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Um homem de 42 anos com cirrose relacionada com a hepatite C e abuso de álcool apresenta ascite, exigindo paracentese de grande volume frequente. Todos os seguintes tratamentos estão indicados para esse paciente, EXCETO:
A. Restrição de líquido para menos de 2 L por dia
CORRETO: Um conceito equivocado comum é instituir uma restrição de líquidos. Entretanto, essa restrição não é efetiva nem necessária. Com uma restrição do sódio para 2 g por dia, a maioria dos casos de ascite leve pode ser muito bem controlada. Se a restrição de sódio não tiver sucesso para corrigir a ascite, é necessário iniciar diuréticos.
B. Furosemida, 40 mg ao dia
INCORRETO : O agente típico é a furosemida, em uma dose inicial de 40 a 80 mg ao dia, com doses máximas de cerca de 120 a 160 mg ao dia. É preciso ter cuidado para evitar a disfunção renal com o uso de diuréticos de alça, e a administração de doses mais altas pode não ser tolerada.
C. Restrição do sódio para menos de 2 g por dia
INCORRETO : O tratamento da ascite baseia-se fundamentalmente na restrição do sódio para menos de 2 g por dia.
D. Espironolactona, 100 mg ao dia
INCORRETO : A espironolactona, em uma dose de 100 a 200 mg ao dia, constitui o diurético inicial usado para ascite e pode ser titulada até 400 a 600 mg ao dia, quando tolerada.
E. Shunt portossistêmico intra-hepático transjugular se o tratamento clínico não tiver sucesso
INCORRETO : Se a ascite for refratária aos tratamentos, pode-se considerar o shunt portossistêmico intra-hepático transjugular (TIPS). Esse procedimento cria um shunt porto-cavo ao introduzir o stent de metal expansível a partir das veias hepáticas pelo parênquima hepático até as veias porta, estabelecendo um shunt porto-cavo direto. Por conseguinte, o TIPS diminui a pressão portal para reduzir a ascite e o risco de sangramento de varizes. Todavia, ocorre agravamento da encefalopatia hepática após a realização de TIPS.
Gabarito: A
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FONTE:
Queixa Principal: gemência e dificuldade respiratória.
HDA: RN de 1.630 g, 32 semanas de idade gestacional, mãe com 25 anos, segunda gestação. Trabalho espontâneo de parto com nascimento de RN pré-termo, Apgar: 6 e 8 (10 e 50 min).
Evoluiu com leve desconforto respiratório logo após o nascimento, sendo colocado em incubadora aquecida e oxigenoterapia a 3 litros por minuto na própria incubadora. Com 4 horas de vida a FR era de 72 irpm, com retrações e gemência, sendo o RN transferido para a UTI neonatal. HPF: Mãe com saúde, 25 anos. Pai com 29 anos com saúde. HGP: Gesta 2/Para 2. Na primeira gestação recém-nascido com 30 semanas e 1.430g, falecendo com 24 horas de vida por distúrbio respiratório.
Exame Físico: Peso: 1.630g, Comprimento: 41 cm, FC: 156 bpm, FR: 72 irpm, Tax: 36,50 C. Retração esternal, gemência, cianose de extremidades e distúrbio de perfusão. Evolução: radiografia de tórax mostrou padrão reticulo-granular com broncograma aéreo visível em ambas as bases.
Foi instalado um cateter em artéria umbilical e colhido sangue para exames. Gasometria Arterial mostrou pH: 7,10 – PO2: 38 mmHg-PCO2: 72 mmHg – HCO3: 13 mEq/l.
A pressão arterial era de 45/25 mmHg. Hematócrito de 37%, cálcio de 7,5 mg/dl e glicemia de 60 mg/dl.
1) Qual a primeira hipótese diagnóstica e justifique citando quatro achados da história que fazem pensar neste diagnóstico. - 0,125 pontos
2) Cite quatro diagnósticos diferenciais mais importantes. - 0,125 pontos
3) Interprete o resultado da Gasometria. - 0,125 pontos
4) Qual a conduta neste caso? - 0,125 pontos
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