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RECÉM NASCIDO DE ALTO RISCO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Definimos como recém-nascido de alto risco aqueles bebês que encontram-se mais sujeitos a eventos mórbidos no período perinatal quando comparados à outros neonatos.

Estas crianças devem permanecer sob vigilância estreita por parte de médicos e enfermeiras.
Sabemos que o risco mais alto de mortalidade neonatal se dá em crianças com menos de 1.000g ao nascer e em gestações com menos de 30 semanas...

Existem algumas condições ou fatores referentes à mãe, ao recém-nascido e ao próprio parto que predispõem ao alto risco. Portanto, vale a pena memorizá-los.

OBJETIVA: (1148898 votos)..........99.39% das questões objetivas receberam votos.
Durante uma epidemia de doença, utiliza-se melhor para a contagem de casos em uma população em risco, em um curto período de tempo:
A. a prevalência
B. a incidência
C. a taxa de ataque
D. a taxa de prevalência
E. a taxa de incidência pessoa-tempo em risco

  RATING: 2.96

Durante uma epidemia de doença, utiliza-se melhor para a contagem de casos em uma população em risco, em um curto período de tempo:

A. a prevalência
INCORRETO: A prevalência refere-se ao número de casos (novos e velhos) encontrados em uma população definida em um determinado ponto no tempo.
B. a incidência
INCORRETO : Incidência indica o número de casos novos ocorridos em um certo período de tempo em uma população específica e realmente é importante em caso duma epidemia No entanto, neste caso especifico e quando conhecemos o fator causal, é mais importante conhecer a relação entre o numero de pessoas expostas e aquelas que fizeram a doença.
C. a taxa de ataque
CORRETO : O termo “taxa de ataque” é frequentemente utilizado, ao invés de incidência, durante uma epidemia de doença em uma população bem definida em um curto período de tempo. A taxa de ataque pode ser calculada como o número de pessoas afetadas dividido pelo número de pessoas expostas. Por exemplo, no caso de uma epidemia por intoxicação alimentar, a taxa de ataque é calculada para cada tipo de alimento ingerido e, então, essas taxas são comparadas para se identificar a fonte de infecção. Uma taxa é calculada dividindo-se o número de casos pelo número de pessoas em risco e é expressa como casos por 10n pessoas.
D. a taxa de prevalência
INCORRETO : Nem sempre os dados sobre população em risco estão disponíveis. Por essa razão, em muitas situações, a população total da área estudada é utilizada como uma aproximação
E. a taxa de incidência pessoa-tempo em risco
INCORRETO : A maneira mais precisa de calcular a incidência é através da “taxa de incidência pessoa-tempo em risco” proposta por Last aonde a cada ano de observação, e até que a pessoa desenvolva a doença ou seja perdida do acompanhamento, cada pessoa da população em estudo contribui com uma pessoa-ano ou dia, semana, mês no denominador. Não é aplicável em epidemias, aonde o tempo de doença geralmente é mais curto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

DISCURSIVA: (183217 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?


RATING: 3.02

Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?

Alguns exames complementares constituem a cinética do ferro e permitem diferenciar, em boa parte dos casos, a anemia ferropriva da associada a doença crônica:

Diferenciação laboratorial entre anemia ferropriva e a associada a doença crônica
  Anemia Ferropriva Anemia de Doença Crônica
Ferro sérico Diminuído Diminuído
Ferritina Diminuída Normal ou elevada
TBIC Elevada Normal
Saturação de transferrina Diminuída Normal
TBIC – capacidade de ligação da transferrina ao ferro.

Quando o diagnóstico não é alcançado, deve-se fazer mielograma para avaliação histoquímica da reserva de ferro nos macrófagos. Eventualmente, havendo motivos clínicos para se suspeitar da deficiência de ferro, pode-se tratar como tal por três a quatro semanas e repetir o hematócrito.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (213841 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
M. I. D. homem raça branca, 69 anos, e trazido no serviço de emergência acusando dispneia com taquipneia (28/min), respiração acentuada, com discreta cianose perioral, ansiedade, agitado. PA = 160/100 Hg, FC = 110/minuto. Não aguenta a posição deitada, acusando “sufoco”. Relata com dificuldade que a crise apareceu de repente, assistindo uma partida de futebol, mas que, no ultimo tempo já sentiu varias vezes cansaço e falta de ar. Não procurou auxilio medico. Nega tratamento prévio. A ausculta pulmonar releva estertores pulmonares bilaterais, de repente, durante o exame começa a tossir, expectorando um escarro espumoso, rosado, que piora a dispneia.
1) Qual é a principal suspeita?(0,05 pontos)
2) Enumere pelo menos 3 (três) causas que podem precipitar uma crise como essa.(0,15 pontos)
3) Quais são as primeiras medidas á ser tomadas? (0,3 pontos)


RATING: 2.09

1) Qual é a principal suspeita?
O quadro clinico e tipico para uma crise de edema pulmonar agudo.(0,05 p) Sendo a idade, provavelmente que se trata de um edema pulmonar cardiogênico, a crise surgindo em condições praticamente basais.
2) Enumere pelo menos 3 (três) causas que podem precipitar uma crise como essa. (0,05 pontos para cada uma enumerada, se for mais de três adequadas, acordar pontuação máxima)
- Taquiarritmia (a forte emoção, provocada provavelmente durante o jogo de futebol) pode ser a mai provável causa, já que ele se apresentou com 110/minuto frequência cardíaca.
Infarto agudo de miocárdio pode ser uma causa, mas não apresenta dor torácica característica (salvo que seja um infarto silencioso).
- Insuficiência aórtica ou mitral aguda teriam sido manifestando-se mais cedo, mais o paciente nega qualquer historico de doença cardíaca.
- Hipertensão grave, também, pode causar uma crise de edema pulmonar aguda, mas os valores da pressão não são tão altas.
- Embolia pulmonar seria outra opção, ja que tem escarro rosado, mas falta a dor torácica.
- Desobediência (tratamento interrompido) caso que estava em tratamento para a insuficiência cardíaca ainda sai da questão, já que ele nega qualquer tratamento prévio.
- Uma infecção com febre alta, volume circulante aumentado são probabilidades menos frequentes, mas tem que considerar-los.
3) Quais são as primeiras medidas á ser tomadas?
- Sentar o paciente reto, para reduzir o retorno venoso. - 0,05 p
- Administrar oxigênio 100% - 0,05 p
- Diurético de alça: 40 - 100 mg furosemida i. v. AGORA - 0,05 p
- Morfina 2 - 5 mg i. v. com atenção ao evolução da respiração e pressão - se baixar muito a pressão ou a freqüência cardíaca administrar naloxona. - 0,05 p
- Como a PA sistólica e maior de 100 mmHg podemos reduzir a pos-carga, dando um vasodilatador: Nitroprussiato sódico iv 20-30 mcg/minuto - 0,05 p
- Montar cateter arterial, para avaliar a pressão permanentemente - 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.09)




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