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DOENÇAS CIRURGICAS DAS ARTERIAS CORONARIAS (ÁREA DE CIRURGIA)

 

As doenças das artérias coronárias são um problema de saúde grave e crescente. Elas ocorrem quando as artérias coronárias, que fornecem sangue oxigenado ao músculo do coração, se tornam estreitas ou bloqueadas. Isso pode causar sintomas como dor no peito, falta de ar, cansaço e palpitações. Se não for tratada, a doença das artérias coronárias pode levar a ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e morte. Felizmente, existem tratamentos efetivos para esta condição, incluindo cirurgia. A cirurgia das artérias coronárias pode restaurar o fluxo de sangue para o coração, aliviando os sintomas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Esta cirurgia envolve o uso de procedimentos invasivos para desobstruir ou substituir as artérias.

OBJETIVA: (1397388 votos)..........95.2% das questões objetivas receberam votos.
Clostridium dificile está associado á:
A. enterocolite pseudomembranosa
B. hepatoesplenomegalia
C. trombocitopenia e leucopenia
D. imunossupressão
E. retinite

  RATING: 2.98

Clostridium dificile está associado á:

A. enterocolite pseudomembranosa
CORRETO: Clostridium dificile está associado a várias síndromes, bem como ao estado de portador ou carreador assintomático da bactéria. A doença leve a moderada é caracterizada por diarreia aquosa, febre baixa e dor abdominal leve. A enterocolite pseudomembranosa é caracterizada por diarreia com muco, cólicas abdominais, dor, febre e toxicidade sistêmica. Ocasionalmente, as crianças têm acentuada sensibilidade abdominal e distensão com diarreia mínima (megacólon tóxico).
B. hepatoesplenomegalia
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. trombocitopenia e leucopenia
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. imunossupressão
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. retinite
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (195661 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes perguntas:

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva? (0,25 p)
B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? (0,25 p)


RATING: 2.87

Responda ás seguintes perguntas:

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva? (0,25 p)
B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? (0,25 p)

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva?

É a conseqüência da diminuição da concentração produção do heme da hemoglobina por carência de ferro, resultando na diminuição da concentração de hemoglobina. (0,15 p)
A deficiência da hemoglobinização durante a maturação dos eritroblastos forma hemácias pequenas (VCM diminuído) com pouco conteúdo de hemoglobina (HCM diminuída). Com a intensificação do processo, ocorre a diminuição desproporcional do conteúdo de hemoglobina em relação ao volume das hemácias, gerando a hipocromia (CHCM diminuída). (0,05 p)
A anisopoiquilocitose, proporcional à intensidade do processo, é sempre evidente, podendo interferir com a contagem de plaquetas: hemácias microcíticas e normocíticas, hemácias ovalocíticas alongadas (leptócitos) e hemácias hipocrômicas. (0,05 p)

B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? 

Pelas quantificações do ferro sérico e ferritina. Raramente, pode ser necessário quantificar o ferro medular pela coloração do azul-da-prússia (coloração de Perls), CTLFe e saturação da transferrina. (0,1 p)
Os exames característicos da anemia ferropênica são:
(1) ferro sérico diminuído; (0,03 p)
(2) capacidade total de ligação de ferro (CTLFe) aumentada; (0,03 p)
(3) saturação de transferrina diminuída; (0,03 p)
(4) ferritina diminuída; (0,03 p)
(5) ferro medular diminuído, tanto nos grânulos de hemossiderina dos macrófagos, quanto nos grânulos sideróticos dos eritroblastos (sideroblastos diminuídos). (0,03 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.87)

CASO CLINICO: (227845 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Você recebe no seu plantão noturno uma criança de 4 anos, M, parda, com historia de oito dias de febre, apatia e recusa da alimentação.

Na hora do atendimento, criança com prostração, febre 38.9ºC, exantema petequial disseminado praticamente corpo inteiro, Glasgow 15, eupneico (FR 28/min), PA 96/58 mmHg, frequência cardiaca 120/min. Abdomen globoso (ascite?), figado palpável á 2 cm abaixo da borda costal direita, baço á 3 cm borda costal esquerda. Edemas ++/++++ nos dois pés. Edema palpebral e facial leve. Linfonodos cervicais e inguinas palpáveis. Tempo de enchimento capilar 2 segundos.

