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A SINDROME DE CORAÇÃO ESQUERDO HIPOPLASICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Essa síndrome, na verdade, faz parte dum grupo de anomalias que inclui a hipoplasia do ventriculo esquerdo:

  1. atresia do orifício aórtico
  2. atresia do orifício mitral
  3. hipoplasia da aorta ascendente

E, quando falamos de hipoplasia, trata-se de hipoplasia mesmo. Neste caso, o ventrículo esquerdo pode ser pequeno e não-funcionante ou totalmente atrésico.

No mesmo tempo, o ventrículo direito mantém tanto a circulação pulmonar quanto a sistêmica.

Geralmente existe um outro defeito cardíaco (comunicação atrial ou de um forame oval patente), o sangue venoso pulmonar passa através da respectiva comunicação do lado esquerdo para o lado direito do coração se mistura com o sangue venoso sistêmico, ou seja, há uma lesão com mistura total.

Na maioria dos casos o septo

OBJETIVA: (1219409 votos)..........98.98% das questões objetivas receberam votos.
Paciente F, 54 anos, com diabetes melito, evolui, no pós-operatório de colectomia subtotal por neoplasia de cólon, com a seguinte gasometria: pH: 7,24; pO2: 90 mmHg; pCO2: 23 mmHg; bicarbonato: 13 mEq/l.
Apresenta ainda Na+: 133 mEq/L; Cl-: 109 mEq/L. O tipo de acidose metabólica e sua causa são:
A. Acidose com anion gap alterado, provável cetoacidose diabética
B. Acidose com anion gap normal, provavelmente perda de bicarbonato
C. Acidose com anion gap normal, provável cetoacidose diabética
D. Acidose com anion gap alterado, ocorrendo perda de bicarbonato
E. Acidose com anion gap alterado, acidose tubular renal pós-cirúrgica

  RATING: 2.96

Paciente F, 54 anos, com diabetes melito, evolui, no pós-operatório de colectomia subtotal por neoplasia de cólon, com a seguinte gasometria: pH: 7,24; pO2: 90 mmHg; pCO2: 23 mmHg; bicarbonato: 13 mEq/l.
Apresenta ainda Na+: 133 mEq/L; Cl-: 109 mEq/L. O tipo de acidose metabólica e sua causa são:

A. Acidose com anion gap alterado, provável cetoacidose diabética
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Acidose com anion gap normal, provavelmente perda de bicarbonato
CORRETO : Valores normais:

pH entre 7,35 e 7,45
pCO2 entre 35 e 45 mmHg
Bicarbonato entre 23 e 26 mEq/L
Tem-se um pH <7,35, determinando uma acidose com bicarbonato <23 mEq/L classificando a acidose como metabólica. Para se saber se há distúrbio misto, deve-se calcular a pCO2 esperada = (1,5 x bicarbonato) + 8.0 resultado é 27,5; como a pCO2 não é maior que 27,5, não há associa- ção de acidose respiratória. O hiato aniônico é Na - (HCO3 + Cl-) - 11 (normal). A acidose é por provável perda de bicarbonato.
C. Acidose com anion gap normal, provável cetoacidose diabética
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Acidose com anion gap alterado, ocorrendo perda de bicarbonato
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Acidose com anion gap alterado, acidose tubular renal pós-cirúrgica
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

DISCURSIVA: (187540 votos) ..........98.31% das questões discursivas receberam votos.
A evolução da gripe (influenza) geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações e no exame fisico são presentes alterações sugestivas para agravamento. Indiquem esses sinais de agravamento para uma criança abaixo de 2 anos.


RATING: 4

A evolução da gripe (influenza) geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações e no exame fisico são presentes alterações sugestivas para agravamento. Indiquem esses sinais de agravamento para uma criança abaixo de 2 anos.

