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VARICELA E HERPES ZOSTER (ÁREA DE PEDIATRIA)

Doença comum em crianças, sobretudo em climas temperados, apresenta alta contagiosidade (>90% de ataque secundário), com pico de incidência entre 5 e 9 anos e pico sazonal primavera.
O vírus varicela zoster (virus varicela zoster) causa infecções primárias, latentes e recorrentes.

OBJETIVA: (1274092 votos)..........97.11% das questões objetivas receberam votos.
Otoscopia que mostra deslocamento do pavilhão auricular para diante pode indicar:
A. processo inflamatório do ouvido médio
B. furúnculo do ouvido externo
C. colesteatoma
D. mastoidite
E. processo inflamatório do pavilhão auricular

  RATING: 2.96

Otoscopia que mostra deslocamento do pavilhão auricular para diante pode indicar:

A. processo inflamatório do ouvido médio
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. furúnculo do ouvido externo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. colesteatoma
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. mastoidite
CORRETO : Modificações encontradas na otoscopia de caso com mastoidite:
Otalgia
Deslocamento do pavilhão auricular para diante
Abaulamento da região retroauricular
Edema da parede postero-superior do conduto auditivo externo

E. processo inflamatório do pavilhão auricular
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

DISCURSIVA: (190477 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)


RATING: 3.42

Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)

1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados.
  • A icterícia obstrutiva é caracterizada pelo predomínio da elevação da bilirrubina direta, semelhante à icterícia colestática intra-hepática. (0,05 p)
  • Diferencia-se das icterícias hepatocelulares pela ausência de elevação ou elevação em níveis menores das aminotransferases (TGO e TGP). (0,05 p)
  • Apresenta por outro lado elevação das enzimas canaliculares, fosfatase alcalina e gama glutamil-transferase. (0,05 p)
  • Na icterícia obstrutiva, ocorre prolongamento do tempo de atividade da protrombina o qual normaliza-se com reposição de vitamina K por não existir doença parenquimatosa. (0,05 p)
  • Na história clínica, alguns sintomas e sinais podem sugerir icterícia obstrutiva: dor no abdome superior, principalmente no hipocôndrio direito, febre, prurido e colúria, podendo existir na dependência da causa a presença de massa ou vesícula biliar palpáveis. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem permitem a diferenciação entre icterícia obstrutiva e colestase intra-hepática ao identificar o calibre das vias biliares, a causa e o local de uma obstrução. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem atualmente disponíveis e utilizados para a investigação são os seguintes: ultrassonografia, endossonografia, colangiografia transparieto hepática percutânea, colângio-pancreatografia endoscópica retrógrada, colangioressonância nuclear magnética, tomografia computadorizada. (0,05 p)

2) Cuidados a serem tomados no período per-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal.
  • Perdas volêmicas devem ser identificadas e repostas evitando-se que o paciente desenvolva hipotensão e insuficiência renal sobretudo no período per-operatório. (0,015 p)
  • O controle da eficácia de reposição é realizado através da mensuração do volume urinário. (0,015 p)
  • Distúrbios da coagulação devem ser investigados realizando-se hemograma com contagem de plaquetas o qual permite a identificação de indícios de infecção e distúrbio da coagulação. (0,015 p)
  • Deve ser realizada a aferição do tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativada. (0,015 p)
  • Em pacientes eletivos com tempo de protrombina alargado, deve-se repor vitamina K por 3 dias. (0,015 p)
  • Em situações de urgência ou quando houver falta de resposta à vitamina K, deverá ser reposto plasma fresco e ocasionalmente crioprecipitado. (0,015 p)
  • É importante também manter correto equilíbrio eletrolítico, principalmente do sódio e do potássio. (0,015 p)
  • Devem ser avaliados e corrigidos os níveis de escórias nitrogenadas através de reposição hídrica ou de medidas de suporte à função renal. (0,015 p)
  • Pacientes sem infecção deverão receber antibioticoprofilaxia e os portadores de colangite deverão receber antibioticoterapia. (0,015 p)
  • Evitar o uso de drogas anestésicas hepatotóxicas e manutenção de estabilidade hemodinâmica no período intraoperatório. (0,015 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.42)

CASO CLINICO: (222693 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Adolescente de doze anos, sexo feminino, caucasiana, sem antecedentes relevantes. No decorrer do mês de Agosto, iniciou subitamente prurido e eritema palmo-plantar, seguido de exantema nas mãos e nos pés e aparecimento de febre (38,5° C de temperatura axilar). Gradualmente, surgiu odinofagia e edema ligeiro da face. Ao quarto dia verificou-se generalização do exantema e agravamento da febre tendo recorrido ao Serviço de Urgência.
Na observação, era de salientar a febre (temperatura axilar de 39°C), associada a bom estado geral, ausência de sinais meníngeos, não transmitindo “sensação de doença grave”. Apresentava ligeiro edema da face e dos lábios acompanhado de exantema generalizado, papular de aspecto purpúrico e petéquial, com elementos de vários tamanhos (2 a 5 mm). As lesões eram dispersas pelo corpo mas tornavam-se confluentes e delimitadas às mãos/punhos e pés/tornozelos de forma simétrica, dando um nítido aspecto de “luvas e meias”. As palmas das mãos e plantas dos pés estavam atingidas. A mucosa oral apresentava enantema petequial com lesões ulceradas no palato e pilares amigdalinos e na região peribucal o exantema era mais intenso.
Os exames complementares de diagnóstico mostraram trombocitopenia (plaquetas 80000/mm3) e proteína C reativa de 6,3 mg/dL (normal < 0,5 mg/dL). O hemograma, estudo da coagulação, e as provas de função hepática e renal foram normais. A hemocultura viria a ser estéril.

I) Qual seria a etiologia provável desta moléstia? (0,1 pontos) II) Qual é a evolução provável deste quadro clinico? (0,1 pontos)

III) Enumeram pelo menos outras quatro formas clínicas que podem ser causadas por mesmo agente etiologico nas crianças. (0,3 pontos)




RATING: 2.99

I) Qual seria a etiologia provável desta moléstia? (0,1 pontos)

O Parvovírus B19 tem sido implicado como agente etiológicomais frequente.

II) Qual é a evolução provável deste quadro clinico? (0,1 pontos)

A síndrome é autolimitada e desaparece dentro de poucas semanas.

III) Enumeram pelo menos outras quatro formas clínicas que podem ser causadas por mesmo agente etiologico nas crianças. (0,3 pontos)

  1. eritema infeccioso (0,075 pontos)
  2. crise aplastica transitória (0,075 pontos)
  3. infecções fetais (0,075 pontos)
  4. miocardite (0,075 pontos)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.99)




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