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SÍNDROME HEMATOFAGOCITICA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A Síndrome hemofagocítica ou linfohistiocitose hemofagocítica é uma doença hiperinflamatória rara, grave, potencialmente fatal, decorrente de uma resposta inflamatória sistêmica excessiva, desencadeada pela ativação e proliferação inapropriada de linfócitos e tempestade de citocinas.

É uma patologia caracterizada por hiperativação do sistema imune, marcada por sinais e sintomas decorrentes de intensa inflamação sistêmica. Essa síndrome está associada a predisposição à imunodeficiência, bem como a presença de ativação imune exacerbada ou de uma resposta imune patológica.


OBJETIVA: (936116 votos)..........94.23% das questões objetivas receberam votos.
Lesão cutânea da Leishmaniose cutâneo-mucosa pode ser diagnosticada clinicamente, com base nos seguintes aspectos:
A. Evolução inferior a 2 semanas, dolorosa, base amolecida, bordas planas e indefinidas, fundo exsudativo, tipicamente em áreas expostas
B. Evolução inferior a 1 semana, indolor, base amolecida, bordas elevadas e indefinidas, fundo necrótico, tipicamente na face
C. Evolução superior a 4 semanas, dolorosa, base endurecida, bordas vegetantes e necróticas, fundo hemorrágico com infiltração de planos profundos, tipicamente nas pernas
D. Evolução inferior a 1 semana, indolor, base endurecida, bordas planas com vesículas, fundo exudativo, tipicamente plantar.
E. Evolução superior a 4 semanas, indolor, base endurecida, bordas elevadas e definidas, fundo seco, tipicamente em áreas expostas.

  RATING: 2.83

Lesão cutânea da Leishmaniose cutâneo-mucosa pode ser diagnosticada clinicamente, com base nos seguintes aspectos:

A. Evolução inferior a 2 semanas, dolorosa, base amolecida, bordas planas e indefinidas, fundo exsudativo, tipicamente em áreas expostas
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Evolução inferior a 1 semana, indolor, base amolecida, bordas elevadas e indefinidas, fundo necrótico, tipicamente na face
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Evolução superior a 4 semanas, dolorosa, base endurecida, bordas vegetantes e necróticas, fundo hemorrágico com infiltração de planos profundos, tipicamente nas pernas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Evolução inferior a 1 semana, indolor, base endurecida, bordas planas com vesículas, fundo exudativo, tipicamente plantar.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Evolução superior a 4 semanas, indolor, base endurecida, bordas elevadas e definidas, fundo seco, tipicamente em áreas expostas.
CORRETO : Após curto período de incubação (15 a 60 dias), ocorre o surgimento de nódulo pruriginoso, que progride para ulcera redonda ou oval, grande, rasa, de bordas elevadas, coloração violácea, pouco dolorosa, acometendo principalmente os membros inferiores.
Ulceração típica com bordas infiltradas e molduradas, leito da lesão granuloso e presença de exsudato seropurulento.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.83)

DISCURSIVA: (169775 votos) ..........99.35% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os tipos de comunicação interatrial.


RATING: 2.94

Enumeram os tipos de comunicação interatrial.

1) Comunicação interatrial tipo ostium segundum 0,125 p
2) Comunicação interatrial tipo seio venoso 0,125 p
3) Retorno venoso anomalo parcial 0,125 p
4) Comunicação interatrial tipo ostium primum. 0,125 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (196731 votos)..........98.92% dos casos clinicos receberam votos.

Sofia é uma menina de 7 anos que se apresenta ao pronto-socorro infantil com dificuldade respiratória. Sua mãe relata que ela tem histórico conhecido de asma desde os 4 anos de idade e está em tratamento contínuo com corticosteróides inalatórios (budesonida) e um broncodilatador de longa ação (formoterol). Apesar do tratamento regular, Sofia tem apresentado sintomas mais frequentes nas últimas duas semanas, com aumento no uso de seu inalador de resgate (salbutamol). Hoje, ela teve um episódio de tosse intensa e chiado no peito logo ao acordar, que não melhorou nada com o uso do broncodilatador. A mãe menciona que Sofia também tem se queixado de cansaço extremo nos últimos dias e acordado durante a noite com tosse.

