ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2567 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
510 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16410 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6139 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3648 QUESTÕES DE CIRURGIA
1922 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

HIPERCALCEMIA E HIPOCALCEMIA (METABOLISMO DO CÁLCIO) (ÁREA DE PEDIATRIA)

O cálcio é pouco absorvido pelo tubo intestinal, devido à relativa insolubilidade de muitos de seus compostos, bem como à absorção deficiente de cátions bivalentes.
O fosfato é facilmente absorvido na maior parte do tempo, exceto quando existe excesso de cálcio na dieta; o cálcio tende a formar compostos de fosfato de cálcio quase insolúveis, que não são absorvidos, mas passam pelo intestino e são excretados nas fezes.
Excreção do cálcio nas fezes e na urina; velocidade efetiva de absorção. Cerca de nove décimos da ingestão diária de cálcio são excretados nas fezes, enquanto o décimo restante é eliminado na urina
Excreção intestinal e urinária de fosfato. À exceção da fiação de fosfato excretada nas fezes, em combinação com o cálcio, quase todo o fosfato da dieta é absorvido no sangue a partir do intestino e, posteriormente, excretado na urina.


OBJETIVA: (1400295 votos)..........95.39% das questões objetivas receberam votos.
Uma criança de 15 kg apresenta diagnóstico de anemia por deficiência de ferro. A dose adequada de sulfato ferroso, por dia, para o tratamento, é de:
A. 150 mg
B. 345 mg
C. 600 mg
D. 750 mg
E. 1000 mg

  RATING: 3.04

Uma criança de 15 kg apresenta diagnóstico de anemia por deficiência de ferro. A dose adequada de sulfato ferroso, por dia, para o tratamento, é de:

A. 150 mg
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 345 mg
CORRETO : Um paciente com anemia ferropriva deve repor de 4 a 6 mg de ferro elementar por kg/d como tratamento. Na composição do sulfato ferroso, 125 mg correspondem a 25 mg de ferro alimentar. Portanto, o paciente deve receber de 60 a 90 mg de ferro alimentar, que corresponde de 300 a 450 mg de sulfato ferroso.
C. 600 mg
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. 750 mg
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. 1000 mg
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

DISCURSIVA: (196157 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre os incidentalomas adrenais no contexto das doenças cirúrgicas da glândula supra-renal, responda de forma puramente teórica aos itens a seguir:

  1. Classifique os incidentalomas adrenais quanto à funcionalidade hormonal e ao potencial de malignidade.
  2. Descreva os principais mecanismos fisiopatológicos da produção hormonal autônoma nos adenomas adrenais.
  3. Explique os princípios teóricos que fundamentam a escolha entre a via laparoscópica e a via aberta na adrenalectomia.
  4. Enumere os critérios teóricos de seguimento clínico e radiológico dos incidentalomas adrenais não operados.
  5. Discuta a relação teórica entre o diâmetro do incidentaloma e o risco de carcinoma adrenocortical.


RATING: 3

Sobre os incidentalomas adrenais no contexto das doenças cirúrgicas da glândula supra-renal, responda de forma puramente teórica aos itens a seguir:

  1. Classifique os incidentalomas adrenais quanto à funcionalidade hormonal e ao potencial de malignidade.
  2. Descreva os principais mecanismos fisiopatológicos da produção hormonal autônoma nos adenomas adrenais.
  3. Explique os princípios teóricos que fundamentam a escolha entre a via laparoscópica e a via aberta na adrenalectomia.
  4. Enumere os critérios teóricos de seguimento clínico e radiológico dos incidentalomas adrenais não operados.
  5. Discuta a relação teórica entre o diâmetro do incidentaloma e o risco de carcinoma adrenocortical.

1. Classificação quanto à funcionalidade: não funcionantes (maioria) e funcionantes (produtores de cortisol, aldosterona, catecolaminas ou andrógenos) (0,04 p).
Classificação quanto ao potencial de malignidade: benignos (adenomas, mielolipomas) e potencialmente malignos ou malignos (carcinoma adrenocortical, metástases) (0,06 p).

2. Os mecanismos principais incluem:

  • Ativação constitutiva da via do AMPc/PKA em adenomas produtores de cortisol (0,04 p);
  • Expressão aberrante de receptores de membrana (GIP, LH/hCG, vasopressina) que estimulam a esteroidogênese de forma independente do ACTH (0,03 p);
  • Mutações ativadoras no gene KCNJ5 ou outros canais iônicos nos adenomas produtores de aldosterona (0,03 p).

3. Princípios teóricos:

  • A via laparoscópica é preferida em lesões ≤ 6 cm, de aparência benigna e sem sinais de invasão local, por menor morbidade e recuperação mais rápida (0,05 p);
  • A via aberta é indicada teoricamente em tumores grandes (> 6–8 cm), suspeita de malignidade ou necessidade de ressecção em bloco com estruturas adjacentes (0,05 p).

