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O PROCESSO EPIDEMICO (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

O estudo dos fenômenos envolvidos no processo epidêmico pressupõe a compreensão dos conceitos de estrutura e caracteres epidemiológicos e do que venha a ser o comportamento endêmico de uma doença transmissível.

Entende-se por estrutura epidemiológica de uma doença a forma de interação dos diferentes fatores relativos ao meio ambiente, hospedeiro e ao agente - seja ele químico, físico ou biológico - que determina o comportamento desse agravo no âmbito de uma população delimitada e num período de tempo estabelecido.

Os caracteres epidemiológicos constituem a resultante da estrutura epidemiológica em cada momento e se expressa pela freqüência e distribuição da doença na população em determinado instante, segundo as variáveis tempo, espaço e pessoa.

A estrutura epidemiológica se apresenta de forma dinâmica, modificando-se em cada ponto no tempo e no espaço, definido e redefinido continuamente, o que pode ser entendido como comportamento normal ou anormal de uma doença numa comunidade, fixado um ponto no tempo e no espaço.

Pode-se portanto, conceituar o comportamento normal ou endêmico de um agravo à sua ocorrência dentro de padrões regulares em agrupamentos humanos distribuídos em espaços delimitados e caracterizados, num determinado período de tempo, permitidas flutuações cíclicas ou sazonais.

Por outro lado, define-se o comportamento epidêmico de um agravo à saúde como a elevação brusca do número de casos caracterizando, de forma clara, um excesso em relação ao norrual esperado. O número de casos que indicam a presença de uma epidemia variará de acordo com o agente, tipo e tamanho da população exposta, experiência prévia ou ausência de exposição.

A epidemia não apresenta obrigatoriamente um grande número de casos, mas um claro excesso de casos quando comparada à freqüência habitual de uma doença em uma localidade.


OBJETIVA: (944611 votos)..........93.98% das questões objetivas receberam votos.
Com relação a pacientes diabéticos internados, assinale a alternativa CORRETA :
A. A meta da glicemia de pacientes internados (críticos ou não críticos) está entre 80 e 110 mg/dL. (B) O início do uso de insulina em pacientes críticos deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL
B. O início do uso de insulina em pacientes críticos deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL
C. Por ter pico de ação inferior a uma hora, a insulina regular tem preferência para a correção dos estados hiperglicêmicos
D. Metas mais altas (de 180 a 200 mg/dL) podem ser usadas em perioperatório de cirurgia cardíaca
E. Para os pacientes não críticos, a droga de escolha no controle da hiperglicemia é a metformina.

  RATING: 3.23

Com relação a pacientes diabéticos internados, assinale a alternativa CORRETA :

A. A meta da glicemia de pacientes internados (críticos ou não críticos) está entre 80 e 110 mg/dL. (B) O início do uso de insulina em pacientes críticos deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL
INCORRETO: Na última década, a meta glicêmica relativa aos indivíduos internados foi modificada em decorrência dos estudos com pacientes críticos. Anteriormente predominava o conceito de redução da morbimortalidade de pacientes cirúrgicos com o controle intensivo, que visava manter a glicemia entre 80 e 110 mg/dL. Estudos posteriores com pacientes clínicos e cirúrgicos não confirmaram tais resultados e observaram ainda maior risco de hipoglicemia e de mortalidade associado ao controle intensivo Atualmente se sabe que a hiperglicemia e a hipoglicemia aumentam a mortalidade de pacientes críticos e não críticos, com ou sem DM, e a meta glicêmica recomendada está entre 140 e 180 mg/dL
B. O início do uso de insulina em pacientes críticos deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL
CORRETO : O início do uso de insulina em pacientes críticos com ou sem DM deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL. A infusão intravenosa contínua de insulina é a terapia de escolha para pacientes críticos. A meia-vida curta da insulina regular intravenosa permite o rápido controle da hiperglicemia e da hipoglicemia.
C. Por ter pico de ação inferior a uma hora, a insulina regular tem preferência para a correção dos estados hiperglicêmicos
INCORRETO : A insulina rápida ou regular começa a agir em 30 a 60 minutos e, tem seu pico de ação em 2 a 4 horas e duração de ação de 6 a 8 horas
D. Metas mais altas (de 180 a 200 mg/dL) podem ser usadas em perioperatório de cirurgia cardíaca
INCORRETO : Metas mais baixas (de 100 a 150 mg/dL) podem ser usadas em cirurgia cardíaca
E. Para os pacientes não críticos, a droga de escolha no controle da hiperglicemia é a metformina.
INCORRETO : Até mesmo para os pacientes não críticos, a insulina é a droga de escolha no controle da hiperglicemia, pois tem ação mais rápida, permite a titulação de dose e pode ser usada em diferentes contextos. De modo geral se recomenda considerar o início do uso de insulina nos pacientes não críticos com glicemia acima de 140 mg/dL (jejum) ou acima de 180 mg/dL (coletas aleatórias).

