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QUEIMADURAS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A queimadura é uma causa comum de morte acidental e desfiguração em crianças. Apenas colisões de veículos automotores causam mais mortes relacionadas com o trauma.
Um paciente jovem e saudável com queimadura de praticamente qualquer extensão pode sobreviver com o uso de técnicas de tratamento modernas.
Novos avanços podem ser feitos nessas áreas e os cientistas estão atuando em todos esses campos para descobrir meios de melhorar ainda mais a sobrevida e os resultados.
A associação com abuso infantil e a natureza prevenível das queimaduras constituem uma área de grande preocupação em pediatria.
Suas causas comuns incluem água ou alimentos quentes, aparelhos elétricos, chamas, grelhas, queimaduras relacionadas com veículos e frisadores de cabelos. As queimaduras ocorrem comumente em pré-escolares — mais frequentemente nos meninos que nas meninas.
São acidentes graves que acometem todas as faixas etárias. A maioria dessas lesões é evitável e, desta forma, suscetível a estratégias preventivas.

OBJETIVA: (950208 votos)..........93.89% das questões objetivas receberam votos.
Um homem questiona seu médico sobre seu alvo do nível de colesterol. Ele tem 29 anos, sem história pessoal ou familiar de doença cardíaca. Não fuma, nega hipertensão e diabetes, e tem um índice de massa corporal de 26 kg/m2. O homem diz que ouviu que há vários tipos de colesterol e quer saber qual marcador seria o melhor para ele seguir. O médico diz ao homem que seguir o colesterol LDL seria uma opção razoável. Começando com que nível de LDL deveria ser considerada a terapia farmacológica?
A. LDL> 100 mg / dL
B. LDL> 130 mg / dL
C. LDL> 160 mg / dL
D. LDL> 190 mg / dL
E. LDL> 200 mg / dL

  RATING: 2.97

Um homem questiona seu médico sobre seu alvo do nível de colesterol. Ele tem 29 anos, sem história pessoal ou familiar de doença cardíaca. Não fuma, nega hipertensão e diabetes, e tem um índice de massa corporal de 26 kg/m2. O homem diz que ouviu que há vários tipos de colesterol e quer saber qual marcador seria o melhor para ele seguir. O médico diz ao homem que seguir o colesterol LDL seria uma opção razoável. Começando com que nível de LDL deveria ser considerada a terapia farmacológica?

A. LDL> 100 mg / dL
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. LDL> 130 mg / dL
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. LDL> 160 mg / dL
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. LDL> 190 mg / dL
CORRETO : As diretrizes do National Cholesterol Education Program recomendam que aqueles com baixo risco de doença cardíaca (fator de risco 0-1) mantenham um nível de LDL colesterol abaixo de 160 mg/dL, mas o tratamento farmacológico só é recomendado se os níveis LDL irem acima de 190 mg/dL. Um colesterol LDL entre 160 e 190 mg/dL pode ser tratado com mudanças terapêuticas no estilo de vida. Fatores de risco incluem idade avançada, doenças cardíacas, diabetes, hipertensão e tabagismo.
E. LDL> 200 mg / dL
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

DISCURSIVA: (173287 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)


RATING: 2.97

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto?
• Recém-nascidos portadores de anomalias congênitas da boca, lábios, língua, palato ou pescoço, (0,04 p) nos quais o ajuste adequado entre face e máscara é difícil e a visualização da laringe com o laringoscópio é complicada ou não é factível. (0,04 p)
• Recém-nascidos com mandíbula pequena ou língua volumosa, em que a ventilação com máscara e a intubação traqueal não foram bem-sucedidas. Exemplos comuns incluem os pacientes portadores da Sequência de Robin e de Trissomia 21. (0,07 p)
• Quando a ventilação com pressão positiva fornecida por máscara facial é inefetiva e as tentativas de intubação não foram bem-sucedidas ou a intubação não é factível. (0,07 p)

(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal?
As máscaras laríngeas têm várias limitações a serem consideradas durante a reanimação neonatal.
• Não servem para aspirar secreções das vias aéreas (0,07 p).
• Se há necessidade de pressões elevadas durante a ventilação, a mistura gasosa pode escapar través do selo entre faringe e máscara, resultando em pressão insuficiente para inflar os pulmões. (0,07 p)
• Não são seguras para administrar medicação endotraqueal (podem extravasar da máscara e se direcionarem ao esôfago) (0,07 p)
• As máscaras laríngeas não podem ser usadas em recém-nascidos muito pequenos. (0,07 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (200698 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Homem branco, 20 anos, professor de natação, solteiro, referindo início dos sintomas há 10 dias, com ardência na orofaringe, obstrução nasal, febre baixa, cefaleia e mialgias. Procurou atendimento médico no Pronto Socorro municipal, tendo o diagnóstico de resfriado comum. Após 5 dias com persistência dos sintomas iniciais, passou a apresentar cefaleia frontal intensa, contínua, com irradiação retro-orbitária, piorando com a flexão da cabeça e não melhorando com analgésicos comuns. Houve piora da obstrução nasal, aparecimento de rinorreia amarelada, tosse seca e febre alta que cedia temporariamente com uso de dipirona. No décimo dia de doença, notou aparecimento de eritema e edema periorbitário, com grande piora do quadro clínico e febre alta contínua.
1) Qual o diagnóstico provável para o quadro clínico descrito até o décimo dia de evolução e qual exame poderia ser realizado pelo médico assistente, durante o exame físico, para confirmar o diagnóstico? (0,2 pontos)
2) Cite três hipóteses diagnósticas para os sinais e sintomas observados no décimo dia de evolução e qual exame deveria ser solicitado para confirmar o seu diagnóstico clínico e as possíveis complicações. (0,3 pontos)


RATING: 2.86

1) Qual o diagnóstico provável para o quadro clínico descrito até o décimo dia de evolução e qual exame poderia ser realizado pelo médico assistente, durante o exame físico, para confirmar o diagnóstico?
Rinossinusite aguda, diagnosticada clinicamente pela rinoscopia, pela presença de secreção mucupurulenta no meato médio. (0,2 p)
2) Cite três hipóteses diagnósticas para os sinais e sintomas observados no décimo dia de evolução e qual exame deveria ser solicitado para confirmar o seu diagnóstico clínico e as possíveis complicações.
Três das possíveis hipóteses:
- trombose do seio cavernoso (0,05 p) - tomografia computadorizada (exame ouro) (0,05 p)
- celulite retro-orbitária (0,05 p) - ressonância nuclear magnética (melhor para avaliação das partes moles, não sendo ideal na osteomielite) (0,05 p)
- meningite (0,05 p) - análise do liquor (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.86)




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