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CISTO PILONIDAL (ÁREA DE CIRURGIA)

A doença pilonidal constitui uma condição patológica localizada na região sacrococcígea, caracterizada por potencial evolutivo para infecção aguda ou crônica. Sua expressão clínica é variável, porém a forma mais característica consiste no desenvolvimento de um cisto ou trato sinusal que, ao sofrer infecção, promove a formação de tecido de granulação piogênico exuberante.

Tal resposta inflamatória decorre diretamente da presença de epitélio escamoso estratificado que reveste o interior do cisto ou do sinus, o qual frequentemente abriga fragmentos de pêlos em seu interior.

As infecções pilonidais e os seios pilonidais crônicos manifestam-se predominantemente na linha média da pele sacrococcígea, afetando com maior frequência homens jovens, o que reflete uma predileção demográfica observada em diversos estudos clínicos. Essa localização específica, na região entre o sacro e o cóccix, favorece o desenvolvimento de processos inflamatórios e infecciosos devido à anatomia local, que inclui dobras cutâneas e maior exposição a atritos e umidade, condições que propiciam a penetração de elementos irritantes.


OBJETIVA: (1089643 votos)..........99.12% das questões objetivas receberam votos.
Além da superfície corpórea queimada, a mortalidade em caso de queimaduras é predominantemente determinada pela:
A. ocorrência de explosão ou desaceleração
B. lesão inalatória não reconhecida
C. existência de queimaduras circunferenciais de tórax
D. intoxicação por fumaça
E. o tempo decorrido do acidente até o início de antibioticoterapia

  RATING: 3.07

Além da superfície corpórea queimada, a mortalidade em caso de queimaduras é predominantemente determinada pela:

A. ocorrência de explosão ou desaceleração
INCORRETO: Nos pacientes em que o mecanismo do trauma foi explosão ou desaceleração é imperativa a imobilização cervical.
B. lesão inalatória não reconhecida
CORRETO : A queimadura direta ou ação do calor nas vias aéreas pode causar edema e até obstrução. Devemos sempre suspeitar de lesão por inalação de fumaça quando houver queimadura facial, das vibrissas nasais, escarro carbonáceo e taquipneia. A mortalidade é predominantemente determinada pela superfície corpórea queimada e pela lesão inalatória freqüentemente não reconhecida.
C. existência de queimaduras circunferenciais de tórax
INCORRETO : Queimaduras circunferenciais de tórax podem ocasionar restrição na ventilação necessitando escarotomia.
D. intoxicação por fumaça
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. o tempo decorrido do acidente até o início de antibioticoterapia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

DISCURSIVA: (179538 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)


RATING: 3

A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)

Medir a circunferência do braço para a escolha do manguito:
1º passo: Medir a distância do acrômio ao olecrano; (0,1 p)
2º passo: Identificar o ponto médio da distância entre o acrômio e o olecrano; (0,1 p)
3º passo: Medir a circunferência do braço nesse ponto médio. (0,1 p)
A partir dessa medida, seleciona-se o manguito adequado para a medida, que deve cobrir 40% da largura (0,1 p) e 80 a 100% do comprimento (0,1 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (209154 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Sofia é uma menina de 7 anos que se apresenta ao pronto-socorro infantil com dificuldade respiratória. Sua mãe relata que ela tem histórico conhecido de asma desde os 4 anos de idade e está em tratamento contínuo com corticosteróides inalatórios (budesonida) e um broncodilatador de longa ação (formoterol). Apesar do tratamento regular, Sofia tem apresentado sintomas mais frequentes nas últimas duas semanas, com aumento no uso de seu inalador de resgate (salbutamol). Hoje, ela teve um episódio de tosse intensa e chiado no peito logo ao acordar, que não melhorou nada com o uso do broncodilatador. A mãe menciona que Sofia também tem se queixado de cansaço extremo nos últimos dias e acordado durante a noite com tosse.

Exame Físico: Sofia aparenta estar em desconforto respiratório, com retrações intercostais visíveis e uso de musculatura acessória.

Sinais Vitais:  Temperatura: 36,8°C Frequência Cardíaca: 130 bpm (taquicardia)  Frequência Respiratória: 36 irpm (taquipneia) Saturação de oxigênio: 88% em ar ambiente (hipoxemia). Pressão Arterial: 100/65 mmHg  Respiração:  Ausculta pulmonar revela sibilos difusos bilaterais, sendo mais proeminentes na expiração. Diminuição dos murmúrios vesiculares nas bases pulmonares.

Outros Exames: Observa-se cianose periungueal leve. Extremidades frias.

História Médica: Sofia não possui outras condições de saúde  elevantes. Está em tratamento contínuo para asma, conforme esquema prescrito. Histórico familiar positivo para doenças atópicas.

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise. (0,15 pontos)

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise? (0,075 pontos)

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta. (0,275 pontos)




RATING: 2.95

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise.

1. Oxigenoterapia (0,0125 p) para melhorar a saturação de oxigênio (0,0125 p).
2. Nebulização com broncodilatador de curta ação (salbutamol) (0,0125 p) repetida a cada 20 minutos nas primeiras doses. (0,0125 p)
3. Corticosteróide sistêmico (0,0125 p) (prednisolona oral (0,0125 p) ou metilprednisolona intravenosa (0,0125 p)) para manejo de crise aguda.
4. Avaliação frequente dos sinais vitais (0,0125 p) e da saturação de oxigênio. (0,0125 p)
5. Preparar para possível admissão hospitalar (0,0125 p) para controle e monitoramento intensivo (0,0125 p), considerando a resposta ao tratamento inicial (0,0125 p)

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise?

A exacerbação sugere necessidade de reavaliação do tratamento de manutenção (0,0125 p). A adesão ao tratamento (0,0125 p), técnica do inalador (0,0125 p) e possíveis desencadeantes ambientais (0,0125 p) ou infecciosos (0,0125 p) devem ser revisitados após estabilização da condição aguda (0,0125 p).

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta.

A crise apresentada por Sofia pode ser classificada como uma crise asmática grave. (0,0125 p)

A justificativa para essa classificação baseia-se nos seguintes sinais e sintomas:

1. Taquipneia (0,0125 p) e taquicardia (0,0125 p): Frequência respiratória de 36 irpm (0,0125 p) e frequência cardíaca de 130 bpm (0,0125 p) indicam esforço respiratório significativo (0,0125 p) e ativação do sistema simpático (0,0125 p).

2. Saturação de O2 baixa (0,0125 p): A saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente (0,0125 p) indica hipoxemia significativa (0,0125 p), que é um sinal de gravidade (0,0125 p).

3. Uso de musculatura acessória (0,0125 p) e retrações (0,0125 p): Esses sinais indicam esforço respiratório elevado (0,0125 p) e são característicos de crises graves (0,0125 p).

4. Sibilos difusos (0,0125 p) e diminuição dos murmúrios vesiculares (0,0125 p): A presença de sibilos intensos  e redução dos sons respiratórios pode indicar obstrução significativa das vias aéreas (0,0125 p) e, em crises mais graves, fluxo de ar reduzido pode resultar em "ausência" de sibilos, o que é particularmente preocupante (0,0125 p).

5. Alteração do estado geral (0,0125 p) com cianose leve (0,0125 p): A cianose periungueal e o cansaço extremo são também indicativos de insuficiência respiratória iminente ou em curso, comuns em crises graves (0,0125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)




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