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.23)

DISCURSIVA: (172623 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Indicam os exames OBRIGATORIOS em todos os politraumatizados (0,5 p).


RATING: 2.44

Indicam os exames OBRIGATORIOS em todos os politraumatizados (0,5 p).

Ht, Hb
• Grupo sangüíneo e Fator Rh
• Amilase
• Radiografia de tórax AP
• Radiografia de bacia AP
• Radiografia de coluna cervical
• ECG
• ßHCG na mulher em idade fértil
• Ultra-som do abdome total
Exames OBRIGATORIOS em todos os politraumatizados:

1) Hematocrito (0,05 p)
2) Hemoglobina (0,05 p)
3) Grupo sangüíneo e Fator Rh (0,05 p)
4) Amilase (0,05 p)
5) Radiografia de tórax AP (0,05 p)
6) Radiografia de bacia AP (0,05 p)
7) Radiografia de coluna cervical (0,05 p)
8) Eletrocardiograma(0,05 p)
9) ß-HCG na mulher em idade fértil (0,05 p)
10) Ultra-som do abdome total (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.44)

CASO CLINICO: (199891 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Mulher de 83 anos, com antecedentes de AVC hipertenso da entrada no PS com tontura, vômito, dor de cabeça. A PA medida na internação foi 240/120 Hg, pulso 124/minuto, sem estertores, sem dispneia evidente. O acompanhante relata que antes do evento que causou a moléstia atual ela conseguia se mobilizar sozinha e falar. O exame neurológico demonstra hemiplegia direita com contratura no braço e antebraço direito. A paciente abre os olhos á voz, fala palavra incompreensivos e executa comandos.

1) O escore Glasgow da paciente. (0,1 p)
2) Exponha o protocolo correto de atendimento deste caso, considerando o diagnostico de base. (0,2 p)
3) O caso representa uma urgência ou uma emergência hipertensiva? Justifique. (0,2 p)




RATING: 3.06

1) O escore Glasgow da paciente.

A paciente abre os olhos á voz (3 PONTOS), fala palavra incompreensivos (2 PONTOS) e executa comandos (6 PONTOS). O escore de Glasgow e 11. (0,1 p)

2) Exponha o protocolo correto de atendimento deste caso, considerando o diagnostico de base.

a) Monitorização cardíaca, (0,025 p)
b) PAMI ou PAMNI e oximetria (0,025 p)
c) Acesso venoso (0,025 p)
d) Iniciar o tratamento farmacológico (0,025 p)
e) Tomografia computadorizada de crânio S/N (0,025 p) 
f) Ecocardiograma transesofágico (0,025 p)
g) US de abdome S/N (0,025 p)
h) Internamento em UTI (0,025 p)

3) O caso representa uma urgência ou uma emergência hipertensiva? Justifique.

Emergência Hipertensiva: É definida como situação na qual ocorre elevação importante da PAS, associada ou não a lesão de órgão alvo irreversível.

Urgência Hipertensiva:
São situações em que a PAS está elevada, com PAD >120 mmHg, porém são mínimas ou mesmo não se observam lesão de órgão alvo.

Ou seja, neste caso, já que a PAD é 120 mm Hg o caso é uma emergência hipertensiva. (0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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