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DOENÇAS CIRURGICAS DAS ARTERIAS CORONARIAS (ÁREA DE CIRURGIA)

 

As doenças das artérias coronárias são um problema de saúde grave e crescente. Elas ocorrem quando as artérias coronárias, que fornecem sangue oxigenado ao músculo do coração, se tornam estreitas ou bloqueadas. Isso pode causar sintomas como dor no peito, falta de ar, cansaço e palpitações. Se não for tratada, a doença das artérias coronárias pode levar a ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e morte. Felizmente, existem tratamentos efetivos para esta condição, incluindo cirurgia. A cirurgia das artérias coronárias pode restaurar o fluxo de sangue para o coração, aliviando os sintomas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Esta cirurgia envolve o uso de procedimentos invasivos para desobstruir ou substituir as artérias.

OBJETIVA: (1008571 votos)..........96.7% das questões objetivas receberam votos.
Qual dos seguintes depende do hormônio tireoidiano?
A. crescimento somático
B. crescimento ósseo
C. erupção dentária
D. desenvolvimento mental
E. todas as alternativas

  RATING: 3.09

Qual dos seguintes depende do hormônio tireoidiano?

A. crescimento somático
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. crescimento ósseo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. erupção dentária
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. desenvolvimento mental
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. todas as alternativas
CORRETO : Todas as alternativas.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

DISCURSIVA: (176684 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A) Enumeram as intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio, conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (0,3 pontos).
B) Definem clampeamento precoce de cordão (0,05 pontos)
C) Quais são as 3 perguntas iniciais que definem a necessidade de reanimação dum recém nascido? (0,15 pontos)


RATING: 3.01

A) Enumeram as intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio, conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (0,3 pontos).
B) Definem clampeamento precoce de cordão (0,05 pontos)
C) Quais são as 3 perguntas iniciais que definem a necessidade de reanimação dum recém nascido? (0,15 pontos)

A) Enumeram as intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio, conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria.

As intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio incluem:

  • Medidas de prevenção primária, com melhora da saúde materna, reconhecimento de situações de risco no pré-natal, disponibilização de recursos humanos capacitados para atender ao parto e reconhecer complicações obstétricas, entre outras; (0,1 p)
  • Tratamento do evento, que consiste na reanimação neonatal imediata; (0,1 p)
  • Tratamento das complicações do processo asfíxico, compreendendo o reconhecimento da asfixia e suas complicações, com terapia dirigida à insuficiência de múltiplos órgãos. (0,1 p)

B) Definem clampeamento precoce de cordão.

Os estudos definem clampeamento precoce de cordão como aquele feito até 60 segundos após a extração completa do concepto.(0,05 p).

C) Quais são as 3 perguntas iniciais que definem a necessidade de reanimação dum recém nascido?

