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INFECÇÕES AGUDAS DO TRATO RESPIRATORIO SUPERIOR NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

As crianças e os adultos respiram, preferentemente, através das narinas, exceto no caso de obstrução nasal. A maioria dos recém-nascidos, entretanto, são, obrigatoriamente, respiradores nasais; assim sendo, em algumas situações, condições como a atresia coanal podem representar uma emergência.

Sabemos que a respiração bucal prolongada pode trazer sérias conseqüências à criança, devido à inspiração de um ar com pouca umidificação, aquecimento e filtragem. Além disso, o próprio ato de respirar com a boca aberta leva ao longo do tempo, à deformidades faciais.

As doenças que acometem o trato respiratório superior em crianças, têm como manifestações mais freqüentes a rinorréia e a congestão nasal. Em geral, as desordens do aparelho respiratório são de origem infecciosa, alérgica ou congênita.

OBJETIVA: (931761 votos)..........94.38% das questões objetivas receberam votos.
Uma menina de 4 anos, com febre de 40°C e vespertina há 3 meses, há 2 meses não deambula. A mãe refere uma 'alergia', sem prurido, que se manifesta somente durante a febre.

Ao exame físico, observam-se T = 39,5°C, palidez cutâneo-mucosa, manchas vermelhas, de cerca de 1cm de diâmetro no tronco, ausculta pulmonar normal, ausculta cardíaca com bulhas rítmicas e hipofonéticas, fígado a 3 cm do rebordo costal direito, baço a 3 cm do rebordo costal esquerdo, adenomegalias axilar bilateral (2 cm) e supraclavicular (1 cm), não coalescentes. edema e calor no joelho direito e nos punhos, estes com limitação da amplitude articular, dolorosos à manipulação.

Ao hemograma, Hb = 8,6, leucócitos = 25.000 (5% bastonetes; 65% segmentados; 3% eosinófllos; 25% Iinfócitos; 2% monócitos), plaquetas = 880.000, VHS = 105, PCR = 13 (normal <0,5) e alfa-1-glicoproteína ácida = 325 (normal = 74 a 124).

Sorologias: citomegalovírus e mononucleose negativas IgM e IgG, toxoplasmose IgM negativa e IgG 1/512. E mais: fator reumatóide negativo, fator antinúcleo (Hep-2) = 1/40 e raio x de tórax com aumento da área cardíaca, com reação pleural bilateral com pequeno derrame. A hipótese diagnostica CORRETA é:
A. artrite idiopática juvenil (forma sistemica)
B. toxoplasmose adquirida
C. febre chikungunya
D. leucemia mieloide crônica
E. doença de Kawasaki

  RATING: 2.99

Uma menina de 4 anos, com febre de 40°C e vespertina há 3 meses, há 2 meses não deambula. A mãe refere uma 'alergia', sem prurido, que se manifesta somente durante a febre.

Ao exame físico, observam-se T = 39,5°C, palidez cutâneo-mucosa, manchas vermelhas, de cerca de 1cm de diâmetro no tronco, ausculta pulmonar normal, ausculta cardíaca com bulhas rítmicas e hipofonéticas, fígado a 3 cm do rebordo costal direito, baço a 3 cm do rebordo costal esquerdo, adenomegalias axilar bilateral (2 cm) e supraclavicular (1 cm), não coalescentes. edema e calor no joelho direito e nos punhos, estes com limitação da amplitude articular, dolorosos à manipulação.

Ao hemograma, Hb = 8,6, leucócitos = 25.000 (5% bastonetes; 65% segmentados; 3% eosinófllos; 25% Iinfócitos; 2% monócitos), plaquetas = 880.000, VHS = 105, PCR = 13 (normal <0,5) e alfa-1-glicoproteína ácida = 325 (normal = 74 a 124).

