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INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

Intussuscepção intestinal é uma condição médica que ocorre quando uma parte do intestino desliza dentro da parte seguinte do intestino, formando um tipo de tubo de dois comprimentos. Geralmente, esta condição acomete crianças com menos de 5 anos de idade, mas adultos também podem desenvolver a doença.
Os sintomas da intussuscepção intestinal incluem dor abdominal, vômitos, diarreia, perda de apetite, inchaço abdominal e febre. O diagnóstico geralmente é realizado por meio de exames de imagem, como ultrassom, tomografia computadorizada ou raio-X.
A intussuscepção intestinal geralmente é tratada com cirurgia, para remover a parte afetada do intestino. No entanto, em alguns casos, a condição pode ser resolvida com o uso de fluidos intravenosos ou líquidos para aliviar a pressão no intestino.

OBJETIVA: (1394693 votos)..........94.98% das questões objetivas receberam votos.
A melhor modalidade para avaliar a gravidade do choque causado pelo descolamento prematuro da placenta consta em:
A. avaliar a quantidade de sangue perdida pela ultrassonografia
B. presença de sintomas caracteristicos: palor, agitação, ansiedade, hipotensão, pulso filiforme
C. a avaliação dos batimentos cardíacos fetáis (BCF)
D. a avaliação da diurése
E. medir a pressão venosa central

  RATING: 3.06

A melhor modalidade para avaliar a gravidade do choque causado pelo descolamento prematuro da placenta consta em:

A. avaliar a quantidade de sangue perdida pela ultrassonografia
INCORRETO: a quantidade de sangue perdida não esta relacionada com o estado geral da paciente
B. presença de sintomas caracteristicos: palor, agitação, ansiedade, hipotensão, pulso filiforme
INCORRETO : o estado de choque e muito impressionante e barulhento: palor, agitação, ansiedade, hipotensão, pulso filiforme, mas as vezes a sintomatologia não érelacionada com a intensidade do choque
C. a avaliação dos batimentos cardíacos fetáis (BCF)
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. a avaliação da diurése
INCORRETO : O problema principal e que não podemos fazer a diferença entre a necrose epitelial e a necrose cortical sem biopsia renal – o que, praticamente e impossível nas condições de choque, por isso, provavelmente que o mais indicado e tratar já uma insuficiência renal aguda (anuria) como se fosse um perigo iminente de morte, porque, se a necrose tubular e reversível em grande proporção a necrose cortical bilateral acaba com morte em 7-12 dias.
E. medir a pressão venosa central
CORRETO : o choque e variável e não tem muita concordância com o volume da hemorragia. A melhor modalidade para avaliar a gravidade do choque e medir a pressão venosa central

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

DISCURSIVA: (195289 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre a síndrome de Cushing, responda:

  1. Principal diagnóstico diferencial e sinais clínicos específicos que distinguem da obesidade simples (0,14 pontos).
  2. Tratamento cirúrgico da doença de Cushing hipofisária e indicações em caso de falha (0,16 pontos).
  3. Abordagem terapêutica na síndrome de ACTH ectópico (0,13 pontos).
  4. Esquema de manejo pós-operatório de glicocorticoides após cirurgia hipofisária (0,07 pontos).




RATING: 3.04

Sobre a síndrome de Cushing, responda:

  1. Principal diagnóstico diferencial e sinais clínicos específicos que distinguem da obesidade simples (0,14 pontos).
  2. Tratamento cirúrgico da doença de Cushing hipofisária e indicações em caso de falha (0,16 pontos).
  3. Abordagem terapêutica na síndrome de ACTH ectópico (0,13 pontos).
  4. Esquema de manejo pós-operatório de glicocorticoides após cirurgia hipofisária (0,07 pontos).


1. Principal diagnóstico diferencial e sinais clínicos específicos que distinguem da obesidade simples
• Na avaliação de pacientes com suspeita de síndrome de Cushing, o principal diagnóstico diferencial é a obesidade. (0,05 p)
• Determinados sinais e sintomas específicos permitem distinguir a síndrome de Cushing da obesidade simples: facilidade para formação de hematomas. (0,03 p)
• fraqueza muscular. (0,03 p)
• hipertensão arterial. (0,03 p)
2. Tratamento cirúrgico da doença de Cushing hipofisária e indicações em caso de falha
• A microcirurgia hipofisária por via transnasal transesfenoidal para doença de Cushing alcança taxa de sucesso aproximada de 90% quando realizada por equipes com ampla experiência. (0,06 p)
• Nos pacientes em que os níveis basais de cortisol não se reduzem de forma adequada após a primeira intervenção, a remissão pode ser obtida por meio de reoperação ou irradiação hipofisária. (0,05 p)
• Quando a cirurgia hipofisária não obtém controle da doença, indica-se adrenalectomia laparoscópica bilateral como opção definitiva. (0,05 p)
3. Abordagem terapêutica na síndrome de ACTH ectópico
• Ressecção do tumor primário quando possível. (0,05 p)
• Adrenalectomia bilateral se fonte não localizada. (0,04 p)
• Controle medicamentoso com metirapona ou outros inibidores da esteroidogênese enquanto aguarda terapia definitiva. (0,04 p)
4. Esquema de manejo pós-operatório de glicocorticoides após cirurgia hipofisária
• Suspensão inicial de glicocorticoides (protocolo seletivo). (0,03 p)
• Cortisol matinal subnormal (dia 1-2) = remissão confirmada. (0,02 p)
• Início de reposição por ≥ 6 meses até recuperação do eixo HPA. (0,02 p)


