ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (30 CONTESTAÇÕES)
14952 QUESTÕES OBJETIVAS
3439 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3168 QUESTÕES DE CIRURGIA
1792 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
173 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
204 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

CETOACIDOSE DIABETICA NA CRIANÇA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A primeira pergunta: QUANDO consideramos cetoacidose?

O diagnóstico da CAD baseia-se na tríade de hiperglicemia, cetose e acidose metabólica; no entanto, os critérios bioquímicos específicos usados para definir a CAD variam nas diferentes partes do mundo e entre diferentes estudos de investigação. São necessários os três critérios bioquímicos para o diagnóstico da CAD:

  • Hiperglicemia (glicose sanguínea > 11 mmol/l [200 mg/dl])
  • pH venoso < 7,3 ou bicarbonato sérico < 18 mmol/l
  • Cetonemia ou cetonúria.


OBJETIVA: (1196292 votos)..........99.02% das questões objetivas receberam votos.
Paciente F de 45 anos é internada com mal-estar, ganho de peso, aumento da circunferência abdominal e edema. Os sintomas apareceram há cerca de 3 meses e progrediram de forma gradual. A paciente relata um aumento da cintura de aproximadamente 15 cm. O edema das pernas tem ficado cada vez pior, de modo que ela agora também sente as coxas inchadas. Tem dispneia ao esforço e ortopneia com dois travesseiros. Tem história pregressa de doença de Hodgkin diagnosticada aos 18 anos. Na época, foi tratada com quimioterapia e irradiação mediastinal. Ao exame físico, apresenta consunção temporal e parece cronicamente doente. O peso atual é de 96 kg, refletindo um aumento de 11 kg nos últimos 3 meses. Os sinais vitais são normais. A pressão venosa jugular é de aproximadamente 16 cm e as veias cervicais não sofrem colapso na inspiração. As bulhas cardíacas estão abafadas. Há uma terceira bulha audível pouco depois do fechamento da valva aórtica. A bulha é curta e abrupta e mais bem audível no ápice. O figado está aumentado e pulsátil. Verifica-se a presença de ascite. Há edema depressível que se estendem pelos membros inferiores e a parede abdominal. O ecocardiograma revela espessamento do pericárdio, dilatação da veia cava inferior e veias hepáticas e cessação súbita do enchimento ventricular no início da diástole. A fração de ejeção é de 65%. Qual é a melhor abordagem para o tratamento dessa paciente?
A. Diurese agressiva
B. Transplante cardíaco
C. Substituição da valva mitral
D. Resseção do pericárdio
E. Pericardiocentese

  RATING: 3.08

Paciente F de 45 anos é internada com mal-estar, ganho de peso, aumento da circunferência abdominal e edema. Os sintomas apareceram há cerca de 3 meses e progrediram de forma gradual. A paciente relata um aumento da cintura de aproximadamente 15 cm. O edema das pernas tem ficado cada vez pior, de modo que ela agora também sente as coxas inchadas. Tem dispneia ao esforço e ortopneia com dois travesseiros. Tem história pregressa de doença de Hodgkin diagnosticada aos 18 anos. Na época, foi tratada com quimioterapia e irradiação mediastinal. Ao exame físico, apresenta consunção temporal e parece cronicamente doente. O peso atual é de 96 kg, refletindo um aumento de 11 kg nos últimos 3 meses. Os sinais vitais são normais. A pressão venosa jugular é de aproximadamente 16 cm e as veias cervicais não sofrem colapso na inspiração. As bulhas cardíacas estão abafadas. Há uma terceira bulha audível pouco depois do fechamento da valva aórtica. A bulha é curta e abrupta e mais bem audível no ápice. O figado está aumentado e pulsátil. Verifica-se a presença de ascite. Há edema depressível que se estendem pelos membros inferiores e a parede abdominal. O ecocardiograma revela espessamento do pericárdio, dilatação da veia cava inferior e veias hepáticas e cessação súbita do enchimento ventricular no início da diástole. A fração de ejeção é de 65%. Qual é a melhor abordagem para o tratamento dessa paciente?

