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PNEUMONIAS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Entre as infecções respiratórias agudas do trato respiratório inferior, a pneumonia é a principal causa de morbidade e mortalidade infantil, especialmente em países em desenvolvimento.
Como definição, pneumonia é uma inflamação do parênquima dos pulmões, geralmente causada por microorganismos.
As pneumonias ocorrem com maior incidência na infância, especialmente em lactentes, do que em qualquer outra faixa etária, sendo potencialmente graves.

OBJETIVA: (975131 votos)..........95.33% das questões objetivas receberam votos.
Uma efusão pleural ocasionalmente ocorre no período perioperatório após a cirurgia cardíaca em crianças. Entre estes pacientes, quilotórax pode ocorrer. Um quilotórax seria caracterizado principalmente por
A. pH de 7,1, proteína de 4 g/dL, glicose de 25 mg/dL, WBC de 2.000/mm3, triglicérides de 86 mg/dL
B. pH de 7,3, proteína de 4 g/dL, glicose de 75 mg/dL, WBC de 5.000/mm3, triglicérides de 345 mg/dL
C. pH de 7,2, proteína de 3 g/dL, glicose de 85 mg/dL, WBC de 200/mm3, triglicérides de 67 mg/dL
D. pH de 7,4, proteína de 3 g/dL, glicose de 210 mg/dL, WBC de 30/mm3, triglicérides de 95 mg/dL
E. nenhuma das alternativas

  RATING: 2.89

Uma efusão pleural ocasionalmente ocorre no período perioperatório após a cirurgia cardíaca em crianças. Entre estes pacientes, quilotórax pode ocorrer. Um quilotórax seria caracterizado principalmente por

A. pH de 7,1, proteína de 4 g/dL, glicose de 25 mg/dL, WBC de 2.000/mm3, triglicérides de 86 mg/dL
INCORRETO: PH < 7,20: empiema, ruptura de esôfago, AR, LES, malignidade, tuberculose e parapneumônicos. Proteína normal, Glicose: < que 30 mg % : empiema, pleurite reumatoide e ruptura de esôfago derrames parapneumonico. WBC > 1000/ml significa exsudato, Triglicérides somente valores acíma de 110mg/dl indicam quilotórax.
B. pH de 7,3, proteína de 4 g/dL, glicose de 75 mg/dL, WBC de 5.000/mm3, triglicérides de 345 mg/dL
CORRETO : Um quilotórax pode ocorrer após o traumatismo ou cirurgia torácica. É caracterizado por uma intensa elevação na concentração de triglicérides no líquido pleural, refletindo uma lesão ao sistema linfático. Os valores do pH, proteína e glicose são similares aos valores encontrados no soro. Quilo: concentração moderada de proteínas, contagem de células baixa a moderada. Inicialmente há predomínio de linfócitos e poucos neutrófilos podem estar presentes, posteriormente predominam-se neutrófilos não degenerados (sendo a principal causa a contaminação iatrogênica), macrófagos e plasmócitos. A concentração de triglicerídeos é maior e a de colesterol menor ou igual quando comparadas à concentração sérica. O quilo frequentemente é branco-brilhante e turvo, podendo ainda adquirir coloração rósea e ser alterado devido à dieta e/ou cronicidade do processo. Considerar massa mediastinal, traumatismo, dirofilariose, miocardiopatia e torção de lobo pulmonar.
C. pH de 7,2, proteína de 3 g/dL, glicose de 85 mg/dL, WBC de 200/mm3, triglicérides de 67 mg/dL
INCORRETO : pH normal, proteina abaixo de 4 indica transudato, Glicose normal, triglicerides normais (pode ser que esse é um LP normal
D. pH de 7,4, proteína de 3 g/dL, glicose de 210 mg/dL, WBC de 30/mm3, triglicérides de 95 mg/dL
INCORRETO : pH normal, proteina abaixo de 4, glicose alta (paciente diabetico?), WBC (leucocitos) abaixo de 1000 é insignificante, triglicerides normais (abaixo de 110 mg/dl)
E. nenhuma das alternativas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

DISCURSIVA: (175088 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Referente á ressuscitação neonatal na sala de parto responda ás seguintes questões abaixo:

