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CONVULSÕES (ÁREA DE PEDIATRIA)

Para fins de classificação epidemiológica, considera-se epilepsia quando duas ou mais crises não provocadas ocorrem num intervalo superior a 24 horas entre elas.
Uma convulsão ou crise epiléptica é uma alteração paroxística e limitada pelo tempo da atividade motora e/ou do comportamento, a qual resulta de atividade elétrica anormal no cérebro. As crises epilépticas são comuns na faixa etária pediátrica e ocorrem em aproximadamente 10% das crianças. Considerado o maior urgência neurológico.
A maioria das crises em crianças é provocada por distúrbios somáticos originados fora do cérebro, como febre alta, infecção, síncope, traumatismo craniano, hipóxia, toxinas ou arritmias cardíacas. Outros acontecimentos, como as crises de perda de fôlego e refluxo gastroesofágico, podem causar eventos que simulem crises convulsivas.
Algumas crianças também apresentam crises psicogênicas ou de origem psiquiátrica. Menos de um terço das crises epilépticas em crianças é causada por epilepsia, uma patologia em que as crises são desencadeadas recorrentemente de dentro do cérebro.

OBJETIVA: (954214 votos)..........94.42% das questões objetivas receberam votos.
Paciente M, 39 anos, pintor, com história de hipertensão arterial sistêmica, foi internado com artrite gotosa aguda. Os exames de laboratório revelaram discreta retenção de residuos nitrogenadas, aumento de ácido úrico e níveis elevados de precursores de porfirina. A causa destas alterações é, provavelmente, intoxicação crônica causada por:
A. Benzodiazepínico
B. Chumbo
C. Oxalato
D. Cádmio
E. Amianto

  RATING: 3.02

Paciente M, 39 anos, pintor, com história de hipertensão arterial sistêmica, foi internado com artrite gotosa aguda. Os exames de laboratório revelaram discreta retenção de residuos nitrogenadas, aumento de ácido úrico e níveis elevados de precursores de porfirina. A causa destas alterações é, provavelmente, intoxicação crônica causada por:

A. Benzodiazepínico
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Chumbo
INCORRETO : Algumas atividades como fabricação de baterias, demolição, pintura e remoção de tintas e cerâmica estão relacionadas à exposição ao chumbo, que, quando ocorre cronicamente, está associada à nefrite intersticial, lesão tubutar, hiperuricemia, diminuição da taxa de filtração glomerular e insuficiência renal crônica. Os níveis de protoporfirina geralmente aumentam quando as concentrações plasmáticas de chumbo ultrapassam 1,2 μmol/L
C. Oxalato
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Cádmio
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Amianto
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

DISCURSIVA: (173549 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes perguntas:
A) O que é a anemia normocítica? (0,25 p)
B)  Como a anemia normocítica é investigada?  (0,25 p)

RATING: 2.92

Responda ás seguintes perguntas:
A) O que é a anemia normocítica? (0,25 p)
B)  Como a anemia normocítica é investigada?  (0,25 p)

A) A anemia normocítica é uma conseqüência da baixa produção de hemácias por diminuição das células precursoras nas doenças medulares ou daineficiência da eritropoietina nas doenças sistêmicas, resultando na diminuição do número de hemácias. Sem alterações associadas como a deficiência da hemoglobinização ou as alterações dos processos mitóticos durante a maturação dos eritroblastos, as hemácias formadas têm conteúdo de hemoglobina (HCM) e volume (VCM) normais. A anisopoiquilocitose, proporcional à intensidade do processo, é sempre variável B) A anemia normocítica, diferente das anemias micro e macrocíticas, não possui um plano de investigação definido. Outros diagnósticos diferenciais de anemia normocítica se impõem: a anemia de sangramento agudo e a anemia hemolítica. Ambas apresentam certo grau de eritropoiese compensatória, com discreto grau de sangramento ou de hemólise, que devem ser estudadas pela contagem de reticulócitos. Um achado morfológico relevante, o “empilhamento” das hemácias (roleaux), sugere o diagnóstico de mieloma múltiplo, uma neoplasia de plasmócitos na medula óssea, observada pela eletroforese de proteínas séricas que identifica o pico monoclonal característico e pelo mielograma. Na falta de outros achados morfológicos, as doenças sistêmicas devem ser investigadas: doenças renais (uréia e creatina), doenças hepáticas (ALT, AST, DHL e -GT) e doenças hormonais (TSH)

FONTE:
MISODOR - HEMATOLOGIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (201264 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação – K.G.R.A, feminino, 4 anos de idade, residente no Município A, Bairro Nova América.

História da Doença Atual – Foi atendida na unidade básica do Programa de Saúde da Família no dia 21/12/2005, com história de dois dias de febre, recusa alimentar, hipoatividade e tosse esporádica. A mãe relata que hoje observou manchas vermelhas pelo corpo da criança. Nega vômito, diarréia ou outros sinais e sintomas.

Exame Físico Geral - Regular estado geral, hidratado, acianótico, eupnéico,anictérico e temperatura axilar de 39°C. Pele: exantema do tipo morbiliforme mais evidente em face etronco. Orofaringe: hiperemiada. Otoscopia: sem alterações. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios. Ausculta cardiovascular: rítmo cardiaco regular, bulhas em dois tempos, normofonéticas, sem sopro. Abdome: normotenso, indolor, sem visceromegalias, ruídos hidro-aéreos presentes e normais. Neurológico: sem alterações.

Perguntas

1. Quais são as hipóteses diagnósticas que você faria para este caso? (0,2 p)

2. Diagnóstico diferencial de síndrome febril aguda com exantema.(0,2 p)

3. Há alguma informação adicional da história clínica que você considera relevante e que não foi obtida? Se sim, diga qual (quais). (0,1 p)


RATING: 3.08

Resposta 1:

a) Escarlatina, parvovirose, sarampo, dengue, enteroviroses e outras viroses (Mayaro, Oropouche)    (0,1 p)
b) Farmacodermia (0,1 p)

Resposta 2:  (0,2 p)

Rubéola: quadro clínico habitualmente sem pródromos nas crianças, sintomas leves em adultos e associado com linfadenopatia retroauricular e/ou cervical e/ou occipital. O exantema é róseo, excepcionalmente confluente e sem descamação. Adolescentes e adultos freqüentemente apre­sentam artralgias.

Escarlatina: pródromos de 1 a 2 dias, com febre e mal-estar. Exantema eritematoso, puntiforme com palidez perioral e linhas nas dobras de flexão. Descamação in­tensa nas palmas das mãos e plantas dos pés.

Dengue: início súbito, febre por 2 a 5 dias, astenia, cefaléia, mialgia e artralgia intensas. Exantema maculo-papular a partir do tronco, espalhando-se para o rosto e membros.

Eritema infeccioso: pródromos com febre, cefaléia, mialgia por 5 a 7 dias. Exantema inicialmente na face (aparência de face esbofeteada), que se espalha após 1 a 4 dias para o tronco. Por uma ou duas semanas o exantema pode ter intensidade variável, exacerbado pela exposição solar.

Exantema súbito: pródromo com febre alta por 3 a 4 dias, irritabilidade, que desaparecem após a instalação do exantema (maculopapular) de curta duração. Não há descamação.

Enteroviroses: pródromos com febre por 3 a 4 dias (exceto para coxsackie) com exantema variável, geralmente discreto, e adenopatia. Lactentes podem apresentar distúrbios gastrointestinais.


Resposta 3:

Não foi buscado o uso pregresso de medicamentos. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.08)




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