Diante da resposta “não” a pelo menos uma das três perguntas iniciais: gestação a termo,(0,05 p) choro presente (0,05 p) e tônus muscular em flexão (0,05 p), será necessário conduzir o RN à mesa de reanimação.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (205203 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Criança afebril, sem sinais meníngeos, sem petéquias, sem sinais de choque ou sepse, na hora da consulta apresenta Glasgow 15 e bom estado geral. Acompanhado corretamente em consultas de puericultura no PSF, carteira vacinal em dia e a mesma já anda sozinha. Tia trouxe a criança no PSF dizendo que os vizinhos trouxeram a criança para ela (a mãe tem problemas nas pernas).
A família da criança mora no interior de São Paulo, numa área vizinha com o mato e o agente de saúde informa que há muito lixo no quintal, baratas, tijolos e madeiras jogadas e varias coisas cumuladas do lado da moradia.
Pelo relato dessa tia a criança teria começado apresentar hoje, repentinamente, movimentos descontrolados com uma das pernas, choro inconsolável, intensa sudorese fria, cianose perioral enquanto parecia que 'estava desmaiando'. A cianose e a sudorese não foram confirmadas no PSF no momento da consulta (entretanto, teve um episodio espontâneo de vomito aqui). Na hora da chegada, criança afebril (37°C), FR: 38/min, inicial inconsolavelmente choroso (suspeita de dor intensa?) depois muito sonolento, FC: 121/min, TEC: 2 segundos. Abdômen liso, sem dores e sem hernias. Leve palidez da mucosa oral. Glicemia 130 mg% (a criança tinha mamado pouco antes). A acompanhante informou que a criança caiu ontem da própria altura, batendo a cabeça, e que acha que a criança foi derrubada hoje de novo (sic!). Frente á essa sintomatologia e semiologia o medico de PSF decidiu transferência para hospital de referência de pediatria.
Criança deu entrada no hospital em 07/12 (o mesmo dia) com quadro de vômitos e sonolência após choro intenso enquanto não estava acompanhado de adulto. Ficou em observação neste serviço, recebeu hidratação, realizou TC de crânio (devido antecedente de queda), e realizou triagem metabólica e infecciosa - feita hipótese diagnostica de intoxicação exógena, visto contato com plantas no momento em que iniciou vômitos.
CT de crânio perfeitamente normal
Apresentou eletrocardiograma com FC = 116 bpm, eixo em 90°, infra de ST em V1 e V2 e supra de ST em V3 a V6. Rx tórax: área cardíaca normal, discreta congestão pulmonar bilateral, sem derrames.
EXAMES: 07/12 HB 13,1, HT 41, LEUCO 8600 (E:1, N:70, B:1, S: 63, L: 23, PLAQ 184.000) Bioquimica: UR 28, CR 0,7, NA 135, K 4,2, PCR 1,1, MG 2,2, CL 105.
ECOCARDIOGRAMA: Dentro da normalidade.
1) Considerando os dados acima, qual poderia ser a principal suspeita diagnóstica? 0,3 pontos
2) Quais são as medidas imediatas, sendo que a suspeita foi confirmada depois, achando-se a provável causa justamente no domicilio da criança? 0,2 pontos


RATING: 3.46

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? A maior suspeita é de acidente escorpiônico............0,3 p;

COMENTARIO: (não vai ser pontuado ou incluido na resposta obrigatoria)

Os acidentes por Tityus serrulatus são mais graves que os produzidos por outras espécies de Tityus no Brasil.

A dor local, uma constante no escorpionismo, pode ser acompanhada por parestesias. Nos acidentes moderados e graves, observados principalmente em crianças, após intervalo de minutos até poucas horas (duas, três horas), podem surgir manifestações sistêmicas. As principais são:

  • Gerais: hipo ou hipertermia e sudorese profusa.
  • Digestivas: náuseas, vômitos, sialorréia e, mais raramente, dor abdominal e diarréia
  • Cardiovasculares: arritmias cardíacas, hipertensão ou hipotensão arterial, insuficiência cardíaca congestiva e choque
  • Respiratórias: taquipnéia, dispnéia e edema pulmonar agudo.
  • Neurológicas: agitação, sonolência, confusão mental, hipertonia e tremores.

O eletrocardiograma é de grande utilidade no acompanhamento dos pacientes.

Pode mostrar taquicardia ou bradicardia sinusal, extra-sístoles ventriculares, distúrbios da repolarização ventricular como inversão da onda T em várias derivações, presença de ondas U proeminentes, alterações semelhantes às observadas no infarto agudo do miocárdio (presença de ondas Q e supra ou infradesnivelamento do segmento ST) e bloqueio da condução atrioventricular ou intraventricular do estímulo.

Estas alterações desaparecem em três dias na grande maioria dos casos, mas podem persistir por sete ou mais dias.

