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A TRAQUEITE BACTERIANA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito.

Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia.

Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais.

Apesar de ser uma entidade rara, está entre as emergências pediátricas da via aérea que mais frequentemente requerem admissão nos cuidados intensivos.

A traqueíte bacteriana é mais frequentemente provocada pelo Staphylococcus aureus e pelo Streptococcus pyogenes.


OBJETIVA: (1003643 votos)..........96.38% das questões objetivas receberam votos.
Um homem de 50 anos procura o cirurgião, seis meses após ser submetido a colecistectomia videolaparoscópica, com icterícia e prurido. Refere que a icterícia teve início há 5 semanas e familiares tem observado piora progressiva desde então. A hipótese etiológica mais provável é:
A. tumor de Klatskin
B. colangite esclerosante
C. biloma
D. cálculo residual
E. estenose cicatricial

  RATING: 3.14

Um homem de 50 anos procura o cirurgião, seis meses após ser submetido a colecistectomia videolaparoscópica, com icterícia e prurido. Refere que a icterícia teve início há 5 semanas e familiares tem observado piora progressiva desde então. A hipótese etiológica mais provável é:

A. tumor de Klatskin
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. colangite esclerosante
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. biloma
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. cálculo residual
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. estenose cicatricial
CORRETO : Vamos agora estabelecer alguns conceitos importantes: Quando um paciente apresenta colelitíase ou colecistite aguda imediatamente entendemos que ele é portador de cálculos em sua vesícula. Agora imaginem a seguinte história: “um paciente portador de cálculos em sua vesícula um belo dia ficou ictérico com regressão da icterícia após um determinado período...” Qual é a conclusão que chegamos? É que o cálculo migrou da vesícula biliar e foi parar no colédoco determinando um quadro de coledocolitíase.
Mas por que houve regressão da icterícia? Porque a icterícia da coledocolitíase é obrigatoriamente FLUTUANTE? Sendo assim, não podemos garantir se o cálculo foi eliminado ou não. Concluímos então que pode haver cálculos no colédoco e o paciente não manifestar icterícia, correto? Absolutamente correto! Desta forma quando se realiza uma colecistectomia para tratamento de colecistite aguda, por exemplo, mesmo que o paciente nunca tenha ficado ictérico é natural a realização de um exame que possa detectar cálculos no colédoco, sendo este exame a colangiografia peroperatória. Mesmo com este exame, alguns cálculos podem não ser notados e o paciente pode se tornar sintomático da coledocolitíase posteriormente em algum momento de sua vida, fenômeno conhecido como coledocolitíase residual. No entanto o nosso problema a ser resolvido é o seguinte: icterícia pós colecistectomia. A coledocolitíase residual é uma possibilidade, porém o caráter progressivo da icterícia afasta este diagnóstico. Outra causa de icterícia neste contexto é a ligadura inadvertida do colédoco, ou seja, o cirurgião liga o colédoco achando que está ligando o ducto cístico, no entanto essa complicação cursa com icterícia imediatamente no pós-operatório, o que também não é o caso. Durante a colecistectomia, o trauma inadvertido do colédoco com eletrocautério pode levar a estenose progressiva, condição que cursa com icterícia após um período variado no pós-operatório. A única explicação possível para o quadro descrito é a estenose cicatricial do colédoco.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.14)

DISCURSIVA: (176527 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
Em relação ao Sistema de Informação em Saúde no Brasil (SIS):
A) Cite três dos principais problemas que afetam esse Sistema. (0,15 pontos)
B) Cite três das principais fontes de dados utilizadas pelo SIS. (0,15 pontos)
C) Discuta a aplicação dos dados do SIS nas ações dos serviços de saúde e nas práticas de atenção à saúde. (0,2 pontos)


RATING: 2.78

Em relação ao Sistema de Informação em Saúde no Brasil (SIS):
A) Cite três dos principais problemas que afetam esse Sistema. (0,15 pontos)
B) Cite três das principais fontes de dados utilizadas pelo SIS. (0,15 pontos)
C) Discuta a aplicação dos dados do SIS nas ações dos serviços de saúde e nas práticas de atenção à saúde. (0,2 pontos)

