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VALIDAÇÃO DE TESTES DIAGNOSTICOS (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

Os médicos dedicam grande parte de seu tempo diagnosticando a partir de queixas ou anormalidades de seus pacientes, chegando aos diagnósticos, depois de aplicar vários testes. No entanto, poucos desses médicos recebem um treinamento formal para a interpretação dos testes diagnósticos. A maioria dos bons clínicos usa juízo crítico, conhecimento amplo da literatura e uma abordagem rápida e informal de como organizar os dados.

Entretanto, também existem alguns princípios básicos com os quais se precisa estar familiarizado ao interpretar os testes diagnósticos.

Um "teste diagnóstico" geralmente é concebido como um exame realizado em laboratório. Mas os princípios também se aplicam à informação clínica obtida da história, exame físico ou Raio X.

Podem ser aplicados também onde um conjunto de achados serve como teste diagnóstico. Assim, pode-se falar do valor da artrite, cardite e coréia no diagnóstico da febre reumática, ou da hemoptise e da perda de peso em um fumante, como indicadores de câncer do pulmão.

É praxe geral em toda pesquisa que o investigador inicie o seu trabalho, desde a idéia inicial quando por ocasião da preparação do projeto, realização do estudo e por fim suas conclusões finais, que a precisão alcançada nos resultados seja sempre a melhor possível.

Quando um profissional de saúde deseja realizar um diagnóstico e precisa apresentar seu resultado considerando sentenças do tipo"normal-anormal", "positivo-negativo" , "reator-não reator", "imune-não imune", deve ter em mente que a partir daí deverá se conscientizar de que existirão as mais variadas formas de sentenciar sobre isto, porém deve considerar que o seu objetivo principal terá que ser a precisão dessas sentenças, ou seja, o nível de acerto deve ser o mais elevado, registrando positivo quando positivo e negativo quando negativo. Portanto um diagnóstico do tipo "positivo-negativo", quanto a classificação dos indivíduos, deve primar por apresentar uma precisão bastante acentuada.


OBJETIVA: (968987 votos)..........94.96% das questões objetivas receberam votos.
A aferição da PA é utilizada para classificação da gravidade do choque, mas há uma condição importante para que ela possa ser utilizada como parâmetro confiável:
A. a idade da criança ser maior de 2 anos
B. a diurese estar adequada para a idade e peso
C. se for possível palpar pulsos distais
D. se a criança não estiver com oxigenioterapia suplimentar
E. se a criança não recebeu nenhuma medicação inotropica

  RATING: 2.76

A aferição da PA é utilizada para classificação da gravidade do choque, mas há uma condição importante para que ela possa ser utilizada como parâmetro confiável:

A. a idade da criança ser maior de 2 anos
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. a diurese estar adequada para a idade e peso
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. se for possível palpar pulsos distais
CORRETO : A gravidade do choque frequentemente se caracteriza por seu efeito sobre a pressão arterial sistólica. O choque será descrito como compensado (normotensivo) se os mecanismos compensatórios puderem preservar a pressão arterial sistólica dentro da faixa normal (isto é, acima do 5º percentil da pressão arterial sistólica para a idade). ATENÇÃO! Cuidado com a medição da PA quando avaliaremos a gravidade do choque! Os dispositivos automáticos de medição da pressão arterial são precisos apenas quando há perfusão distai adequada. Ou seja, já que é um dos métodos para categorizar a gravidade do choque, a pressão arterial é medida somente se for possível palpar pulsos distais. Caso as extremidades estiverem frias e com perfusão deficiente, pulso fraco e perfusão periférica comprometida as leituras automáticas da pressão arterial poderão não ser confiáveis.
D. se a criança não estiver com oxigenioterapia suplimentar
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. se a criança não recebeu nenhuma medicação inotropica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.76)

DISCURSIVA: (174699 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Descreva as principais causas para o choque anafilático..........0,078125 pontos
(II) Enumeram 5 alérgenos comuns que podem causar choque anafilático.........0,078125 pontos
(III) Descreva os principais sintomas para o choque anafilático...........0,171875 pontos
(IV) Quais são as metas do tratamento para o choque anafilático?..............0,03125 pontos
(V) Em que consiste o tratamento para o choque anafilático?....................0,140625 pontos