(I) Qual é a frequência da massagem cardíaca na ressuscitação neonatal? (0,05 pontos)
(II) Como coordenar a massagem cardíaca com a ventilação com pressão positiva na ressuscitação neonatal? (0,1 pontos)
(III) Qual concentração de oxigênio deve ser utilizada na ventilação com pressão positiva durante a massagem cardíaca na ressuscitação neonatal? (0,1 pontos)
(IV) Quando verificar a evolução da frequência cardíaca do recém-nascido após o início da massagem cardíaca? (0,1 pontos)
(V) Quando interromper a massagem cardíaca? Qual o próximo passo depois de interromper a massagem cardíaca? (0,15 pontos)

RATING: 2.97

Referente á ressuscitação neonatal na sala de parto responda ás seguintes questões abaixo:

(I) Qual é a frequência da massagem cardíaca na ressuscitação neonatal? (0,05 pontos)
(II) Como coordenar a massagem cardíaca com a ventilação com pressão positiva na ressuscitação neonatal? (0,1 pontos)
(III) Qual concentração de oxigênio deve ser utilizada na ventilação com pressão positiva durante a massagem cardíaca na ressuscitação neonatal? (0,1 pontos)
(IV) Quando verificar a evolução da frequência cardíaca do recém-nascido após o início da massagem cardíaca? (0,1 pontos)
(V) Quando interromper a massagem cardíaca? Qual o próximo passo depois de interromper a massagem cardíaca? (0,15 pontos)

(I) Qual é a frequência da massagem cardíaca na ressuscitação neonatal?
R: A massagem deve ser feita na frequência de 90 compressões por minuto. (0,05 p)

(II) Como coordenar a massagem cardíaca com a ventilação com pressão positiva na ressuscitação neonatal?
Massagem Coordenada à Ventilação: 3 movimentos de massagem (0,05 p) + 1 ventilação (0,05 p)

(III) Qual concentração de oxigênio deve ser utilizada na ventilação com pressão positiva durante a massagem cardíaca na ressuscitação neonatal?
Ao iniciar a massagem cardíaca, aumentar (0,05 p) a concentração de oxigênio para 100% (0,05 p)

(IV) Quando verificar a evolução da frequência cardíaca do recém-nascido após o início da massagem cardíaca?
Esperar 60 segundos depois do início da massagem cardíaca coordenada à ventilação (0,05 p) , antes de pausar brevemente (0,05 p) os procedimentos para reavaliar a frequência cardíaca.

(V) Quando interromper a massagem cardíaca? Qual o próximo passo depois de interromper a massagem cardíaca?
Interromper a massagem cardíaca quando a frequência cardíaca for 60 bpm ou mais. (0,05 p)
Uma vez interrompida a massagem cardíaca, continuar a ventilação com pressão positiva (0,05 p) na frequência de 40 a 60 respirações/minuto (0,05 p).

FONTE:
Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (203440 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Uma paciente do sexo masculino, de 56 anos, sexualmente ativo, hipertenso, em uso de hidroclorotiazida 25mg/dia, captopril 50mg a cada 12h e metildopa 250mg a cada 12h, apresenta fadiga, dor no corpo e febre baixa há 2 semanas, tornando-se ictérico há 2 dias. Sua urina encontra-se “cor de chá preto” e suas fezes estão mais claras. Procurou atendimento médico, quando foram solicitados exames de laboratório: Hemograma normal (leucócitos = 8.400/mm3, sem desvio para esquerda), ALT (TGP) = 1340 U/L, ALT (TGO) = 1120 U/L, fosfatase alcalina = 123 U/L, gama-GT = 210 U/L, bilirrubina total = 15mg/dL (direta = 10mg/dL), albumina = 3,8g/dL, INR = 1,3, bioquímica normal. O médico então formulou a hipótese de hepatite, porém precisou pedir mais exames para saber a etiologia da hepatite (viral x medicamentosa x outra causa). Sobre o caso em questão, pergunta-se :
a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada? (0,13 pontos)
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda? (0,14 pontos)
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda? (0,1 pontos)
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada? (0,13 pontos)


RATING: 1.94

a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,03 p);
Anti-HBs - Anti-HAV IgM - (0,04 p);
Anti-HAV IgG + (0,03 p);
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM - (0,04 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda?
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,04 p);
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada?
Anti-HAV IgM + (0,03 p);
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs + (0,03 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (1.94)




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