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SÍNDROME DE HOFFA ( HOFFITE ) (ÁREA DE PEDIATRIA)

A Síndrome de Hoffa é uma condição que afeta a região anterior do joelho e é caracterizada pela compressão e inflamação da gordura infrapatelar. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para aliviar os sintomas e prevenir complicações a longo prazo. Uma abordagem individualizada, considerando fatores biomecânicos e predispositivos, é essencial no tratamento da Síndrome de Hoffa.

A Síndrome de Hoffa, também conhecida como Síndrome do Impacto Anterior do Joelho ou Síndrome da Gordura Infrapatelar, é uma condição clínica que afeta a região anterior do joelho. Essa síndrome ocorre devido à inflamação e compressão da gordura infrapatelar entre a patela e o fêmur, levando a sintomas como dor e desconforto na região do joelho.

A Síndrome de Hoffa é caracterizada pela compressão e inflamação da gordura infrapatelar localizada sob a patela. Essa compressão pode ser desencadeada por movimentos repetitivos de flexão e extensão do joelho e está frequentemente associada a dor na região anterior do joelho.

OBJETIVA: (949429 votos)..........93.99% das questões objetivas receberam votos.
Qual das seguintes opções melhor descreve o papel do infiltrado inflamatório e a profilaxia em neoplasias cutâneas não-melanomas, considerando achados patológicos e riscos em imunodeprimidos?
A. Infiltrado por macrófagos auxilia diagnóstico; profilaxia em HIV é anual isolada sem screening sistêmico
B. Infiltrado linfocitário indica resposta antitumoral; vigilância regular integrada a screening multidisciplinar
C. Infiltrado ausente mostra imune eficaz; profilaxia foca em estímulo VEGF sem monitoramento de recidivas
D. Infiltrado por NK direto via MHC; áreas vulneráveis demandam antibióticos sem vigilância contínua
E. Infiltrado ignora regressão espontânea; manejo prioriza cirurgias isoladas sem restauração imune

  RATING: 0

Qual das seguintes opções melhor descreve o papel do infiltrado inflamatório e a profilaxia em neoplasias cutâneas não-melanomas, considerando achados patológicos e riscos em imunodeprimidos?

A. Infiltrado por macrófagos auxilia diagnóstico; profilaxia em HIV é anual isolada sem screening sistêmico
INCORRETO: O infiltrado inflamatório peritumoral é composto predominantemente por linfócitos T e B, não por macrófagos, servindo como achado comum que auxilia no diagnóstico diferencial, reforçando a relevância do sistema imune no controle da progressão neoplásica, e a profilaxia em portadores de HIV não se restringe a avaliações anuais isoladas, mas exige vigilância contínua para monitorar recidivas locais, metástases e novas lesões cutâneas, integrada a screening multidisciplinar para malignidades sistêmicas como carcinoma pulmonar, dado o risco elevado em 3 a 5 vezes para câncer de pele não melanoma devido à deficiência imunológica profunda que compromete a vigilância contra antígenos tumorais.
B. Infiltrado linfocitário indica resposta antitumoral; vigilância regular integrada a screening multidisciplinar
CORRETO : O infiltrado inflamatório peritumoral predominantemente linfocitário, composto por linfócitos T e B agregados ao redor do tumor, auxilia no diagnóstico diferencial, sendo um critério histopatológico chave que indica resposta imune antitumoral, reforçando a relevância do sistema imune no controle da progressão neoplásica, e em indivíduos imunodeprimidos como portadores de AIDS, o risco para câncer de pele não melanoma é elevado em 3 a 5 vezes em comparação à população geral, refletindo a deficiência imunológica profunda associada à infecção pelo HIV, que afeta principalmente linfócitos T CD4+ e compromete a vigilância imunológica contra antígenos tumorais, com propensão marcante ao desenvolvimento de carcinoma espinocelular onde o sistema imune comprometido falha em eliminar células pré-malignas ou tumorais incipientes, tornando essencial um protocolo de acompanhamento dermatológico regular e de longo prazo para monitorar recidivas locais ou metástases, além do surgimento de novas lesões neoplásicas, exibindo risco aumentado para outras malignidades não cutâneas comuns como carcinoma pulmonar, o que reforça a necessidade de avaliação multidisciplinar integrada incluindo screening para fatores de risco sistêmicos como tabagismo ou exposição ambiental.
C. Infiltrado ausente mostra imune eficaz; profilaxia foca em estímulo VEGF sem monitoramento de recidivas
INCORRETO : Em exames patológicos, a presença de infiltrado linfocitário peritumoral, não a ausência, indica uma tentativa de contenção tumoral e auxilia no diagnóstico diferencial, reforçando a relevância do sistema imune no controle da progressão neoplásica, e para profilaxia em pacientes com AIDS, o protocolo de acompanhamento dermatológico regular visa monitorar não apenas recidivas locais ou metástases, mas também o surgimento de novas lesões neoplásicas, incluindo screening multidisciplinar para malignidades não cutâneas como carcinoma pulmonar, sem desconsiderar novas lesões cutâneas, e áreas vulneráveis como linfedemas demandam monitoramento contínuo, pois o acúmulo de linfa estagna o fluxo linfático, impedindo a migração de linfócitos e células NK, e a hipóxia tecidual com liberação de VEGF promove neovascularização aberrante que nutre as células tumorais, criando um microambiente favorável à evasão imune, com maior incidência de neoplasias como angiossarcomas, não focando em estímulo à VEGF.
D. Infiltrado por NK direto via MHC; áreas vulneráveis demandam antibióticos sem vigilância contínua
INCORRETO : As células natural killer possuem a função primordial de reconhecer e destruir células tumorais por meio de citotoxicidade direta, sem necessidade de apresentação antigênica prévia via MHC, liberando perforinas e granzimas que perfuram a membrana celular tumoral induzindo apoptose, e secretam citocinas como interferon-gama para amplificar a resposta imune, e áreas vulneráveis como linfedemas de qualquer etiologia demandam profilaxia com monitoramento contínuo para recidivas locais, pois o acúmulo de linfa estagna o fluxo linfático impedindo a migração de linfócitos e células NK, e a hipóxia tecidual com liberação de VEGF promove neovascularização aberrante que nutre as células tumorais criando um microambiente favorável à evasão imune, com maior incidência de neoplasias como angiossarcomas, não baseado em antibióticos isolados.
E. Infiltrado ignora regressão espontânea; manejo prioriza cirurgias isoladas sem restauração imune
INCORRETO : O infiltrado linfocitário peritumoral não ignora a regressão espontânea, mas reforça a relevância do sistema imune no controle da progressão neoplásica, com regressão espontânea possível em neoplasias estabelecidas como sarcoma de Kaposi ao interromper imunossupressão, levando a redução no tamanho das lesões e resolução histológica sem intervenção adicional, frequentemente desencadeada por estados de imunossupressão em pacientes sob terapia imunossupressora pós-transplante ou condições crônicas, e o manejo não prioriza cirurgias isoladas, mas considera a involução tumoral com restauração imune integrada a protocolos de vigilância regular para monitorar recidivas e novas lesões.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (173185 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Qual a lesão prototípica no eritema multiforme? (0,25 pontos)
(II) Cite quatro complicações da necrólise epidérmica tóxica. (0,25 pontos)


