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BRONQUIOLITE AGUDA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A bronquiolite aguda é uma doença comum do trato respiratório inferior em bebés que resulta da obstrução inflamatória das pequenas vias aéreas. Por volta dos 2 anos de idade, quase todas as crianças já foram infectadas, sendo que as doenças mais graves ocorrem em bebés entre 1 e 3 meses de vida. A bronquiolite é sazonal, com sua atividade atingindo picos durante o inverno e início da primavera.

OBJETIVA: (1274711 votos)..........97.12% das questões objetivas receberam votos.
Na espermatogênese, a segunda divisão meiótica produz duas células-filhas. Na oogênese, quantas célulasfilhas funcionais são produzidas depois de completar os estágios meióticos?
A. 8
B. 4
C. 3
D. 2
E. 1

  RATING: 2.79

Na espermatogênese, a segunda divisão meiótica produz duas células-filhas. Na oogênese, quantas célulasfilhas funcionais são produzidas depois de completar os estágios meióticos?

A. 8
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 4
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. 3
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. 2
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. 1
CORRETO : No caso de ovogênese, só se produz um óvulo viável. A outra célula-filha (corpo polar) apresenta um núcleo intacto, mas pouco citoplasma. Um corpo polar é produzido tanto na primeira como na segunda divisão meiótica. Uma espermatogônia produz 4 espermatozóides no final da meiose. Cada ovogônia produz 1 óvulo e 2 corpos polares.

Gabarito: 

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.79)

DISCURSIVA: (190514 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Discorra teoricamente sobre o adenoma tóxico e o bócio multinodular tóxico (doença de Plummer), respondendo de forma objetiva aos itens abaixo:

  1. Defina adenoma tóxico e doença de Plummer. (0,1 pontos)
  2. Explique a fisiopatologia da autonomia funcional nessas entidades. (0,1 pontos)
  3. Diferencie epidemiologicamente e morfologicamente as duas condições. (0,1 pontos)
  4. Descreva o mecanismo de independência do TSH nos nódulos hiperfuncionantes. (0,1 pontos)
  5. Aborde a evolução natural do adenoma tóxico para a doença de Plummer. (0,1 pontos)




RATING: 3.36

Discorra teoricamente sobre o adenoma tóxico e o bócio multinodular tóxico (doença de Plummer), respondendo de forma objetiva aos itens abaixo:

  1. Defina adenoma tóxico e doença de Plummer. (0,1 pontos)
  2. Explique a fisiopatologia da autonomia funcional nessas entidades. (0,1 pontos)
  3. Diferencie epidemiologicamente e morfologicamente as duas condições. (0,1 pontos)
  4. Descreva o mecanismo de independência do TSH nos nódulos hiperfuncionantes. (0,1 pontos)
  5. Aborde a evolução natural do adenoma tóxico para a doença de Plummer. (0,1 pontos)


1. Defina adenoma tóxico e doença de Plummer.
Adenoma tóxico é definido como nódulo tireoidiano solitário hiperfuncionante e autônomo (0,04 p).
Doença de Plummer (bócio multinodular tóxico) é definida como presença de múltiplos nódulos hiperfuncionantes autônomos no interior de um bócio (0,04 p).
Ambas as entidades produzem hipertireoidismo clínico ou subclínico por excesso de hormônios tireoidianos (0,02 p).
2.  Explique a fisiopatologia da autonomia funcional nessas entidades.
A fisiopatologia fundamenta-se em mutações somáticas ativadoras que conferem autonomia funcional aos tirocitos (0,04 p).
Tais mutações acometem preferencialmente o gene do receptor de TSH ou a subunidade alfa da proteína Gs (0,04 p).
O resultado é estimulação contínua da via do AMP cíclico, com hiperprodução hormonal independente de estímulo externo (0,02 p).
3. Diferencie epidemiologicamente e morfologicamente as duas condições.
Epidemiologicamente, o adenoma tóxico ocorre em faixas etárias mais jovens, enquanto a doença de Plummer predomina em idosos (0,04 p).
Morfologicamente, o adenoma tóxico apresenta-se como lesão única encapsulada; a doença de Plummer exibe múltiplos nódulos de tamanhos variados no interior de um bócio difuso (0,04 p).
A transição de um para outro é possível com o envelhecimento e o surgimento de novos focos autonômicos (0,02 p).
4.  Descreva o mecanismo de independência do TSH nos nódulos hiperfuncionantes.
A independência do TSH resulta da ativação constitutiva do receptor ou da proteína G, dispensando a ligação do hormônio estimulante (0,05 p).
Consequentemente, o nódulo hiperfuncionante sintetiza e secreta T3 e T4 de forma contínua (0,03 p).
O restante do parênquima tireoidiano sofre supressão por feedback negativo, tornando-se hipocaptante (0,02 p).
5.  Aborde a evolução natural do adenoma tóxico para a doença de Plummer.
A evolução natural inicia-se com nódulos inicialmente não tóxicos que, ao longo de anos, adquirem autonomia funcional (0,04 p).
Progressivamente, o excesso hormonal produzido pelos nódulos autônomos determina hipertireoidismo clínico (0,03 p).
No adenoma tóxico, a persistência pode conduzir ao aparecimento de novos focos, configurando a doença de Plummer (0,03 p).


FONTE:

ADENOMA TÓXICO, BÓCIO MULTINODULAR TÓXICO (DOENÇA DE PLUMMER) - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.36)

CASO CLINICO: (222705 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Lactente 9 meses, sexo masculino, é trazido pela mãe pela terceira vez para choro inconsolável e movimentos reduzidos do membro inferior esquerdo. No exame físico, bom estado hidratado, nutrição boa, aparentemente a família oferece bons cuidados e atenção. Respiratório, cardiovascular, digestivo e renal normal. A esclera da criança tem uma cor diferente, parecendo acinzentada. Remarca-se no relato da mãe o fato que na infância ela teve 6 fraturas e que o irmão maior do lactente fez transplante de fígado com 5 anos.
Na verdade, é a terceira vez que o lactente é trazido no pronto-atendimento nas ultimas duas semanas, apresentando os mesmos sintomas. Na segunda vez, foi feito um Rx do membro inferior esquerdo (veja abaixo):

Uma segunda radiografia foi tirada hoje com o aspecto seguinte:

1) Qual é o diagnostico preliminar? 0,1 pontos
2) Quais são os possíveis diagnosticos diferenciais? 0,2 pontos
3) Qual é o diagnóstico mais provável a ser investigado neste caso - 0,1 pontos


RATING: 3.44

1) Fratura de fêmur visível no Rx (0,1 pontos)
2) Osteogênese imperfeita (0,05 pontos), Raquitismo (0,05 pontos), osteoporose idiopática juvenil (0,05 pontos), maus-tratos (0,05 pontos).
3) Osteogênese imperfeita (0,1 pontos)
DISCUSSÃO: O diagnóstico de OI deve ser considerado em qualquer criança com fraturas de repetição aos mínimos traumas. História familiar, exame clínico e achados radiológicos são importantes para a confirmação diagnóstica. O diagnóstico de OI é predominantemente clínico : baixa estatura, escoliose, deformidade basilar do crânio, esclera azul, déficit auditivo também sugerem o diagnóstico

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.44)




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