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ALGORITMOS DE AVALIAÇÃO E CONDUTA NAS INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

A metodologia proposta nestas normas prevê a assistência à criança portadora de infecção respiratoria aguda com base nas três etapas seguintes:

A) Avaliar a criança

Observar o estado clínico procurando obter subsídios para identificar ou afastar as situações de risco de vida e para tomada das medidas adequadas.

B) Classificar a criança em uma das seguintes categorias:

  1. menor de 2 meses com tosse ou dificuldade para respirar;
  2. de 2 meses a 4 anos com tosse ou dificuldade para respirar;
  3. com outros problemas respiratórios: dor de garganta, dor de ouvido, estridor ou sibilância

Cada categoria está abordada em separado neste Manual. A terminologia nesta classificação leva em conta, basicamente, a queixa e o motivo que levaram a criança à Unidade de Saúde.

C) Definir condutas:

Serão consideradas a possibilidade de hospitalização, o uso de antibióticos, o tratamento da febre e da sibilância, as orientações à mãe e à família para tratamento domiciliar, e o acompanhamento dos casos.

OBJETIVA: (952252 votos)..........94.15% das questões objetivas receberam votos.
Paciente M, 34 anos, negro, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica há 3 anos. Faz uso irregular de fármacos e está há 1 mês sem anti-hipertensivo. Queixa-se de emagrecimento, adinamia e cefaléia constante que não melhora com analgésicos. Ao exame são observados: pressão arterial 210 x 140 mmHg, frequência cardíaca 64 bpm, B2 hiperfonética em foco aórtico, edema bilateral de papila, com focos hemorrágicos retinianos e exsudatos algodonosos. A conduta deve ser:
A. Orientar o paciente para fazer uso regular dos medicamentos anti-hipertensivos e retornar para acompanhamento ambulatorial
B. Internar o paciente para controle pressórico com medicamentos anti-hipertensivos por via intravenosa e oral, concomitantemente
C. Prescrever terapia anti-hipertensiva sublingual e encaminhar para acompanhamento em Unidade Básica de Saúde
D. Prescrever medicamento anti-hipertensivo sublingual e solicitar avaliação do oftalmologista
E. Manter o paciente em observação, retornando a prescrição dos medicamentos anti-hipertensivos

  RATING: 3.02

Paciente M, 34 anos, negro, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica há 3 anos. Faz uso irregular de fármacos e está há 1 mês sem anti-hipertensivo. Queixa-se de emagrecimento, adinamia e cefaléia constante que não melhora com analgésicos. Ao exame são observados: pressão arterial 210 x 140 mmHg, frequência cardíaca 64 bpm, B2 hiperfonética em foco aórtico, edema bilateral de papila, com focos hemorrágicos retinianos e exsudatos algodonosos. A conduta deve ser:

A. Orientar o paciente para fazer uso regular dos medicamentos anti-hipertensivos e retornar para acompanhamento ambulatorial
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Internar o paciente para controle pressórico com medicamentos anti-hipertensivos por via intravenosa e oral, concomitantemente
CORRETO : Nas urgências hipertensivas, a pressão arterial encontra-se gravemente elevada, com níveis acima de 220 mmHg de pressão sistólica ou acima de 125 mmHg de diastólica. Entretanto nestes casos o paciente não apresenta sinais ou sintomas de acometimento agudo de qualquer órgão alvo, necessitando apenas de observação e redução da pressão num período de horas com medicações orais. A pressão não precisa ser normalizada antes de o paciente receber alta, apenas reduzida a níveis inferiores àqueles anteriormente mencionados. O captopril, por via oral ou sublingual (12,5 a 25 mg), é o anti-hipertensivo mais utilizado para esta finalidade. A nifedipina sublingual de ação rápida deve ser evitada por sua imprevisibilidade de ação, podendo resultar em hipotensão excessiva e taquicardia reflexa. O paciente deve, então, ser orientado a fazer o uso correto de suas medicações habituais e ser encaminhado para dar continuidade ao tratamento ambulatorial. Em outros casos, a elevação da pressão arterial é acompanhada de evidências de lesões agudas de órgão alvo, havendo pouca correlação entre um nível específico de pressão e a chance de danos orgânicos. Esta situação é classificada como uma emergência hipertensiva, e o paciente deve ser prontamente tratado com parenterais e orais para reduzir a pressão arterial. A hipertensão maligna é classicamente reconhecida como a associação de encefalopatia ou nefropatia com papiledema. Nas emergências hipertensivas, o uso de anti-hipertensivos parenterais está invariavelmente indicado, podendo-se associar medicamentos orais tanto para fins de sinergismo terapêutico quanto para facilitar um posterior desmame da medicação venosa. A pressão deve ser reduzida com cautela, pois reduções abruptas podem desencadear isquemia de órgãos nobres, devendo-se utilizar medicações com ação previsível. Em geral recomenda-se reduzir a pressão em 25% dentro de 1 ou 2 horas, visando níveis de 160 x 100 mmHg em até 6 horas. O nitroprussiato de sódio (0,25 a 10 mcg/kg/min) é o principal anti-hipertensivo parenteral utilizado nesta situação, atuando essencialmente sobre o sistema arterial. Entretanto, quando há evidências de isquemia miocárdica associadas ao quadro, o nitroprussiato deve ser evitado por haver a possibilidade de desencadear o fenômeno de roubo coronariano e piorar ainda mais a perfusão da área miocárdica acometida. A nitroglicerina venosa (0,25 a 5 mcg/kg/min) torna-se o agente de escolha nestes casos, apesar do potencial anti-hipertensivo inferior.
C. Prescrever terapia anti-hipertensiva sublingual e encaminhar para acompanhamento em Unidade Básica de Saúde
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Prescrever medicamento anti-hipertensivo sublingual e solicitar avaliação do oftalmologista
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Manter o paciente em observação, retornando a prescrição dos medicamentos anti-hipertensivos
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

