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RATING: 3 ![]()
Os efeitos cardiovasculares do álcool NÃO dependem de:
A. duração do consumo
INCORRETO: Basicamente, os efeitos cardiovasculares do álcool dependem da duração e quantidade de álcool consumida, do tempo desde a última dose e mesmo de fatores étnicos.
B. quantidade de álcool consumida
INCORRETO : Basicamente, os efeitos cardiovasculares do álcool dependem da duração e quantidade de álcool consumida, do tempo desde a última dose e mesmo de fatores étnicos.
C. tempo desde a última dose
INCORRETO : Basicamente, os efeitos cardiovasculares do álcool dependem da duração e quantidade de álcool consumida, do tempo desde a última dose e mesmo de fatores étnicos.
D. fatores étnicos
INCORRETO : Basicamente, os efeitos cardiovasculares do álcool dependem da duração e quantidade de álcool consumida, do tempo desde a última dose e mesmo de fatores étnicos.
E. idade e sexo
CORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: E
RATING: 3.61 ![]()
fecalito na área de projeção do apêndice. (0,05 p)
distensão gasosa na projeção íleo-cecal, traduzindo ”alça sentinela”. (0,05 p)
desaparecimento da gordura pré-peritoneal à direita, significando processo inflamatório na fossa ilíaca direita ou próximo à ela. (0,05 p)
presença de níveis líquidos na fossa ilíaca direita. (0,05 p)
apagamento do psoas à direita. (0,05 p)
posição antálgica, isto é, desvio da coluna para o lado esquerdo, em decorrência da contratura muscular. Esses achados contribuem com a hipótese diagnóstica de apendicite. (0,05 p)
ultra-sonografia abdominal: tem limitações se houver grande distensão, ou o paciente for obeso. É extremamente útil para a avaliação de afecções ginecológicas e detecção de coleções anexiais ou líquido fora da alça. (0,075 p)
tomografia computadorizada e Ressonância Magnética: revelam maior sensibilidade e especificidade, estando indicada na avaliação mais pormenorizada das complicações e nos casos de dúvida diagnóstica, entretanto a TC vem sendo largamente utilizada com contraste oral, mostrando falha de enchimento do apêndice em fase inicial da apendicite. (0,075 p)
laparoscopia diagnóstica: como último recurso, persistindo a dúvida diagnóstica, esta pode ser realizada como investigação e concomitantemente tratamento terapêutico. (0,05 p)
FONTE:
Revista Médica >>>> Volume 37 - Número 2 >>>> Apendicite Aguda no Paciente Idoso
Uma mulher de 28 anos observou perda de movimentação fetal com 36 semanas de gestação por datas. Não se ouviam batimentos cardíocos fetais com 40 semanas pela DUM, quando a paciente foi vista novamente. O útero media 30 cm a partir da sínfise até o fundo.
I) O que que a amniocentese provavelmente iria revelar neste caso?
A morte fetal é bastante provável. (0,05 p). Caso a amniocentese seja realizada um líquido escuro (0,05 p) que pode ser causado por mecônio (0,05 p) ou sangramento (0,05 p).
II) Que teste seria valioso para realizar neste momento?
Na presença de morte fetal há algum tempo, a mãe pode desenvolver uma coagulopatia de consumo (0,05 p). Uma coagulograma seria o melhor teste neste momento (0,05 p).
III) Qual é a complicação materna mais bem reconhecida que pode ocorrer neste caso?
Um feto morto retido no útero por mais de 5 semanas (0,05 p) provavelmente vai provocar uma hipofibrinogenemia (0,05 p); portanto, a capacidade de coagulação materna deve ser avaliada (0,05 p), pelo menos 1 vez por semana (0,05 p). Há indicação para expulsão do feto morto.
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