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Na carcinogênese cervical mediada por HPV de alto risco, o par de eventos moleculares clássicos atribuídos às oncoproteínas virais E6 e E7 é:
A. E6 ativa a telomerase por fosforilação direta de p16INK4a e E7 induz hipermetilação isolada de E-caderina
INCORRETO: A ativação da telomerase ocorre, em parte, por ação de E6 sobre TERT, mas não por fosforilação de p16INK4a. p16 acumula-se precisamente porque a via pRb/E2F está desregulada por E7. Hipermetilação de E-caderina não é o eixo clássico E6/E7 cobrado em provas
B. E6 inativa pRb por ubiquitinação direta independente de E6AP e E7 degrada p53 via MDM2
INCORRETO : A atribuição está invertida e mecanisticamente errada. Quem degrada p53 via E6AP é a E6 de alto risco; quem inativa a família pRb é a E7. A via MDM2 não é o mecanismo principal da E7 sobre p53
C. E6 promove degradação proteassômica de p53 ao recrutar a ubiquitina-ligase E6AP (UBE3A) e E7 liga e inativa pRb, liberando o fator de transcrição E2F
CORRETO : A E6 de HPV de alto risco forma complexo com E6AP e dirige p53 à degradação proteassômica, impedindo parada de ciclo e apoptose. A E7 liga o bolso de pRb (e p107/p130), promove sua inativação ou degradação e libera E2F, impulsionando a entrada em S. Esse binômio é o núcleo da transformação viral
D. E6 e E7 atuam apenas como fatores de transcrição do genoma celular, sem interação com proteínas supressoras tumorais
INCORRETO : E6 e E7 têm alvos proteicos definidos no hospedeiro. A transformação não se reduz a transcrição genérica sem interferência em p53 e pRb, que são precisamente os supressores clássicos usurpados pelo vírus
E. E6 induz apoptose mitocondrial mediada por Bax e E7 restaura o ponto de checagem G1/S
INCORRETO : O efeito líquido de E6/E7 é antiapoptótico e pró-ciclo celular, não restauração do checkpoint G1/S nem indução sistemática de apoptose por Bax. A E7, ao contrário, empurra a célula para S mesmo na presença de dano
Gabarito: C
Sobre os métodos imagísticos no diagnóstico da litíase renal, responda:
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Sobre os métodos imagísticos no diagnóstico da litíase renal, responda:
1. Método inicial recomendado e sua principal vantagem
2. Sensibilidade e especificidade da tomografia computadorizada helicoidal sem contraste
3. Principais limitações da radiografia simples de abdome
4. Situação específica para indicação da ressonância nuclear magnética
FONTE:
REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA: LITIASE RENAL (PLATAFORMA MISODOR)



1) Qual é a suspeita diagnóstica? 0,25 p
Cardiopatia congênita (provavelmente tetralogia Fallot)
Vamos analisar: temos desnutrição, baqueteamento digital, poliglobulia maciça, sopro sistólico e arco aórtico á direita. São sinais patognomônicos para hipoxia cronica causada por algum defeito cardíaco. Cardiopatias congênitas são anomalias do aparelho circulatório presentes desde o nascimento, sendo divididas em cianóticas e acianóticas. A Tetralogia de Fallot é a cardiopatia cianótica mais comum, caracterizada por comunicação interventricular, estenose subpulmonar, origem biventricular da valva aórtica e hipertrofia ventricular direita. O diagnóstico costuma ser realizado no primeiro ano de vida devido às manifestações clínicas precoces, na maioria dos casos. Contudo, em alguns casos, a associação de outras malformações cardíacas e falhas no sistema de saúde podem contribuir para realização de diagnósticos tardios, aumentando a probabilidade de prognósticos desfavoráveis.
2) Ecocardiograma 0,25 p
A ecocardiografia é considerada o instrumento essencial para o diagnóstico.
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