Sinais de Agravamento (piora do estado clínico):
  • Aparecimento de dispneia ou taquipneia (frequência respiratória igual ou acima de 20 incursões por minuto) ou hipoxemia – (SpO2 < 95%). (0,05 p)
  • Persistência ou aumento da febre por mais de três dias ou retorno após 48 horas de período afebril (pode indicar pneumonite primária pelo vírus influenza ou secundária a uma infecção bacteriana). (0,05 p)
  • Alteração do sensório (confusão mental, sonolência, letargia). (0,05 p)
  • Hipotensão arterial (sistólica abaixo de 90 mmHg e/ou diastólica abaixo de 60 mmHg). (0,05 p)
  • Diurese abaixo de 400 ml em 24 horas. (0,05 p)
  • Exacerbação dos sintomas gastrointestinais em crianças. (0,05 p)
  • Desidratação. (0,05 p)
  • Exacerbação de doença preexistente (doença pulmonar obstrutiva crônica – Dpoc, cardiopatia ou outras doenças com repercussão sistêmica). (0,05 p)
  • Miosite comprovada por creatinofosfoquinase – CPK (≥ 2 a 3 vezes). (0,05 p)
  • Elevação da creatinina sérica acima de 2,0 mg/dL. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (4)

CASO CLINICO: (219698 votos)..........98.56% dos casos clinicos receberam votos.
Mulher de 58 anos, chega ao PA com quadro de confusão mental e sonolência. Familiares referem que o quadro iniciou há uma semana e piorou há um dia, coincidindo com abstinência ao cigarro. Nega uso de medicações. Ao exame: hidratado, sem sinal neurológico focal, AO= 2, MRM= 5, MRV= 3, dextro - 102 mg/dL PA= 140 x 90 mmHg, pulso = 72/min, peso 64 Kg, afebril.
Ap Resp: MV+, sem RA
Ap CV: 2BRNF sem sopros
Sem edema de membros inferiores.
Sonda vesical com 200 ml de urina concentrada.
Ureia 8 mg/dL, Cr 0.3 mg/dL.
Cálcio, fósforo, magnésio, potássio normais.
Sódio= 113 mEq/dL, Glicemia = 126 mg/dl.
1) A paciente apresenta hiponatremia verdadeira? Justifique. (0,1 pontos)
2) Classifique a hiponatremia desta paciente. (0,2 pontos)
3) Quais são as causas da hiponatremia desta paciente? (0,2 pontos)



RATING: 3.09

1) A paciente apresenta hiponatremia verdadeira? Justifique.
Determinar osmolaridade sérica ou verificar se mensuração de sódio foi realizado por método íon seletivo.
Comentário: A hiponatremia verdadeira cursa com diminuição da osmolaridade. Caso a osmolaridade maior que 280 mOsm/Kg o paciente apresenta pseudo-hiponatremia.
Cálculo da osmolaridade: 2 x Na + Ureia/6 + glicemia/18
Porém a ureia é difusível e no cálculo da osmolaridade efetiva não é incluída.
Portanto temos 2 x 113 + 126/18 = 226 +7 = 233 mOsm/Kg.
Importante é determinar o método de mensuração pois o método de espectrofotometria é suscetível a erros ao contrário da ionometria que não apresenta resultados falseados por aumento de glicemia, hipergamaglobulinemia entre outras situações.portanto não é associado com pseudo-hiponatremia. (0,1 p)
2) Classifique a hiponatremia desta paciente.
Paciente com hiponatremia e em estado de euvolemia.
Comentários: A hiponatremia pode ser classificada conforme o estado da volemia do paciente. As causas de hiponatremia variam conforme a classificação da volemia.
Hipernatremia com hipovolemia: Ocorre em pacientes com desidratação por diarreia, uso de diuréticos, deficit de mineralocorticoides.
Hipernatremia com hipervolemia: ICC, IRC, Síndrome nefrótica.doença hepática.
O paciente não apresenta no caso clínico descrito sinais de desidratação nem sinais de hipervolemia portanto o paciente apresenta hiponatremia com euvolemia. (0,2 p)
3) Quais são as causas da hiponatremia desta paciente?
São as que cursam com euvolemia,como as seguintes:
Secreção inapropriada de ADH (SIADH)
Hipotireoidismo
Polidpsia psicogenica
Insuficiência adrenal
Hiponatremia pós-cirúrgica
Medicações (0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.09)




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