DISCURSIVA: (173442 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Qual é a melhor estratégia para garantir tratamento contínuo desde o evento até a reabilitação em caso de traumatismo/politraumatismo grave? (0,1875 pontos)
(II) Qual a definição correta do acidente?(0,3125 pontos)


RATING: 2.98

(I) Qual é a melhor estratégia para garantir tratamento contínuo desde o evento até a reabilitação em caso de traumatismo/politraumatismo grave? (0,1875 pontos)
(II) Qual a definição correta do acidente?(0,3125 pontos)

(I) Qual é a melhor estratégia para garantir tratamento contínuo desde o evento até a reabilitação em caso de traumatismo/politraumatismo grave?

São de importância vital para a redução da morbidade e mortalidade, representando a melhor forma de oferecer tratamento contínuo desde o evento até a reabilitação:
  • a regionalização do atendimento médico (0,0625 p)
  • a hierarquização do atendimento médico (0,0625 p)
  • criação de Centros de Trauma (0,0625 p)
(II) Qual a definição correta do acidente?

Acidente = evento não intencional (0,0625 p) e evitável (0,0625 p), causador de todos os tipos de lesões (0,0625 p) no ambiente doméstico (0,0625 p) ou nos outros espaços sociais como trabalho (0,0125 p), trânsito (0,0125 p), escola (0,0125 p), esportes (0,0125 p) e lazer (0,0125 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (201091 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Dá entrada na Sala de Emergência uma mulher de 45 anos, trazida pelos seus familiares após episódio de cefaleia holocraniana súbita, de forte intensidade, de início há aproximadamente 1h. Logo após o início da dor de cabeça, a paciente chegou a desmaiar, porém logo depois acordou, algo confusa, mas ainda se queixando da cefaleia, apresentando também dois episódios de vômito. Um dos familiares revelou que a paciente teve um episódio de cefaleia súbita uma semana antes do episódio atual, mas que não foi necessário procurar o serviço médico, pois a dor passou após alguns minutos. HPP: paciente previamente hígida. HFam: nada digno de nota. HSoc: tabagista de 1 maço por dia há 20 anos, etilista eventual de vinho. No momento, o exame revela uma paciente confusa, com fáscies de dor, referindo dor de cabeça intensa, nuca livre, sem sinais neurológicos focais. PA = 160 x 100 mmHg, FC = 80 bpm, eupneica. Glicemia capilar = 210 mg/dL. Foi prontamente realizada uma TC de crânio sem contraste, que revelou a seguinte imagem:

Pergunta-se:
a) Qual o diagnóstico sindrômico e qual a etiologia? (0,03125 p)
b) Quais as quatro possíveis complicações que poderão ocorrer nos dias subseqüentes? (0,125 pontos)
c) Qual o próximo exame indicado? (0,03125 p)
d) Qual a conduta terapêutica (clínica + intervencionista)? (0,25 pontos)
e) Quando deve ser instituída a intervenção? (0,0625 p)


RATING: 2.68

a) Qual o diagnóstico sindrômico e qual a etiologia?
R: Hemorragia subaracnoide por rotura de aneurisma sacular (0,03125 p)
b) Quais as quatro possíveis complicações que poderão ocorrer nos dias subsequentes?
R: Ressangramento (0,03125 p), Vasoespasmo cerebral (0,03125 p), Hidrocefalia hiperbárica (0,03125 p), Hiponatremia (0,03125 p).
c) Qual o próximo exame indicado?
R: Angiografia cerebral de 4 vasos (0,03125 p)
d) Qual a conduta terapêutica (clínica + intervencionista)?
Internar na UTI (0,03125 p), cebeceira elevada (0,03125 p), hidratação com cristaloide (mínimo: 1.500 mL em 24h) (0,03125 p), manter glicemia entre 80-200mg/dL (0,03125 p), nimodipina (0,03125 p), anticonvulsivante (controverso) (0,03125 p), manter PA sistólica entre 140-150 mmHg, antes da clipagem ou embolização do aneurisma (0,03125 p) (após a clipagem ou embolização, deixar a PA sistólica se elevar, para em torno de 160-170 mmHg (0,03125 p).
e) Quando deve ser instituída a intervenção?
Efetuar precocemente (ideal: até 36h) (0,03125 p) a clipagem cirúrgica do aneurisma ou a embolização do aneurisma com “coil” (terapia endovascular). (0,03125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.68)




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