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URGÊNCIAS PEDIATRICAS (CIRCULATION) (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na hora de falar sobre a parada cardiorrespiratoria, seja ela em adulto ou em crianças, o primeiro problema que surge, em seguida é a questão: "Sobreviveu?"
Isto, na verdade é a unica parte importante do problema. A PCR só fica importante na estatistica na parte da sobrevivência do paciente que passou por isto. As perdas de vida por causa duma PCR nem contam mais, contudo, estamos motivados diminuir o numero delas treinando, conhecendo, trabalhando e aplicando o que sabemos de acordo com o local da parada e o ritmo de apresentação.
Porque desses dois parâmetros praticamente depende a taxa de sobrevivência.

OBJETIVA: (1142702 votos)..........99.34% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher G4P4 de 35 anos se apresenta numa clínica de obstetrícia e ginecologia com a queixa principal da amenorreia. Ela diz que ela está preocupada porque ela não foi capaz amamentar e não menstruou desde o nascimento do último filho, há 1 ano. Diz não ter problemas de saúde e não toma medicamentos. Usou somente anticoncepcionais orais, entre gestações. O histórico obstétrico dela revela três partos vaginais espontâneos sem complicações. O ultimo parto dela foi por cesariana devido à hipotensão materna. Nega qualquer atividade sexual no ano passado porque o marido dela trabalha no exterior. O exame físico revela mulher bem desenvolvida, sem sofrimentos. O exame de cabeça e pescoço não revelam oftalmoplegia. A visão está intacta em todos os quatro quadrantes por confronto bilateral. O exame do pescoço não revela aumento da tireoide e nas extremidades o enchimento capilar é normal e não há edema. O exame ginecológico permite fácil visualização fácil do colo do útero e tamanho normal tato do útero quanto dos ovários. Os exames laboratoriais mostram um nível de prolactina de 2 ng/mL. Qual é o diagnóstico mais provável neste paciente?
A. Craniofaringioma
B. Síndrome da sela vazia
C. Gravidez
D. Uso anterior de anticoncepcional oral
E. Síndrome de Sheehan

  RATING: 3.12

Uma mulher G4P4 de 35 anos se apresenta numa clínica de obstetrícia e ginecologia com a queixa principal da amenorreia. Ela diz que ela está preocupada porque ela não foi capaz amamentar e não menstruou desde o nascimento do último filho, há 1 ano. Diz não ter problemas de saúde e não toma medicamentos. Usou somente anticoncepcionais orais, entre gestações. O histórico obstétrico dela revela três partos vaginais espontâneos sem complicações. O ultimo parto dela foi por cesariana devido à hipotensão materna. Nega qualquer atividade sexual no ano passado porque o marido dela trabalha no exterior. O exame físico revela mulher bem desenvolvida, sem sofrimentos. O exame de cabeça e pescoço não revelam oftalmoplegia. A visão está intacta em todos os quatro quadrantes por confronto bilateral. O exame do pescoço não revela aumento da tireoide e nas extremidades o enchimento capilar é normal e não há edema. O exame ginecológico permite fácil visualização fácil do colo do útero e tamanho normal tato do útero quanto dos ovários. Os exames laboratoriais mostram um nível de prolactina de 2 ng/mL. Qual é o diagnóstico mais provável neste paciente?

A. Craniofaringioma
INCORRETO: Craniofaringioma é o tumor não hipofisário mais comum implicado na hiperprolactinemia. Este paciente tem níveis elevados de prolactina e queixa-se de dificuldade na lactação, portanto, este diagnóstico é descartado Além disso, este é mais comumente um diagnóstico de oncológia pediatrica.
B. Síndrome da sela vazia
INCORRETO : Síndrome da sela vazia é causada pela herniação da membrana subaracnóide na sela túrcica através de um diafragma de sela incompetente. Esta hérnia causa compressão da glândula pituitária. A síndrome da sela vazia secundária geralmente ocorre em um paciente que está pós-radiação ou pós-cirurgia
C. Gravidez
INCORRETO : Este diagnóstico é excluído pela presença de um teste de gravidez negativo.
D. Uso anterior de anticoncepcional oral
INCORRETO : O uso anterior de pílulas anticoncepcionais orais é uma causa improvável de amenorreia e falta de lactação nesta paciente. O uso de OCP pode causar amenorreia enquanto o paciente toma o medicamento e por até 5 meses depois, mas não causaria amenorréia mais tarde na vida. Além disso, não explicaria o fato de que ela era incapaz de amamentar.
E. Síndrome de Sheehan
CORRETO : Síndrome de Sheehan é um distúrbio da função hipofisária anterior. Isto ocorre como resultado de uma lesão ao pituitária anterior. O insulto é um baixo fluxo sanguíneo secundário ao parto ou trauma. Frequentemente apresenta-se como falha na lactação pós-parto. Danos à hipófise resultam em falta de prolactina. Os pacientes também podem não ovular, o que explica a amenorreia. Com esses sinais (falha do paciente em amamentar, histórico de hipoglicemia, hipotensão durante o parto e falta de menstruação), o diagnóstico de Sheehan é provável. O menor o nível de prolactina também apoia esse diagnóstico. Existem muitos distúrbios da glândula hipófise, como a síndrome da sela vazia e craniofaringioma, mas a síndrome de Sheehan é o unico com níveis de prolactina abaixo do normal após hipotensão.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.12)

DISCURSIVA: (182827 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A colangite aguda é a inflamação aguda dos canais que conduzem a bile. Isso inclui desde os mais finos, dentro do fígado ao mais calibroso, o colédoco, que recebe toda a bile produzida no fígado e aquela já acumulada na vesícula. A sintomatologia dessa moléstia hoje é descrita como 'pentade de Reynolds'.
Quais são os cinco elementos fundamentais dessa descrição?

RATING: 3.05

A colangite aguda é a inflamação aguda dos canais que conduzem a bile. Isso inclui desde os mais finos, dentro do fígado ao mais calibroso, o colédoco, que recebe toda a bile produzida no fígado e aquela já acumulada na vesícula. A sintomatologia dessa moléstia hoje é descrita como 'pentade de Reynolds'.
Quais são os cinco elementos fundamentais dessa descrição?

A pentade de Reynolds: 1) Dor
2) Febre
3) Icterícia
4) Confusão
5) Hipotensão

FONTE:
I FORUM PAULISTA DE INFECÇÕES INTRA-ABDOMINAIS DR RODRIGO CAÑADA SURJAN DOUTOR EM CIRURGIA PELA FACULDADE DE MEDICINA DA USP

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (213148 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



RATING: 2.96

1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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