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SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON E NECRÓLISE EPIDÉRMICA TÓXICA (ÁREA DE PEDIATRIA)

São as reações mais graves a fármacos. A base fisiopatologica nada é menos que a apoptose dos queratinócitos e descolamento epidérmico.
É uma erupção cutânea aguda de importante gravidade clínica. Uma variação na morfologia da lesão pode ser observada.
Patologicamente, a necrólise epidérmica tóxica é semelhante a uma queimadura grave, na qual a integridade da pele do paciente interrompe-se completamente, com um resultante aumento do risco de infecções e seqüelas metabólicas.

OBJETIVA: (1415576 votos)..........96.13% das questões objetivas receberam votos.
Paciente F, 26 anos, com diagnóstico de apendicite aguda, tem, à palpação ascendente da fossa ilíaca esquerda, ocorrência de dor em fossa ilíaca direita. Este sinal é denominado:
A. Rovsing
B. Obturador
C. Psoas
D. Lenander
E. Blumberg

  RATING: 3.21

Paciente F, 26 anos, com diagnóstico de apendicite aguda, tem, à palpação ascendente da fossa ilíaca esquerda, ocorrência de dor em fossa ilíaca direita. Este sinal é denominado:

A. Rovsing
CORRETO: Também intitulado como “sensibilidade rebote referida”, é um sinal de baixa especificidade, mas bastante importante para semiologia e diagnóstico. Assim, ao palpar o quadrante inferior esquerdo do abdômen do paciente e o mesmo referir dor no quadrante inferior direito, o sinal de Rovsing é dado como positivo. Logo, ao fazer a palpação, ocorre a compressão retrógada dos gases, causando dor na fossa ilíaca direita.
B. Obturador
INCORRETO : O sinal do obturador ocorre quando há dor hipogástrica em conseqüência da rotação interna passiva da coxa flexionada com o paciente em decúbito dorsal.
C. Psoas
INCORRETO : O sinal do psoas é realizado com o paciente em decúbito lateral esquerdo, estendendo a coxa direita, sendo positivo em caso de dor.
D. Lenander
INCORRETO : O sinal de Lenander é a presença de dissociação térmica axilorretal.
E. Blumberg
INCORRETO : O sinal de Blumberg é a hipersensibilidade na descompressão súbita exercida na palpação do abdome.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.21)

DISCURSIVA: (197841 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Considerando a esquema que correlaciona os tipos de fraturas com a violência fisica sobre a criança quais são os dados ortopédicos mais importantes que induzem à suspeita de síndrome dos maus-tratos? (0,15 pontos)
(II) Quais são os quatro tipos de fraturas consideradas como ”particulares” para a faixa etária pediátrica? (0,2 pontos)
(III) Qual tipo de lesão óssea pode ter como achado o fragmento de Thurston-Holland? (0,15 pontos)


RATING: 3.04

(I) Considerando a esquema que correlaciona os tipos de fraturas com a violência fisica sobre a criança quais são os dados ortopédicos mais importantes que induzem à suspeita de síndrome dos maus-tratos? (0,15 pontos)
(II) Quais são os quatro tipos de fraturas consideradas como ”particulares” para a faixa etária pediátrica? (0,2 pontos)
(III) Qual tipo de lesão óssea pode ter como achado o fragmento de Thurston-Holland? (0,15 pontos)

(I) Considerando a esquema que correlaciona os tipos de fraturas com a violência fisica sobre a criança quais são os dados ortopédicos mais importantes que induzem à suspeita de síndrome dos maus-tratos?
1. Incongruência entre história e quadro clínico. (0,03 p)
2. Fraturas de membros inferiores em crianças que ainda não andam. (0,03 p)
3. Imagens radiológicas de várias fraturas em diferentes fases de consolidação.(0,03 p)
4. Fraturas de crânio e costelas(0,03 p) associadas às fraturas de membros.(0,03 p)

(II) Quais são os quatro tipos de fraturas consideradas como ”particulares” para a faixa etária pediátrica?
1. Descolamento epifisário; (0,05 p)
2. Fratura ”em torus”; (0,05 p)
3. Fratura ”em galho verde”; (0,05 p)
4. Deformidade plastica; (0,05 p)

(III) Qual tipo de lesão óssea pode ter como achado o fragmento de Thurston-Holland?
É característico para fraturas em crianças (0,05 p) de tipo descolamento epifisário (0,05 p) tipo 2 Salter-Harris (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

CASO CLINICO: (229996 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Criança do sexo masculino, seis anos de idade, sem antecedentes patológicos de relevo. Apresentou início agudo de tosse rouca, disfonia e estridor associados a sinais de dificuldade respiratória com agravamento progressivo. Sem outra sintomatologia associada. Sem conviventes doentes.
Observado por pediatra assistente cerca de duas horas após o início da sintomatologia, tendo sido objetivada febre (temperatura axilar de 38ºC).
À admissão apresentava-se polipneico, disfônico, com sinais de dificuldade respiratória grave nomeadamente estridor inspiratório, tiragem subcostal, supra-esternal e adejo nasal. Sem alterações na auscultação cardio-pulmonar, sem hipoxemia.
Manteve-se febril e, apesar da terapêutica com adrenalina nebulizada em intervalos regulares, manteve estridor, que se tornou bifásico. Cerca de oito horas após o início da sintomatologia, iniciou hipoxemia (FiO2 máximo de 0.28 para manter saturações periféricas de oxigênio > 92%). O estudo analítico demonstrou 10,2x109/L leucócitos com 84,8% neutrófilos e proteína C reativa (PCR) 53,2mg/L.
Utilizando os dados acima, esclarece:

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? 0,1 pontos
2) Indicam pelo menos três parâmetros de diagnóstico diferencial de laringotraqueobronquite. 0,3 pontos
3) Que agentes etiológicos são mais frequentemente implicados? 0,1 pontos




RATING: 2.89

1) Baseado no exame clinico e semiológico a principal suspeita é de traqueite bacteriana. A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito. Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia. Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais. 0,1 p

2) Três dos mais importantes elementos de diagnostico diferencial com laringotraqueobronquite: início abrupto do estridor (0,1 p) febre de dificil controle (0,1 p), falha de resposta na adrenalina (0,1 p);

3) Os agentes etiológicos mais frequentemente isolados são o Staphylococcus aureus (0,05 p) e Streptococcus pyogenes (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.89)




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