MISODOR - PLATAFORMA DE ESTUDO E TREINAMENTO
ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca três letras e depois escolhe a opção:

    

2541 USUARIOS INSCRITOS
882 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
490 TENTATIVAS (11 CONTESTAÇÕES)
13950 QUESTÕES OBJETIVAS
3413 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5536 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2425 QUESTÕES DE CIRURGIA
1792 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
784 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
148 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
178 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

PRINCÍPIOS DE CIRURGIA ONCOLÓGICA (ÁREA DE CIRURGIA)

Pacientes com câncer têm a expectativa de vida fortemente prejudicada em comparação com pessoas saudáveis. Cirurgiões que operam pacientes com câncer têm a obrigação de compreender melhor o processo biológico envolvido.

Nem sempre grandes cirurgias contribuem significativamente para a vida dos pacientes.
A necessidade de um tratamento cirúrgico oncológico radical é relativa. Às vezes, a mutilação cirúrgica pode ser o método mais apropriado para combater o câncer. É útil seguir regras estabelecidas, pois garantem respaldo legal ao exercício profissional.

No entanto, encontrar o equilíbrio ideal entre excesso e falta de procedimentos deve ser avaliado individualmente. Buscamos sempre uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar.

A oncologia é a medicina dos cânceres e envolve tanto tratamento médico quanto cirúrgico.

OBJETIVA: (907488 votos)..........94.64% das questões objetivas receberam votos.
Paciente F, 48 anos, etnia negra, é admitida na unidade de terapia intensiva, oriunda de sua residência, com quadro de crise hipertensiva, hemiparesia esquerda e cefaléia. Ao ser passada da maca de transporte para o leito, a paciente vomita e aspira conteúdo gástrico. A intubação orotraqueal é prontamente realizada, seguida de aspiração das vias aéreas e suplementação de oxigênio, estabilizando-se o quadro. Nesta situação descrita, em relação ao uso de antibióticos, a melhor opção é:
A. Observar o surgimento de manifestações compatíveis com infecção
B. Iniciar ceftazidima associada à amicacina
C. Iniciar penicilina cristalina e gentamicina
D. Prescrever nebulização profilática com clindamicina
E. Instituir tratamento com vancomicina imipenem

  RATING: 3.15

Paciente F, 48 anos, etnia negra, é admitida na unidade de terapia intensiva, oriunda de sua residência, com quadro de crise hipertensiva, hemiparesia esquerda e cefaléia. Ao ser passada da maca de transporte para o leito, a paciente vomita e aspira conteúdo gástrico. A intubação orotraqueal é prontamente realizada, seguida de aspiração das vias aéreas e suplementação de oxigênio, estabilizando-se o quadro. Nesta situação descrita, em relação ao uso de antibióticos, a melhor opção é:

A. Observar o surgimento de manifestações compatíveis com infecção
CORRETO: Ainda que em alguns serviços se trate precocemente a broncoaspiração suspeita ou confirmada, a conduta expectante e a análise continuada, visando a observar o aparecimento de manifestações de infecção, parece ser a conduta mais acertada. O que a literatura recomenda é tratamento de suporte das intercorrências agudas como hipoxemia, insuficiência respiratória e hipotensão arterial sistêmica, que serão tanto mais graves e precoces quanto maior o volume aspirado e menor o pH do conteúdo gástrico. Ademais, apenas 25% dos enfermos evoluem com pneumonia bacteriana, a qual pode surgir 2 a 3 dias após a aspiração, quando comparado ao quadro de pneumonite química (síndrome de Mendelson) que configuram os demais 75%.
B. Iniciar ceftazidima associada à amicacina
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Iniciar penicilina cristalina e gentamicina
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Prescrever nebulização profilática com clindamicina
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Instituir tratamento com vancomicina imipenem
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

