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CRESCIMENTO NORMAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

O acompanhamento do desenvolvimento do indivíduo é de fundamental importância e para isso devemos ter noções de como se dá esse desenvolvimento. O desenvolvimento encontra-se dividido em desenvolvimento físico e psíquico.

No físico, há mudanças na estrutura corporal; enquanto no psíquico, há ganho de novas funções ou aprimoramento destas.

A principal diferença entre os dois tipos de crescimento:

  • o crescimento fisico pode ser mensurado
  • o desenvolvimento psíquico é acompanhado.

Os médicos deverão saber quais medidas devem ser coletadas para acompanhar tal desenvolvimento, além da interpretação destas medidas, para se avaliar o estado nutricional do indivíduo.

OBJETIVA: (1082859 votos)..........99% das questões objetivas receberam votos.
Paciente apresenta dor súbita de forte intensidade em região epigástrica e mesogástrica, acompanhada de distensão abdominal, acidose metabólica e leucocitose de 25 000/mmc. Das condições apresentadas, assinale a que mais favorece ao quadro descrito.
A. Uso crônico de warfarin
B. Estenose aórtica
C. Aneurisma abdominal com 2,0 cm de diâmetro
D. Uso de clindamicina oral
E. Valvulopatia mitral com fibrilação atrial

  RATING: 2.88

Paciente apresenta dor súbita de forte intensidade em região epigástrica e mesogástrica, acompanhada de distensão abdominal, acidose metabólica e leucocitose de 25 000/mmc. Das condições apresentadas, assinale a que mais favorece ao quadro descrito.

A. Uso crônico de warfarin
INCORRETO: Reações adversas da warfarina: Hemorragias em qualquer tecido ou órgão: segundo o lugar onde ocorrem os sintomas observados, por exemplo paralisia, dor de cabeça, precordialgias, articulações. Sangramento: pode desmascarar lesões não-evidenciadas previamente, como as úlceras gastrintestinais. Necrose da pele e outros tecidos. Raramente alopecia, urticária, dermatite, febre, náuseas, síndrome dos dedos do pé, púrpura, dano hepático colestático, reações de hipersensibilidade. Muito raramente, priapismo.
B. Estenose aórtica
INCORRETO : Sintomas: desmaio ou fraqueza com a atividade física, falta de ar com a atividade física, sensação ou percepção dos batimentos cardíacos (palpitações), dor no peito do tipo angina: debaixo do esterno, podendo irradiar, pressão, opressão, aperto, piora com o exercício e melhora com o repouso. tosse.: A estenose aórtica pode não apresentar sintomas até a fase avançada no decurso da doença. Outros sintomas que podem estar associados a esta doença são:redução da produção de urina, tonturas.
C. Aneurisma abdominal com 2,0 cm de diâmetro
INCORRETO : Sintomas: hérnia ou massa abdominal, linha média, palpitação (pulsação rítmica), com sensibilidade ao toque, sensação de palpitação no abdome, dor no abdome: severa, repentina, persistente ou constante, não é espasmódica ou causada por cólica, pode alastrar-se para a virilha, nádegas ou pernas, a dor pode começar repentinamente, rigidez abdominal, dor na parte inferior das costas, severa, repentina, persistente pode se alastrar, palidez, pulso acelerado, pele/boca seca, sede excessiva, ansiedade, náuseas e vômitos, tontura leve quando fica em pé, desmaio quando fica em pé, sudorese excessiva, pele fria e úmida, fadiga (cansaço) recentemente desenvolvido, sensações de batimentos cardíacos, freqüência cardíaca acelerada (taquicardia) ao levantar-se, dificuldade de concentração, choque, massa abdominal
D. Uso de clindamicina oral
INCORRETO : Reações adversas. Náuseas, vômitos, colite pseudomembranosa, hipersensibilidade, bloqueio neuromuscular, aumento reversível das transaminases hepáticas, trombocitopenia e granulocitopenia.
E. Valvulopatia mitral com fibrilação atrial
CORRETO : Bem, dificil de responder, não é? A valvulopatia de fato, se for consecutiva á uma endocardite infecciosa, pode evoluir com leucocitose de 25.000/mmc. Dor abdominal pode aparecer consecutivamente tanto a valvulopatia quanto a fibrilação atrial - é a alternativa mais provável, apesar de ser uma questão esquisita.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (179326 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1. Quais são as doenças resultantes da exposição ao amianto? (vale 0,15 pontos)
2. Enumeram as etapas do atendimento do paciente diagnosticado com silicose. (vale 0,15 pontos)
3. Quais são as principais características da perda auditiva induzida pelo ruído relacionado ao trabalho (vale 0,20 pontos)


RATING: 2.92

1. Quais são as doenças resultantes da exposição ao amianto? (vale 0,15 pontos)
2. Enumeram as etapas do atendimento do paciente diagnosticado com silicose. (vale 0,15 pontos)
3. Quais são as principais características da perda auditiva induzida pelo ruído relacionado ao trabalho (vale 0,20 pontos)

1. Quais são as doenças resultantes da exposição ao amianto?
- asbestose (pneumoconiose associada ao asbesto ou amianto) (0,03 p)
- câncer de pulmão (0,03 p)
- mesotelioma maligna de pleura (0,03 p)
- mesotelioma maligna de pericárdio (0,03 p)
- mesotelioma maligna de peritônio (0,03 p)

2. Enumeram as etapas do atendimento do paciente diagnosticado com silicose.
- afastamento imediato e definitivo da exposição, mesmo nas formas iniciais; (0,03 p)
- notificação e investigação do caso (0,03 p)
- solicitação de emissão de Comunicação de Acidente de Trabalho pela empresa (0,03 p)
- preenchimento do Laudo de Exame Médico (0,03 p)
- outras medidas poderão ser tomadas, diante de cada caso (0,03 p)

3. Quais são as principais características da perda auditiva induzida pelo ruído relacionado ao trabalho.
- é sempre neurossensorial (0,04 p), por causar dano às células da órgão de CORTI (0,04 p)
- é irreversível (0,04 p) e quase sempre similar bilateralmente (0,04 p)
- é passível de não progressão, uma vez cessada a exposição ao ruído intenso. (0,04 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (208912 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.03

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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