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OBESIDADE INFANTIL (ÁREA DE PEDIATRIA)

A obesidade e também uma forma de desnutrição, de malnutrição. E uma doença que ganha mais e mais incidência, especialmente nos países desenvolvidos.

Na adolescência o consumo de doces e guloseimas, o ganho de peso decorrente, a baixa aceitação social e, com isso, o afastamento de atividades físicas, forma um ciclo perigoso para o indivíduo.

O pediatra deve ter conhecimento das causas endógenas de obesidade (2-5%), como síndromes genéticas, doenças endócrinas, tumores do sistema nervoso central e desordens psicológicas, sabendo entretanto que a grande maioria dos casos de obesidade é de etiologia exógena.

OBJETIVA: (1102105 votos)..........99.38% das questões objetivas receberam votos.
Enferma, 56 anos, é admitida no serviço de emergência com síncope. Partindo-se do pressuposto de que o quadro se deve ao fluxo sanguíneo cerebral reduzido, por mecanismo vasoconstritor inadequado, a provável etiologia é:
A. Hipotensão postural
B. Disfunção autonômica primária
C. Síndrome vasovagal
D. Doença de Addison
E. Simpatectomia farmacológica

  RATING: 3.11

Enferma, 56 anos, é admitida no serviço de emergência com síncope. Partindo-se do pressuposto de que o quadro se deve ao fluxo sanguíneo cerebral reduzido, por mecanismo vasoconstritor inadequado, a provável etiologia é:

A. Hipotensão postural
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Disfunção autonômica primária
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Síndrome vasovagal
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Doença de Addison
CORRETO : A insuficiência aguda da suprarrenal é um distúrbio raro associado à alta taxa de morbidade e mortalidade caso o diagnóstico não seja prontamente estabelecido e o tratamento, rapidamente iniciado. A causa mais frequente é a adrenalite auto-imune responsável por 65% a 84% dos casos. Os sintomas e sinais incluem astenia, fraqueza, náuseas, vômitos, hipotensão arterial, síncope e perturbações psiquiátricas.
E. Simpatectomia farmacológica
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.11)

DISCURSIVA: (180271 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

(I) Quais são as metas no tratamento do choque em crianças? (0,15625 pontos)

(II) Quais são os sinais de alerta indicativos de descompensação do choque em crianças? (0,21875 pontos)

(III) Em que consta o tratamento agudo do choque em crianças? (0,125 pontos)



RATING: 2.95

(I) Quais são as metas no tratamento do choque em crianças? (0,15625 pontos)

(II) Quais são os sinais de alerta indicativos de descompensação do choque em crianças? (0,21875 pontos)

(III) Em que consta o tratamento agudo do choque em crianças? (0,125 pontos)

(I) Quais são as metas no tratamento do choque em crianças?

As metas no tratamento do choque em crianças são:

  1. Melhorar a transferência de O2 (0,03125 p)
  2. Equilibrar a perfusão dos tecidos e as necessidades metabólicas (0,03125 p)
  3. Reverter as anormalidades da perfusão (0,03125 p)
  4. Fornecer suporte à função dos órgãos (0,03125 p)
  5. Evitar a progressão para parada cardio-respiratória. (0,03125 p)


(II)  Quais são os sinais de alerta indicativos de descompensação do choque em crianças?

Sinais de alerta indicativos de descompensação do choque em crianças:

  1. Taquicardia crescente (0,03125 p)
  2. Pulsos periféricos diminuídos ou ausentes (0,03125 p)
  3. Enfraquecimento dos pulsos centrais (0,03125 p)
  4. Estreitamento da pressão de pulso (0,03125 p)
  5. Extremidades distais frias, com preenchimento capilar prolongado (0,03125 p)
  6. Diminuição do nível de consciência (0,03125 p)
  7. Hipotensão (achado tardio) (0,03125 p)

(III) Em que consta o tratamento agudo do choque em crianças?
O tratamento agudo do choque em crianças consiste em:
  1. Otimização do teor de O2 do sangue (0,03125 p)
  2. Melhora do volume e da distribuição do débito cardíaco (0,03125 p)
  3. Redução da demanda de O2 (0,03125 p)
  4. Correção de desordens metabólicas (0,03125 p)

FONTE:

MISODOR - TRATAMENTO DOS CHOQUES COM BAIXO DÉBITO

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (210043 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente dá entrada na UTI de um hospital em coma após ter sido encontrado abandonado na rua, sem assistência ou familiares para maiores informações. Após o procedimento médico padrão com a administração de medicamentos para estabilizar o paciente, a partir do quadro clínico, o exame da gasometria laboratorial revela os seguintes achados:
  • pH: 7,4
  • [HCO3-]real: 80 mEql/l
  • pCO2: 133 mmHg
  • [HCO3-]standard: 34 mEql/l
  • BE.: +10
Que tipo de desequilíbrio o paciente apresenta? Explique! (0,5 pontos)




RATING: 2.96

Em toda questão ou caso clinico de distúrbio acido básico tem que seguir o  algoritmo seguinte:

PASSO 1: E ACIDOSE OU ALCALOSE? E uma acidose (0,025 p), conforme pH 7,40, o pH normal sendo considerado 7,44 (0,025 p) .

PASSO 2: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA? Parece uma acidose respiratória (0,025 p) , porque o mais que e modificado e o CO2  (0,025 p) sendo 133 mm Hg (3 vezes mais que o valor normal (0,025 p) - nem o bicarbonato não e normal (0,025 p) , mais e menos modificado que pACO2)  (0,025 p)
PASSO 3: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA AGUDA OU CRONICA?

ATENÇÃO, PORQUE ISTO E SUPER-IMPORTANTE !
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando distúrbio e cronico a queda do pH e de 0,03. (0,025 p)
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando o distúrbio e agudo a queda de pH e de 0,08. (0,025 p)

Da pra ver que o pH e pouco modificado (0,025 p) em comparação com a enorme pA do CO2  (0,025 p),  ou seja o distúrbio é cronico (0,025 p) , e, já que a pACO2 e de 133 mmHg podemos ter certeza de mais uma coisa: não é uma retenção voluntária (0,025 p) - hipoventilação. 
Relembramos que a retenção voluntaria de CO2 (para equilibrar a alcalose metabólica) nunca não vai passar de 55. Então, se um paciente aparece com 133 mm Hg pACO2 a gasometria, isto não e por causa da hipoventilação ! Isto e útil para saber que nos casos acima apresentados nunca não vamos conseguir equilibrar uma alcalose metabólica utilizando a retenção de CO2 mais que 55 mm Hg.

PASSO 4: É preciso observar que o HCO3 é muito alto (0,025 p) , o que indica, provavelmente uma alcalose metabólica (0,025 p) que tenta compensar a acidose respiratória (0,025 p) , e isso tem sustento no fato que a acidose respiratória é cronica (0,025 p) , ou seja, o rim já mobilizou os mecanismos compensatórios.  (0,025 p)
Em conclusão, o paciente apresenta uma acidose respiratória cronica (0,025 p) , em conjunto com uma alcalose metabólica compensatória. (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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