DISCURSIVA: (165745 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
O uso de indicadores epidemiológicos é o modo mais relevante na avaliação de qualquer atividade na área da Saúde no SUS, mormente nos serviços públicos. 
A) Defina indicadores epidemiológicos. (0,1 ponto) 
B) Cite 3 (três) critérios a que deve obedecer um bom indicador, discutindo-os sucintamente. (0,3 pontos) 
C) Cite dois indicadores frequentemente utilizados na avaliação das condições de Saúde de uma população da área de abrangência de uma Unidade Básica. (0,1 pontos)


RATING: 3.08

O uso de indicadores epidemiológicos é o modo mais relevante na avaliação de qualquer atividade na área da Saúde no SUS, mormente nos serviços públicos. 
A) Defina indicadores epidemiológicos. (0,1 ponto) 
B) Cite 3 (três) critérios a que deve obedecer um bom indicador, discutindo-os sucintamente. (0,3 pontos) 
C) Cite dois indicadores frequentemente utilizados na avaliação das condições de Saúde de uma população da área de abrangência de uma Unidade Básica. (0,1 pontos)

A) Defina indicadores epidemiológicos.
Indicadores epidemiológicos são números ou razões, caracterizados como índices, que indicam vários aspectos da situação de saúde em uma população qualquer. (0,1 p)
B) Cite 3 (três) critérios a que deve obedecer um bom indicador, discutindo-os sucintamente.
Critérios:
  • Validade é a propriedade de um indicador que representa o que se quer medir, bem como é capaz de detectar mudanças no fenômeno em medição. (0,1 p)
  • Confiabilidade é a propriedade do indicador que muda pouco em relação ao tempo, portanto quanto mais utilizá-lo, os resultados esperados são semelhantes. (0,1 p)
  • Representatividade significa que o indicador realmente representa a realidade que se mediu e deve ser obtido de maneira mais simplificada possível. (0,1 p)
C) Cite dois indicadores frequentemente utilizados na avaliação das condições de Saúde de uma população da área de abrangência de uma Unidade Básica.
Coeficiente de prevalência e coeficiente de incidência de doenças na população da área de abrangência. (0,1 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.08)

CASO CLINICO: (192073 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
J.S.S., masculino, 14 anos e 7 meses, natural e procedente de Lagoinha - BA, está cursando a 5ª. série do 1º. grau, trabalhador rural.

Apresenta febre e aumento de volume abdominal há ± 3 meses.
Essa febre é vespertina diária (não aferida), e acompanha astenia, hiporexia e sudorese há ± 3 meses. Associado, apresentou aumento do volume abdominal, pequenos nódulos no pescoço e episódios de epistaxe (“sangue vivo”).

Como permanecia até 4 dias sem evacuar em casa e apresentou 2 episódios de dispnéia em repouso, procurou por atendimento médico em sua cidade de origem, sendo tratado com Sulfato ferroso e Bactrim. Em 3 meses, não apresentou melhora do quadro febril e aumento abdominal, e ainda iniciou quadro de edema em ambos os pés e tosse seca. Fez uso de fenobarbital até os 10 anos de idade, tendo interrompido por orientação médica). Nega outras doenças, alergias e uso de medicações atuais.

É orientado, hipocorado (+/+4), eupnéico, febril ao toque, acianótico,  emagrecido.Peso: 29 kg  PA: 110 x 70 mmHg

Linfonodos: Linfoadenopatia cervical bilateral   (± 1 cm, simétricos, indolores, móveis, fibroelásticos, sem sinais flogísticos).

ACV: RCR em 2T, bulhas hiperfonéticas, sopro sistólico (3+/+6). FC: 98 bpm.

AR: MV+ bilateralmente, sem estertores, sem chiado. FR 24/minuto

ABD: Distendido, hipertimpânico, fígado à ± 5 cm do RCD e do apêndice xifóide, Traube ocupado (ponta de baço palpável?).

Extremidades: Bem perfundidas, sem edema nos pés.

QUESTIONA-SE:

1) Enunciam pelo menos três hipóteses diagnósticos (0,3 pontos).

