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PREÂMBULO SOBRE A HEMOGLOBINA (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Porquê é necessario esse capitulo?

O motivo é o seguinte: - ha muitas doenças com defeito de formação da hemoglobina. Antes de saber quais são os defeitos, é necessário saber tudo sobre a estrutura e a funcionalitate desta proteina complexa. Hb representa mais de 30 % do peso do eritrócito.

OBJETIVA: (1035374 votos)..........97.56% das questões objetivas receberam votos.
Os diuréticos têm algumas indicações em pacientes em estado de choque:
(I) tratamento de insuficiência cardíaca
(II) tratamento do 'pulmão de choque'
(III) nos casos em que se queira fazer o diagnóstico diferencial da oligúria
(IV) quando a acidose e a hipercalemia não respondem bem á terapia com bicarbonato
A. apenas II
B. apenas II e IV
C. apenas III
D. apenas II, III e IV
E. apenas I, II e III

  RATING: 3.11

Os diuréticos têm algumas indicações em pacientes em estado de choque:

(I) tratamento de insuficiência cardíaca
CORRETO: Os diuréticos têm três indicações em pacientes em estado de choque. A primeira no tratamento de insuficiência cardíaca. A segunda no tratamento do 'pulmão de choque' e a terceira nos casos em que se queira fazer o diagnóstico diferencial da oligúria.
(II) tratamento do 'pulmão de choque'
CORRETO: veja o comentário da afirmação I
(III) nos casos em que se queira fazer o diagnóstico diferencial da oligúria
CORRETO: Pode-se nestes casos administrar furosemida 40 mg EV acrescida de manitol 20%, 60 ml. A ausência de diurese, desde que a pressão arterial média esteja adequada, sugere existência da insuficiência renal aguda.
(IV) quando a acidose e a hipercalemia não respondem bem á terapia com bicarbonato
INCORRETO: A acidose não responde bem a tratamento tampão. Em vez de tentar esse tratamento que da certo somente quando há perda unicamente de bicarbonatos será muito melhor restaurar a perfusão tecidual com ressuscitação com fluidos e agentes vasoativos. Se o tratamento for eficaz, a acidose metabólica se resolverá.

A. apenas II
INCORRETO: veja os comentário acima
B. apenas II e IV
INCORRETO : veja os comentário acima
C. apenas III
INCORRETO : veja os comentário acima
D. apenas II, III e IV
INCORRETO : veja os comentário acima
E. apenas I, II e III
CORRETO : veja os comentário acima

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.11)

DISCURSIVA: (178077 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Aborde os conceitos teóricos da carcinogênese nas neoplasias não-melanomas da parede abdominal.

  1. Classifique os fatores carcinogênicos em categorias e dê exemplos principais................................ (Subtotal: 0,20 p)
  2. Diferencie os estágios de iniciação e promoção na carcinogênese................  (Subtotal: 0,17 p)
  3. Conceitue e exemplifique proto-oncogenes/oncogenes e genes supressores............. (Subtotal: 0,13 p)


RATING: 3.04

Aborde os conceitos teóricos da carcinogênese nas neoplasias não-melanomas da parede abdominal.

  1. Classifique os fatores carcinogênicos em categorias e dê exemplos principais................................ (Subtotal: 0,20 p)
  2. Diferencie os estágios de iniciação e promoção na carcinogênese................  (Subtotal: 0,17 p)
  3. Conceitue e exemplifique proto-oncogenes/oncogenes e genes supressores............. (Subtotal: 0,13 p)

Resposta à questão 1 (classificação etiológica):
Os fatores carcinogênicos classificam-se em três grandes categorias principais: físicos, químicos e biológicos, que interagem com DNA, proteínas ou estruturas celulares aumentando mutações, instabilidade cromossômica ou proliferação descontrolada (0,06 p).
  • Fatores físicos envolvem formas de energia ou lesões mecânicas: raios UV-B (290-320 nm) induzem dímeros de pirimidina (timina) associados a carcinomas basocelulares, espinocelulares e melanoma (0,04 p); radiação ionizante (raios Grenz ou X) causa quebras de dupla fita e radicais livres (0,02 p); calor crônico e traumatismo repetitivo promovem inflamação persistente e cicatrização aberrante (0,02 p).
  • Fatores químicos formam adutos ao DNA: alcatrão (benzo[a]pireno) e arsênico (inibe reparo de DNA) (0,03 p).
  • Fatores biológicos modulam ambiente celular: papilomavírus humano (HPV), Epstein-Barr, hepatite B/C e hormônios esteroides (estrogênios/androgênios) estimulam proliferação (0,03 p).
Resposta à questão 2 (comparação de estágios):
  • A carcinogênese não é linear e envolve sequência de eventos moleculares e celulares. Iniciação é o estágio inicial em que agente externo causa alterações permanentes e hereditárias no genoma (mutações, inserções, deleções ou rearranjos cromossômicos), irreversível mesmo após remoção do agente, exigindo apenas exposição breve (0,07 p).
  • Promoção ocorre obrigatoriamente após iniciação e depende de exposições repetidas e prolongadas ao agente promotor, induzindo alterações reversíveis na célula (inflamação crônica, irritação tecidual e hiperplasia por proliferação acelerada), sem dano direto ao DNA; se a exposição cessar, as mudanças podem regredir (0,07 p).
  • A radiação ultravioleta (UV) atua em ambas as fases (0,03 p).
Resposta à questão 3 (genes reguladores):
  • Proto-oncogenes são genes normais presentes em todas as espécies, essenciais para regular crescimento, diferenciação e sobrevivência celular (codificam fatores de crescimento, receptores, proteínas de transdução e fatores de transcrição); mutações (amplificações, translocações ou substituições pontuais) convertem-nos em oncogenes que atuam de forma dominante (0,05 p).
    • Exemplos: oncogene MYC (núcleo, fator de transcrição pró-proliferativo, associado a linfomas e carcinomas); oncogene RAS (citoplasma, GTPase sinalizadora, mutações ativadoras em códon 12/61 associadas a pâncreas, cólon e pulmão) (0,03 p).
  • Genes supressores (antioncogenes) funcionam como freios no crescimento, proliferação, estabilidade genômica e apoptose; requerem mutações em ambos os alelos (modelo de dois hits de Knudson) (0,03 p).
    • Exemplo: TP53 (cromossomo 17p13.1, guardião do genoma – induz parada celular via p21, reparo ou apoptose via BAX); família Hedgehog (PTCH1/SMO, sinalização intercelular) implicada em carcinoma basocelular (0,02 p).