A. Diurese agressiva
INCORRETO: A diurese e a restrição de sal são úteis no manejo pré-operatório do estado de volume e pode haver necessidade de paracentese.
B. Transplante cardíaco
INCORRETO : A função cardíaca subjacente está normal, de modo que não há indicação para transplante cardíaco.
C. Substituição da valva mitral
INCORRETO : A estenose da valva mitral pode se manifestar com anasarca, insuficiência hepática congestiva e ascite. Todavia, o edema pulmonar e os derrames pleurais também são comuns. Espera-se que o exame demonstre um sopro diastólico, e o ecocardiograma deva revelar um pericárdio normal e espessamento da valva mitral imóvel. A substituição da valva mitral estaria indicada se a estenose mitral fosse a causa dos sintomas dessa paciente.
D. Resseção do pericárdio
CORRETO : A apresentação e o exame físico dessa paciente são mais compatíveis com o diagnóstico de pericardite constritiva. À causa mais comum de pericardite constritiva no mundo inteiro é a tuberculose; todavia, com a baixa incidência de tuberculose nos EUA, a pericardite constritiva é uma condição rara nesse país. Com a possibilidade cada vez maior de curar a doença de Hodgkin com irradiação mediastinal, muitos casos de pericardite constritiva nos EUA envolvem pacientes submetidos à radioterapia curativa há 10 a 20 anos. Esses pacientes também correm risco de doença arterial coronariana prematura. Os riscos dessas complicações incluem dose de radiação e janelas de radiação que incluem o coração. Outras causas raras de pericardite constritiva são a pericardite aguda recorrente, a pericardite hemorrágica, a cirurgia cardíaca anterior, a irradiação do mediastino, a infecção crônica e a doença neoplásica. Do ponto de vista fisiológico, a pericardite constritiva caracteriza-se pela incapacidade de enchimento dos ventrículos, em razão da não complacência do pericárdio. No início da diástole, ocorre rápido enchimento dos ventrículos, que cessa abruptamente quando o limite elástico do pericárdio é alcançado. Clinicamente, os pacientes apresentam mal-estar generalizado, caquexia e anasarca. A dispneia ao esforço é comum, e a ortopneia em geral é leve. Ocorrem ascite e hepatomegalia devido à pressão venosa elevada. Em casos raros, pode haver desenvolvimento de cirrose devido à hepatopatia congestiva crônica. A pressão venosa jugular está elevada e as veias cervicais não sofrem colapso durante a inspiração (sinal de Kussmaul). As bulhas cardíacas podem estar abafadas. Com frequência, uma batida pericárdica é audível. Trata-se de uma terceira bulha cardíaca que ocorre 0,09 a 0,12 segundo após o fechamento da valva aórtica no ápice do coração. O cateterismo cardíaco direito revela o “sinal da raiz quadrada” caracterizado por uma deflexão y abrupta, seguida de elevação gradual da pressão ventricular. Entretanto, esse achado não é patognomônico da pericardite constritiva e pode ser observado na miocardiopatia restritiva de qualquer etiologia. O ecocardiograma mostra espessamento pericárdico, dilatação da veia cava inferior e das veias hepáticas e interrupção abrupta do enchimento ventricular no início da diástole, A resseção do pericárdio constitui o único tratamento definitivo da pericardite constritiva. A mortalidade cirúrgica varia de 5 a 10%.
E. Pericardiocentese
INCORRETO : A pericardiocentese está indicada para a remoção diagnóstica de liquido pericárdico e tamponamento cardíaco, que não está presente no ecocardiograma dessa paciente.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.08)

DISCURSIVA: (185942 votos) ..........98.84% das questões discursivas receberam votos.
A) Descreva as etapas de assistência ao recém-nascido a termo com boa vitalidade ao nascer; - 0,3 pontos
B) Aponta a utilidade do clampeamento tardio do cordão umbilical no caso proposto pela variante A. - 0,2 pontos.


RATING: 3.71

A) Descreva as etapas de assistência ao recém-nascido a termo com boa vitalidade ao nascer; - 0,3 pontos
B) Aponta a utilidade do clampeamento tardio do cordão umbilical no caso proposto pela variante A. - 0,2 pontos.