Exame Físico: Sofia aparenta estar em desconforto respiratório, com retrações intercostais visíveis e uso de musculatura acessória.

Sinais Vitais:  Temperatura: 36,8°C Frequência Cardíaca: 130 bpm (taquicardia)  Frequência Respiratória: 36 irpm (taquipneia) Saturação de oxigênio: 88% em ar ambiente (hipoxemia). Pressão Arterial: 100/65 mmHg  Respiração:  Ausculta pulmonar revela sibilos difusos bilaterais, sendo mais proeminentes na expiração. Diminuição dos murmúrios vesiculares nas bases pulmonares.

Outros Exames: Observa-se cianose periungueal leve. Extremidades frias.

História Médica: Sofia não possui outras condições de saúde  elevantes. Está em tratamento contínuo para asma, conforme esquema prescrito. Histórico familiar positivo para doenças atópicas.

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise. (0,15 pontos)

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise? (0,075 pontos)

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta. (0,275 pontos)




RATING: 3.03

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise.

1. Oxigenoterapia (0,0125 p) para melhorar a saturação de oxigênio (0,0125 p).
2. Nebulização com broncodilatador de curta ação (salbutamol) (0,0125 p) repetida a cada 20 minutos nas primeiras doses. (0,0125 p)
3. Corticosteróide sistêmico (0,0125 p) (prednisolona oral (0,0125 p) ou metilprednisolona intravenosa (0,0125 p)) para manejo de crise aguda.
4. Avaliação frequente dos sinais vitais (0,0125 p) e da saturação de oxigênio. (0,0125 p)
5. Preparar para possível admissão hospitalar (0,0125 p) para controle e monitoramento intensivo (0,0125 p), considerando a resposta ao tratamento inicial (0,0125 p)

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise?

A exacerbação sugere necessidade de reavaliação do tratamento de manutenção (0,0125 p). A adesão ao tratamento (0,0125 p), técnica do inalador (0,0125 p) e possíveis desencadeantes ambientais (0,0125 p) ou infecciosos (0,0125 p) devem ser revisitados após estabilização da condição aguda (0,0125 p).

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta.

A crise apresentada por Sofia pode ser classificada como uma crise asmática grave. (0,0125 p)

A justificativa para essa classificação baseia-se nos seguintes sinais e sintomas:

1. Taquipneia (0,0125 p) e taquicardia (0,0125 p): Frequência respiratória de 36 irpm (0,0125 p) e frequência cardíaca de 130 bpm (0,0125 p) indicam esforço respiratório significativo (0,0125 p) e ativação do sistema simpático (0,0125 p).

2. Saturação de O2 baixa (0,0125 p): A saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente (0,0125 p) indica hipoxemia significativa (0,0125 p), que é um sinal de gravidade (0,0125 p).

3. Uso de musculatura acessória (0,0125 p) e retrações (0,0125 p): Esses sinais indicam esforço respiratório elevado (0,0125 p) e são característicos de crises graves (0,0125 p).

4. Sibilos difusos (0,0125 p) e diminuição dos murmúrios vesiculares (0,0125 p): A presença de sibilos intensos  e redução dos sons respiratórios pode indicar obstrução significativa das vias aéreas (0,0125 p) e, em crises mais graves, fluxo de ar reduzido pode resultar em "ausência" de sibilos, o que é particularmente preocupante (0,0125 p).

5. Alteração do estado geral (0,0125 p) com cianose leve (0,0125 p): A cianose periungueal e o cansaço extremo são também indicativos de insuficiência respiratória iminente ou em curso, comuns em crises graves (0,0125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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