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RATING: 3 ![]()
O seguinte gene NÃO se encontra envolvido na carcinogênese colorretal:
A. CDH1
CORRETO: O gene CDH1 codifica a proteína E-caderina, uma molécula de adesão celular crucial para a integridade epitelial. Mutuções germinativas ou somáticas nesse gene estão fortemente associadas ao câncer gástrico hereditário difuso e ao câncer de mama lobular, mas não há evidências epidemiológicas ou moleculares robustas ligando-o diretamente à carcinogênese colorretal como um evento driver. Na literatura oncológica, CDH1 não é listado entre os genes chave no modelo de progressão colorretal (como APC, KRAS, TP53 ou DCC), e sua ausência de envolvimento nessa via o torna a resposta apropriada para a questão, que busca o outlier.
B. APC
INCORRETO : O gene APC (Adenomatous Polyposis Coli) é um supressor tumoral central na carcinogênese colorretal, mutado em até 80% dos casos esporádicos e responsável pela polipose adenomatosa familiar (PAF). Sua inativação é o evento inicial na via cromossômica instável (CIN), levando à formação de adenomas e progressão para carcinoma, conforme amplamente documentado em modelos genéticos.
C. K-RAS
INCORRETO : K-RAS (ou KRAS) é um oncogene da família RAS, mutado em cerca de 40-50% dos cânceres colorretais, promovendo proliferação celular descontrolada via via MAPK. Essas mutações ocorrem em etapas intermediárias da progressão adenoma-carcinoma, sendo um marcador prognóstico e terapêutico (por exemplo, resistência a inibidores de EGFR), e estão bem estabelecidas na patogênese colorretal.
D. DCC
INCORRETO : DCC (Deleted in Colorectal Carcinoma) é um gene supressor tumoral localizado no cromossomo 18q, perdido em até 70% dos cânceres colorretais avançados. Sua deleção contribui para a instabilidade cromossômica e metástase, sendo parte integrante do modelo clássico de progressão colorretal, embora menos frequente que APC ou KRAS.
E. TP53
INCORRETO : TP53 (ou p53) é o 'guardião do genoma', um supressor tumoral mutado em mais de 50% dos cânceres colorretais, especialmente em fases tardias, levando à evasão da apoptose e instabilidade genômica. Sua inativação é um evento chave na transição de adenoma para carcinoma invasivo, com extensa evidência em estudos genômicos e clínicos.
Gabarito: A
RATING: 3.08 ![]()
a) Síndrome nefrítica:
b) Síndrome nefrótica:
Em discussão resumida, na síndrome nefrítica o edema é primariamente hidrostático por sobrecarga volêmica, respondendo bem à furosemida isolada, enquanto na nefrótica predomina o oncótico com componente hidrostático secundário, demandando abordagem multifatorial para diurese eficaz, conforme evidências recentes de manejo otimizado.
FONTE:
Durante seu plantão, você é chamado para atender um parto duma gestante de 19 anos, com 35 semanas e 1 dia. O trabalho de parto progride e a equipe obstétrica realiza o parto por via vaginal. Nasce uma criança sexo F respirando, choro forte, tônus muscular em flexão leve, amnios normal, sem mecônio. Frequência cardíaca: 118/minuto, percebe-se uma leve cor azulada das extremidades.
1) Enumeram e interpretam as 3 questões basicas utilizadas para definir o protocolo de atendimento desta recém nascida.
Diante da resposta “não” a pelo menos uma das três perguntas iniciais:
2) O que que a gente precisa fazer? Em quanto tempo?
Não mais que 30 segundos! ......0,102 p
3) Essa criança tem uma escore Apgar de : 8 pontos... 0,02 p - significa que o bebê nasceu em ótimas condições.... 0,02 p
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