com IGA de 38 semanas
CORRETO : Datar uma gestação é fundamental para se determinar o melhor tratamento. Tradicionalmente, o primeiro dia do último período menstrual é a data empregada. Contudo, com o advento da ultra-sonografia, que possibilita medir o feto, a datação se tornou mais acurada. A primeira ultra-sonografia efetuada durante uma gestação deve ser usada para comparação com a data da última menstruação. Se a data estabelecida a partir da DUM estiver dentro do limite de erro da ultra-sonografia, é utilizada a DUM. A faixa de erro da ultra-sonografia é, grosso modo, + 1 semana para o primeiro trimestre, + 2 semanas para o segundo trimestre e + 3 semanas para o terceiro trimestre. Uma vez que a ultra-sonografia inicial foi feita no primeiro trimestre e havia 2 semanas de diferença da DUM, é utilizada a data da ultra-sonografia. Ultra-sonografias posteriores não são usadas para mudar a data provável, mas podem sê-lo para avaliar a taxa de crescimento fetal. Considerando que a ultra-sonografia e o tamanho clínico são menores do que a IG de 38 semanas determinada pela ultra-sonografia inicial, é possível haver motivo para preocupações com restrições de crescimento ou um feto constitucionalmente pequeno.
E. com IGA de 39 semanas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito:
RATING: 2.52 ![]()
Segundo, teremos uma HIPERGLICEMIA PÓS-PRANDIAL 0,05 p
Então, a insulinoterapia intensiva é UM PRINCIPIO, indicado para se obter o controle glicêmico necessário para se evitar as microangiopatias: 0,05 p
FONTE:
Uma criança de 10 anos de idade chega ao seu consultório para um exame físico escolar de rotina. Na revisão dos sistemas, a criança tem-se queixado de fadiga, porém está indo bem na escola. A criança não está tomando medicação e está saudável. Há um histórico de problema tireoidiano na avó materna e tia paterna. No exame físico, você nota que a criança possui um bócio sem nódulos palpáveis

1) Quais são os testes laboratoriais que você solicitaria primeiro? (0,125 p)
2) A glândula tireóide é macia à palpação, e a criança relata que ele/ela teve uma infecção do trato respiratório superior nos últimos dias. Qual condição estaria no topo de seu diagnóstico diferencial? (0,125 p)
3) Qual seria o diagnóstico mais provável se o nível de T4 total fosse 4,5 mU/L (normal: 5-11,5 mU/L) e o de T4 livre 3mU/L (normal: 6,0-10,5 mU/L)? (0,125 p)
4) No caso assinalado na questão 3, qual a provável concentração de TSH para essa criança (normal: TSH 0,4-6,4 mU/L)? (0,125 p)
1) Quais são os testes laboratoriais que você solicitaria primeiro?
T4 total, indice de T4 livre, TSH e anticorpos tireoidianos.
A T4 total sérica é o principal hormônio tireoidiano no sangue, e testes laboratoriais medem as frações ligadas e não ligadas da T4. Pelo fato de grande parte da T4 estar ligada à globulina ligadora de tiroxina (TBG), transtiretina ou albumina, os níveis das proteínas de ligação afetam a concentração de T4 total. Portanto, os níveis dos hormônios tireoidianos livre e total podem não corresponder. O índice de tiroxina livre é um cálculo que reflete a biodisponibilidade do hormônio tireoidiano, pois leva em consideração a quantidade de proteína de ligação. O TSH é secretado pela hipófise sob o controle do hormônio liberador de tireotrofina (TRH) secretado pelo hipotálamo e, através do feedback negativo, dos hormônios tireoidianos. Vários anticorpos contra os antígenos tireoidianos foram demonstrados na tireoidite autoimune crônica, e estes níveis devem ser determinados em uma criança com bócio.(0,125 p)
2) A glândula tireóide é macia à palpação, e a criança relata que ele/ela teve uma infecção do trato respiratório superior nos últimos dias. Qual condição estaria no topo de seu diagnóstico diferencial?
Tireoidite subaguda. A tireoidite subaguda é uma inflamação autolimitante da glândula tireóide, a qual geralmente ocorre em associação a uma infecção do trato respiratório superior. A glândula tireóide pode ser muito macia à palpação. Frequentemente, há um padrão de hipertireoidismo secundário à liberação inapropriada do hormônio tireoidiano. Sinais e sintomas do hipertireoidismo podem persistir por 1-4 semanas, após o qual há geralmente o desenvolvimento de hipotireoidismo transitório com restauração da glândula. O ciclo total da enfermidade pode durar de 2 a 9 meses. O tratamento é normalmente com drogas anti-inflamatórias. (0,125 p)
3) Qual seria o diagnóstico mais provável se o nível de T4 total fosse 4,5 mU/L (normal: 5-11,5mU/L) e o de indice de T4 livre 3mU/L (normal: 6,0-10,5 mU/L)?
Tireoidite de Hashimoto. A anomalia mais comum da função da tireóide em crianças é o hipotireoidismo, geralmente causado pela tireoidite autoimune (Hashimoto). A tireoidite de Hashimoto é caracterizada por anticorpos antitireoidianos circulantes e graus variados de disfunção tireoidiana. Pode-se manifestar com ou sem bócio. É mais prevalente em meninas, e muitos pacientes possuem um histórico familiar de doença tireoidiana autoimune. A remissão espontânea foi relatada. Outras causas de hipotireoidismo adquirido incluem disgenesia tireoidiana de início tardio ou disormonogênese, deficiência de TSH, lesão da tireóide e deficiência de iodo. Reposição de T4 é o tratamento de escolha para hipotireoidismo. (0,125 p)
4) No caso assinalado na questão 3, qual a provável concentração de TSH para essa criança (normal: TSH 0,4-6,4 mU/L)
A resposta é 15 mU/L. O TSH estará elevado no tireoidismo secundário à tireoidite de Hashimoto. (0,125 p)
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