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COAGULOPATIAS ADQUIRIDAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

São decorrentes do:
a) aumento de destruição - aumento no número de megacariócitos
b) sequestro
c) diminuição da produção - diminuição no número de megacariócitos
Na maioria dos casos o metodo utilizado para classificar as plaquetopenias é a mielograma.
Geralmente, contagens plaquetárias superiores a 50.000/mm3 não são acompanhadas de sangramentos, e os espontâneos somente são esperados com contagens inferiores a 20.000/mm3.
As transfusões de concentrados plaquetários não devem ser indicadas com base apenas nos exames, mas no conjunto clínico/laboratorial.

OBJETIVA: (1122505 votos)..........99.46% das questões objetivas receberam votos.
Entre os casos de artrite idiopática juvenil enumerados abaixo apresenta maior risco de uveíte anterior e cegueira:
A. adolescente de 12 anos, sexo masculino, com acometimento em duas articulações
B. criança com 7 anos de idade, feminina, com forma de início sistêmica e artrite na articulação do quadril
C. criança de 4 anos, sexo feminino, com acometimento de 3 articulações
D. criança de 1 ano e 6 meses com forma poliarticular com FR positivo
E. menina de 8 anos, com forma de inicio monoarticular e PCR acima de 5 vezes o valor normal

  RATING: 2.89

Entre os casos de artrite idiopática juvenil enumerados abaixo apresenta maior risco de uveíte anterior e cegueira:

A. adolescente de 12 anos, sexo masculino, com acometimento em duas articulações
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. criança com 7 anos de idade, feminina, com forma de início sistêmica e artrite na articulação do quadril
INCORRETO : a forma de início sistemico não apresenta risco de uveite
C. criança de 4 anos, sexo feminino, com acometimento de 3 articulações
CORRETO : Crianças com oligoartrites, particularmente meninas com artrite de início precoce antes dos seis anos de idade, apresentam o risco de desenvolver uveíte crônica. Ela pode resultar em sinéquias posteriores e, se não-tratada ou refrataria pode evoluir para cegueira,
D. criança de 1 ano e 6 meses com forma poliarticular com FR positivo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. menina de 8 anos, com forma de inicio monoarticular e PCR acima de 5 vezes o valor normal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

DISCURSIVA: (181575 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)




RATING: 2.92

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)


1. Principais dados de incidência

  • Mundialmente, o câncer de próstata configura a segunda neoplasia maligna mais frequente entre indivíduos do sexo masculino (0,04 p).
  • No Brasil, equivale ao tumor mais comum (com exceção dos tumores de pele não melanoma), com risco de 62 por 100 mil homens, valores mais altos na região Sudeste, seguidos pelas regiões Centro-Oeste e Sul (0,05 p).
  • A introdução do PSA após a década de 1990 resultou em elevação acentuada da incidência, favorecendo o diagnóstico precoce na forma de doença localizada; subsequentemente observou-se declínio no número de diagnósticos, seguido de estabilização (0,05 p).

2. Principais fatores de risco

  • Existe relação clara e direta entre o avanço da idade e o aumento progressivo na incidência; a frequência com que a neoplasia é detectada em estudos de autópsia cresce de forma contínua conforme a idade do indivíduo (0,04 p).
  • O risco se eleva significativamente em famílias nas quais um ascendente apresentou a doença, sendo observado que quanto mais precoce o diagnóstico no familiar, maior o risco conferido aos descendentes (0,04 p).
  • Gêmeos univitelinos exibem concordância quatro vezes superior em relação a gêmeos bivitelinos; esses achados reforçam o importante papel da herança genética na etiopatogênese da doença (0,05 p).
  • A incidência é influenciada pela raça: homens negros apresentam taxas substancialmente mais altas quando comparados a homens brancos ou asiáticos; no Brasil identifica-se aumento relativo na prevalência entre negros, correspondendo a um risco relativo de aproximadamente 1,5 (0,05 p).

3. Diferença conceitual e considerações para indicação

  • É fundamental diferenciar as duas modalidades, ambas com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de próstata (0,04 p).
  • Detecção precoce refere-se à investigação direcionada a indivíduos específicos, e não a uma política de busca ativa em pacientes assintomáticos como ocorre no screening populacional; a estratégia deve ser individualizada, direcionada aos pacientes que apresentam maior probabilidade de benefício com o tratamento (0,04 p).

4. Realização da detecção precoce

  • Antes de indicar a detecção precoce é necessário analisar comorbidades do paciente, estado de saúde atual, expectativa de vida e outros fatores de risco; pacientes com expectativa de vida inferior a 10 anos, com comorbidades descontroladas ou portadores de doenças graves não apresentam benefício (0,05 p).
  • Grupos de maior risco (homens negros, história familiar positiva ou ascendentes diagnosticados em idade jovem) devem ser estimulados a realizar avaliação anual por meio de exame de toque retal e dosagem de PSA; a detecção precoce também deve ser oferecida a pacientes que manifestam desejo de investigação, mesmo na ausência dos fatores de risco mencionados (0,05 p).


FONTE:

NEOPLASIA DE PROSTATA - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (211586 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Gestante IIG IP de 27 semanas e 4 dias se apresenta no seu plantão, relatando dores pélvicas difusas faz 3 dias. No toque, apresenta o colo apagado e dilatação de 3,5 cm. Nega perda de liquido. Sem febre nas últimas 48 horas. Fez somente 3 consultas pré-natais. PA 90/60 mmHg, FC 86/min, BCF 133/min, MF presentes.
Pergunta-se:

  1. Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso? (0,25 pontos);
  2. Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro? ? (0,25 pontos);



RATING: 3.65

1) Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso?

Transferência da grávida para centro de gestação de alto risco, por conta de risco elevado de parto prematuro (0,0625 p);
Evitar ou atrasar o parto prematuro, sempre que possível (terapêutica tocolítica) (0,0625 p);
Indução maturativa de 1ª linha:

  • Betametasona 12 mg im 24/24 h (2 administrações) (0,0625 p);
  • Dexametasona 6 mg im 12/12 h (4 administrações) (0,0625 p);

2) Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro?

  • Atrasar a clampagem do cordão umbilical 30-45 segundos com o RN abaixo do nível da placenta para promover a transfusão de sangue placentar para o RN e melhorar a entrega de O2 aos tecidos; . (0,05 p)
  • Estabilizar o RN sob calor radiante para prevenir a perda de calor . (0,05 p)
  • IG < 28 semanas: não secar (secar apenas a cabeça) e colocar de imediato dentro de um saco de polietileno; . (0,05 p)
  • Reanimação neonatal, se precisar . (0,05 p)
  • Entubação e administração de surfatante na sala de parto (primeiros 15 minutos de vida aos que não tenham realizado indução maturativa fetal ou que necessitem de entubação traqueal para reanimação/estabilização. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.65)




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