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POLIARTERITE NODOSA NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Segundo os critérios “Chapel Hill Consensus Conference”, a poliarterite nodosa clássica não envolve arteríolas, capilares ou vênulas, não causando glomerulonefrite nem capilarite pulmonar (hemorragia alveolar). Na verdade, ela pode afetar qualquer vaso de médio calibre do corpo, exceto as artérias do leito pulmonar. O que é claro é que ambas são doenças de etiologia desconhecida, mas de natureza claramente imunológica.
A poliangeíte microscópica acomete predominantemente arteríolas, capilares e vênulas, produzindo com frequência glomerulonefrite e capilarite pulmonar, embora também afete pequenas e médias artérias.

OBJETIVA: (963272 votos)..........94.61% das questões objetivas receberam votos.
Criança de 11 meses é admitida no serviço de emergência por apresentar irritabilidade há 3 dias. Apresenta-se descorada, ictérica, taquicárdica, com dor e edema em mãos e pés. Exame físico: discreta esplenomegalia, sem adenomegalia ou hepatomegalia. Nos antecedentes refere 2 quadros semelhantes, aos 6 e 19 meses de idade. Os pais são primos em primeiro grau. Hemograma realizado há 24 horas demonstrou leucócitos: 22.000 céls/mm3 (8% bastonetes, 42% segmentados, 0% eosinófilos, 44% linfócitos, 6% monócitos); hemoglobina: 7 g/dL, volume corpuscular médio (VCM): 82 fL, poiquilocitose, reticulócitos: 8%. A principal hipótese diagnostica é:
A. Púrpura trombocitopênica trombótica
B. Anemia hemolítica auto-imune
C. Esferocitose
D. Anemia falciforme
E. Síndrome hemolítico-urêmica

  RATING: 3

Criança de 11 meses é admitida no serviço de emergência por apresentar irritabilidade há 3 dias. Apresenta-se descorada, ictérica, taquicárdica, com dor e edema em mãos e pés. Exame físico: discreta esplenomegalia, sem adenomegalia ou hepatomegalia. Nos antecedentes refere 2 quadros semelhantes, aos 6 e 19 meses de idade. Os pais são primos em primeiro grau. Hemograma realizado há 24 horas demonstrou leucócitos: 22.000 céls/mm3 (8% bastonetes, 42% segmentados, 0% eosinófilos, 44% linfócitos, 6% monócitos); hemoglobina: 7 g/dL, volume corpuscular médio (VCM): 82 fL, poiquilocitose, reticulócitos: 8%. A principal hipótese diagnostica é:

A. Púrpura trombocitopênica trombótica
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Anemia hemolítica auto-imune
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Esferocitose
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Anemia falciforme
CORRETO : Pela ausência de informações sobre a função renal e pela faixa etária, é possível direcionar o raciocínio para as alternativas B, C e D. Criança com esplenomegalia, reticulocitose, anemia e icterícia poderiam estar presentes nas três alternativas, no entanto, a presença de dor e edema de mãos e pés - provável dactilite falciforme - e crises prévias a partir do sexto mês (hemoglobina fetal diminui), associada a pais parentes de primeiro grau, sugerem fortemente anemia falciforme.
E. Síndrome hemolítico-urêmica
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (174184 votos) ..........99.37% das questões discursivas receberam votos.
A Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA) é uma forma de insuficiência respiratória aguda e progressiva, devido ao edema pulmonar intersticial induzido por diversas causas diretas e indiretas, que se manifesta por taquipnéia, dispnéia, cianose, diminuição progressiva da complacência pulmonar e hipoxemia refratária e constante.

1) Quais são as causas qua mais predispõem á SARA? (0,25 p)
2) Enumeram pelo menos 4 criterios que definem a SARA (0,25 p)


RATING: 2.93

A Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA) é uma forma de insuficiência respiratória aguda e progressiva, devido ao edema pulmonar intersticial induzido por diversas causas diretas e indiretas, que se manifesta por taquipnéia, dispnéia, cianose, diminuição progressiva da complacência pulmonar e hipoxemia refratária e constante.