Sorologias: citomegalovírus e mononucleose negativas IgM e IgG, toxoplasmose IgM negativa e IgG 1/512. E mais: fator reumatóide negativo, fator antinúcleo (Hep-2) = 1/40 e raio x de tórax com aumento da área cardíaca, com reação pleural bilateral com pequeno derrame. A hipótese diagnostica CORRETA é:

A. artrite idiopática juvenil (forma sistemica)
CORRETO: Esta forma de artrite ocorre em 4 a 17% das crianças com AIJ, sem predomínio de sexo ou faixa etária, podendo inclusive manifestar-se no primeiro ano de vida. É caracterizada pela presença de febre alta (>39°C), diária, que persiste por um período mínimo de 15 dias, e pode ser acompanhada de outras manifestações sistêmicas: exantema eritematoso (95% dos casos), linfadenomegalia (70%), hepatoesplenomegalia (85%), pericardite (35%), pleurite (20%) e miocardite (20%). A febre pode preceder o aparecimento da artrite por dias, semanas, meses ou anos, constituindo uma das possíveis causas de febre de etiologia obscura na faixa etária pediátrica. A febre pode ocorrer a qualquer hora do dia, mas caracteristicamente aparece em um ou dois picos, um matinal e o outro no final da tarde ou começo da noite, muitas vezes acompanhada do exantema reumatóide. Com o uso de antitérmicos a febre alta (> 39° C) geralmente cede, e a temperatura fica abaixo de 37° C. Em geral, na vigência da febre, a criança apresenta comprometimento importante do estado geral, irritabilidade, palidez e piora das manifestações articulares. Por outro lado, fora dos períodos de febre estas alterações costumam desaparecer. O exantema característico é constituído por lesões eritematosas maculares ou máculo-papulares pequenas (2 a 5 mm), usualmente não-pruriginosas, que comprometem principalmente o tronco e a raiz de membros, mas podem estender-se para face, palmas e plantas. Na maioria das vezes é migratório e evanescente: as lesões costumam desaparecer em algumas horas, sem deixar seqüelas. É mais freqüentemente observado durante os picos febris.
B. toxoplasmose adquirida
INCORRETO : o enuncio já afasta a toxoplasmose, já que a sorologia IgM é negativa
C. febre chikungunya
INCORRETO : Na febre chikungunya a febre não é tão alta e nem persistente. Apesar de causar dores articulares que persistem muito tempo, o quadro não é compatível com essa doença
D. leucemia mieloide crônica
INCORRETO : A leucemia mieloide crônica (LMC) é uma doença clonal maligna caracterizada por uma excessiva proliferação da linhagem mieloide (Fase Crônica - FC),seguida por uma perda progressiva da diferenciação celular (Fase Acelerada - FA) e terminando num quadro de leucemia aguda (Fase Blástica - FB). A doença é associada a uma anormalidade citogenética específica,o Cromossoma Philadelphia (Ph), que resulta de uma translocação recíproca entre os braços longos dos cromossomas 9 e 22, isto é, a t(9;22) e leva à formação de um novo gene leucemia-específico, o BCR-ABL,detectável por polymerase-chain-reaction assay (PCR).O diagnóstico de LMC é baseado na contagem sanguínea (leucocitose e frequentemente também trombocitose) e no diferencial (granulócitos imaturos, de metamielócitos a mieloblastos, e basofilia). O diagnóstico depende da demonstração do cromossomo Filadélfia (22q-) resultante da translocação t(9;22) (q34;q11), e/ou o rearranjo do BCR-ABL no sangue periférico ou nas células da medula óssea. Em alguns casos o cromossomo Filadélfia não pode ser detectado e a confirmação é feita por métodos moleculares. A maior parte dos diagnósticos é feita na fase crônica, e o curso clínico típico tem três fases: fase crônica, fase acelerada e fase blástica. Para definição de fase acelerada é necessária a presença de 1% a 19% blastos no sangue ou na medula óssea, número de basófilos > 20%, trombocitose ou trombocitopenia não relacionada à terapia, e evolução clonal na avaliação citogenética. A fase blástica caracteriza-se por > 20% de blastos ou infiltração blástica extramedular.
E. doença de Kawasaki
INCORRETO : Doença de Kawasaki não se diagnostica depois de 3 meses. Geralmente ela é definida pela febre de 5 dias, rush, congestão conjuntival mas, geralemten, apesar de poder causar pericardite, dor articular e edema, não chega a evoluir tanto tempo sem ter melhora espontânea ou, pior, causar infarto e morte da criança

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

DISCURSIVA: (168871 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)


RATING: 2.89

As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento?

