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SIFILIS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A sífilis é doença infecto-contagiosa, transmitida pela via sexual e verticalmente durante a gestação. Caracteriza-se por períodos de atividade e latência; pelo acometimento sistêmico disseminado e pela evolução para complicações graves em parte dos pacientes que não trataram ou que foram tratados inadequadamente. É conhecida desde o século XV, e seu estudo ocupou todas as especialidades médicas e, de modo especial, a dermatologia. Seu agente etiológico, o Treponema pallidum, nunca foi cultivado e, apesar de descrito há mais de 100 anos e sendo tratado desde 1943 pela penicilina, sua droga mais eficaz, continua como um problema de saúde importante em países desenvolvidos ou subdesenvolvidos. Dadas as características da forma de transmissão, a doença acompanhou as mudanças comportamentais da sociedade e nos últimos anos tornou-se mais importante ainda devido à possibilidade de aumentar o risco de transmissão da síndrome de imunodeficiência adquirida. Novos testes laboratoriais e medidas de controle principalmente voltadas para o tratamento adequado do paciente e parceiro, uso de preservativo, informação à população fazem parte das medidas adotadas para controle da sífilis pelos responsáveis por programas de saúde.

OBJETIVA: (1136471 votos)..........99.44% das questões objetivas receberam votos.
Nos casos de hipertensão intracraniana descompensada a herniação subfálcica pode ocorrer principalmente quando:
A. há crescimento de lesão expansiva em um dos hemisférios cerebrais
B. há lesões supratentoriais hemisféricas
C. há herniação do úncus do lobo temporal
D. há lesões expansivas frontais e occipitais
E. há deslocamento cefalocaudal do tronco cerebral

  RATING: 3.6

Nos casos de hipertensão intracraniana descompensada a herniação subfálcica pode ocorrer principalmente quando:

A. há crescimento de lesão expansiva em um dos hemisférios cerebrais
CORRETO: A herniação subfálcica ocorre quando há crescimento de lesão expansiva em um dos hemisférios cerebrais, deslocando o giro do cíngulo por sob a borda livre da foice do cérebro. Isso pode causar a compressão das artérias pericalosas, com infarto de seus territórios, resultando em paresia de um ou de ambos os membros inferiores.
B. há lesões supratentoriais hemisféricas
INCORRETO : As lesões supratentoriais hemisféricas, como edema difuso ou localizado, tendem a deslocar o tronco cerebral no sentido cefalocaudal e provocar distorções e isquemias no diencéfalo, cujas manifestações clínicas caracterizam a denominada herniação do tipo central.
C. há herniação do úncus do lobo temporal
INCORRETO : Quando a compressão é ocasionada por herniação do uncus do lobo temporal, lateralmente, através da incisura, o sofrimento do nervo oculomotor manifesta-se, inicialmente, pela dilatação da pupila homolateral, que também perde reatividade à luz, e, em seguida, pela paralisia na musculatura extrínseca do globo ocular.
D. há lesões expansivas frontais e occipitais
INCORRETO : As lesões expansivas frontais e occipitais provocam a hernição da porção posterior do uncus do lobo temporal na região posterior da incisura, comprimindo diretamente o teto do mesencéfalo. Os sinais clínicos que caracterizam a herniação posterior são a síndrome de Parinaud, ptose palpebral bilateral, e flexão da cabeça, além de alterações do nível de consciência.
E. há deslocamento cefalocaudal do tronco cerebral
INCORRETO : O deslocamento cefalocaudal do tronco cerebral pode provocar a tração dos nervos oculomotores e, algumas vezes, torna-se difícil a separação dos quadros clínicos devido à herniação central e à herniação lateral.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.6)

DISCURSIVA: (182477 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as condições de predisposição/causas da parada cardíaca súbita.


RATING: 2.93

Enumeram as condições de predisposição/causas da parada cardíaca súbita.

As condições de predisposição ou causas da parada cardíaca súbita podem compreender:

  • Cardiomiopatia hipertrófica (0,05 p)
  • Artéria coronária anômala (0,05 p)
  • Síndrome de QT longo (0,05 p) ou outras canalopatias (0,05 p)
  • Miocardite (0,05 p)
  • Intoxicação farmacológica (0,05 p) (p.ex., digoxina (0,05 p), efedrina (0,05 p), cocaína (0,05 p))
  • Commotio cordis (0,05 p) (isto é, arritmia secundária a pancada forte no tórax)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (212721 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Mulher de 83 anos, com antecedentes de AVC hipertenso da entrada no PS com tontura, vômito, dor de cabeça. A PA medida na internação foi 240/120 Hg, pulso 124/minuto, sem estertores, sem dispneia evidente. O acompanhante relata que antes do evento que causou a moléstia atual ela conseguia se mobilizar sozinha e falar. O exame neurológico demonstra hemiplegia direita com contratura no braço e antebraço direito. A paciente abre os olhos á voz, fala palavra incompreensivos e executa comandos.

1) O escore Glasgow da paciente. (0,1 p)
2) Exponha o protocolo correto de atendimento deste caso, considerando o diagnostico de base. (0,2 p)
3) O caso representa uma urgência ou uma emergência hipertensiva? Justifique. (0,2 p)




RATING: 3.06

1) O escore Glasgow da paciente.

A paciente abre os olhos á voz (3 PONTOS), fala palavra incompreensivos (2 PONTOS) e executa comandos (6 PONTOS). O escore de Glasgow e 11. (0,1 p)

2) Exponha o protocolo correto de atendimento deste caso, considerando o diagnostico de base.

a) Monitorização cardíaca, (0,025 p)
b) PAMI ou PAMNI e oximetria (0,025 p)
c) Acesso venoso (0,025 p)
d) Iniciar o tratamento farmacológico (0,025 p)
e) Tomografia computadorizada de crânio S/N (0,025 p) 
f) Ecocardiograma transesofágico (0,025 p)
g) US de abdome S/N (0,025 p)
h) Internamento em UTI (0,025 p)

3) O caso representa uma urgência ou uma emergência hipertensiva? Justifique.

Emergência Hipertensiva: É definida como situação na qual ocorre elevação importante da PAS, associada ou não a lesão de órgão alvo irreversível.

Urgência Hipertensiva:
São situações em que a PAS está elevada, com PAD >120 mmHg, porém são mínimas ou mesmo não se observam lesão de órgão alvo.

Ou seja, neste caso, já que a PAD é 120 mm Hg o caso é uma emergência hipertensiva. (0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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