Feita hemograma na urgência: hemácias 3,94 mil/mmc; hematocrito 34%, leucocitos 2630/mmc, bastões 7%, neutrofilos 43%, plaquetas 73.000/mmc. PCR 185. TGO = 125; TGP = 102; LDH = 1959;

Foram solicitados testes rápidos: dengue negativo, zika e chikungunya negativo, sifilis negativo, leptospirose negativo.

Conversando com a mãe, a mesma relata que, na região aonde mora há uma colónia de capívaras.

Pergunta-se:

1) Qual a hipótese diagnóstica? (0,1 pontos)

2) Qual é o agente etiológico? (0,1 pontos)

3) Qual o exame especifico para confirmar a moléstia suspeitada? (0,1 pontos)

4) Qual o tratamento especifico neste caso? (0,1 pontos)

5) Quais são as complicações desta doença? (0,1 pontos)




RATING: 2.9

1) Qual a hipótese diagnóstica?

Febre maculosa - (0,1 p)

Comentário: Exantema máculo-papular, de evolução centrípeta e predomínio nos membros inferiores, podendo acometer região palmar e plantar, Início abrupto e os sintomas são inespecíficos de início (febre, em geral alta; cefaleia; mialgia intensa; mal-estar generalizado). Edema de membros inferiores, hepatoesplenomegalia, manifestações renais com olligúria, manifestações hemorrágicas, como petéquias e sangramento muco-cutâneo, digestivo e pulmonar, junto com o importante dado, uma doença infecciosa febril aguda, transmitida por carrapatos, de gravidade variável, que pode cursar com formas leves e atípicas até formas graves com elevada taxa de letalidade.

2) Qual é o agente etiológico?

Agente etiológico: bactéria gram-negativa intracelular obrigatória: Rickettsia rickettsii, Rickettsia parkeri. (0,1 p)

Comentário: No Brasil, os principais vetores e reservatórios são os carrapatos do gênero Amblyomma, tais como A. cajennense, A. cooperi (dubitatum) e A. aureolatum. Entretanto, potencialmente, qualquer espécie de carrapato pode ser reservatório, por exemplo, o carrapato do cão, Rhipicephalus sanguineus. Os equídeos, roedores como a capivara (Hydrochaeris hydrochaeris), e marsupiais como o gambá (Didelphys sp) têm importante participação no ciclo de transmissão da febre maculosa e há estudos recentes sobre o envolvimento destes animais como amplificadores de riquétsias, assim como transportadores de carrapatos potencialmente infectados.

3) Qual o exame especifico para confirmar a moléstia suspeitada?

Sorologia (IgG) para febre maculosa. (0,1 p)

Comentário: Reação de imunofluorescência indireta (RIFI) Método sorológico mais utilizado para o diagnóstico das riquetsioses (padrão ouro). Em geral, os anticorpos são detectados a partir do 7o até o 10o dia de doença. Os anticorpos IgM podem apresentar reação cruzada com outras doenças (dengue, leptospirose, entre outras) e, portanto, devem ser analisados com critério. Já os anticorpos IgG aparecem pouco tempo depois dos IgM e são os mais específicos e indicados para interpretação diagnóstica.

4) Qual o tratamento especifico neste caso?

Doxiciclina Para crianças com peso inferior a 45kg, a dose recomendada é 2,2mg/kg de 12 em 12 horas, por via oral ou endovenosa, a depender da gravidade do caso, devendo ser mantido por 3 dias após o término da febre. Sempre que possível seu uso deve ser priorizado. (0,05 p)

Cloranfenicol 50 a 100mg/kg/dia, de 6 em 6 horas, até a recuperação da consciência e melhora do quadro clínico geral, nunca ultrapassando 2g por dia, por via oral ou endovenosa, dependendo das condições do paciente. (0,05 p)

5) Quais são as complicações desta doença?

Se não tratado, o paciente pode evoluir para um estágio de torpor e confusão mental, com frequentes alterações psicomotoras, chegando ao coma profundo. Icterícia e convulsões podem ocorrer em fase mais avançada da doença. Nesta forma, a letalidade, quando não ocorre o tratamento, pode chegar a 80%. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.9)




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