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TRAUMA (ÁREA DE CIRURGIA)

O trauma representa, desde a década de oitenta do século passado, um verdadeiro problema de saúde publica, afetando não só o nosso país, mas também o mundo industrializado. Os custos para a sociedade americana giram em torno de 100 bilhões de dólares por ano em hospitalização e redução da produtividade.
No Brasil, o número de mortes por acidentes encontra-se em segundo lugar, sendo menos freqüente do que as mortes atribuídas às doenças cardiovasculares. Nos países desenvolvidos, considerando-se todas as faixas etárias, o trauma é superado apenas pelo câncer e aterosclerose como causa de morte.
Se levarmos em consideração indivíduos até os 44 anos de idade, o trauma é a principal causa de óbito. Em idosos, já é responsável por 30% das mortes.
Embora os avanços na sistematização do atendimento ao politraumatizado tenham sido consideráveis, infelizmente, no Brasil, cerca de 20 a 30% dos óbitos ainda ocorrem por falta de uma melhor integração entre o atendimento hospitalar e pré-hospitalar.

OBJETIVA: (916562 votos)..........94.38% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 46 anos queixa-se de ganho ponderal, cansaço, adinamia intensa e amenorréia com ondas de calor. Apresenta em seu exame físico alterações cutâneas compatíveis com vitiligo, cabeça e pescoço com tireóide não palpável; hipofonese de bulhas e edema de membros inferiores +/4+ sem cacifo, em membros inferiores. TSH = 12 mcU/mL, T4livre = 0,6 ng/dL, Hb = 9 g/dL, Hto =27%, VCM = 118 fL, uréia = 50, creatinina 1,6 mg/dL, Glicose = 62 mg/dL. A causa mais provável de sua anemia é:
A. endocrinopatia – hipotireoidismo
B. endocrinopatia – insuficiência supra-renal
C. anemia perniciosa
D. anemia de doença crônica
E. anemia sideroblástica adquirida

  RATING: 2.98

Uma mulher de 46 anos queixa-se de ganho ponderal, cansaço, adinamia intensa e amenorréia com ondas de calor. Apresenta em seu exame físico alterações cutâneas compatíveis com vitiligo, cabeça e pescoço com tireóide não palpável; hipofonese de bulhas e edema de membros inferiores +/4+ sem cacifo, em membros inferiores. TSH = 12 mcU/mL, T4livre = 0,6 ng/dL, Hb = 9 g/dL, Hto =27%, VCM = 118 fL, uréia = 50, creatinina 1,6 mg/dL, Glicose = 62 mg/dL. A causa mais provável de sua anemia é:

A. endocrinopatia – hipotireoidismo
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. endocrinopatia – insuficiência supra-renal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. anemia perniciosa
CORRETO : Pela história clínica temos uma paciente com hipotireoidismo (TSH elevado), cansaço, adinamia e hipoglicemia, além de menopausa precoce. Poderíamos explicar todas essas alterações por uma doença só? Claro que sim, a síndrome poliglandular autoimune do tipo 2. Nesse caso temos tireoidite autoimune levando ao hipotireoidismo, adrenalite autoimune causando adinamia cansaço e hipoglicemia e ooforite autoimune ocasionando a menopausa precoce. Poderíamos até considerar a anemia da endocrinopatia, pois tanto o hipotireoidismo quanto a insuficiência supra-renal podem ocasioná-la. Mas reparem no VCM extremamente elevado (> 110 fL). Quando encontramos esse dado devemos considerar como principal hipótese etiológica a anemia megaloblástica. Mas como encaixá-la nesse paciente? Muito fácil, a anemia perniciosa (gastrite atrófica autoimune) acompanha com freqüência as síndromes poliglandulares.
D. anemia de doença crônica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. anemia sideroblástica adquirida
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (166667 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Respondam ás questões seguintes:
1) Quais são os reservatórios de suscetíveis com grande importância para o controle da doença coqueluche? (0,1 pontos)
2) Qual é a faixa etária de maior risco para coqueluche? (0,05 pontos)
3) Quais são os quadros clínicos atípicos da coqueluche? (0,2 pontos)
4) Qual é o aspecto característico frequentemente encontrando no Rx de tórax no paciente com coqueluche? (0,15 pontos)


