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RUBÉOLA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A rubéola é uma doença viral, contagiosa, causado por um vírus designado por toga-vírus do género Rubi-vírus. Normalmente atinge crianças com idade compreendida entre 5 e 9 anos, tendo também a probabilidade de atingir adultos também. A doença só é contraída uma vez, pois o organismo infectado passa a produzir anticorpos que servem de barreira que tornam o organismo imune ao vírus para sempre. Embora seja muitas vezes equiparada ao sarampo, a rubéola é menos contagioso.
Doença de curso benigno, sua importância epidemiológica está relacionada ao risco de abortos, natimortos, e malformações congênitas, como cardiopatias, catarata e surdez. É denominada síndrome da rubéola congênita (SRC), quando a infecção ocorre durante a gestação.

OBJETIVA: (914641 votos)..........94.47% das questões objetivas receberam votos.
Pode servir como canal vital em caso de oclusão de artéria mesenterica superior ou inferior:
A. as anastomoses na região da flexura esplênica
B. a arcada colateral de Riolan
C. a artéria cólica média
D. a artéria retal superior
E. as colaterais da artéria marginal

  RATING: 4

Pode servir como canal vital em caso de oclusão de artéria mesenterica superior ou inferior:

A. as anastomoses na região da flexura esplênica
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. a arcada colateral de Riolan
CORRETO : A arcada colateral de Riolan conecta as partes proximais da artéria mesentérica superior e inferior, podendo servir como canal vital em caso de oclusão de uma delas.
C. a artéria cólica média
INCORRETO : A artéria cólica média, um ramo da artéria mesentérica superior, irriga o cólon transverso. Suas variações anatômicas incluem ausência completa em até 20% dos casos.
D. a artéria retal superior
INCORRETO : A artéria mesentérica inferior termina na artéria retal superior, que percorre o mesorreto até penetrar na submucosa retal, formando um plexo submucoso no reto distal.
E. as colaterais da artéria marginal
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (4)

DISCURSIVA: (166262 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Sobre o diabetes mellitus tipo I respondam ás seguintes perguntas:

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus? 0,2 p.
2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva? 0,2 p. 
3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus? 0,1 p


RATING: 2.49

Sobre o diabetes mellitus tipo I respondam ás seguintes perguntas:

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus? 0,2 p.
2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva? 0,2 p. 
3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus? 0,1 p

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus?

Primeiro, teremos uma HIPERGLICEMIA DE JEJUM 0,05 p

Segundo, teremos uma HIPERGLICEMIA PÓS-PRANDIAL 0,05 p

Terceiro, vamos ter altas concentrações de ACIDOS GRAXOS LIVRES 0,05 p

Quarto, aparece HIPERAMINOACIDEMIA. 0,05 p

2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva?

Então, a insulinoterapia intensiva é UM PRINCIPIO, indicado para se obter o controle glicêmico necessário para se evitar as microangiopatias: 0,05 p

  • glicemias de jejum e pré-prandial: 70-120 mg/dL, 0,05 p
  • glicemias pós-prandiais: <180 mg/dL, 0,05 p
  • HbA1C <7,0%. 0,05 p

3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus?

Podermos considerar o diabetes como causado por um triangulo formado de fatores GENETICOS, AMBIENTAIS E AUTOIMUNES. 0,1 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.49)

CASO CLINICO: (192647 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Homem branco, 20 anos, professor de natação, solteiro, referindo início dos sintomas há 10 dias, com ardência na orofaringe, obstrução nasal, febre baixa, cefaleia e mialgias. Procurou atendimento médico no Pronto Socorro municipal, tendo o diagnóstico de resfriado comum. Após 5 dias com persistência dos sintomas iniciais, passou a apresentar cefaleia frontal intensa, contínua, com irradiação retro-orbitária, piorando com a flexão da cabeça e não melhorando com analgésicos comuns. Houve piora da obstrução nasal, aparecimento de rinorreia amarelada, tosse seca e febre alta que cedia temporariamente com uso de dipirona. No décimo dia de doença, notou aparecimento de eritema e edema periorbitário, com grande piora do quadro clínico e febre alta contínua.
1) Qual o diagnóstico provável para o quadro clínico descrito até o décimo dia de evolução e qual exame poderia ser realizado pelo médico assistente, durante o exame físico, para confirmar o diagnóstico? (0,2 pontos)
2) Cite três hipóteses diagnósticas para os sinais e sintomas observados no décimo dia de evolução e qual exame deveria ser solicitado para confirmar o seu diagnóstico clínico e as possíveis complicações. (0,3 pontos)


RATING: 2.85

1) Qual o diagnóstico provável para o quadro clínico descrito até o décimo dia de evolução e qual exame poderia ser realizado pelo médico assistente, durante o exame físico, para confirmar o diagnóstico?
Rinossinusite aguda, diagnosticada clinicamente pela rinoscopia, pela presença de secreção mucupurulenta no meato médio. (0,2 p)
2) Cite três hipóteses diagnósticas para os sinais e sintomas observados no décimo dia de evolução e qual exame deveria ser solicitado para confirmar o seu diagnóstico clínico e as possíveis complicações.
Três das possíveis hipóteses:
- trombose do seio cavernoso (0,05 p) - tomografia computadorizada (exame ouro) (0,05 p)
- celulite retro-orbitária (0,05 p) - ressonância nuclear magnética (melhor para avaliação das partes moles, não sendo ideal na osteomielite) (0,05 p)
- meningite (0,05 p) - análise do liquor (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.85)




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