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BÓCIO MULTINODULAR ATOXICO (ÁREA DE CIRURGIA)

O bócio multinodular atóxico (bócio multinodular atóxico), também denominado atualmente pela Classificação da Organização Mundial da Saúde como doença nodular folicular da tireoide (thyroid follicular nodular disease), é definido como o aumento de volume da glândula tireoide decorrente da presença de múltiplos nódulos (dois ou mais) de natureza hiperplásica ou adenomatosa, associados à função tireoidiana normal (eutireoidismo clínico e laboratorial).

OBJETIVA: (1386446 votos)..........94.9% das questões objetivas receberam votos.
Em reunião de decisão compartilhada sobre cirurgia antirrefluxo, quatro pacientes são apresentados. Qual perfil tem a indicação mais sólida de fundoplicatura, pressupondo manometria de alta resolução sem distúrbio motor maior e avaliação de risco cirúrgico aceitável?
A. Mulher com pirose funcional (AET <4% em todos os dias, associação sintomática negativa, endoscopia normal)
B. Homem com tosse crônica e rouquidão, sem sintomas típicos e sem evidência objetiva de DRGE na endoscopia nem na monitorização de refluxo
C. Paciente com AET de 3% off terapia, menos de 40 episódios de refluxo e impedância basal noturna média >2500 Ω
D. Paciente que recusa endoscopia e pH-impedância, mas insiste em cirurgia porque “já tomou IBP por dois meses sem horário definido”
E. Homem com DRGE comprovada (esofagite C prévia e AET >6%), hérnia hiatal grande, regurgitação volumosa persistente apesar de terapia antissecretora otimizada e peristalse esofágica preservada

  RATING: 3.05

Em reunião de decisão compartilhada sobre cirurgia antirrefluxo, quatro pacientes são apresentados. Qual perfil tem a indicação mais sólida de fundoplicatura, pressupondo manometria de alta resolução sem distúrbio motor maior e avaliação de risco cirúrgico aceitável?

A. Mulher com pirose funcional (AET <4% em todos os dias, associação sintomática negativa, endoscopia normal)
INCORRETO: Pirose funcional não se beneficia de fundoplicatura de forma previsível; o tratamento privilegia neuromodulação e abordagens da interação intestino-cérebro
B. Homem com tosse crônica e rouquidão, sem sintomas típicos e sem evidência objetiva de DRGE na endoscopia nem na monitorização de refluxo
INCORRETO : Sintomas extraesofágicos isolados sem prova objetiva de refluxo têm baixa probabilidade de resposta duradoura à cirurgia e não constituem indicação de primeira linha
C. Paciente com AET de 3% off terapia, menos de 40 episódios de refluxo e impedância basal noturna média >2500 Ω
INCORRETO : Esses parâmetros afastam DRGE patológica (evidência contra refluxo clinicamente acionável) e tornam a cirurgia inapropriada
D. Paciente que recusa endoscopia e pH-impedância, mas insiste em cirurgia porque “já tomou IBP por dois meses sem horário definido”
INCORRETO : Cirurgia exige documentação objetiva de DRGE e exclusão de distúrbio motor maior; terapia “empírica” mal otimizada não substitui essa etapa
E. Homem com DRGE comprovada (esofagite C prévia e AET >6%), hérnia hiatal grande, regurgitação volumosa persistente apesar de terapia antissecretora otimizada e peristalse esofágica preservada
CORRETO : O melhor preditor de sucesso cirúrgico é DRGE objetivamente comprovada, especialmente com regurgitação mecânica/hérnia hiatal volumosa, falha da terapia otimizada e motilidade adequada

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

DISCURSIVA: (194601 votos) ..........96.91% das questões discursivas receberam votos.
Quais são as indicações de entubação traqueal em crianças? 0.5 pontos


RATING: 3.02

Quais são as indicações de entubação traqueal em crianças? 0.5 pontos

Indicações de entubação traqueal em crianças:

  • Insuficiência respiratória com pouca probabilidade de reversão rápida, especialmente se houver hipoxemia apesar da administração de oxigênio < 60%. 0,1 p
  • Apnéia, hipoventilação ou exaustão respiratória progressiva com necessidade de ventilação mecânica 0,1 p
  • Proteção de via aérea para crianças com obstrução de via aérea superior ou incapacidade de proteger a via aérea de aspiração 0,1 p
  • Desejo de redução do trabalho respiratório para pacientes em choque. Em circunstâncias normais, o trabalho respiratório consome menos de 5% do gasto total de energia, porém, no sofrimento respiratório, pode gastar até 50%. No estado de choque, a energia pode ser melhor utilizada para outras funções corporais essenciais 0,1 p
  • Intervenções terapêuticas. Hiperventilação para reduzir a pressão intracraniana, administração de medicações intratraqueais e aspiração para limpeza pulmonar necessitam de entubação endotraqueal e de ventilação mecânica 0,1 p

FONTE:

Steven M. Selbst, Kate Cronan - Segredos em emergência pediatrica - Editura Arimed 2003, p. 41

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (226705 votos)..........96.85% dos casos clinicos receberam votos.
(I) Um lactente de 18 meses que não passou com o pediatra por mais de um ano apresenta uma área da fralda com severa erupção cutânea. Ele não recebeu nenhuma imunização desde a idade de 2 meses, porque sua mãe afirma que eles “não tiveram tempo”. A criança parece apresentar atraso no desenvolvimento. Qual é o seu próximo passo? - (0,1 pontos)
(II) Enumeram 5 (cinco) fatores que aumentam o risco de abuso infantil? - (0,4 pontos)



RATING: 3.04

Um lactente de 18 meses que não passou com o pediatra por mais de um ano apresenta uma área da fralda com severa erupção cutânea. Ele não recebeu nenhuma imunização desde a idade de 2 meses, porque sua mãe afirma que eles “não tiveram tempo”. A criança parece apresentar atraso no desenvolvimento. Qual é o seu próximo passo?

R: Você deve relatar o caso aos serviços de proteção à criança (0,05 p), pois negligência é uma forma de abuso infantil (0,05 p).

DISCUSSÃO: Negligência é definida como não atender às necessidades nutricionais ou de desenvolvimento de uma criança. A negligência é a  forma mais comum de maus-tratos à criança. Pacientes que são negligenciados podem apresentar deficiência de crescimento, falta de higiene, atraso no desenvolvimento e imunizações atrasadas.

(II) Enumeram 5 (cinco) fatores que aumentam o risco de abuso infantil? (acordar 0,08 p para cada um do maximo 5 fatores relatados corretamente desta lista abaixo, não importando a ordem)

R: Fatores de risco que contribuem para o abuso infantil:

  • baixo status socioeconômico
  • pais que foram abusados ​​quando crianças
  • vários filhos na casa
  • menores de 5 anos
  • mães com menos de 19 anos,
  • família com um dos pais solteiros
  • abuso de substâncias
  • crianças deficientes ou com necessidades especiais
  • gravidez de gestação múltipla
  • gravidez indesejada

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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