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MEDIDAS DE SAUDE COLETIVA OS INDICADORES DE SAUDE (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

As estatísticas de saúde surgiram primeiramente como uma forma de registrar e identificar os problemas de saúde das comunidades, visando controlar as doenças e os doentes, controle que melhoraria a organização das cidades, a produção econômica e o resguardo das classes sociais mais abastadas. As estatísticas apontavam grupos e áreas de risco, levando à exclusão social aqueles que se encontrassem doentes, o que justificava-se na medida que entendia-se a saúde como ausência de doença.

No decorrer dos anos, as estatísticas de saúde passaram a contribuir para a definição de parâmetros numéricos sobre a saúde de uma população, permitindo a comparação entre realidades de saúde. As comparações numéricas possibilitaram a definição de políticas que melhor atendessem às dificuldades de cada comunidade, relacionando o aparecimento de doenças com o tempo, o lugar e as pessoas (a freqüência e a distribuição das doenças).

Com a evolução do conceito de saúde e a compreensão de promoção da saúde, as estatísticas de saúde passaram a estar lado a lado com a discussão social e clínica. Tomou-se claro que os números não valeriam de nada sem a compreensão de que a saúde depende de condições sociais. Da mesma forma, ficou claro que os números não ajudariam em nada se a concepção clínica sobre o processo saúde-doença ainda fosse reduzida a realidades pontuais, se o indivíduo fosse destacado de seu ambiente e tratado como uma máquina em mau funcionamento. Ou seja, medir saúde ganhou também um sentido abrangente, com a bioestatística ajudando a compreender a realidade, a clínica olhando o indivíduo numa coletividade e a medicina social discutindo as singularidades de cada caso num contexto de abrangência social.


OBJETIVA: (940725 votos)..........94.13% das questões objetivas receberam votos.
Um paciente de 55 anos, fumante crônico, com história de exposição solar intensa ao longo da vida como trabalhador rural, apresenta lesão nodular perolácea na face, com telangiectasias superficiais, bordas elevadas e centro ulcerado, medindo 1,5 cm de diâmetro, sem linfadenomegalia regional palpável. A biópsia revela carcinoma basocelular nodular, com margens livres na amostra inicial. Considerando as características clínicas típicas, o diagnóstico histopatológico confirmatório e as opções terapêuticas recomendadas para lesões de baixo risco em áreas expostas, qual das seguintes afirmativas melhor orienta o manejo inicial e o acompanhamento subsequente nesse caso?
A. A eletrodessecação e curetagem é a terapia de escolha para lesões nodulares, promovendo cicatrização por segunda intenção com taxas de recidiva abaixo de 5%, sem necessidade de vigilância dermatológica regular pós-procedimento, dado o baixo potencial metastático.
B. A radioterapia fracionada deve ser priorizada em lesões faciais para preservar a estética, com doses totais de 30-40 Gy, e o follow-up limitado a avaliações anuais, ignorando o risco de neoplasias secundárias em pacientes com exposição ambiental prolongada.
C. O uso de imiquimode tópico 5% aplicado diariamente por 6 semanas é indicado como monoterapia, estimulando resposta inflamatória local via ativação de linfócitos T, com resolução completa em 80% dos casos, e sem ênfase em screening para outras malignidades sistêmicas.
D. A excisão cirúrgica com margens de 4 mm é recomendada para controle local efetivo, complementada por protocolo de acompanhamento dermatológico regular a longo prazo para monitorar recidivas, novas lesões e riscos associados como carcinoma pulmonar em fumantes.
E. A criocirurgia com nitrogênio líquido é preferível para lesões superficiais, repetida em sessões semanais até resolução, e o diagnóstico diferencial com queratose actínica é dispensável, pois ambos respondem igualmente sem impacto no prognóstico.

