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Um homem de 61 anos em anteriormente excelente saúde se apresenta a seu médico com queixas de hematoquezia, tenesmo e dor retal. Na avaliação, o médico descobre que ele tem um tumor retal que fica a 5 cm da borda anal. Dada a localização do tumor, qual é o tratamento mais adequado?
A. Ressecção abdominoperineal
CORRETO: Como a lesão está a <10,0 cm da borda anal, não é possível preservar o esfíncter anal, e o tratamento cirúrgico requer uma ressecção abdominoperineal, que envolve a ressecção do reto e ânus com a colocação de uma colostomia permanente .
B. Imatinib
INCORRETO : Imatinib, um inibidor de tirosina-quinases oncogênicas, é útil para tumores estromais gastrointestinais. Uma lesão retal desse tipo requer ressecção cirúrgica.
C. Ressecção anterior baixa
INCORRETO : Se a lesão fosse mais de 10,0 cm da borda anal, teria provavelmente a possibilidade realizar uma ressecção anterior baixa, o que preservaria o ânus e o reto distal, permitindo a ressecção e anastomose primária, evitando assim a necessidade duma colostomia
D. Radiação sozinha
INCORRETO : A radiação é útil como adjuvante para ressecção cirúrgica em câncer retal mas não é adequado como o único tratamento.
E. Radiação mais quimioterapia
INCORRETO : A radiação é usada como adjuvante à ressecção cirúrgica, mas sem a cirurgia (mesmo quando seguida de quimioterapia) o tratamento é insuficiente.
Gabarito: A
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a. manter junto a mãe; (0,06 p)b. secar e proteger com campos secos; (0,06 p)c. posicionar o recém-nascido sobre o abdome da mãe ou ao nível da placenta por, no mínimo, um minuto, até o cordão umbilical parar de pulsar (aproximadamente 3 minutos após o nascimento), para só então realizar-se o clampeamento; (0,06 p)d. favorecer e estimular, sempre que a mãe desejar, sucção ao seio materno; (0,06 p)e. observar continuamente: respiração e a frequência cardíaca (para determinar a necessidade de intervenções). (0,06 p)
FONTE:
Paciente do sexo feminino, 68 anos, natural e procedente de região de baixa iodação do interior de São Paulo, hipertensa controlada, sem história de tireoidopatia prévia. Há cerca de 12 anos notou aumento progressivo e assimétrico do volume cervical anterior, inicialmente indoloro. Nos últimos 18 meses evoluiu com disfagia intermitente a sólidos, dispneia aos esforços e sensação de “aperto” cervical, especialmente em decúbito dorsal. Nega tremores, palpitações, intolerância ao calor, perda ponderal ou diarreia. Ao exame físico: tireoide difusamente aumentada, irregular, multinodular, de consistência fibroelástica, móvel à deglutição, sem frêmito ou sopro, sem linfonodomegalias cervicais. Exame oftalmológico sem sinais de oftalmopatia. TSH 1,8 mUI/L (VR 0,4–4,0), T4 livre 1,1 ng/dL (VR 0,8–1,8), anticorpos anti-TPO e anti-Tg negativos. Ultrassonografia cervical: glândula de volume 78 mL, múltiplos nódulos isoeocoicos e hipoecoicos bilaterais, o maior de 3,2 cm no lobo direito, com calcificações grosseiras e vascularização periférica.
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