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DESEQUILIBRIOS HIDROELETROLÍTICOS EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Existe troca constante de líquidos e solutos com o meio externo, bem como entre diferentes compartimentos do corpo.
A entrada de líquidos no corpo é muito variável e deve ser cuidadosamente combinada com a saída de água, para evitar que o volume de líquido do corpo aumente ou diminua.
A entrada de água é muito variável entre as diferentes pessoas e na mesma pessoa em diferentes ocasiões, dependendo do clima, hábito, nível de atividade física.

OBJETIVA: (1102453 votos)..........99.38% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 36 anos com AIDS e contagem de células CD4 de 35/mm² procura assistência com odinofagia e disfagia progressiva. A paciente relata febre diária e perda 9 kg. Têm sido tratada com pastilhas de clotrimazol sem qualquer alívio. Ao exame físico, a paciente apresenta caquexia com índice de massa corporal (IMC) de 16 e peso de 39 kg. A temperatura é de 38,2°C e tem pressão arterial e pulso ortostáticos. O exame da orofaringe não revela nenhuma evidência de candidíase. A paciente é submetida a esofagogastroduodenoscopia (EGD), que revela úlceras serpiginosas na parte distal do esôfago, sem vesículas. Não se observa nenhuma placa amarela. São realizadas várias biopsias que demonstram inclusões intranucleares e intracitoplasmáticas em grandes células endoteliais e fibroblastos. Qual é o melhor tratamento para a esofagite dessa paciente?
A. Ganciclovir
B. Glicocorticoides
C. Fluconazol
D. Foscarnete
E. Talidomida

  RATING: 3.03

Uma mulher de 36 anos com AIDS e contagem de células CD4 de 35/mm² procura assistência com odinofagia e disfagia progressiva. A paciente relata febre diária e perda 9 kg. Têm sido tratada com pastilhas de clotrimazol sem qualquer alívio. Ao exame físico, a paciente apresenta caquexia com índice de massa corporal (IMC) de 16 e peso de 39 kg. A temperatura é de 38,2°C e tem pressão arterial e pulso ortostáticos. O exame da orofaringe não revela nenhuma evidência de candidíase. A paciente é submetida a esofagogastroduodenoscopia (EGD), que revela úlceras serpiginosas na parte distal do esôfago, sem vesículas. Não se observa nenhuma placa amarela. São realizadas várias biopsias que demonstram inclusões intranucleares e intracitoplasmáticas em grandes células endoteliais e fibroblastos. Qual é o melhor tratamento para a esofagite dessa paciente?

A. Ganciclovir
CORRETO: Essa paciente apresenta sintomas de esofagite.Em pacientes com HIV várias infecçôes podem causar essa condição, incluindo herpes-vírus simples (HSV), citomegalovírus (CMV), vírus varicela-zóster, Candida e o próprio HIV. A ausência de candidíase exclui a Candida como causa da esofagite, e a EGD é necessária para estabelecer o diagnóstico. O CMV classicamente causa úlceras serpiginosas no esôfago distal, que podem coalescer, formando úlceras gigantes. O escovado isoladamente náo é suficiente para o diagnóstico, e é necessário efetuar biópsias. As biópsias revelam inclusões intranucleares e intracitoplasmáticas com núcleos aumentados em grandes fibroblastos e células endoteliais. Tendo em vista os sintomas notáveis de deglutição, o ganciclovir intravenoso (IV) é o tratamento de escolha.
B. Glicocorticoides
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Fluconazol
INCORRETO : A esofagite por Candida tem o aspecto de placas nodulares amarelas com eritema circundante. O tratamento em geral requer fluconazol.
D. Foscarnete
INCORRETO : O foscarnete é útil no tratamento do CMV resistente ao ganciclovir.
E. Talidomida
INCORRETO : O HIV pode causar esofagite, podendo ser muito resistente ao tratamento. Na EGD, as úlceras aparecem profundas e lineares. Emprega-se o tratamento com talidomida ou glicocorticoides orais, e deve-se considerar a terapia antirretroviral altamente ativa.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

DISCURSIVA: (180299 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os fatores de risco para o status de lactente sibilante. (0,5 pontos)


RATING: 2.95

Enumeram os fatores de risco para o status de lactente sibilante. (0,5 pontos)