O limite de 200 LT-CD4+/mm3 no sangue periférico constitui o marco referencial que norteia o risco de adoecimento (0,1 p)

b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? 

Segundo dados do Ministério da Saúde, as infecções oportunistas que ocorrem mais comumente no Brasil, em doentes com AIDS, são constituídas por:
  • candidíase (em esôfago, traqueia, brônquios e/ou pulmão),  0,03 p
  • pneumonia por Pneumocystis carinii (atualmente denominado Pneumocystis jeroveci), 0,03 p
  • tuberculose, 0,03 p
  • toxoplasmose, 0,03 p
  • herpes simples, 0,03 p
  • criptococose 0,03 p
  • criptosporidíase 0,03 p

c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. 

Muitos estudos demonstraram a possibilidade de avaliar esse risco por intermédio do número de linfócitos no sangue periférico, comparando-o com o número de LT-CD4+, recurso utilizado sobretudo em regiões pobres, onde não existe a possibilidade de quantificar os LT-CD4+, estabelecendo-se que número de linfócitos totais no sangue menor que 1.400/mm3 corresponde a número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3 e que número de linfócitos totais menor que 1.700/mm3 corresponde a número 124 de LT-CD4+ inferior a 350/mm3.
No Brasil, evidenciou-se que número de linfócitos no sangue periférico menor que 1.000/mm3, especialmente se a hemoglobina apresentar-se com taxa mais baixa que 13g%, mantém forte correlação com número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3. (0,19 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

CASO CLINICO: (195698 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 19 meses, sexo feminino, no segundo dia de febre, progressivamente mais elevada e difícil de ceder aos antipiréticos, e tosse seca, também com agravamento progressivo.
Era previamente saudável, pais não fumadores e sem contexto de doença na família. Não frequentava creche.
Na admissão apresentava dificuldade respiratória obstrutiva alta moderada, com estridor inspiratório, objectivando-se saturação de oxigênio transcutânea (Sat O2) de 90%. Realizou aerossol com 5 ml adrenalina (1:1000) e dexametasona v. o. 0,15 mg/Kg. Ficou internada para observação. Manteve terapêutica com adrenalina em aerossol.
A dificuldade respiratória agravou-se progressivamente, com tiragem global, sudorese e necessidade crescente de oxigênio suplementar (4 l/min) para manutenção de Sat O2 > 90%. Após 12 horas de internamento, apresentava sudorese, palidez, prostração e esforço respiratório crescente. Da avaliação analítica destacava-se hemoglobina 10,7 g/dl, leucócitos 16500/μl, neutrófilos 14600/μl, linfócitos 1100/μl, plaquetas 305500/μl, e proteína C-reativa 52,4 mg/l.
1) O que indica falta da resposta á adrenalina e cortisônicos?
2) Qual é o próximo passo terapêutico imperativo?
3) Diagnostico provável com justificativas?


RATING: 2.88

1) Falta de resposta á nebulização com adrenalina em caso de estridor levanta a suspeita de duas patologias. As duas entidades clinicas pediátricas cuja resposta á nebulização com adrenalina é ausente são a epiglotite aguda e a traqueite bacteriana aguda. (0,2 p)
2) Perante o agravamento clínico, tem somente a alternativa da intubação endotraqueal, na observação direta podendo ver edema discreto da epiglote, cordas vocais fechadas e com fenda diminuida. Vai ser necessário o uso de tubo endotraqueal e aspiração das secreções, eventualmente procedendo depois à ventilação mecânica. (0,2 p)
3) A criança apresentava obstrução respiratória alta de agravamento súbito, não respondia à adrenalina em aerossol, febre alta. Estes achados sugerem traqueíte bacteriana. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




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