ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2567 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
510 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16413 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6142 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3648 QUESTÕES DE CIRURGIA
1922 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

CÂNCER DE VESICA URINARIA (ÁREA DE CIRURGIA)

O câncer de vesica urinaria, denominado câncer da bexiga, constitui a segunda neoplasia mais frequente do trato geniturinário no homem brasileiro, superado apenas pelo adenocarcinoma de próstata.

Para facilitar a compreensão, vale lembrar que neoplasia significa o crescimento descontrolado de células anormais, e o trato geniturinário abrange os órgãos responsáveis pela produção, armazenamento e eliminação da urina, como bexiga, rins e próstata.


OBJETIVA: (1408358 votos)..........95.64% das questões objetivas receberam votos.
São lesões altamente suspeitas para espancamento durante os maus tratos aplicados á criança, EXCETO:
A. fraturas metafisárias de ossos longos (em crianças pequenas)
B. várias fraturas de idades diferentes nos ossos longos
C. fraturas múltiplas ou complexas da calote craniana
D. afundamento de calota craniana
E. fratura de clavícula em lactentes

  RATING: 2.98

São lesões altamente suspeitas para espancamento durante os maus tratos aplicados á criança, EXCETO:

A. fraturas metafisárias de ossos longos (em crianças pequenas)
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. várias fraturas de idades diferentes nos ossos longos
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. fraturas múltiplas ou complexas da calote craniana
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. afundamento de calota craniana
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. fratura de clavícula em lactentes
CORRETO : São específicas de espancamento:

  • fraturas metafisárias de ossos longos (em crianças pequenas)
  • várias fraturas de idades diferentes
  • fraturas múltiplas ou complexas da calote craniana
  • afundamento de calota craniana
  • associação de lesão intracraniana
A fratura da clavícula do recém-nascido pode ocorrer devido à uma distócia dos ombros. “A distócia é a denominação médica de um distúrbio ou uma dificuldade que pode ocorrer durante o parto. Essa distócia ocorre quando a distância entre os ombros do bebê é muito grande em relação ao canal do parto.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (197170 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Respondam ás questões seguintes:
1) Quais são os reservatórios de suscetíveis com grande importância para o controle da doença coqueluche? (0,1 pontos)
2) Qual é a faixa etária de maior risco para coqueluche? (0,05 pontos)
3) Quais são os quadros clínicos atípicos da coqueluche? (0,2 pontos)
4) Qual é o aspecto característico frequentemente encontrando no Rx de tórax no paciente com coqueluche? (0,15 pontos)


RATING: 2.95

Respondam ás questões seguintes:
1) Quais são os reservatórios de suscetíveis com grande importância para o controle da doença coqueluche? (0,1 pontos)
2) Qual é a faixa etária de maior risco para coqueluche? (0,05 pontos)
3) Quais são os quadros clínicos atípicos da coqueluche? (0,2 pontos)
4) Qual é o aspecto característico frequentemente encontrando no Rx de tórax no paciente com coqueluche? (0,15 pontos)

1) Quais são os reservatórios de suscetíveis com grande importância para o controle da doença coqueluche?
R: crianças menores de um ano que ainda não completaram o esquema básico (0,05 p) e adolescentes e adultos que perderam a imunidade (0,05 p)
DISCUSSÃO: A vacina (componente pertussis da DTP, seja acelular ou de células inteiras), não confere imunidade completa e permanente. Segundo Jenkinson, a imunidade é completa somente no primeiro ano após a imunização e cai gradualmente com o passar do tempo, tendo ainda 84% de eficácia após 4 anos, chegando a cerca de 50% nos três anos seguintes e após 12 anos nenhuma proteção é evidente com o amplo uso da vacinação nos últimos anos, com a atual vacina que não permite reforços acima dos 7 anos, dois reservatórios de suscetíveis passam a ter grande importância para o controle da doença, a saber: crianças menores de um ano, que ainda não completaram o esquema básico, adolescentes e adultos que perderam a imunidade.

2) Qual é a faixa etária de maior risco para coqueluche?
R: A faixa etária de maior risco continua sendo a de menores de um ano. (0,05 pontos)

3) Quais são os quadros clínicos atípicos da coqueluche?
R: Quadros atípicos:
Em lactentes: a tosse, em geral, não se desenvolve em paroxismos (0,025 p) e os guinchos estão ausentes (0,025 p) ; no entanto, crises de apneia são comuns (0,025 p) e podem resultar em hipóxia significante (0,025 p) .
Em crianças maiores e adultos, em geral, o quadro é mais brando, com tosse persistente devido a traqueobronquite (0,025 p) , dificultando o diagnóstico, particularmente porque os paroxismos (0,025 p) , o guincho (0,025 p) e a leucocitose (0,025 p) podem estar ausentes.

