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São decorrentes do:
a) aumento de destruição - aumento no número de megacariócitos
b) sequestro
c) diminuição da produção - diminuição no número de megacariócitos
Na maioria dos casos o metodo utilizado para classificar as plaquetopenias é a mielograma.
Geralmente, contagens plaquetárias superiores a 50.000/mm3 não são acompanhadas de sangramentos, e os espontâneos somente são esperados com contagens inferiores a 20.000/mm3.
As transfusões de concentrados plaquetários não devem ser indicadas com base apenas nos exames, mas no conjunto clínico/laboratorial.

OBJETIVA: (1425232 votos)..........96.18% das questões objetivas receberam votos.
Antigamente, a radioterapia produzia graves lesões à pele e estruturas externas. Atualmente, produzem-se poucas lesões cutâneas porque:
A. administra-se bem menos radiação
B. atualmente a radiação pode ser administrada a partir de muito mais ângulos com movimentos precisos do paciente para muitos pontos de depósito
C. fontes de radiação atualmente aceleram as partículas muito mais rapidamente e com menos dispersão, podendo assim penetrar mais profunda e rapidamente, evitando a pele
D. fontes de radiação não entram em contato direto com o corpo, porque se utiliza proteção
E. urânio puro é utilizado atualmente em vez de rádio ou cobalto

  RATING: 3.03

Antigamente, a radioterapia produzia graves lesões à pele e estruturas externas. Atualmente, produzem-se poucas lesões cutâneas porque:

A. administra-se bem menos radiação
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. atualmente a radiação pode ser administrada a partir de muito mais ângulos com movimentos precisos do paciente para muitos pontos de depósito
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. fontes de radiação atualmente aceleram as partículas muito mais rapidamente e com menos dispersão, podendo assim penetrar mais profunda e rapidamente, evitando a pele
CORRETO : O uso do acelerador linear produz energia muito alta com muito pouca dispersão. A radiação pode penetrar profundamente nos tecidos com muito pouca lesão de superfície. Também poderíamos usar muitos ports de depósito.
D. fontes de radiação não entram em contato direto com o corpo, porque se utiliza proteção
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. urânio puro é utilizado atualmente em vez de rádio ou cobalto
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

DISCURSIVA: (199375 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)


RATING: 2.98

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal:
  1. Conhecimento do ambiente;   .....0,05 p
  2. Usar toda a infmração disponível;   .....0,05 p
  3. Antecipar e planejar;   .....0,05 p
  4. Identificar claramente o líder da equipe;   .....0,05 p
  5. Comunicar-se de forma efetiva;   .....0,05 p
  6. Delegar a carga de trabalho de modo otimizado;   .....0,05 p
  7. Alocar a sua atenção de maneira sábia;   .....0,05 p
  8. Empregar todos os recursos disponíveis;   .....0,05 p
  9. Pedir ajuda quando necessária;   .....0,05 p
  10. Manter o comportamento profissional;   .....0,05 p

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (231468 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.05

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.05)




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