FONTE:

SÍNDROME DE CUSHING DE ORIGEM ADRENAL


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

CASO CLINICO: (227420 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Sofia é uma menina de 7 anos que se apresenta ao pronto-socorro infantil com dificuldade respiratória. Sua mãe relata que ela tem histórico conhecido de asma desde os 4 anos de idade e está em tratamento contínuo com corticosteróides inalatórios (budesonida) e um broncodilatador de longa ação (formoterol). Apesar do tratamento regular, Sofia tem apresentado sintomas mais frequentes nas últimas duas semanas, com aumento no uso de seu inalador de resgate (salbutamol). Hoje, ela teve um episódio de tosse intensa e chiado no peito logo ao acordar, que não melhorou nada com o uso do broncodilatador. A mãe menciona que Sofia também tem se queixado de cansaço extremo nos últimos dias e acordado durante a noite com tosse.

Exame Físico: Sofia aparenta estar em desconforto respiratório, com retrações intercostais visíveis e uso de musculatura acessória.

Sinais Vitais:  Temperatura: 36,8°C Frequência Cardíaca: 130 bpm (taquicardia)  Frequência Respiratória: 36 irpm (taquipneia) Saturação de oxigênio: 88% em ar ambiente (hipoxemia). Pressão Arterial: 100/65 mmHg  Respiração:  Ausculta pulmonar revela sibilos difusos bilaterais, sendo mais proeminentes na expiração. Diminuição dos murmúrios vesiculares nas bases pulmonares.

Outros Exames: Observa-se cianose periungueal leve. Extremidades frias.

História Médica: Sofia não possui outras condições de saúde  elevantes. Está em tratamento contínuo para asma, conforme esquema prescrito. Histórico familiar positivo para doenças atópicas.

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise. (0,15 pontos)

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise? (0,075 pontos)

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta. (0,275 pontos)




RATING: 2.97

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise.

1. Oxigenoterapia (0,0125 p) para melhorar a saturação de oxigênio (0,0125 p).
2. Nebulização com broncodilatador de curta ação (salbutamol) (0,0125 p) repetida a cada 20 minutos nas primeiras doses. (0,0125 p)
3. Corticosteróide sistêmico (0,0125 p) (prednisolona oral (0,0125 p) ou metilprednisolona intravenosa (0,0125 p)) para manejo de crise aguda.
4. Avaliação frequente dos sinais vitais (0,0125 p) e da saturação de oxigênio. (0,0125 p)
5. Preparar para possível admissão hospitalar (0,0125 p) para controle e monitoramento intensivo (0,0125 p), considerando a resposta ao tratamento inicial (0,0125 p). 

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise?

A exacerbação sugere necessidade de reavaliação do tratamento de manutenção (0,0125 p). A adesão ao tratamento (0,0125 p), técnica do inalador (0,0125 p) e possíveis desencadeantes ambientais (0,0125 p) ou infecciosos (0,0125 p) devem ser revisitados após estabilização da condição aguda (0,0125 p).

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta.

A crise apresentada por Sofia pode ser classificada como uma crise asmática grave. (0,0125 p)

A justificativa para essa classificação baseia-se nos seguintes sinais e sintomas:

1. Taquipneia (0,0125 p) e taquicardia (0,0125 p): Frequência respiratória de 36 irpm (0,0125 p) e frequência cardíaca de 130 bpm (0,0125 p) indicam esforço respiratório significativo (0,0125 p) e ativação do sistema simpático (0,0125 p).

2. Saturação de O2 baixa (0,0125 p): A saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente (0,0125 p) indica hipoxemia significativa (0,0125 p), que é um sinal de gravidade (0,0125 p).

3. Uso de musculatura acessória (0,0125 p) e retrações (0,0125 p): Esses sinais indicam esforço respiratório elevado (0,0125 p) e são característicos de crises graves (0,0125 p).

4. Sibilos difusos (0,0125 p) e diminuição dos murmúrios vesiculares (0,0125 p): A presença de sibilos intensos  e redução dos sons respiratórios pode indicar obstrução significativa das vias aéreas (0,0125 p) e, em crises mais graves, fluxo de ar reduzido pode resultar em "ausência" de sibilos, o que é particularmente preocupante (0,0125 p).

5. Alteração do estado geral (0,0125 p) com cianose leve (0,0125 p): A cianose periungueal e o cansaço extremo são também indicativos de insuficiência respiratória iminente ou em curso, comuns em crises graves (0,0125 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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