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A TRAQUEITE BACTERIANA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito.

Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia.

Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais.

Apesar de ser uma entidade rara, está entre as emergências pediátricas da via aérea que mais frequentemente requerem admissão nos cuidados intensivos.

A traqueíte bacteriana é mais frequentemente provocada pelo Staphylococcus aureus e pelo Streptococcus pyogenes.


OBJETIVA: (1130621 votos)..........99.48% das questões objetivas receberam votos.
Na presença de infecção no lado obstruído por cálculo no trato urinário superior, a conduta prioritária consiste em:
A. Realizar litotripsia ureteroscópica imediata para remoção do cálculo
B. Descompressão urgente do sistema coletor com stent ureteral retrógrado ou nefrostomia percutânea associada a antibióticos sem tratar o cálculo definitivamente na fase aguda
C. Manejo ambulatorial com hidratação oral e analgésicos via oral
D. Observação conservadora até eliminação espontânea independentemente da infecção
E. Uso rotineiro de corticosteroides para redução do edema

  RATING: 2.74

Na presença de infecção no lado obstruído por cálculo no trato urinário superior, a conduta prioritária consiste em:

A. Realizar litotripsia ureteroscópica imediata para remoção do cálculo
INCORRETO: A litotripsia ureteroscópica é contraindicada na fase aguda de infecção e deve ser reservada para momentos eletivos após resolução da infecção.
B. Descompressão urgente do sistema coletor com stent ureteral retrógrado ou nefrostomia percutânea associada a antibióticos sem tratar o cálculo definitivamente na fase aguda
CORRETO : Na presença de infecção no lado obstruído configura-se uma emergência cirúrgica, demandando antibióticos agressivos; o trato superior deve ser descomprimido urgentemente via cistoscopia com colocação de stent ureteral retrógrado ou nefrostomia percutânea para prevenir piora clínica, sepse e choque séptico. Nesse cenário de infecção no trato superior, o foco é descomprimir e drenar o sistema obstruído e infectado, sem abordar o cálculo de forma definitiva. Procedimentos como litotripsia ureteroscópica são contraindicados nessa fase aguda e devem ser reservados para momentos eletivos, com o paciente estável e infecção resolvida. É crucial considerar que, em obstrução completa do trato superior por cálculo, pode haver infecção grave com pionefrose, e a urina eliminada pode parecer normal de forma enganosa; assim, o quadro clínico integral deve ser avaliado e, se um paciente for internado por infecção urinária febril grave o suficiente para hospitalização, um exame de imagem do trato superior deve ser realizado imediatamente para excluir obstrução que exija intervenção urgente.
C. Manejo ambulatorial com hidratação oral e analgésicos via oral
INCORRETO : Pacientes com infecção no lado obstruído não preenchem critérios para manejo ambulatorial e necessitam de internação para hidratação, analgesia e possível procedimento cirúrgico.
D. Observação conservadora até eliminação espontânea independentemente da infecção
INCORRETO : A observação conservadora não é adequada quando existe infecção associada à obstrução, pois configura emergência cirúrgica.
E. Uso rotineiro de corticosteroides para redução do edema
INCORRETO : O uso rotineiro de corticosteroides não é indicado nesse cenário; eles podem ser considerados em TME como alternativa em casos sem infecção, mas com evidências limitadas.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.74)

DISCURSIVA: (182011 votos) ..........99.39% das questões discursivas receberam votos.
I) Quais são os efeitos do veneno bothropico? 0,15 pontos
II) Quais são os efeitos do veneno crotalico? 0,15 pontos
III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma? 0,2 pontos


RATING: 2.99

I) Quais são os efeitos do veneno bothropico? 0,15 pontos
II) Quais são os efeitos do veneno crotalico? 0,15 pontos
III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma? 0,2 pontos

I) Quais são os efeitos do veneno bothropico?

Os efeitos do veneneo bothropico são:
- coagulante 0,05 p
- hemorragico 0,05 p
- proteolitico 0,05 p
Discussão: Proteolítica: As lesões locais, como edema, bolhas e necrose, atribuídas inicialmente à “ação proteolítica”, têm patogênese complexa. Possivelmente, decorrem da atividade de proteases, hialuronidases e fosfolipases, da liberação de mediadores da resposta inflamatória, da ação das hemorraginas sobre o endotélio vascular e da ação pró-coagulante do veneno.
Coagulante: A maioria dos venenos botrópicos ativa, de modo isolado ou simultâneo, o fator X e a protrombina. Possui também ação semelhante à trombina, convertendo o fibrinogênio em fibrina. Essas ações produzem distúrbios da coagulação, caracterizados por consumo dos seus fatores, geração de produtos de degradação de fibrina e fibrinogênio, podendo ocasionar incoagulabilidade sangüínea. Este quadro é semelhante ao da coagulação intravascular disseminada. Os venenos botrópicos podem também levar a alterações da função plaquetária bem como plaquetopenia.
Hemorragica: As manifestações hemorrágicas são decorrentes da ação das hemorraginas que provocam lesões na membrana basal dos capilares, associadas à plaquetopenia e alterações da coagulação.

II) Quais são os efeitos do veneno crotalico?

