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TRAJETO DO PARTO E RELAÇÕES ÚTERO-FETAIS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A morfologia da pelve feminina mudou com a adoção da postura erecta pelo nossos ancestrais australopithecus. Também, o aumento do crânio no homem moderno trouxe conseqüências notáveis para a parturição.

O mecanismo de rotação cefálico surgiu no fim o do Pleistocênico Médio. A grande limitação do tamanho da cabeça do feto ao nascimento, resultou por estreitamento da bacia e a possibilitade de unir as pernas abaixo da coluna vertebral (a postura ereta)

O conceito de competição entre o feto e a sua mãe (ele sobrevive melhor se maior ao nascer, mas seria o parto mais fácil para a mulher se menor ele fora) comprova que o trabalho parturiente não há de ser visto sempre como processo harmonioso

OBJETIVA: (906462 votos)..........94.73% das questões objetivas receberam votos.
No estadiamento do câncer colorretal, a classificação de um tumor invadindo submucosa, com metástases em um até três linfonodos pericólicos ou perirretais e sem metástases a distância, é classificado como:
A. T1N1M0
B. T1N1M1
C. T1N2M0
D. T2N2M0
E. T2N1M0

  RATING: 2.78

No estadiamento do câncer colorretal, a classificação de um tumor invadindo submucosa, com metástases em um até três linfonodos pericólicos ou perirretais e sem metástases a distância, é classificado como:

A. T1N1M0
CORRETO: No sistema de estadiamento TNM (Tumor, Nódulos linfáticos, Metástases) para o câncer colorretal, recomendado pela American Joint Committee on Cancer (AJCC), o 'T' refere-se à extensão do tumor primário, o 'N' ao envolvimento de linfonodos regionais e o 'M' à presença de metástases distantes. Aqui, o tumor invade apenas a submucosa, o que classifica como T1 (invasão limitada à submucosa, sem atingir a muscular própria). Há metástases em um a três linfonodos pericólicos ou perirretais, que são linfonodos regionais, correspondendo a N1 (metástases em 1-3 linfonodos regionais). E não há metástases a distância, o que é M0 (ausência de metástases distantes). Essa combinação resulta no estágio T1N1M0, que geralmente corresponde ao estágio IIA ou IIB no sistema de estágios agrupados, dependendo de subdetalhes, mas a classificação TNM solicitada é exatamente essa.
B. T1N1M1
INCORRETO : Inclui M1, que indica a presença de metástases distantes (como em fígado, pulmões ou outros órgãos remotos). No entanto, a questão especifica explicitamente 'sem metástases a distância', o que exclui M1 e torna essa opção inválida
C. T1N2M0
INCORRETO : N2 representa metástases em 4 ou mais linfonodos regionais (subdividido em N2a para 4-6 e N2b para 7 ou mais). A questão menciona apenas 'um até três linfonodos', o que se enquadra em N1, não em N2.
D. T2N2M0
INCORRETO : T2 indica invasão do tumor até a muscular própria (camada muscular da parede intestinal), mas a questão descreve invasão apenas até a submucosa (T1). Segundo, N2 é para 4 ou mais linfonodos, o que não condiz com o limite de até três descrito.
E. T2N1M0
INCORRETO : T2 envolve invasão mais profunda (muscular própria), enquanto o tumor aqui está limitado à submucosa (T1). O N1 e M0 estão corretos, mas o erro no T invalida a opção

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.78)

DISCURSIVA: (165650 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)


RATING: 2.95

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto?
• Recém-nascidos portadores de anomalias congênitas da boca, lábios, língua, palato ou pescoço, (0,04 p) nos quais o ajuste adequado entre face e máscara é difícil e a visualização da laringe com o laringoscópio é complicada ou não é factível. (0,04 p)
• Recém-nascidos com mandíbula pequena ou língua volumosa, em que a ventilação com máscara e a intubação traqueal não foram bem-sucedidas. Exemplos comuns incluem os pacientes portadores da Sequência de Robin e de Trissomia 21. (0,07 p)
• Quando a ventilação com pressão positiva fornecida por máscara facial é inefetiva e as tentativas de intubação não foram bem-sucedidas ou a intubação não é factível. (0,07 p)

(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal?
As máscaras laríngeas têm várias limitações a serem consideradas durante a reanimação neonatal.
• Não servem para aspirar secreções das vias aéreas (0,07 p).
• Se há necessidade de pressões elevadas durante a ventilação, a mistura gasosa pode escapar través do selo entre faringe e máscara, resultando em pressão insuficiente para inflar os pulmões. (0,07 p)
• Não são seguras para administrar medicação endotraqueal (podem extravasar da máscara e se direcionarem ao esôfago) (0,07 p)
• As máscaras laríngeas não podem ser usadas em recém-nascidos muito pequenos. (0,07 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (191979 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Enquanto trabalhava sentado em seu escritório, um homem de 28 anos referiu dor torácica do tipo pontada em hemitórax esquerdo de início súbito, que piorava a inspiração profunda. Jamais havia experimentado dor semelhante. Preocupado com sua sintomatologia, procurou emergência mais próxima, onde foi realizada radiografia de tórax:

Etilista de uma garrafa de cerveja ao dia; era tabagista de um maço de cigarros por dia durante 12 anos. Sem comportamento sexual de risco, era casado há cinco anos, onde mantinha relação monogâmica com sua esposa. Relatava ser portador de hipertrigliceridemia tratada com fibrato (etofibrato).
PERGUNTA-SE:
a) Qual o diagnóstico? (0,1 pontos)
b) Em sua história social existe algum fator de risco para esta complicação que você diagnosticou? (0,1 pontos)
c) Qual a condição que mais freqüentemente predispõe à esta complicação encontrada na radiografia de tórax? (0,2 pontos)
d) Qual a conduta a ser adotada? (0,1 pontos)


RATING: 4.22

PERGUNTA-SE:
a) Qual o diagnóstico?
Pneumotórax espontâneo primário.(0,1 p)
b) Em sua história social existe algum fator de risco para esta complicação que você diagnosticou?
Sim, o tabagismo(0,1 p).
c) Qual a condição que mais freqüentemente predispõe à esta complicação encontrada na radiografia de tórax?
Ruptura de bolhas (blebs) subpleurais(0,1 p)/ Tabagismo.(0,1 p)
d) Qual a conduta a ser adotada?
Drenagem do pneumotórax.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (4.22)




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