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CRIANÇA COM DESCONFORTO RESPIRATORIO E INSUFICIÊNCIA RESPIRATORIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

O bom atendimento durante uma urgência/emergência respiratória depende MUITO, mas muito mesmo do conhecimento da anatomia e da fisiologia do sistema respiratório da criança.
A criança tem características particulares de dinâmica e anatomia e, se a gente entender como tudo funciona, como tudo pode ser desequilibrado e como podemos consertar, as chances das crianças em situações de stress respiratório aumentam muito nas nossas mãos.

OBJETIVA: (1196641 votos)..........99.03% das questões objetivas receberam votos.
O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) classifica-se, atualmente, em duas subformas: TOC com predomínio de sintomas obsessivos e TOC com sintomas predominantemente compulsivos. O que diferencia as duas subformas é:
A. no TOC-obsessivo os sintomas geram ansiedade, enquanto no TOC-compulsivo os sintomas não geram ansiedade
B. no TOC-obsessivo predomina a etiologia psicogênica, enquanto no TOC-compulsivo há predomínio da etiologia neurobiológica
C. o TOC-obsessivo não responde a tratamento medicamentoso, enquanto o TOC-compulsivo responde melhor ao tratamento medicamentoso
D. o TOC-obsessivo apresenta sintomas mais leves, enquanto no TOC-compulsivo os sintomas são mais graves
E. no TOC-obsessivo predominam idéias desagradáveis recorrentes, enquanto no TOC-compulsivo predominam atos repetitivos, às vezes ritualizados

  RATING: 2.91

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) classifica-se, atualmente, em duas subformas: TOC com predomínio de sintomas obsessivos e TOC com sintomas predominantemente compulsivos. O que diferencia as duas subformas é:

A. no TOC-obsessivo os sintomas geram ansiedade, enquanto no TOC-compulsivo os sintomas não geram ansiedade
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. no TOC-obsessivo predomina a etiologia psicogênica, enquanto no TOC-compulsivo há predomínio da etiologia neurobiológica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. o TOC-obsessivo não responde a tratamento medicamentoso, enquanto o TOC-compulsivo responde melhor ao tratamento medicamentoso
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. o TOC-obsessivo apresenta sintomas mais leves, enquanto no TOC-compulsivo os sintomas são mais graves
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. no TOC-obsessivo predominam idéias desagradáveis recorrentes, enquanto no TOC-compulsivo predominam atos repetitivos, às vezes ritualizados
CORRETO : Atentos ao enunciado, podemos encontrar a pista para chegarmos à resposta correta. Para tal, basta que saibamos que sintomas obsessivos são predominantemente idéias, pensamentos, imagens que entram na mente do indivíduo repetidamente. E sintomas compulsivos são atos, às vezes ritualizados que se repetem muitas vezes. As duas subformas geram ansiedade e as hipóteses etiológicas existentes são as mesmas para as duas. Portanto, não existe uma etiologia para cada subforma. Ambas subformas alcançam graus idênticos de gravidade.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.91)

DISCURSIVA: (185982 votos) ..........98.84% das questões discursivas receberam votos.
I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos


RATING: 3.01

I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos

(I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos

A irradiância da fototerapia deve ser prescrita e determinada antes do uso (0,05 p) e diariamente com radiômetro(0,05 p). No colchão onde está o RN, considera-se um retângulo de 30 x 60 cm (0,05 p) e mede-se a irradiância nas 4 pontas e ao centro(0,05 p), sendo, então, calculada a média dos 5 pontos. (0,05 p).