Os efeitos do veneno crotalico são:
- neurotoxico 0,05 p
- miotoxico 0,05 p
- coagulante 0,05 p
Discussão: Neurotoxica: produzida principalmente pela fração crotoxina, uma neurotoxina de ação pré-sináptica que atua nas terminações nervosas inibindo a liberação de acetilcolina. Esta inibição é o principal fator responsável pelo bloqueio neuromuscular do qual decorrem as paralisias motoras apresentadas pelos pacientes.
Miotoxica: produz lesões de fibras musculares esqueléticas (rabdomiólise) com liberação de enzimas e mioglobina para o soro e que são posteriormente excretadas pela urina. Não está identificada a fração do veneno que produz esse efeito miotóxico sistêmico. Há referências experimentais da ação miotóxica local da crotoxina e da crotamina. Estudos mais recentes não demonstram a ocorrência de hemólise nos acidentes humanos.
Coagulante: Decorre de atividade do tipo trombina que converte o fibrinogênio diretamente em fibrina. O consumo do fibrinogênio pode levar à incoagulabilidade sangüínea. Geralmente não há redução do número de plaquetas. As manifestações hemorrágicas, quando presentes, são discretas.

III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma?

O fácies miastênica (fácies neurotóxica de Rosenfeld) é caracterizada pela ptose palpebral uni ou bilateral (0,05 p), flacidez da musculatura da face (0,05 p), alteração do diâmetro pupilar (0,05 p), incapacidade de movimentação do globo ocular (oftalmoplegia) (0,05 p). 
É caracteristico para o acidente crotalico grave (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

CASO CLINICO: (212177 votos)..........99.49% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino, 42 anos de idade, oriundo do município de Itapiranga, SC.Em sua história pregressa narrou que seus exames laboratoriais sempre apresentaram anemia. Seu hemograma apresentou alterações significativas em alguns índices hematimétricos, como pode ser visto abaixo:



 Valores de Referência: ERI= Eritrócitos (4,00 – 6,00 x 106/μL); HCT= Hematócrito (35,0 -60,0%); Hb= Hemoglobina (11,0 – 18,0g/dL); VCM= Volume Corpuscular Médio (80,0 -100,0 fL); HCM= Hemoglobina Celular Média (27,0 – 31,0 pg); CHCM=Concentração de Hemoglobina Corpuscular Média (33,0 – 35,5 g/dL); RDW= Amplitude da Distribuição dos Eritrócitos (11,5 – 14,5%).
No esfregaço, o paciente apresentou: anisocitose, hipocromia, microcitose, policromasia, ponteado basófilo, eliptócito, dacriócito.

Bioquimica: Ferro (μg/dL) 136,0 Ferritina (ng/mL) 1.153,0
Valores de Referência (ferro sérico): Homens – 59,0 a 158,0 μg/dL e Mulheres – 37,0 a 145,0 μg/dL.Valores de Referência (ferritina): Homens – 30,0 a 40,0 ng/mL; Mulheres – 13,0 a 150,0 ng/mL e Crianças (4 meses a 16 anos) – 20,0 a 200,0 ng/mL.

PERGUNTA-SE:

1) Quais são os principais achados que chamam atenção na eritrograma? Justifiquem e caracterizam a eritrograma. (0,35 p)
2) Que importante exame laboratorial está faltando? Qual seria a justificativa? (0,1 p)
3)  Qual é a importância do dosagem da ferritina para esse paciente? (0,05 p)


RATING: 2.97

O paciente de 42 anos do presente caso em estudo apresentou valor de hemoglobina e hematócrito dentro dos valores de referência e no limite inferior, respectivamente. A microcitose (VCM= 65,5 fL) e a hipocromia (HCM = 22,4 pg) chama atenção neste eritrograma. A hipocromia foi difícil de ser visualizada na extensão sanguínea (CHCM =34,2 g/dl), mas ela estava presente porque o HCM está abaixo do valor de referência (27 pg). A hipocromia foi marcada em função do valor do HCM. A anisocitose foi outro achado consistente, pois o RDW foi de 16%. Este eritrograma pode ser classificado como sendo microcítico e hipocrômico e tendo uma população eritrocitária heterogênea. Para dosagem da ferritina pode ser afastada a possibilidade de anemia ferropriva. QUESTÃO 1: A microcitose (VCM= 65,5 fL) e a hipocromia (HCM = 22,4 pg) chamam a atenção neste eritrograma. A hipocromia, difícil de ser visualizada na extensão sanguínea (CHCM =34,2 g/dl), esta presente porque o HCM está abaixo do valor de referência (27 pg). A hipocromia foi marcada em função do valor do HCM.(2 x 0,1 p = 0,2 p) A anisocitose é outro achado consistente, pois o RDW foi de 16%. (0,1 p) O paciente de 42 anos do presente caso em estudo apresentou valor de hemoglobina e hematócrito dentro dos valores de referência e no limite inferior, respectivamente.Este eritrograma pode ser classificado como sendo microcítico e hipocrômico e tendo uma população eritrocitária heterogênea. (0,05 p)
QUESTÃO 2: falta a eletroforese das hemoglobinas, para avaliar a possibilidade de existência de alguma hemoglobinopatia (por exemplo, talassemia). (0,1 p)
QUESTÃO 3: Através do dosagem da ferritina pode ser afastada a possibilidade de anemia ferropriva. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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