4. Critérios teóricos de seguimento:

  • Repetição de imagem (TC ou RM) em 3–6 meses e, se estável, anualmente por 1–2 anos (0,04 p);
  • Reavaliação hormonal anual nos primeiros 2–4 anos, especialmente para cortisol e catecolaminas (0,03 p);
  • Indicação de cirurgia se crescimento > 1 cm ou surgimento de hiperfunção (0,03 p).

5. Há relação direta entre o diâmetro e o risco de carcinoma adrenocortical: lesões < 4 cm apresentam risco muito baixo (< 2%), entre 4 e 6 cm risco intermediário (cerca de 6–10%) e > 6 cm risco elevado (superior a 25%), justificando a abordagem cirúrgica em massas maiores mesmo na ausência de hiperfunção (0,10 p).

FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - INCIDENTALOMAS ADRENAIS


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (228272 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Homem de 62 anos, tabagista de 45 maços-ano, com diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar de células não pequenas (estádio IIIB) há 11 meses, tratado com quimioterapia à base de platina + pemetrexede e radioterapia torácica. Há 6 semanas iniciou quadro progressivo de astenia intensa, anorexia, perda ponderal de 8 kg, náuseas, vômitos e episódios de hipotensão postural. Ao exame físico: PA 88 × 54 mmHg (sentado) e 72 × 42 mmHg (em pé), taquicardia sinusal de 112 bpm, mucosas desidratadas e hiperpigmentação cutânea discreta em cicatrizes. Laboratório: Na⁺ 124 mEq/L, K⁺ 5,9 mEq/L, creatinina 1,6 mg/dL, cortisol sérico matinal 3,8 µg/dL (após estímulo com ACTH 250 µg: 5,1 µg/dL). Tomografia de abdome com contraste revela massas adrenais bilaterais: à direita 5,2 cm (densidade pré-contraste 38 UH, washout absoluto 28 %), à esquerda 3,8 cm (densidade 42 UH, washout 22 %), ambas com contornos irregulares e reforço heterogêneo. PET-CT mostra SUV máximo de 9,4 nas lesões adrenais e ausência de outras metástases à distância. O paciente mantém performance status ECOG 2 e recusa biópsia adrenal inicialmente.

Com base neste caso, responda às questões abaixo:

(I) Qual a hipótese diagnóstica mais provável para as lesões adrenais bilaterais e qual o mecanismo fisiopatológico da insuficiência adrenal observada? (0,1 pontos)
(II) Quais são os sítios primários mais frequentes de metástases para as glândulas suprarrenais e por que o pulmão é o mais comum neste contexto? (0,1 pontos)
(III) Quais critérios tomográficos permitem diferenciar metástase adrenal de adenoma cortical? (0,1 pontos)
(IV) Em que situações a biópsia adrenal percutânea está indicada e quais são suas principais limitações neste paciente? (0,09 pontos)
(V) Quais as principais manifestações clínicas e laboratoriais da insuficiência adrenal secundária a metástases bilaterais e qual a conduta inicial de reposição hormonal? (0,11 pontos)





RATING: 3.04

Questão (I)

  • Hipótese diagnóstica: metástases adrenais bilaterais de adenocarcinoma pulmonar. (0,05 p)
  • Mecanismo: destruição de >90 % do córtex adrenal bilateral por infiltrado neoplásico, levando a insuficiência adrenal primária. (0,05 p)

Questão (II)

  • Sítios primários mais frequentes: pulmão, mama, rim, melanoma e trato gastrointestinal. (0,05 p)
  • O pulmão é o mais comum porque a vascularização arterial rica das adrenais e o fluxo sanguíneo elevado facilitam a embolização hematogênica de células neoplásicas pulmonares. (0,05 p)

Questão (III)

  • Critérios favoráveis a metástase: densidade pré-contraste >20 UH, washout absoluto <40 % e relativo <60 %, contornos irregulares e reforço heterogêneo. (0,05 p)
  • Critérios favoráveis a adenoma: densidade ≤10 UH ou washout absoluto ≥60 %. (0,05 p)

Questão (IV)

  • Indicação de biópsia: quando o resultado alterar o manejo terapêutico e não houver outra lesão mais acessível para confirmação histológica. (0,05 p)
  • Limitações neste paciente: risco de pneumotórax/hemorragia em ECOG 2, possibilidade de resultado falso-negativo por amostragem e contraindicação relativa na presença de coagulopatia ou hipertensão arterial não controlada. (0,04 p)

Questão (V)

  • Manifestações clínicas: hipotensão postural, astenia, anorexia, náuseas e hiperpigmentação. (0,04 p)
  • Achados laboratoriais: hiponatremia, hipercalemia e cortisol basal baixo com resposta inadequada ao estímulo com ACTH. (0,04 p)
  • Conduta inicial: reposição com hidrocortisona (ou prednisona) + fludrocortisona, com ajuste conforme resposta clínica e eletrolítica. (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.