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O CLIMATERIO E A MENOPAUSA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

O CLIMATÉRIO OU A PREMENOPAUSA e a fase de transito entre estado da mulher reprodutiva naquele de mulher não reprodutiva. O processo acontece em volta de 45-50 anos.
A premenopausa normalmente demora ate 4 anos e a principal característica dela são as disfunções dos ovários.

A MENOPAUSA e definida como o encerramento total da menstruação.

Quando a menopausa se aproxima, a ovulação vira mais e mais errada o ovário e menos responsivo aos hormônios gonadotrópicos, a produção de estrogênio diminui, freqüentemente para mesmo, e o nível de FSH aumenta.

Menopausa acontece quando os ovários e os ovócitos não respondam mais ou a resposta deles e atípica aos estrogênios.

OBJETIVA: (911606 votos)..........94.42% das questões objetivas receberam votos.
Um homem de 36 anos procura assistência devido a ocorrência de fadiga e urina cor de chá com 5 dias de duração. O exame físico revela icterícia e hepatomegalia hipersensível, porém é inespecífico nos demais aspectos. Os exames laboratoriais revelam níveis de AST de 2.400 U/L e ALT de 2.640 U/L. A fosfatase alcalina e de 210 U/L. A bilirrubina total e de 8,6 mg/dl. Qual dos seguintes diagnósticos tem menos probabilidade de causar esse quadro clínico e essas anormalidades laboratoriais?
A. Hepatite A aguda
B. Hepatite B aguda
C. Hepatite C aguda
D. Ingestão de paracetamol
E. Síndrome de Budd-Chiari

  RATING: 3.21

Um homem de 36 anos procura assistência devido a ocorrência de fadiga e urina cor de chá com 5 dias de duração. O exame físico revela icterícia e hepatomegalia hipersensível, porém é inespecífico nos demais aspectos. Os exames laboratoriais revelam níveis de AST de 2.400 U/L e ALT de 2.640 U/L. A fosfatase alcalina e de 210 U/L. A bilirrubina total e de 8,6 mg/dl. Qual dos seguintes diagnósticos tem menos probabilidade de causar esse quadro clínico e essas anormalidades laboratoriais?

A. Hepatite A aguda
INCORRETO: Tanto a hepatite A quanto a hepatite B agudas podem ser caracterizadas por níveis elevados de transaminases
B. Hepatite B aguda
INCORRETO : Pode ocorrer insuficiência hepática fulminante, particularmente em situações nas quais a hepatite À aguda se superpõe à infecção crônica da hepatite C, ou quando há co-transmissão da hepatite B e hepatite D. Os casos de hepatite A ou hepatite B agudas em adultos são, em sua maior parte, autolimitados.
C. Hepatite C aguda
CORRETO : As causas de elevação extrema dos níveis séricos de transaminases geralmente são divididas em algumas categorias importantes, incluindo infecções virais, ingestão de substâncias tóxicas e causas vasculares/hemodinâmicas. O vírus da hepatite C é um vírus de RNA que não provoca hepatite aguda. Entretanto, está associado a uma alta probabilidade de infecção crônica. Por isso, a evolução para a cirrose e o hepatoma aumenta nos pacientes com hepatite C crônica. A presença de elevações extremas das transaminases é improvável na hepatite C aguda.
D. Ingestão de paracetamol
INCORRETO : O paracetamol continua sendo uma das principais causas de insuficiência hepática fulminante, e o tratamento consiste na administração imediata de N-acetilcisteína
E. Síndrome de Budd-Chiari
INCORRETO : A síndrome de Budd-Chiari caracteriza-se pela formação de trombo pós-hepático. Com frequência, manifesta-se na forma de icterícia, hepatomegalia dolorosa, ascite e níveis elevados de transaminases.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.21)

DISCURSIVA: (166055 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela. (0,25 pontos)
2) Descrevam a técnica de colostroterapia. (0,25 pontos)


RATING: 2.96

1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela. (0,25 pontos)
2) Descrevam a técnica de colostroterapia. (0,25 pontos)

1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela.
Consiste na instilação orofaríngea (0,05 p) de gotas de colostro fresco da própria mãe (0,05 p) para o recém-nascido 4 vezes ao dia (0,05 p) pelo mínimo de 48 horas. (0,05 p)
Utiliza-se para prevenção da enterocolite necrotizante (0,025 p) em recém nascidos com alto risco (0,0125 p)e que não podem ser alimentados com dieta enteral (0,0125 p)

2) Descrevam a técnica de colostroterapia.
Deve ser iniciada nas primeiras 4 a 6 h de vida (0,05 p), usando de 0,2 a 0,4 ml (7 a 14 gotas) (0,05 p) de colostro fresco ou refrigerado (0,05 p), administrado na orofaringe (0,05 p)a cada 2-3 h/dia, por 48 h (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (192420 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Gestante IIG IP de 27 semanas e 4 dias se apresenta no seu plantão, relatando dores pélvicas difusas faz 3 dias. No toque, apresenta o colo apagado e dilatação de 3,5 cm. Nega perda de liquido. Sem febre nas últimas 48 horas. Fez somente 3 consultas pré-natais. PA 90/60 mmHg, FC 86/min, BCF 133/min, MF presentes.
Pergunta-se:

  1. Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso? (0,25 pontos);
  2. Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro? ? (0,25 pontos);



RATING: 3.67

1) Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso?

Transferência da grávida para centro de gestação de alto risco, por conta de risco elevado de parto prematuro (0,0625 p);
Evitar ou atrasar o parto prematuro, sempre que possível (terapêutica tocolítica) (0,0625 p);
Indução maturativa de 1ª linha:

  • Betametasona 12 mg im 24/24 h (2 administrações) (0,0625 p);
  • Dexametasona 6 mg im 12/12 h (4 administrações) (0,0625 p);

2) Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro?

  • Atrasar a clampagem do cordão umbilical 30-45 segundos com o RN abaixo do nível da placenta para promover a transfusão de sangue placentar para o RN e melhorar a entrega de O2 aos tecidos; . (0,05 p)
  • Estabilizar o RN sob calor radiante para prevenir a perda de calor . (0,05 p)
  • IG < 28 semanas: não secar (secar apenas a cabeça) e colocar de imediato dentro de um saco de polietileno; . (0,05 p)
  • Reanimação neonatal, se precisar . (0,05 p)
  • Entubação e administração de surfatante na sala de parto (primeiros 15 minutos de vida aos que não tenham realizado indução maturativa fetal ou que necessitem de entubação traqueal para reanimação/estabilização. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.67)




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