RATING: 2.95

(I) Qual a lesão prototípica no eritema multiforme? (0,25 pontos)
(II) Cite quatro complicações da necrólise epidérmica tóxica. (0,25 pontos)

(I) Qual a lesão prototípica no eritema multiforme?
Uma lesão em alvo (0,0625 p) – um padrão característico observado no eritema multiforme – consiste em uma pápula ou placa (0,0625 p) com uma zona central de necrose epidérmica (0,0625 p) envolvida por um anel de eritema (0,0625 p)


(II) Cite quatro complicações da necrólise epidérmica tóxica.
Acordar 0,0625 p para cada um de maximo 4 complicações descritas:
  • úlcera de córnea
  • uveíte anterior
  • panoftalmite
  • alterações a nível respiratório
  • descolamento epidérmico com escurecimento da pele
  • sinequia ocular

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (200599 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um homem de 52 anos dá entrada na Emergência referindo dor subesternal de início há cerca de 2 horas, em queimação, após esforço físico. Mesmo após ter repousado por alguns minutos a dor persistiu e resolveu então procurar o setor de Emergência. É tabagista, dislipidêmico e hipertenso, fazendo uso de atorvastatina e atenolol, 50 mg/dia. Exame físico: PA = 90 x 60 mmHg, FC = 60 bpm; lúcido, orientado, acianótico, anictérico, cabeça e pescoço sem alterações; RCR e presença de B4, pulmões limpos, abdome sem visceromegalias e membros nada digno de nota. O ECG foi realizado:

a) Qual o diagnóstico?
b) Cite os principais fatores de risco para doença cardiovascular apresentados pelo paciente.
c) Descreva o tratamento adequado para o caso.
d) Cite uma droga proscrita frente a esse caso.


RATING: 2.97

a) Qual o diagnóstico?
IAM com supra de ST inferior (0,0625 p) e de ventrículo direito.(0,0625 p)
b) Cite os principais fatores de risco para doença cardiovascular apresentados pelo paciente:
Tabagismo (0,0625 p), dislipidemia (0,0625 p) e hipertensão arterial.(0,0625 p)
c) Descreva o tratamento adequado para o caso:
Infusão de SF 0,9% (0,0625 p) e trombólise ou angioplastia primária (0,0625 p).
d) Cite uma classe de remédios prescrita frente a esse caso:
Nitratos. (0,0625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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