1) Principais problemas:
  • falta de treinamento de pessoal (0,05 p)
  • ausência de registros confiáveis (0,05 p)
  • ausência de integração do SIS com as estruturas prestadoras de serviços (retroalimentação) (0,05 p)
2) Principais fontes de dados estruturas prestadoras de serviços de saúde:
  • hospitais (0,05 p)
  • policlínicas (0,05 p)
  • rede básica (0,05 p)
  • laboratórios clínicos (0,05 p)
  • cartórios de registros (0,05 p)
3) As informações do SIS brasileiro são utilizadas na construção de indicadores de Saúde, baseadas na esfera clínica ligada à prestação de serviços no sentido individual, como exemplo:
  • indicadores de mortalidade e morbidade (0,05 p)
  • informações epidemiológicas, em que constam: (0,05 p)
  • dados populacionais
  • informações demográficas
  • informações de caráter socioeconômico
  • informações de caráter administrativo (recursos humanos, financeiros e de processo de trabalho dos serviços de saúde)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.78)

CASO CLINICO: (205022 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente dá entrada na UTI de um hospital em coma após ter sido encontrado abandonado na rua, sem assistência ou familiares para maiores informações. Após o procedimento médico padrão com a administração de medicamentos para estabilizar o paciente, a partir do quadro clínico, o exame da gasometria laboratorial revela os seguintes achados:
  • pH: 7,4
  • [HCO3-]real: 80 mEql/l
  • pCO2: 133 mmHg
  • [HCO3-]standard: 34 mEql/l
  • BE.: +10
Que tipo de desequilíbrio o paciente apresenta? Explique! (0,5 pontos)




RATING: 2.96

Em toda questão ou caso clinico de distúrbio acido básico tem que seguir o  algoritmo seguinte:

PASSO 1: E ACIDOSE OU ALCALOSE? E uma acidose (0,025 p), conforme pH 7,40, o pH normal sendo considerado 7,44 (0,025 p) .

PASSO 2: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA? Parece uma acidose respiratória (0,025 p) , porque o mais que e modificado e o CO2  (0,025 p) sendo 133 mm Hg (3 vezes mais que o valor normal (0,025 p) - nem o bicarbonato não e normal (0,025 p) , mais e menos modificado que pACO2)  (0,025 p)
PASSO 3: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA AGUDA OU CRONICA?

ATENÇÃO, PORQUE ISTO E SUPER-IMPORTANTE !
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando distúrbio e cronico a queda do pH e de 0,03. (0,025 p)
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando o distúrbio e agudo a queda de pH e de 0,08. (0,025 p)

Da pra ver que o pH e pouco modificado (0,025 p) em comparação com a enorme pA do CO2  (0,025 p),  ou seja o distúrbio é cronico (0,025 p) , e, já que a pACO2 e de 133 mmHg podemos ter certeza de mais uma coisa: não é uma retenção voluntária (0,025 p) - hipoventilação. 
Relembramos que a retenção voluntaria de CO2 (para equilibrar a alcalose metabólica) nunca não vai passar de 55. Então, se um paciente aparece com 133 mm Hg pACO2 a gasometria, isto não e por causa da hipoventilação ! Isto e útil para saber que nos casos acima apresentados nunca não vamos conseguir equilibrar uma alcalose metabólica utilizando a retenção de CO2 mais que 55 mm Hg.

PASSO 4: É preciso observar que o HCO3 é muito alto (0,025 p) , o que indica, provavelmente uma alcalose metabólica (0,025 p) que tenta compensar a acidose respiratória (0,025 p) , e isso tem sustento no fato que a acidose respiratória é cronica (0,025 p) , ou seja, o rim já mobilizou os mecanismos compensatórios.  (0,025 p)
Em conclusão, o paciente apresenta uma acidose respiratória cronica (0,025 p) , em conjunto com uma alcalose metabólica compensatória. (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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