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OBJETIVA: (410790 votos)..........92.32% das questões objetivas receberam votos.
Indique a característica CORRETA da dor abdominal em caso de intussuscepção intestinal no lactente:
A. piora com a alimentação
B. é caracterizada pelas colicas intensas que agitam a criança, seguidas de letargia pós-algica
C. pode faltar em 20% dos casos
D. é decorrente principalmente do aumento agudo do fígado pela estase portal
E. é mais provável quanto mais distal a intussuscepção

  RATING: 0

Indique a característica CORRETA da dor abdominal em caso de intussuscepção intestinal no lactente:

A. piora com a alimentação
INCORRETO: Os paroxismos de dor costumam acompanhar-se de esforços para defecar e as fezes em “geléia-de-framboesa”, de modo geral, aparecem nas primeiras 24 horas
B. é caracterizada pelas colicas intensas que agitam a criança, seguidas de letargia pós-algica
INCORRETO : A dor abdominal é caracterizada pelo choro da criança e pela flexão das pernas em direção ao abdome
C. pode faltar em 20% dos casos
CORRETO : A tríade clássica (dor abdominal em cólica, fezes em “geléia-de-framboesa” ou hematoquezia, e uma massa abdominal palpável) está presente em menos de 50% das crianças com intussuscepção, enquanto cerca de 20% dos pacientes podem não apresentar dor.
D. é decorrente principalmente do aumento agudo do fígado pela estase portal
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C
E. é mais provável quanto mais distal a intussuscepção
INCORRETO : Quanto mais distal a intussuscepção, menor a taxa de redução terapêutica, mas isto não influencia o surgimento da dor

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)
DISCURSIVA: (90844 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo.

RATING: 3.83

Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo.

Achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo:

  1. fecalito na área de projeção do apêndice.

  2. distensão gasosa na projeção íleo-cecal, traduzindo 'alça sentinela'.

  3. desaparecimento da gordura pré-peritoneal à direita, significando processo inflamatório na fossa ilíaca direita ou próximo à ela.

  4. presença de níveis líquidos na fossa ilíaca direita.

  5. apagamento do psoas à direita.

  6. posição antálgica, isto é, desvio da coluna para o lado esquerdo, em decorrência da contratura muscular. Esses achados contribuem com a hipótese diagnóstica de apendicite.

  7. ultra-sonografia abdominal: tem limitações se houver grande distensão, ou o paciente for obeso. É extremamente útil para a avaliação de afecções ginecológicas e detecção de coleções anexiais ou líquido fora da alça.

  8. tomografia computadorizada e Ressonância Magnética: revelam maior sensibilidade e especificidade, estando indicada na avaliação mais pormenorizada das complicações e nos casos de dúvida diagnóstica, entretanto a TC vem sendo largamente utilizada com contraste oral, mostrando falha de enchimento do apêndice em fase inicial da apendicite.

  9. laparoscopia diagnóstica: como último recurso, persistindo a dúvida diagnóstica, esta pode ser realizada como investigação e concomitantemente tratamento terapêutico.

FONTE:
http://www.hse.rj.saude.gov.br/profissional/revista/37b/apendi.asp

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.83)

CASO CLINICO: (95802 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação – K.G.R.A, feminino, 4 anos de idade, residente no Município A, Bairro Nova América.

História da Doença Atual – Foi atendida na unidade básica do Programa de Saúde da Família no dia 21/12/2005, com história de dois dias de febre, recusa alimentar, hipoatividade e tosse esporádica. A mãe relata que hoje observou manchas vermelhas pelo corpo da criança. Nega vômito, diarréia ou outros sinais e sintomas.

Exame Físico Geral - Regular estado geral, hidratado, acianótico, eupnéico,anictérico e temperatura axilar de 39°C. Pele: exantema do tipo morbiliforme mais evidente em face etronco. Orofaringe: hiperemiada. Otoscopia: sem alterações. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios. Ausculta cardiovascular: rítmo cardiaco regular, bulhas em dois tempos, normofonéticas, sem sopro. Abdome: normotenso, indolor, sem visceromegalias, ruídos hidro-aéreos presentes e normais. Neurológico: sem alterações.

Perguntas

1. Quais são as hipóteses diagnósticas que você faria para este caso? (0,2 p)

2. Diagnóstico diferencial de síndrome febril aguda com exantema.(0,2 p)

3. Há alguma informação adicional da história clínica que você considera relevante e que não foi obtida? Se sim, diga qual (quais). (0,1 p)


RATING: 3

Resposta 1:

a) Escarlatina, parvovirose, sarampo, dengue, enteroviroses e outras viroses (Mayaro, Oropouche)    (0,1 p)
b) Farmacodermia (0,1 p)

Resposta 2:  (0,2 p)

Rubéola: quadro clínico habitualmente sem pródromos nas crianças, sintomas leves em adultos e associado com linfadenopatia retroauricular e/ou cervical e/ou occipital. O exantema é róseo, excepcionalmente confluente e sem descamação. Adolescentes e adultos freqüentemente apre­sentam artralgias.

Escarlatina: pródromos de 1 a 2 dias, com febre e mal-estar. Exantema eritematoso, puntiforme com palidez perioral e linhas nas dobras de flexão. Descamação in­tensa nas palmas das mãos e plantas dos pés.

Dengue: início súbito, febre por 2 a 5 dias, astenia, cefaléia, mialgia e artralgia intensas. Exantema maculo-papular a partir do tronco, espalhando-se para o rosto e membros.

Eritema infeccioso: pródromos com febre, cefaléia, mialgia por 5 a 7 dias. Exantema inicialmente na face (aparência de face esbofeteada), que se espalha após 1 a 4 dias para o tronco. Por uma ou duas semanas o exantema pode ter intensidade variável, exacerbado pela exposição solar.

Exantema súbito: pródromo com febre alta por 3 a 4 dias, irritabilidade, que desaparecem após a instalação do exantema (maculopapular) de curta duração. Não há descamação.

Enteroviroses: pródromos com febre por 3 a 4 dias (exceto para coxsackie) com exantema variável, geralmente discreto, e adenopatia. Lactentes podem apresentar distúrbios gastrointestinais.


Resposta 3:

Não foi buscado o uso pregresso de medicamentos. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)

 

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