RATING: 2.97

Respondam ás questões seguintes:
1) Quais são os reservatórios de suscetíveis com grande importância para o controle da doença coqueluche? (0,1 pontos)
2) Qual é a faixa etária de maior risco para coqueluche? (0,05 pontos)
3) Quais são os quadros clínicos atípicos da coqueluche? (0,2 pontos)
4) Qual é o aspecto característico frequentemente encontrando no Rx de tórax no paciente com coqueluche? (0,15 pontos)

1) Quais são os reservatórios de suscetíveis com grande importância para o controle da doença coqueluche?
R: crianças menores de um ano que ainda não completaram o esquema básico (0,05 p) e adolescentes e adultos que perderam a imunidade (0,05 p)
DISCUSSÃO: A vacina (componente pertussis da DTP, seja acelular ou de células inteiras), não confere imunidade completa e permanente. Segundo Jenkinson, a imunidade é completa somente no primeiro ano após a imunização e cai gradualmente com o passar do tempo, tendo ainda 84% de eficácia após 4 anos, chegando a cerca de 50% nos três anos seguintes e após 12 anos nenhuma proteção é evidente com o amplo uso da vacinação nos últimos anos, com a atual vacina que não permite reforços acima dos 7 anos, dois reservatórios de suscetíveis passam a ter grande importância para o controle da doença, a saber: crianças menores de um ano, que ainda não completaram o esquema básico, adolescentes e adultos que perderam a imunidade.

2) Qual é a faixa etária de maior risco para coqueluche?
R: A faixa etária de maior risco continua sendo a de menores de um ano. (0,05 pontos)

3) Quais são os quadros clínicos atípicos da coqueluche?
R: Quadros atípicos:
Em lactentes: a tosse, em geral, não se desenvolve em paroxismos (0,025 p) e os guinchos estão ausentes (0,025 p) ; no entanto, crises de apneia são comuns (0,025 p) e podem resultar em hipóxia significante (0,025 p) .
Em crianças maiores e adultos, em geral, o quadro é mais brando, com tosse persistente devido a traqueobronquite (0,025 p) , dificultando o diagnóstico, particularmente porque os paroxismos (0,025 p) , o guincho (0,025 p) e a leucocitose (0,025 p) podem estar ausentes.

4) Qual é o aspecto característico frequentemente encontrando no Rx de tórax no paciente com coqueluche?
R: O raio X de tórax pode mostrar infiltrados, principalmente peri-hilar resultando no chamado “coração borrado ou franjado” (0,05 p) porque as bordas da imagem cardíaca não são nítidas. Pode ocorrer ainda, atelectasia (0,05 p) ou enfisema. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (193092 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma criança de 6 anos, vítima de atropelamento, chega à Unidade de Emergência trazida pelo SAMU. Ao exame físico, em regular estado geral, com FC = 178 bpm, FR = 20 irpm, PA = 74 x 30mmHg, perfusão = 4 segundos, pulsos finos, saturação de oxigênio = 94% (ar ambiente), murmúrio vesicular presente simétrico, sem ruídos adventícios, BRNFs sem sopros, abdome inocente e escala de coma de Glasgow= 10.
O médico chefe opta por realizar intubação.


a) Cite o dado clínico que indicou a intubação............. 0,25 pontos
b) Cite 2 drogas que estão contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana.... 0,25 pontos





RATING: 3.14

a) O dado clínico que indicou a intubação é a Escala de Coma de Glasgow igual a 10. (0,250 pontos)

b) Duas drogas contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana são:

  • Ketamina. (0,125 pontos)
  • Succinilcolina. (0,125 pontos)


Em discussão resumida sobre as respostas, a intubação em trauma pediátrico com GCS de 10 é justificada pela necessidade de proteção da via aérea em paciente com alteração do nível de consciência, especialmente em contexto de possível lesão craniana, conforme protocolos como PALS e ATLS adaptados para pediatria. Quanto às drogas, a ketamina e a succinilcolina são classicamente evitadas em cenários de risco para hipertensão intracraniana devido a mecanismos como estimulação simpática e fasciculações musculares, respectivamente, embora evidências recentes sugiram nuance no uso da ketamina em pacientes sedados e ventilados.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.14)




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