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NEOPLASIA DE CÓLON (ÁREA DE CIRURGIA)

O câncer colorretal representa a terceira neoplasia maligna mais frequente em termos de incidência global.

No âmbito do cólon, as regiões de maior acometimento são o sigmoide e o descendente, seguidas em ordem decrescente pelo ceco-ascendente e pelo transverso, o que reflete padrões de distribuição que devem ser considerados na abordagem diagnóstica e terapêutica.

Quanto às diferenças relacionadas ao sexo, observa-se que o câncer retal predomina nos indivíduos do sexo masculino, ao passo que o câncer de cólon manifesta-se com incidência equivalente entre homens e mulheres, ressaltando a importância de fatores hormonais e ambientais na patogênese.

Por fim, do ponto de vista histológico, o adenocarcinoma constitui a variante predominante no espectro do câncer colorretal, representando mais de 90% das neoplasias malignas dessa origem, o que reforça a necessidade de uma análise morfológica precisa para o planejamento oncológico adequado.


OBJETIVA: (985864 votos)..........95.74% das questões objetivas receberam votos.
É considerada normal a seguinte seqüência de desenvolvimento na maturação sexual feminina:
A. telarca, pubarca e menarca
B. pubarca, telarca e menarca
C. menarca, pubarca e telarca
D. telarca, menarca e pubarca
E. menarca, telarca e pubarca

  RATING: 2.98

É considerada normal a seguinte seqüência de desenvolvimento na maturação sexual feminina:

A. telarca, pubarca e menarca
INCORRETO: O primeiro sinal de desenvolvimento sexual em meninas costuma ser a telarca - aumento do volume das mamas (nos meninos o primeiro sinal de puberdade é o aumento do volume testicular), em seguida surgem pêlos pubianos caracterizando a pubarca, por último e em geral dois anos após o início da puberdade, surge a menarca - primeira menstruação.
B. pubarca, telarca e menarca
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. menarca, pubarca e telarca
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. telarca, menarca e pubarca
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. menarca, telarca e pubarca
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (175860 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite os resultados de exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico de Síndrome HELLP. (0,5 pontos).


RATING: 3.07

Cite os resultados de exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico de Síndrome HELLP. (0,5 pontos).

Exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico:
  • Presença de esquizócitos em sangue periférico (0,125 p)
  • Plaquetopenia ou plaquetas abaixo de 100.000/mL (0,125 p)
  • Enzimas hepáticas elevadas ou TGO, TGP e DHL elevados (0,125 p)
  • Bilirrubinemia - Bilirrubinas elevadas (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

CASO CLINICO: (204251 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.91

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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