1) Quais são as causas qua mais predispõem á SARA? (0,25 p)
2) Enumeram pelo menos 4 criterios que definem a SARA (0,25 p)

1) Quais são as causas qua mais predispõem á SARA? (0,25 p)

As causas que mais predispõem à SARA são:
  • trauma 0,05 p
  • choque 0,05 p
  • afogamento 0,05 p
  • infecções 0,05 p
  • toxinas 0,05 p

2) Enumeram pelo menos 4 criterios que definem a SARA (0,25 p)

Os critérios para sua definição são:
  • início agudo;
  • tensão arterial de oxigênio/fração de O 2 inspirado (PaO2/FiO2) menor de 200mmHg,
  • presença de infiltrados bilaterais observados na radiografia de tórax póstero-anterior;
  • pressão de oclusão arterial pulmonar 18 mmHg

FONTE:

José Antônio Chehuen Neto, Luiz Antônio Tavares Neves, Gustavo Ferreira da Mata, Rafael Ribeiro Mansur Barbosa, Guilherme de Oliveira Firmo, Daniela de Souza Neves, Síndrome da angústia respiratória aguda na criança - relato de caso, HU rev., Juiz de Fora, v.33, n.3, p.99-102, jul./set. 2007

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (202392 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente masculino, 55 anos, obeso (IMC 34 kg/m²), com diabetes mellitus tipo 2 de diagnóstico recente e ganho ponderal de 10 kg nos últimos 6 meses. Procura o pronto-socorro com dor súbita, intensa e insuportável no flanco esquerdo, irradiada para região inguinal e genitália, acompanhada de náuseas, vômitos e hematúria macroscópica. Refere episódios semelhantes no passado, de resolução espontânea. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, com sensibilidade no ângulo costovertebral esquerdo. Urinálise: pH 5,0, hematúria (++), ausência de leucocitúria ou nitrito. Sem febre.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p) 
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada neste cenário?  (0,13 p) 
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p) 
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p) 



RATING: 3.23

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
  • A tríade clássica de dor intensa no flanco, irradiação para genitália e hematúria orienta para cólica renal por obstrução ureteral (0,04 p). 
  • A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral (0,04 p). 
  • Hematúria e lesões renais podem ocorrer mesmo na ausência de dor, reforçando a suspeita de urolitíase (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
  • Os cálculos de ácido úrico correspondem a ≈7 % de todos os cálculos urinários e apresentam fisiopatologia multifatorial, com predomínio de mecanismos idiopáticos (0,03 p). 
  • Há estreita associação epidemiológica com diabetes mellitus tipo 2, obesidade e ganho de peso corporal recente, situações em que ocorre incremento na produção endógena de ácido úrico (0,03 p). 
  • A principal alteração metabólica nos casos idiopáticos é a acidificação urinária (pH urinário baixo) decorrente da redução na excreção de amônia pela urina (0,04 p). 
  • Essa acidificação facilita a saturação cristalina de ácido úrico, mesmo sem hiperuricosúria acentuada ou distúrbios genéticos/dietéticos evidentes (0,03 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
  • A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
  • Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, superando todos os outros métodos de imagem (0,03 p). 
  • Detecta cálculos radiotransparentes (como os de ácido úrico) por seu alto coeficiente de atenuação e identifica sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral, estrias perirrenais) (0,03 p). 
  • Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % em pacientes com IMC < 30 kg/m², reduzindo radiação (0,03 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
  • O manejo terapêutico dos cálculos de ácido úrico idiopáticos envolve fundamentalmente ingestão hídrica elevada (cerca de 3 litros ao dia) (0,03 p). 
  • Restrição do consumo de proteínas e alcalinização da urina com agentes contendo potássio ou sódio (0,03 p). 
  • Os compostos à base de potássio oferecem vantagem adicional de reduzir a excreção urinária de cálcio, diminuindo risco de cálculos de oxalato de cálcio (0,03 p). 
  • Recomenda-se monitoramento do pH urinário após 3 meses, mantendo-o na faixa entre 6,1 e 6,7 para evitar precipitação de fosfato de cálcio (0,03 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.23)




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