(II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 

Na maioria dos RN ≥ 35 semanas a fototerapia é instituída no alojamento conjunto, ao lado da mãe que amamenta em livre demanda, tomando-se os seguintes cuidados:
  • Verificação da temperatura corporal, a cada três horas para detectar hipotermia ou hipertermia; (0,05 p)
  • Verificação do peso, diariamente; (0,05 p)
  • Hidratar melhor o recém-nascido a fototerapia com lâmpadas fluorescentes pode provocar elevação da temperatura; (0,05 p)
  • Proteção dos olhos com cobertura radiopaca por meio de camadas de veludo negro ou papel carbono negro envolto em gaze; (0,05 p)
  • Se a bilirrubinemia não esteja muito elevada amamentação normal, decontinuando a fototerapia; (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (217935 votos)..........99.51% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino, 3 anos de idade, sem histórico de internações prévias e com a vacinação em dia.
A mãe da criança procurou auxílio médico no Pronto-Socorro, queixando-se de “dor de garganta há uma semana”. Dizia que a criança iniciará quadro de febre intermitente medida (38,5º C) e dor ao deglutir há cerca de 7 dias, período em que fizera uso de dipirona para controle sintomático. Há 5 dias iniciara uso de diclofenaco, sem obtenção de melhora. Há 2 dias havia iniciado edema de face (inclusive com dificuldade de abertura dos olhos) e hematúria macroscópica.
A criança apresentava ao exame clínico taquicardia, dispneia, febre (39,0ºC), edema palpebral bilateral, hidratação adequada, orofaringe com placas purulentas em lojas amigdalianas e palato mole. O fígado era palpável a cerca de 6 centímetros do rebordo costal, apresentando-se indolor. Havia a presença de murmúrio vesicular fisiologicamente distribuído com estertores bolhosos em base pulmonar. Laboratório: Hemograma: série vermelha: eritrócitos 3.500.000/mm3, hemoglobina 9,70g/dl, hematócrito 28%, VCM 73 fl, leve microcitose; série branca: leucócitos 10.300/mm3 (2 – 2 – 47 – 40 – 5 – 0 – 2 – 0 – 2), vários neutrófilos apresentando granulações tóxicas finas, plaquetas: 184.000/mmmm3 (adequadas em lâmina).
A gasometria arterial apresentou: pH 7,31, pCO2 22,7 mmHg, pO2 54 mmHg, HCO3 11,4 mEq/l, CO2 total 12,1 mEq/l, Be 12,9 mEq/l, Sat O2 85,6%. Os eletrólitos mostraram: creatinina 1,1, uréia: 82, potássio 4,3, sódio 138. A urina I constatou-se turva, com pH 5,0, proteínas presentes, leucócitos 125.000/ml, eritrócitos 4.000/ml, Células 10.000/ml. A urocultura foi negativa com 24 horas de incubação.
1) Qual a principal suspeita diagnostica nesse caso? ......0,3 pontos
2) Utilizando os dados da gasometria, que tipo de distúrbio eletrolítico a criança apresenta? .........0,1 pontos
3) A criança apresenta critérios de gravidade? ..............0,1 pontos.


RATING: 3.81

1) Amigdalite Aguda (0,1 p), Glomerulonefrite Difusa Aguda (GNDA)(0,1 p) e Pielonefrite (0,1 p).
2) Seguindo o algarismo antigo:
a) Normalmente, o pH do sangue e de 7,42, precisamente um intervalo de tolerância entre 7,38 e 7,42. Se o pH do sangue for < 7,38 temos uma acidemia. Se o pH do sangue for maior que 7,42 temos uma alcalemia. No caso acima, pH=7,31 ----> acidose.
b) É acidose metabólica ou respiratória? Usando os valores do bicarbonato sérico - se a mudança for predominantemente no bicarbonato, então provavelmente que o distúrbio e metabólico. isto e, o bicarbonato vai ser menor que 22. No caso, há uma baixa concentração de HCO3 mas também no pCO2. Ou seja, definição mais correta: ACIDEMIA por ACIDOSE METABÓLICA. E, como o organismo tenta compensar a acidemia diminuindo o CO2, eventualmente através da hiperventilação, o valor do mesmo é bem baixo. ANION GAP = 12.9 Como podemos ver o anion GAP é levemente acima de 12 mEq. E pCO2 esperado - pCO2 esp = 1,5 x Bic + 8 +/-2 = 1,5 x 11,4 + 8 +/- 2 = 17,1 + 8 +/- 2 = 23 - 27 mmHg.

Ou seja, é uma acidose metabólica pura. 0,1 p

3) A acidose metabólica já é um dos critérios de gravidade. Além disto, a saturação de O2 baixa e a PaO2 baixa indica iminência de insuficiência respiratória. Hepatomegalia e outro (6 cm abaixo da borda? Algo está errado!). A creatinina alta e a ureia alta também indicam comprometimento da função renal. Essa criança precisa ser encaminhada já para UTI pediátrica.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.81)




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