O encontro de sinais e sintomas mencionados impõe a suspeita diagnóstica de escorpionismo, mesmo na ausência de história de picada e independente do encontro do escorpião. A gravidade depende de fatores, como a espécie e tamanho do escorpião, a quantidade de veneno inoculado, a massa corporal do acidentado e a sensibilidade do paciente ao veneno. Influem na evolução o diagnóstico precoce, o tempo decorrido entre a picada e a administração do soro e a manutenção das funções vitais. Com base nas manifestações clínicas, os acidentes podem ser inicialmente classificados como:

  • Leves: apresentam apenas dor no local da picada e, às vezes, parestesias.
  • Moderados: caracterizam-se por dor intensa no local da picada e manifestações sistêmicas do tipo sudorese discreta, náuseas, vômitos ocasionais, taquicardia, taquipneia e hipertensão leve.
  • Graves: além dos sinais e sintomas já mencionados, apresentam uma ou mais manifestações como sudorese profusa, vômitos incoercíveis, salivação excessiva, alternância de agitação com prostração, bradicardia, insuficiência cardíaca, edema pulmonar, choque, convulsões e coma. Os óbitos estão relacionados a complicações como edema pulmonar agudo e choque.
2) Quais são as medidas imediatas, sendo que a suspeita foi confirmada depois, achando-se a provável causa justamente no domicilio da criança?

Tratamento Sintomatico

Consiste no alívio da dor por infiltração de lidocaína a 2% sem vasoconstritor (1 ml a 2 ml para crianças; 3 ml a 4 ml para adultos) no local da picada ou uso de dipirona na dose de 10 mg/kg de peso a cada seis horas. (0,025 p)

Os distúrbios hidroeletrolíticos e ácido-básicos devem ser tratados de acordo com as medidas apropriadas a cada caso.(0,025 p)

Tratamento especÌfico

Consiste na administração de soro antiescorpiônico (SAEEs) ou antiaracnídico (SAAr) aos pacientes com formas moderadas e graves de escorpionismo, que são mais freqüentes nas crianças picadas pelo Tityus serrulatus (8% a 10 % dos casos). Deve ser realizada, o mais precocemente possível, por via intravenosa e em dose adequada, de acordo com a gravidade estimada do acidente. O objetivo da soroterapia específica é neutralizar o veneno circulante. (0,025 p)

OBSERVAÇÃO:

A dor local e os vômitos melhoram rapidamente após a administração da soroterapia específica.

A sintomatologia cardiovascular não regride prontamente após a administração do antiveneno específico.

Entretanto, teoricamente, a administração do antiveneno específico pode impedir o agravamento das manifestações clínicas pela presença de títulos elevados de anticorpos circulantes capazes de neutralizar a toxina que está sendo absorvida a partir do local da picada. A administração do SAEEs é segura, sendo pequena a freqüência e a gravidade das reações de hipersensibilidade precoce. A liberação de adrenalina pelo veneno escorpiônico parece proteger os pacientes com manifestações adrenérgicas contra o aparecimento destas reações.

Manutenção

Os pacientes com manifestações sistêmicas, especialmente crianças (casos moderados e graves), devem ser mantidos em regime de observação continuada das funções vitais, objetivando o diagnóstico e tratamento precoces das complicações.(0,025 p)

A bradicardia sinusal associada a baixo débito cardíaco e o bloqueio AV total devem ser tratados com injeção venosa de atropina na dose de 0,01 a 0,02 mg/kg de peso. (0,025 p)

A hipertensão arterial mantida associada ou não a edema pulmonar agudo é tratada com o emprego de nifedipina sublingual, na dose de 0,5 mg/kg de peso. (0,025 p)

Nos pacientes com edema pulmonar agudo, além das medidas convencionais de tratamento, deve ser considerada a necessidade de ventilação artificial mecânica, dependendo da evolução clínica. (0,025 p)

O tratamento da insuficiência cardíaca e do choque é complexo e geralmente necessita do emprego de infusão venosa contínua de dopamina e/ou dobutamina (2,5 a 20 mg/kg de peso/ min), além das rotinas usuais para estas complicações.(0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.46)




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