RATING: 3.04

(I) Descreva as principais causas para o choque anafilático..........0,078125 pontos
(II) Enumeram 5 alérgenos comuns que podem causar choque anafilático.........0,078125 pontos
(III) Descreva os principais sintomas para o choque anafilático...........0,171875 pontos
(IV) Quais são as metas do tratamento para o choque anafilático?..............0,03125 pontos
(V) Em que consiste o tratamento para o choque anafilático?....................0,140625 pontos

(I) Causas: O choque anafilático é causado por uma reação alérgica grave (0,015625 p) pela exposição aos alimentos (0,015625 p), medicamentos (0,015625 p), picadas de insetos (0,015625 p) ou antigenos respiratórios (0,015625 p).

(II) Os cinco alérgenos mais comuns que podem causar choque anafilático são:

  • amendoim
  • marisco
  • leite
  • ovo
  • pólen
  • medicamentos
  • latex
  • picadas de insetos (0,015625 p para cada um dos cinco enumerados nesta lista)

(III) Sintomas: Os sintomas do choque anafilático podem incluir:

  • inchaço dos lábios (0,015625 p), língua (0,015625 p) e garganta (0,015625 p)
  • respiração ofegante (0,015625 p)
  • sudorese (0,015625 p)
  • náusea (0,015625 p), vômito (0,015625 p)
  • tontura (0,015625 p)
  • palpitações (0,015625 p)
  • colapso circulatório (0,015625 p)
  • queda da pressão arterial (0,015625 p)

(IV) O objetivo do tratamento

  • parar os sintomas (dificuldade para respirar, inchaço e urticária) (0,015625 p)
  • estabilizar a pressão arterial. (0,015625 p)

(V) O tratamento para o choque anafilático consiste em:

  • aplicar imediatamente a adrenalina (epinefrina) (0,015625 p) por via subcutânea (0,015625 p) ou intramuscular (0,015625 p),
  • administração de corticosteróides sistêmicos (0,015625 p)
  • anti-histamínicos. (0,015625 p)
  • broncodilatador (0,015625 p), se a vítima sofrer de asma
  • administrar oxigênio para manter o nível de oxigenação adequado (0,015625 p)
  • monitorar continuamente os sinais vitais (0,015625 p)
  • administrar volume para garantir o equilíbrio de líquidos e ajudar na correção da pressão sanguínea. (0,015625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

CASO CLINICO: (202994 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Criança do sexo masculino, seis anos de idade, sem antecedentes patológicos de relevo. Apresentou início agudo de tosse rouca, disfonia e estridor associados a sinais de dificuldade respiratória com agravamento progressivo. Sem outra sintomatologia associada. Sem conviventes doentes.
Observado por pediatra assistente cerca de duas horas após o início da sintomatologia, tendo sido objetivada febre (temperatura axilar de 38ºC).
À admissão apresentava-se polipneico, disfônico, com sinais de dificuldade respiratória grave nomeadamente estridor inspiratório, tiragem subcostal, supra-esternal e adejo nasal. Sem alterações na auscultação cardio-pulmonar, sem hipoxemia.
Manteve-se febril e, apesar da terapêutica com adrenalina nebulizada em intervalos regulares, manteve estridor, que se tornou bifásico. Cerca de oito horas após o início da sintomatologia, iniciou hipoxemia (FiO2 máximo de 0.28 para manter saturações periféricas de oxigênio > 92%). O estudo analítico demonstrou 10,2x109/L leucócitos com 84,8% neutrófilos e proteína C reativa (PCR) 53,2mg/L.
Utilizando os dados acima, esclarece:

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? 0,1 pontos
2) Indicam pelo menos três parâmetros de diagnóstico diferencial de laringotraqueobronquite. 0,3 pontos
3) Que agentes etiológicos são mais frequentemente implicados? 0,1 pontos




RATING: 2.87

1) Baseado no exame clinico e semiológico a principal suspeita é de traqueite bacteriana. A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito. Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia. Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais. 0,1 p

2) Três dos mais importantes elementos de diagnostico diferencial com laringotraqueobronquite: início abrupto do estridor (0,1 p) febre de dificil controle (0,1 p), falha de resposta na adrenalina (0,1 p);

3) Os agentes etiológicos mais frequentemente isolados são o Staphylococcus aureus (0,05 p) e Streptococcus pyogenes (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.87)




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