Enumeram os fatores de risco para o status de lactente sibilante:
  • sexo masculino; - 0,05 pontos
  • prematuridade e baixo peso ao nascer; - 0,05 pontos
  • uso de oxigênio no periodo neonatal; - 0,05 pontos
  • antecedentes pessoais de atopia; - 0,05 pontos
  • IgE elevado; - 0,05 pontos
  • infecção com virus sincicial respiratorio ante de 1 ano de idade; - 0,05 pontos
  • aspiração de conteudo alimentar; - 0,05 pontos
  • doença de refluxo gastroesofagico; - 0,05 pontos
  • historia materna de asma; - 0,05 pontos
  • mãe tabagista; - 0,05 pontos

FONTE:

Pediatria - Lactente sibilante - Aulas Online pelo SanarFlix

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (210070 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Você está atendendo um recém-nascido, na sala de parto, que nasceu com 35 semanas por via vaginal. O paciente está aparentemente normal, sem apresentar malformações congênitas e não há histórico de outros achados patológicos ou de sofrimento fetal no pré-natal e liquido amniótico limpo, sem mecônio. O RN se apresenta com choro fraco, tônus flácido dos membros e leve cianose das extremidades. Pesa 2800 g e a FC é de 87 batimentos por minuto.
1) Qual é a sequência de atendimento desse RN? (0,14 pontos)
2) Como vai ser feito o clampeamento do cordão umbilical? (0,06 pontos)
3) Qual é o escore Apgar dessa criança?(0,06 pontos)
4) Necessita essa criança de intubação imediata? Justifique. (0,24 pontos)


RATING: 2.29

1) Qual é a sequência de atendimento desse RN?

  1. prover calor (0,02 p)
  2. posicionar a cabeça em leve extensão (0,02 p)
  3. aspirar boca e narinas (se necessário) (0,02 p)
  4. secar (0,02 p)
  5. ventilar com pressão positiva nos primeiros 60 segundos após o nascimento (0,02 p) e acompanhar a FC pelo monitor cardíaco (0,02 p) e a saturação de oxigênio (SatO2) pelo oxímetro de pulso. (0,02 p)
DISCUSSÃO:INDICATIVO DE REANIMAÇÃO: Diante da resposta “não” a pelo menos uma das três perguntas iniciais:
  1. gestação a termo? NÃO SIGNIFICA: diferente do termo (34 0/7 -  36 6/7 semanas - pré-termo tardios ou ≥42 0/7 semanas - pós-termo)
  2. respiração ou choro presente? NÃO não iniciam movimentos respiratórios regulares
  3. tônus muscular em flexão? NÃO SIGNIFICA: o tônus muscular está flácido

FC for <100 bpm

  • um profissional de saúde inicia a ventilação com pressão positiva (VPP)
  • o outro fixa os três eletrodos do monitor cardíaco e o sensor do oxímetro (colocar um eletrodo em cada braço próximo ao ombro e o terceiro eletrodo na face anterior da coxa; envolver a região do braço/perna que está com o eletrodo em bandagem elástica)

RN não apresenta movimentos respiratórios regulares

2) Como vai ser feito o clampeamento do cordão umbilical?
O clampeamento umbilical se faz de imediato para um RN com necessidade de reanimação.(0,06 p)
3) Qual é o escore Apgar dessa criança?
O escore Apgar será 4.(0,06 p)
DISCUSSÂO: a criança está com choro (respiração) fraca (+1) e movimentos fracos (irritabilidade) (+1), tonus flácido (0 pontos) a FC é abaixo de 100/minuto (+1) e há leve cianose das extremidades (+1);

4) Não necessita de intubação imediata. (0,04 p)
DISCUSSÂO: As indicações de ventilação através de cânula traqueal em sala de parto incluem:
  • ventilação com máscara facial não efetiva (após a correção de possíveis problemas técnicos, a FC permanece <100 bpm); (0,05 p)
  • ventilação com máscara facial prolongada o paciente não retoma a respiração espontânea (0,05 p)
  • aplicação de massagem cardíaca (não é o caso, a criança está com 87 bpm, acíma de 60). (0,05 p)
  • pacientes portadores de hérnia diafragmática que necessitam de VPP (intubação traqueal e a inserção imediata de sonda gástrica) (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.29)




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