A) Descreva as etapas de assistência ao recém-nascido a termo com boa vitalidade ao nascer;
a. manter junto a mãe; (0,06 p)
b. secar e proteger com campos secos; (0,06 p)
c. posicionar o recém-nascido sobre o abdome da mãe ou ao nível da placenta por, no mínimo, um minuto, até o cordão umbilical parar de pulsar (aproximadamente 3 minutos após o nascimento), para só então realizar-se o clampeamento; (0,06 p)
d. favorecer e estimular, sempre que a mãe desejar, sucção ao seio materno; (0,06 p)
e. observar continuamente: respiração e a frequência cardíaca (para determinar a necessidade de intervenções). (0,06 p)
B) Aponta a utilidade do clampeamento tardio do cordão umbilical no caso proposto pela variante A.

O clampeamento tardio do cordão umbilical é benéfico (0,04 p) com relação aos índices hematológicos (0,04 p) na idade de 3-6 meses (0,04 p) , embora possa elevar a necessidade de fototerapia por hiperbilirrubinemia indireta (0,04 p) na primeira semana de vida. (0,04 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.71)

CASO CLINICO: (217897 votos)..........99.51% dos casos clinicos receberam votos.

Um recém-nascido foi apresentada à sala de emergência do hospital com taquicardia 188/min , hipotonia, tremores e irritabilidade extrema (choro inconsolável), aos 5 dias de vida. Peso 3.035 g, cumprimento 47 cm.

A criança havia nascido a termo, com peso aproximado de 3,3 kg e medidas normais, Apgar 9/10.

Mãe é inexperiente e jovem, relata que o bebê adormece muito rápido durante a amamentação e na maioria das vézes necessita estimular o lobo auricular, como foi instruida na maternidade, para acordar-lo.

Os níveis de glicose da criança foram medidos imediatamente o resultado foi de apenas 28 mg/dL. A mãe não relatou na admissão e questionada agora, nega convulsões.

Como você manejaria o caso?

(I) Diagnóstico - 0,08 pontos

(II) Qual é o risco á curto prazo? - 0,16 pontos

(III) Qual a primeira medida a ser tomada? - 0,18 pontos

(IV) Qual é a meta da terapia proposta? - 0,08 pontos




RATING: 3.05

(I) Diagnóstico: HIpoglicemia neonatal (0,08 pontos)

DISCUSSÃO: Em RN sadios de termo, os valores séricos de glicose são pelo menos ou acíma de:

  • 35 mg/dl entre a 1ª e a 3ª h de vida,
  • 40 mg/dl da 3ª à 24ª h
  • 45 mg/dl (2,5 mmol/l) após 24 horas.

(II) Qual é o risco á curto e á longo prazo?

A curto prazo: óbito peri-natal. (0,08 pontos)

A longo prazo: deficiências no desenvolvimento neurológico na presença de hipoglicemia persistente. Este risco está relacionado com a intensidade e duração da hipoglicemia.(0,08 pontos)

(III) Qual a primeira medida a ser tomada?

A primeira iniciativa é administrar 200 mg/kg de glicose durante 1 min (equivalente a 2 ml/kg de solução glicosada a 10%).(0,09 pontos)

O recém-nascido está com 3 kg, logo, é necessario fazer primeiro um bolus de 6 ml de solução glicosada 10%.(0,09 pontos)

(IV) Qual é a meta da terapia proposta?

Manter uma glicemia de pelo menos 45 mg/dl.(0,08 pontos)

DISCUSSÃO:  

Limiares operacionais sugeridos:

  1. Recém-nascido a termo sadio < 24 horas de idade – 30 a 35 mg/dl são aceitáveis na primeira medição
    • o limiar é elevado para 45 mg/dl após o início da alimentação ou se a medição for repetida nas primeiras 24 horas.
    • Após 24 h, o limiar deve ser aumentado para 45 a 50 mg/dl
  2. Neonato com sinais ou sintomas anormais – 45 mg/dl

  3. Neonatos assintomáticos com fatores de risco para hipoglicemia – 36 mg/dl. É fundamental o acompanhamento cuidadoso, e a intervenção é feita se a glicose plasmática permanecer abaixo desse nível, não se elevar após a alimentação ou se houver sinais clínicos anormais
  4. Para qualquer neonato, se o nível glicêmico estiver abaixo de 20 a 25 mg/dl, glicose IV é necessária para aumentar o nível de glicose plasmática para > 45 mg/dl.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.05)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.