  RATING: 3.5

Um paciente de 55 anos, fumante crônico, com história de exposição solar intensa ao longo da vida como trabalhador rural, apresenta lesão nodular perolácea na face, com telangiectasias superficiais, bordas elevadas e centro ulcerado, medindo 1,5 cm de diâmetro, sem linfadenomegalia regional palpável. A biópsia revela carcinoma basocelular nodular, com margens livres na amostra inicial. Considerando as características clínicas típicas, o diagnóstico histopatológico confirmatório e as opções terapêuticas recomendadas para lesões de baixo risco em áreas expostas, qual das seguintes afirmativas melhor orienta o manejo inicial e o acompanhamento subsequente nesse caso?

A. A eletrodessecação e curetagem é a terapia de escolha para lesões nodulares, promovendo cicatrização por segunda intenção com taxas de recidiva abaixo de 5%, sem necessidade de vigilância dermatológica regular pós-procedimento, dado o baixo potencial metastático.
INCORRETO: A eletrodessecação e curetagem é mais adequada para lesões pequenas e superficiais, não para nodulares com ulceração central, onde as taxas de recidiva podem exceder 10% em áreas de alto risco cosmético; além disso, ignora a necessidade de acompanhamento regular, pois após o diagnóstico inicial observa-se probabilidade elevada de desenvolvimento de câncer de pele adicional, demandando monitoramento contínuo para intervenções precoces.
B. A radioterapia fracionada deve ser priorizada em lesões faciais para preservar a estética, com doses totais de 30-40 Gy, e o follow-up limitado a avaliações anuais, ignorando o risco de neoplasias secundárias em pacientes com exposição ambiental prolongada.
INCORRETO : A radioterapia é reservada para casos inoperáveis ou pacientes idosos com comorbidades, não como primeira escolha em lesões faciais operáveis, onde pode causar atrofia tecidual e telangiectasias secundárias; o follow-up deve ser mais frequente que anual, especialmente em pacientes com exposição ambiental, para vigiar não apenas recidivas mas também o surgimento de novas lesões, contrariando a limitação proposta.
C. O uso de imiquimode tópico 5% aplicado diariamente por 6 semanas é indicado como monoterapia, estimulando resposta inflamatória local via ativação de linfócitos T, com resolução completa em 80% dos casos, e sem ênfase em screening para outras malignidades sistêmicas.
INCORRETO : O imiquimode tópico é eficaz principalmente para carcinomas basocelulares superficiais ou múltiplos, não para lesões nodulares invasivas, onde a resolução completa é inferior a 70% e pode deixar margens residuais; ademais, subestima a importância de screening multidisciplinar para riscos sistêmicos, já que esses pacientes exibem probabilidade aumentada para outras malignidades, reforçando a necessidade de avaliação integrada além do tratamento local.
D. A excisão cirúrgica com margens de 4 mm é recomendada para controle local efetivo, complementada por protocolo de acompanhamento dermatológico regular a longo prazo para monitorar recidivas, novas lesões e riscos associados como carcinoma pulmonar em fumantes.
CORRETO : Para pacientes com carcinoma basocelular, especialmente em áreas expostas ao sol como a face, a excisão cirúrgica com margens adequadas garante remoção completa com baixo risco de recidiva local, permitindo avaliação histopatológica precisa; além disso, o protocolo de vigilância dermatológica contínua é essencial para detectar recidivas locais, metástases raras ou novas lesões neoplásicas, e uma abordagem multidisciplinar integra screening para fatores de risco sistêmicos como tabagismo, que eleva a probabilidade de malignidades não cutâneas comuns, otimizando o prognóstico em indivíduos com exposição crônica.
E. A criocirurgia com nitrogênio líquido é preferível para lesões superficiais, repetida em sessões semanais até resolução, e o diagnóstico diferencial com queratose actínica é dispensável, pois ambos respondem igualmente sem impacto no prognóstico.
INCORRETO : A criocirurgia é indicada para lesões pré-malignas como queratoses actínicas ou carcinomas superficiais, não para basocelulares nodulares com ulceração, onde o controle histológico é impreciso e as recidivas são comuns; o diagnóstico diferencial é crucial, pois queratoses actínicas podem progredir para carcinomas invasivos, impactando diretamente o manejo e o prognóstico, demandando biópsia confirmatória em lesões suspeitas

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.5)

DISCURSIVA: (171299 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os principais pontos da estrategia de prevençao da esquistossomiase (0,5 pontos)


RATING: 3

Enumeram os principais pontos da estrategia de prevençao da esquistossomiase (0,5 pontos)

A esquistossomose é, fundamentalmente, uma doença resultante da ausência ou precariedade de saneamento básico.

