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PARTO DAS APRESENTAÇÕES CEFÁLICAS FLETIDAS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Para entender o Mecanismo de Parto, é importante termos conhecimento prévio da Estática Fetal, que consiste em avaliar a situação, apresentação, posição, atitude e variedade de posição fetal, assim como os assinclitismos, para que possamos acompanhar a evolução do parto.

OBJETIVA: (1435108 votos)..........96.56% das questões objetivas receberam votos.
A instalação súbita de insuficiência cardíaca em um bebê ou criança que estava relativamente saudável nas horas ou dias anteriores sugere o diagnostico de:
A. intoxicação aguda
B. doença de Kawasaki
C. síndrome de anel aórtico
D. miocardite infecciosa
E. agravo de estenose de arteria pulmonar

  RATING: 2.93

A instalação súbita de insuficiência cardíaca em um bebê ou criança que estava relativamente saudável nas horas ou dias anteriores sugere o diagnostico de:

A. intoxicação aguda
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. doença de Kawasaki
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. síndrome de anel aórtico
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. miocardite infecciosa
CORRETO : Há dois padrões clínicos principais de miocardite infecciosa. No primeiro, ocorre a instalação súbita de IC em um bebê ou criança que estava relativamente saudável nas horas ou dias anteriores. Essa forma maligna da doença costuma ser secundária a uma viremia devastadora com invasão tecidual em múltiplos sistemas e órgãos, inclusive o coração. No segundo padrão, a instalação de sintomas cardíacos é gradual e, frequentemente, há uma história de infecção do trato respiratório superior ou gastrenterite no mês anterior.
E. agravo de estenose de arteria pulmonar
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (200576 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)


RATING: 3.41

Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)

1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados.
  • A icterícia obstrutiva é caracterizada pelo predomínio da elevação da bilirrubina direta, semelhante à icterícia colestática intra-hepática. (0,05 p)
  • Diferencia-se das icterícias hepatocelulares pela ausência de elevação ou elevação em níveis menores das aminotransferases (TGO e TGP). (0,05 p)
  • Apresenta por outro lado elevação das enzimas canaliculares, fosfatase alcalina e gama glutamil-transferase. (0,05 p)
  • Na icterícia obstrutiva, ocorre prolongamento do tempo de atividade da protrombina o qual normaliza-se com reposição de vitamina K por não existir doença parenquimatosa. (0,05 p)
  • Na história clínica, alguns sintomas e sinais podem sugerir icterícia obstrutiva: dor no abdome superior, principalmente no hipocôndrio direito, febre, prurido e colúria, podendo existir na dependência da causa a presença de massa ou vesícula biliar palpáveis. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem permitem a diferenciação entre icterícia obstrutiva e colestase intra-hepática ao identificar o calibre das vias biliares, a causa e o local de uma obstrução. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem atualmente disponíveis e utilizados para a investigação são os seguintes: ultrassonografia, endossonografia, colangiografia transparieto hepática percutânea, colângio-pancreatografia endoscópica retrógrada, colangioressonância nuclear magnética, tomografia computadorizada. (0,05 p)

2) Cuidados a serem tomados no período per-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal.
  • Perdas volêmicas devem ser identificadas e repostas evitando-se que o paciente desenvolva hipotensão e insuficiência renal sobretudo no período per-operatório. (0,015 p)
  • O controle da eficácia de reposição é realizado através da mensuração do volume urinário. (0,015 p)
  • Distúrbios da coagulação devem ser investigados realizando-se hemograma com contagem de plaquetas o qual permite a identificação de indícios de infecção e distúrbio da coagulação. (0,015 p)
  • Deve ser realizada a aferição do tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativada. (0,015 p)
  • Em pacientes eletivos com tempo de protrombina alargado, deve-se repor vitamina K por 3 dias. (0,015 p)
  • Em situações de urgência ou quando houver falta de resposta à vitamina K, deverá ser reposto plasma fresco e ocasionalmente crioprecipitado. (0,015 p)
  • É importante também manter correto equilíbrio eletrolítico, principalmente do sódio e do potássio. (0,015 p)
  • Devem ser avaliados e corrigidos os níveis de escórias nitrogenadas através de reposição hídrica ou de medidas de suporte à função renal. (0,015 p)
  • Pacientes sem infecção deverão receber antibioticoprofilaxia e os portadores de colangite deverão receber antibioticoterapia. (0,015 p)
  • Evitar o uso de drogas anestésicas hepatotóxicas e manutenção de estabilidade hemodinâmica no período intraoperatório. (0,015 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.41)

CASO CLINICO: (232801 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Que orientações você daria a uma puérpera sobre o aleitamento materno, caso ela apresente anti-HCV (vírus da hepatite C) positivo e RNA do VHC positivo?





RATING: 3.08

  1. O aleitamento materno não é contraindicado (0,15 p) na puérpera com anti-HCV positivo e RNA do VHC detectável. Oriente-a a amamentar, porque a transmissão do VHC pelo leite materno não está documentada (0,08 p) de forma consistente: o vírus, quando presente no leite, está em carga baixa e é inativado no trato digestório do lactente. O risco vertical conhecido é perinatal (gestação/parto), não lactacional.
  2. A única ressalva prática é exposição a sangue. Se houver fissura, ferida ou sangramento no mamilo ou na aréola (0,12 p), suspenda temporariamente o aleitamento na mama afetada. Nessa mama, ordene e descarte o leite (0,05 p) até a lesão cicatrizar; a mama íntegra pode continuar.
  3. Retome o peito assim que não houver mais sangramento (0,04 p). Cuide da pega e evite trauma mamilar.
  4. Os antivirais de ação direta não estão indicados durante a amamentação (0,04 p); o tratamento da mãe deve ser planejado após o período de lactação (ou com interrupção deliberada, se a gravidade hepática exigir).
  5. Oriente o seguimento do recém-nascido exposto (0,02 p) conforme o protocolo local (RNA e/ou anti-HCV em idades apropriadas), sem alterar a via de parto só por causa do VHC.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.08)




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