FONTE:

NEOPLASIAS NÃO-MELANOMAS DA PAREDE ABDOMINAL - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

CASO CLINICO: (207534 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.

Criança HYJ, etnia asiática, F, 6 anos e 2 meses, 24 kg, previamente hígida, inicia no dia de 12 de abril desconforto abdominal, fraqueza e anorexia, febre 38,3°C. Os pais procuraram a UPA aonde foi feito um diagnostico de 'virose' medicada com Paracetamol 1 gota por quilo de peso e sais orias de hidratação e o quadro clinico teve um período de remissão, mas depois de 3 dias de tratamento houve nova piora gradual do vômito e da inapetência. Os pais levaram a criança desta vez para um consultório, aonde foi feito um exame clinico geral e foram solicitados alguns exames. Dia seguinte á essa consulta, antes mesmo de fazer a coleta, a criança apresentou escléras amareladas e recomeçou vômitos – teve um mal estar com 'desmaio' e em seguida, apresentou 'movimentos descontrolados da cabeça e da mão'. Neste momento eles levaram a criança de novo na UPA aonde foi solicitada a internação.
Na entrada no hospital a criança se apresentava com cor amarelada das escleras, choro inconsolável, incapacidade de responder coerentemente ás perguntas, desatenção e sonolência o que levou a mãe afirmar que a criança dela 'não é assim', que mudou muito o comportamento nos últimos dias. Reflexos neurológicos normais. Respiratório e cardiovascular normal. Abdome difusamente doloroso, fígado palpável a aproximadamente 2 cm do rebordo costal direito, de superfície lisa e bordos finos. Foi solicitada a consulta com neurologista por suspeita de encefalite e foi mantida em observação. Solicitados hemograma (normal), exame de licor (normal), bilirrubinas (BT: , enzimas hepáticas (aspartato transaminase (AST) = 1377 UI/l; alanina transaminase (ALT) = 1717 UI/l; bilirrubina total=15,1 mg/dl com predomínio da forma direta - 13,1 mg/dl). Urina com bilirrubinuria e fezes normais com exame de parasitas negativo.>br>
1) Frente á esse quadro qual é o exame de laboratório que não foi solicitado e tem que ser pedido em seguida? (0,125 pontos)
2) Qual o grau de encefalopatia apresentada pela criança no momento da internação (0,125 pontos)
3) O que pode ter piorado o quadro clinico desde a primeira apresentação na UPA? (0,125 pontos)
4) Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,125 pontos)




RATING: 2.97

1) Frente á esse quadro qual é o exame de laboratório que não foi solicitado e tem que ser pedido em seguida? (0,125 pontos)
O INR!!! Estamos na frente duma alta suspeita de encefalopatia com hepatopatia. INR >2 deve ser sempre um sinal de alarme: Vitamina K deve ser administrada e INR repetido em 6 horas. Na auseência de melhora, o pediatra deve contatar especialista/ centro de referência em transplante para que o paciente seja precocemente encaminhado e admitido em local que possa receber suporte adequado.
2) Qual o grau de encefalopatia apresentada pela criança no momento da internação (0,125 pontos)


Provavelmente uma encefalopatia grau I (conforme a tabela, há mudança de comportamento com reflexos normais).
3) O que pode ter piorado o quadro clinico desde a primeira apresentação na UPA? (0,125 pontos)
Observa-se que a criança recebeu tanto na UPA quanto para tratamento domiciliar o acetaminofeno - um 'inimigo' do figado - mesmo que a dose está correta, se algum outro fator causou a hepatopatia, o paracetamol com certeza contribuiu na piora do quadro.
4) Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,125 pontos)
Insuficiência hepática aguda é classicamente definida (definição da década de 70) pela evolução para encefalopatia em menos de 8 semanas, e ausência de doença hepática crônica. Em pediatria, muitas vezes difícil definir encefalopatia (sobretudo em crianças menores, que podem apresentar apenas irritabilidade). É um evento raro, mas com alta letalidade. Em geral mesmo grandes centros, transplantam em média 5-8 casos por insuficiencia hepática aguda por ano. O correto é que esses centros recebam e manejem essas crianças, ainda que na evolução elas não vão à transplante. Letalidade chega a ultrapassar 1/3 dos casos. História natural é dificil de ser discutida. Crianças são listadas para transplante e se tornam prioridade em nível nacional.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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