I) Controle dos Portadores

  1. Identificação dos portadores de S. mansoni, por meio de inquéritos coproscópicos a cada dois anos, deve fazer parte da programação de trabalho das secretarias municipais de saúde das áreas endêmicas. (0,05 p)
  2. Quimioterapia específica dos portadores, visando reduzir a carga parasitária e impedir o aparecimento de formas graves. (0,05 p)
  3. Para o diagnóstico e tratamento dos portadores faz-se necessária a participação das equipes do Programa Saúde da Família (PSF), que devem atuar em conjunto com os agentes de saúde encarregados do Programa de Controle da Esquistossomose, por exemplo, no tratamento dos portadores e nas orientações sobre educação em saúde para as pessoas expostas ao risco de contrair esquistossomose.(0,05 p)
  4. A coproscopia para a detecção dos indivíduos infectados pelo S. mansoni e o conseqüente tratamento são medidas dirigidas de maneira direta e mais imediata ao objetivo principal do Programa: controlar a morbidade, especialmente prevenindo a evolução para as formas graves da doença.(0,05 p)
  5. Essas ações de diagnóstico e tratamento devem ser viabilizadas, incorporadas e integradas à rotina dos serviços de atenção primária à saúde (rede básica de saúde). (0,05 p)

II) Saneamento Ambiental

As ações de saneamento ambiental são reconhecidas como as de maior eficácia para as modificações de caráter permanente das condições de transmissão da esquistossomose e incluem:

  1. coleta e tratamento de dejetos, (0,04 p)
  2. abastecimento de água potável, (0,04 p)
  3. instalações hidráulicas e sanitárias, (0,04 p)
  4. aterros para eliminação de coleções hídricas que sejam criadouros de moluscos, (0,04 p)
  5. drenagens, limpeza e retificação de margens de córregos e canais, (0,04 p)
  6. construções de pequenas pontes.(0,04 p)

Essas ações deverão ser simplificadas e de baixo custo, a fim de serem realizadas em todas as áreas necessárias. (0,01 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (198373 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um menino de 6 anos é levado ao seu consultório por causa de uma erupção cutânea que começou superficialmente com surgimento de várias pequenas vesículas nas pernas e joelhos. Não há febre ou calafrios. Ele mora num sítio e costuma sair no pomar de calças curtas.
Os sinais vitais são T 37,0 ° C (98,6 ° F), PA 110/70 mm Hg, pulso 84 / min e respiração 16 / min. O exame físico mostra lesões castanho-mel, crostosas com um aspecto eritematoso base em ambas as pernas. Existem também outras lesões, em vários estágios de formação de crostas e abertura. O exame clínico é normal.

(I) Qual é o diagnostico mais provável?  (0,125 p)

(II) Quais são os agentes etiopatologicos mais encontrados?  (0,25 p)

(III) Qual é a complicação mais frequente desta doença?  (0,125 p)




RATING: 2.97

(I) Qual é o diagnostico mais provável?

Impetigo. (0,125 p)

DISCUSSÃO: Infecção superficial da epiderme, normalmente causado por estreptococos do grupo A, S. aureus, talvez MRSA, associado a condições de calor, higiene precária e aglomeração, lesão com crosta “cor de mel”.

(II) Quais são os agentes etiopatologicos mais encontrados?

Etiologia esperada: Streptococcus pyogenes (estreptococos do grupo A) (0,125 p) ou Staphylococcus aureus (pode se apresentar como não bolhoso) (0,125 p)

(III) Qual é a complicação mais frequente desta doença?

As complicações do impetigo incluem glomerulonefrite pós-estreptocócica (0,125 p). Tratamento da infecção não parece prevenir esta complicação.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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