4) Qual é o aspecto característico frequentemente encontrando no Rx de tórax no paciente com coqueluche?
R: O raio X de tórax pode mostrar infiltrados, principalmente peri-hilar resultando no chamado “coração borrado ou franjado” (0,05 p) porque as bordas da imagem cardíaca não são nítidas. Pode ocorrer ainda, atelectasia (0,05 p) ou enfisema. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (229399 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
IDENTIFICAÇÂO: J.A.F.S., masculino, 42 anos, pardo, advogado, natural de Juiz de Fora / MG e morador do município de Niterói /RJ.
Q.P: Dor muscular e febre.
H.D.A: Indivíduo chega à emergência hospitalar com quadro sintomático de início abrupto – há dois dias, composto de febre (39,2º C), calafrios e cefaleia intensa. Relata fortes dores musculares principalmente na região das panturrilhas e da musculatura paravertebral.
Fez uso de Novalgina durante o dia, já que suspeitava de uma gripe.Diz que se sente muito cansado e seu apetite diminuiu consideravelmente.
H.P.P: Relata ter tido catapora e caxumba durante a infância. Nega internações hospitalares e transfusão de sangue. Nega tabagismo. Etilismo somente social.
H. Familiar: Pai e mãe saudáveis. Irmãos e primos saudáveis. Avô-materno faleceu de doença cardíaca, a qual não soube esclarecer. Avó-materna diabética. Avô-paterno hipertenso. Avó-materna faleceu de causa desconhecida.
H. Psicossocial: Completou o Ensino Médio em Escola Pública. Ativo e magro (IMC = 23). Solteiro com relações heterossexuais com múltiplas parceiras. Afirma fazer uso regular de camisinha. Nega uso de drogas ilícitas. Mora em casa (quatro cômodos com água, energia e saneamento adequados) com seus pais e 2 irmãos.
H. Epidemiológica: Narra ter cruzado faz uma semana, durante período chuvoso, uma zona alagadiça próxima de sua casa.
REVISÃO DOS SISTEMAS:
Geral e Nutrição: Regular estado geral (REG). Cabeça e Pescoço: Fotofobia e vermelhidão. Cárdio-respiratório: Sem alterações. Gastro-intestinal: Sem alterações. Genitourinário: Sem alterações. Pele: Aparecimento de algumas lesões avermelhadas. Esqueleto, articulações e Músculos: Artralgia. Neurológico: Sem alterações.
EXAME FÍSICO:
Sinais Vitais: Temperatura: 39.2 ºC; Pulso: 130 bmp; FR: 34 irpm. Pressão: 140 x 95 mmHG; Peso: 71.2 kg. Altura: 1.76 m.
Ectoscopia: Paciente em regular estado geral, apresentando síndrome febril, hipocorado (2+/4+), hipo-hidratado (2+/4+) – redução do turgor cutâneo, anictérico, acianótico. Marcha atípica. Perfusão capilar periférica normal.
Segmento Cefálico: Hemorragia conjuntival bilateral. Relata fotofobia e dor ocular. Narinas, ouvidos e boca sem anormalidades. Pescoço com boa mobilidade, sem tumorações.
Gânglios: Não foram palpadas linfadenomegalias ao exame físico.
Tórax: Ectoscopia dermatológica apresentando exantemas petequiais em toda a parede anterior e posterior do tórax. Ausência de alterações osteo-esqueléticas da parede torácica. Sem abaulamentos ou retrações. Pulmão: Murmúrios vesiculares auscultados em todo o tórax, expansibilidade mantida e simétrica, sem estertores, roncos ou sibilos. Percussão torácica timpânica.
Cardiovascular: Íctus normo-localizado em 5º EIE. RCR 2T, BNF, sopro sistólico (2+/6+) melhor auscultado em foco mitral, sem estalitos ou cliques de abertura.
Abdome: Exantemas petequiais dispersos pelo abdome. Dor à palpação profunda do hipocôndrio direito. Abdome peristáltico e timpânico. Sem abaulamentos, visceromegalias e sopros arteriais. Fígado palpável a cinco cm do rebordo costal direito.
Neurológico: Sem alterações de consciência. Equilíbrio normal. Reflexos profundos responsivos.
Osteo-esquelético: Queixa-se de artralgia. Ausência de sinais flogísticos das articulações. Essas permanecem com a amplitude dos movimentos passivos e ativos preservados e simétricos.
Geniturinário: Aumento do volume urinário. Sem alterações macroscópicas da urina.
Aparelho genital não avaliado.

LABORATÓRIO:
Análise dos elementos séricos:
Na+: 140 mmol/L (Normal: 135 - 145).
K+: 3,6 mmol/L (Normal: 3,5 - 5,0).
Glicose: 80 mg/dL (Normal: 70 - 110)
Uréia: 28 mg/dL (Normal: 8 - 25)
Creatinina: 1,6 mg/dL (Normal: 0,6 - 1,5)
Hemograma: Anemia hipocrômica. Leucograma:14.000 leucócitos/mm³ (Normal: 4300-10800). Neutrofilia e desvio para a esquerda; Plaquetas:110.000/mm³ (Normal: 150.000 – 400.000)
VSH: 30 mm/h (0-13 mm/h)
HIV: negativo.

