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A RESPONSABILIDADE MÉDICA EM RELAÇÃO AOS MAUS TRATOS DE CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E A LEGISLAÇÃO MENORISTA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Um dos temas que tem proporcionado preocupação constante em relação à criança e ao adolescente refere-se à violência doméstica, ou como designa a lei, a ocorrência de maus tratos.
Esta situação não é nova e nem fruto da modernidade. Esta assentada em raízes culturais e na condição de criança e adolescente como objetos de direito. Diante desta constatação, o debate sobre o tema sempre é salutar. No presente artigo, a questão será analisada relacionando os maus tratos com a conduta médica em face da suspeita ou confirmação da ocorrência do fenômeno. Muitas vezes os profissionais da área da saúde desconhecem a forma de agir perante a constatação de maus tratos, impedindo uma ação protetiva em face da criança vitimizada. Quando não, tais profissionais ignoram a legislação a respeito, até mesmo no que se relaciona a sua responsabilidade penal e administrativa frente a omissão na denúncia de suspeita ou confirmação de maus tratos.
Sendo tais profissionais um dos responsáveis pelos bons tratos as crianças e adolescentes, mister se faz detalhar tal assunto com enfoque na legislação menorista.

OBJETIVA: (1224064 votos)..........99.08% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 57 anos de idade com depressão e enxaqueca crônica queixa-se de boca e olhos secos que têm vários dias de duração. A principal queixa é que ela não consegue mais comer seus biscoitos preferidos; contudo, ao ser questionada, ela também declara fotossensibilidade e queimação nos olhos. Não tem nenhum outro sintoma associado. O exame revela uma mucosa oral seca, eritematosa e pegajosa. Todos os seguintes exames provavelmente serão positivos nessa paciente, EXCETO:
A. Anticorpo anti-La/SS-B
B. Anticorpo anti-Ro/SS-A
C. Teste de Schirmer I
D. Anticorpoanti-Scl-70
E. Sialometria

  RATING: 3.04

Uma mulher de 57 anos de idade com depressão e enxaqueca crônica queixa-se de boca e olhos secos que têm vários dias de duração. A principal queixa é que ela não consegue mais comer seus biscoitos preferidos; contudo, ao ser questionada, ela também declara fotossensibilidade e queimação nos olhos. Não tem nenhum outro sintoma associado. O exame revela uma mucosa oral seca, eritematosa e pegajosa. Todos os seguintes exames provavelmente serão positivos nessa paciente, EXCETO:

A. Anticorpo anti-La/SS-B
INCORRETO: Muitos autoanticorpos podem ser demonstrados no soro de pacientes com síndrome de Sjôgren, incluindo anticorpo anti-La/SS-b.
B. Anticorpo anti-Ro/SS-A
INCORRETO : Muitos autoanticorpos podem ser demonstrados no soro de pacientes com síndrome de Sjôgren, incluindo anticorpo anti-Ro/SS-A.
C. Teste de Schirmer I
INCORRETO : O comprometimento ocular com diminuição da produção de lágrimas é demonstrado pelo teste de Schirmer I.
D. Anticorpoanti-Scl-70
CORRETO : A paciente apresenta os sintomas clássicos da síndrome de Sjôgren, incluindo ressecamento da boca e dos olhos. Essa condição pode ser primária, como no caso dessa paciente, ou secundária, em associação a outra doença conjuntiva, como esclerodermia ou artrite reumatoide. O anticorpo anti-Scl-70 está associado à esclerodermia e não deve ser positivo na síndrome de Sjôgren primária.
E. Sialometria
INCORRETO : A sialometria demonstrará a produção diminuída de saliva; e a sialografia com RM das glândulas salivares maiores também é usada.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

DISCURSIVA: (188435 votos) ..........98.88% das questões discursivas receberam votos.
Em relação à Pneumonia do lactente, descreva:
1) Diagnóstico (0,3 pontos)
2) Tratamento (0,2 pontos)


RATING: 3.01

Em relação à Pneumonia do lactente, descreva:
1) Diagnóstico (0,3 pontos)
2) Tratamento (0,2 pontos)

1) Diagnóstico:
  • Clínico (0,05 p)
  • Exame Físico (0,05 p)
  • História da doença (0,05 p)
  • Radiológico - Rx de tórax (0,05 p) com sinais de condensação pulmonar (0,05 p) ou infiltrado intersticial. (0,05 p)
2) Tratamento:
Com antibióticos (0,05 p) – penicilina cristalina (0,05 p) ou ampicilina (0,05 p) ou amoxilina (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (220664 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.92

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.92)




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