É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA
Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):
ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS
PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE
RATING: 3.18 ![]()
A respeito da leucomalácia periventricular, é CORRETO afirmar que:
A. caracteriza-se por lesão isquêmica da substância branca adjacente aos ventrículos laterais, comum em pré-termos, podendo haver concomitância com doença hemorrágica
CORRETO: A leucomalácia periventricular (LPV) é definida como uma lesão isquêmica (necrose coagulativa) da substância branca periventricular, adjacente aos ventrículos laterais, resultante de hipoperfusão cerebral em prematuros, especialmente aqueles com idade gestacional abaixo de 32 semanas. É comum em pré-termos devido à imaturidade vascular e fatores como hipotensão, infecção ou asfixia perinatal. Além disso, pode coexistir com hemorragia intraventricular (doença hemorrágica), formando o espectro de lesões encefálicas na prematuridade. Essa descrição captura a essência fisiopatológica, epidemiológica e associativa da LPV, enfatizando sua natureza isquêmica e a possibilidade de comorbidades, o que é crucial para o diagnóstico por imagem (ultrassonografia ou RMN) e manejo preventivo (como uso de corticoides antenatais).
B. idade precoce
INCORRETO : Não confunde a LPV com condições hemorrágicas, como a hemorragia da matriz germinal ou intraventricular, que são distinctas. A LPV é primariamente isquêmica, não hemorrágica, embora possam ocorrer concomitantemente. No pré-termo extremo (<28 semanas), a mortalidade precoce da LPV não é elevada (diferente da hemorragia grave), mas sim o risco de sequelas tardias como paralisia cerebral. Essa confusão ignora a patogênese vascular e inflamatória da LPV, levando a abordagens diagnósticas e terapêuticas equivocadas.
C. apresenta incidência e etiologia bem definida, sendo a apneia da prematuridade o principal mecanismo fisiopatológico
INCORRETO : A incidência varia (5-10% em prematuros extremos, mas subestimada em casos subclínicos), e a etiologia é multifatorial (incluindo isquemia, inflamação por citocinas e infecção), não 'bem definida'. A apneia da prematuridade é um fator contributivo (por causar hipóxia intermitente), mas não o principal mecanismo; o cerne é a vulnerabilidade oligodendrocítica à hipoperfusão. Essa visão reducionista poderia atrasar pesquisas e intervenções amplas.
D. em recém-nascidos com menos de 28 semanas de idade gestacional, ocorre caracteristicamente no córtex cerebral
INCORRETO : Em prematuros <28 semanas, a LPV é comum devido à imaturidade, mas sua característica é a necrose cística ou difusa na matéria branca, levando a déficits motores (como diplegia espástica) por interrupção de tratos descendentes, não corticais primários. Essa imprecisão anatômica compromete o entendimento do prognóstico e da imagem diagnóstica.
E. é uma lesão exclusivamente hemorrágica que se resolve espontaneamente na maioria dos casos, sem sequelas neurológicas
INCORRETO : A alternativa reforça o equívoco de natureza hemorrágica (a LPV é isquêmica), e ignora sua progressão crônica: não se resolve espontaneamente, mas evolui para cistos ou atrofia, com sequelas frequentes como deficiências cognitivas, motoras ou visuais em até 50-75% dos casos graves. Embora relacionada ao tema de lesões perinatais, essa descrição otimista e imprecisa subestima os impactos de longo prazo, contrariando evidências de seguimentos longitudinais em neonatologia.
Gabarito: A
Diante de um recém-nascido com quadro de sepse clínica, cite os exames indicados para isolamento do possível micro-organismo envolvido no processo, bem como os exames coadjuvantes para auxiliar o diagnóstico.
RATING: 3.04 ![]()
Diante de um recém-nascido com quadro de sepse clínica, cite os exames indicados para isolamento do possível micro-organismo envolvido no processo, bem como os exames coadjuvantes para auxiliar o diagnóstico.
Exames para isolamento do micro-organismo:
Exames coadjuvantes:
FONTE:
3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontosa) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

RATING: 3.03 ![]()
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:
- neoplasias malignas
- megaesôfago
- estenoses pépticas
Como causas mais raras, haveriam
- os tumores benignos
- outras doenças motoras
- Síndrome de Plummer-Vinson
- a disfagia lusória
Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO:
Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.
Todos os direitos reservados. 2026.
A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.