Pergunta-se:
1) Quais são as hipóteses diagnósticas? .......... 0,2 pontos
2) Qual a hipótese diagnóstica mais pertinente?........... 0,0375 pontos
3) Qual é o tratamento aplicável á esse paciente já diagnosticado?.........0,0250 pontos
4) Enumeram as medidas de controle segundo o Ministério da Saúde.


RATING: 2.88

1) Podem ser sugeridas diversas hipóteses diagnósticas:

  • viroses,  (0,0125 p)
  • dengue,  (0,0125 p)
  • influenza,  (0,0125 p)
  • Hantavírus,  (0,0125 p)
  • apendicite aguda,  (0,0125 p)
  • bacteremias,  (0,0125 p)
  • septicemias,  (0,0125 p)
  • colagenoses,  (0,0125 p)
  • colecistite aguda,  (0,0125 p)
  • febre tifóide,  (0,0125 p)
  • infecção de vias aéreas superiores e inferiores,  (0,0125 p)
  • malária,  (0,0125 p)
  • pielonefrite aguda,  (0,0125 p)
  • riquestsioses,  (0,0125 p)
  • toxoplasmose,  (0,0125 p)
  • meningites  (0,0125 p)

2) Qual é o diagnóstico mais pertinente?

No entanto, confirmamos o diagnóstico da leptospirose (0,0125 p) através o incremento substancial (maior do que quatro vezes o normal) (0,0125 p) dos títulos de anticorpos de hemaglutinação indireta.(0,0125 p)

3) Tratamentoi da leptospirose:

  • Penicilina G, 2.4 a 3.6 milhões de U/dia  (0,0125 p)
  • Tetraciclina, 2.0 g/dia por via oral   (0,0125 p)

DISCUSSÃO: Os antibióticos devem ser iniciados de forma empírica, antes da confirmação sorológica (Cecil, 2002). “O tratamento visa, de um lado, a combater o agente causal (antibioticoterapia) e, de outro, a debelar as principais complicações, principalmente o desequilíbrio hidro-eletrolítico, as hemorragias, as insuficiências respiratórias e renal agudas e perturbações cardiovasculares, incluindo arritmias, insuficiência cardíaca, hipotensão e choque. As medidas terapêuticas de suporte constituem-se nos aspectos de maior relevância e devem ser iniciadas precocemente, na tentativa de evitar complicações da doença, principalmente as renais.” (FUNASA, Guia de Vigilância Epidemiológica).

4) Segundo o Ministério da Saúde, as medidas de controle devem ser:

  • Controle da população de roedores por meio de medidas de anti-ratização e desratização;  (0,0125 p)
  • Redução do risco de exposição de ferimentos às águas/lama de enchentes ou situação de risco;  (0,0125 p)
  • Medidas de proteção individual para trabalhadores ou indivíduos expostos a risco, através do uso de roupas especiais, luvas e botas;  (0,0125 p)
  • Uso de sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés representam alguma proteção, quando for possível usar luvas e botas;  (0,0125 p)
  • Limpeza e desinfecção com hipoclorito de sódio de áreas físicas domiciliares ou que não estejam contaminadas  (0,0125 p)
  • Utilização de água filtrada, fervida ou clorada para ingestão;  (0,0125 p)
  • Vigilância sanitária dos alimentos, descartando os que entraram em contato com águas contaminadas;  (0,0125 p)
  • Armazenagem correta dos alimentos em locais livres de roedores  (0,0125 p)
  • Armazenagem e destino adequado do lixo, principal fonte de alimento e abrigo do roedor;  (0,0125 p)
  • Eliminar entulho, materiais de construção ou objetos em desuso que possam oferecer abrigo a roedores;  (0,0125 p)
  • Desassoreamento, limpeza e canalização de córregos;  (0,0125 p)
  • Construção e manutenção permanente das galerias de águas pluviais e esgoto em áreas urbanas;  (0,0125 p)
  • Emprego de técnicas de drenagem de águas livres supostamente contaminadas;  (0,0125 p)
  • Ações permanentes de educação em saúde alertando sobre as formas de transmissão, medidas de prevenção, manifestações clínicas, tratamento e controle da doença;  (0,0125 p)
  • Em caso de suspeita clínica, procurar orientação médica, relatando a história epidemiológica nos vinte dias que antecederam os sintomas.  (0,0125 p)
  • A critério médico, poderá ou não ser indicado o uso de antibioticoterapia em casos de exposição de alto risco;  (0,0125 p)
  • Tratamento de animais doentes, com especial atenção para o uso de procedimentos terapêuticos que sustem a eliminação urinária de leptospiras;  (0,0125 p)
  • Vacinação de animais (caninos, bovinos e suínos) através do uso de bacterinas preparadas com as variantes sorológicas prevalentes na região;  (0,0125 p)
  • Higiene, remoção e destino adequado de excretas animais e desinfecção permanentes dos canis ou locais de criação de animais.  (0,0125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.