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ASMA BRONQUICA NO ADULTO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A asma é uma doença inflamatória crônica potencialmente reversível das vias aéreas, marcada pela hiperreatividade da árvore traqueo-brônquica a diversos estímulos que se expressam clinicamente por uma doença episódica (exacerbações e remissões de dispnéia, tosse e sibilância).

OBJETIVA: (912675 votos)..........94.41% das questões objetivas receberam votos.
Sobre a frequência da alimentação complementar para crianças amamentadas, esta a CORRETA :
A. Após completar seis meses, oferecer duas papas de frutas e uma mistura múltipla. Após completar sete meses, introduzir mais uma refeição de mistura múltipla
B. Após completar quatro meses, oferecer duas papas de frutas e uma mistura múltipla. Após completar seis meses, introduzir mais uma refeição de mistura múltipla
C. Após os seis meses, oferecer três refeições e dois lanches contendo fruta, mantendo sempre a amamentação
D. Aos 4 meses, iniciar o suco de frutas, aos 5 a fruta amassada, aos 6 meses, a papa principal de mistura múltipla
E. Nenhuma das anteriores

  RATING: 3.01

Sobre a frequência da alimentação complementar para crianças amamentadas, esta a CORRETA :

A. Após completar seis meses, oferecer duas papas de frutas e uma mistura múltipla. Após completar sete meses, introduzir mais uma refeição de mistura múltipla
CORRETO:

B. Após completar quatro meses, oferecer duas papas de frutas e uma mistura múltipla. Após completar seis meses, introduzir mais uma refeição de mistura múltipla
INCORRETO : até 6 meses a alimentação tem que constar somente em leite materno ou, eventualmente, formula
C. Após os seis meses, oferecer três refeições e dois lanches contendo fruta, mantendo sempre a amamentação
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Aos 4 meses, iniciar o suco de frutas, aos 5 a fruta amassada, aos 6 meses, a papa principal de mistura múltipla
INCORRETO : nada de começar suco de frutas com 6 meses - e menos ainda suco!
E. Nenhuma das anteriores
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

DISCURSIVA: (166179 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Em relação à reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado, discorra sobre a estimativa do volume necessário, tipo de líquidos mais apropriados, momento oportuno para o seu início e metodologia para avaliação da reposição. (0,5 pontos)


RATING: 3.05

Em relação à reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado, discorra sobre a estimativa do volume necessário, tipo de líquidos mais apropriados, momento oportuno para o seu início e metodologia para avaliação da reposição. (0,5 pontos)

Reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado:
  • A reposição inicial é realizada com soluções cristaloides, preferindo-se a solução de Ringer Lactato, no volume de 2000 mililitros para um homem adulto de 70 quilogramas e 20 mililitros por quilograma de peso para crianças (0,095 p)
  • Reposições adicionais são realizadas de acordo com a estimativa da perda, com base nas classes de choque, na proporção de 3 (três) volumes repostos para cada volume perdido e com a resposta apresentada pelo paciente. (0,045 p)
  • Nas perdas superiores a 30 % da volemia, é necessária a reposição de glóbulos vermelhos com o objetivo de manter-se a hemoglobina em 10 gramas/100 mL. (0,045 p)
  • O momento ideal para iniciar-se a reposição volêmica é o mais precoce possível, mas às vezes deve ser retardado em função da possibilidade de perda sanguínea em evolução e da distância entre o local do acidente e o local de referência para o atendimento. (0,045 p)
  • Se o local do atendimento implique numa demora para remoção menor que 30 minutos e existam evidências de sangramento continuado, a reposição deve ser retardada e iniciada já no Hospital de referência. (0,045 p)
  • Quando o tempo estimado para a remoção for maior que 30 minutos, a reposição volêmica deverá iniciar-se no local do acidente, mas devendo aceitar-se a manutenção de certo grau de hipotensão arterial, o que é chamado de hipotensão permissiva, para que não ocorram perdas sanguíneas ocasionadas por reposição muito vigorosa. (0,045 p)
  • Reposição plena somente deverá ocorrer quando estiver garantida a cessação da perda sanguínea. (0,045 p)
  • A avaliação da reposição é realizada pela observação do comportamento dos sinais vitais, volume urinário e perfusão tecidual. (0,045 p)
  • Nos sangramentos importantes e sobretudo em idosos e portadores de comorbidades, é necessária a monitorização de parâmetros hemodinâmicos, tais como a pressão venosa central e a pressão capilar pulmonar. (0,045 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (192537 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma paciente do sexo masculino, de 56 anos, sexualmente ativo, hipertenso, em uso de hidroclorotiazida 25mg/dia, captopril 50mg a cada 12h e metildopa 250mg a cada 12h, apresenta fadiga, dor no corpo e febre baixa há 2 semanas, tornando-se ictérico há 2 dias. Sua urina encontra-se “cor de chá preto” e suas fezes estão mais claras. Procurou atendimento médico, quando foram solicitados exames de laboratório: Hemograma normal (leucócitos = 8.400/mm3, sem desvio para esquerda), ALT (TGP) = 1340 U/L, ALT (TGO) = 1120 U/L, fosfatase alcalina = 123 U/L, gama-GT = 210 U/L, bilirrubina total = 15mg/dL (direta = 10mg/dL), albumina = 3,8g/dL, INR = 1,3, bioquímica normal. O médico então formulou a hipótese de hepatite, porém precisou pedir mais exames para saber a etiologia da hepatite (viral x medicamentosa x outra causa). Sobre o caso em questão, pergunta-se :
a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada? (0,13 pontos)
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda? (0,14 pontos)
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda? (0,1 pontos)
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada? (0,13 pontos)


RATING: 1.91

a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,03 p);
Anti-HBs - Anti-HAV IgM - (0,04 p);
Anti-HAV IgG + (0,03 p);
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM - (0,04 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda?
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,04 p);
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada?
Anti-HAV IgM + (0,03 p);
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs + (0,03 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (1.91)




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