2) Considerando que os exames laboratoriais foram irrelevantes, quais são as proximas investigações para esclarecer o diagnóstico? (0,1 pontos)

3) Há alguma justificativa para eliminar o diagnóstico de tuberculose? Explicam os motivos (0,1 pontos)




RATING: 2.9

1. HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS: Considerar 0,1 pontos por qualquer um das combinações:

  1. Calazar: Causada pela Leishmania donovani. Mais comum entre 1-4 anos de vida;Maior prevalência no sexo masculino. SINAIS E SINTOMAS: febre prolongada , palidez, distensão abdominal, perda de peso, anorexia, associados a tosse e/ou diarréia.LABORATÓRIO: pancitopenia, inversão albumina/globulina, TGP e TGO normais, alteração em TP, TTPA; proteinúria e microhematúria discretas e transitórias. Mielograma pode confirmar, caso seja demonstrada a leishmânia
  2. Toxoplasmose: Zoonose causada por protozoário (T. gondii).TRANSMISSÃO: carne mal cozida com cistos nos tecidos, inalação de oocistos das fezes de gatos, transfusão de sangue ou transplante de órgãos.Assintomática em 90% dos casos. Febre, insidiosa, astenia, faringite, cefaléia, mal-estar, mialgia, linfoadenopatia periférica (cervical), hepatoesplenomegalia, rash cutâneo, meningoencefalite e confusão mental. Gânglios duros, móveis, não aderentes a planos profundos, sem tendência à fistulização. LABORATÓRIO: aumento dos LNF, VHS , TGO e TGP. DIAGNÓSTICO: Detecção de IgM e IgG por imunofluorescência indireta e ELISA; fixação de complemento e inibição da hemaglutinação.
  3. Mononucleose infecciosa Hiperplasia linfóide inespecífica. Picos na 1ª. infância. Causada pelo EBV. Depende de fatores socioeconômicos.TRANSMISSÃO: saliva, utensílios contaminados e hemotransfusão. Autolimitada. Febre, astenia, anorexia, faringite, linfoadenopatia cervical, edema periorbitário, petéquias no palato mole, esplenomegalia, erupção macular, hepatomegalia, náuseas, vômitos, diarréia, obstipação. Linfonodos hipersensíveis e simétricos, não fixados a planos profundos. LABORATÓRIO: aumento de LEUCO (com aumento de LNF >50%, 10% atípicos), aumento de TGO e TGP, FA e bilirrubinas. Anticorpos heterófilos +. DIAGNÓSTICO: isolar EBV em hemocultura, culturas de nasofaringe e linfonodos.
  4. Doença da Arranhadura do Gato Mais freqüente em menores de 20 anos (60% em crianças). Contato com gato em 95% dos casos.
    Evolução subaguda e autolimitada. Pápulas eritematosas que evoluem para crostas (local da inoculação). Linfoadenopatia regional (cervicais), febre, mal-estar, anorexia, dor abdominal, cefaléia, náuseas, astenia, perda ponderal. Linfonodos móveis, dolorosos, pele tensa no local, eritematosa e quente. Supura em 15%. Contato com gatos + linfoadenopatias + lesão cutânea. DIAGNÓSTICO: imunofluorescência indireta, ELISA e exame histopatológico.
  5. Linfoma Hodgkin: Maior risco em imunodeficiências. Predisposição genética; relação com o EBV. Aumento progressivo dos linfonodos; dissemina-se pelo sistema linfático para linfonodos contíguos. 5% dos linfomas da infância. 3:2 em meninos; mais comum a partir dos 10 anos. Curso indolente; adenopatia por muitos anos antes do diagnóstico. 80% com linfoadenopatia (consistência fibroelástica, sem sinais inflamatórios, indolor) acima do diafragma (cervical). DOENÇA AVANÇADA: comprometimento extranodal (baço, fígado, medula óssea, ossos, pulmões). Tosse, dispnéia, arritmias, disfagia, sintomas do TGI, hepatoesplenomegalia. Febre diária, emagrecimento, sudorese, anorexia, astenia. Anemia, aumento das LEUCO , aumento do VHS e cobre sérico. DIAGNÓSTICO: Mielograma (célula de Reed-Sternberg), anatomopatológico e imuno-histoquímica. CLASSIFICAÇÃO: Predominância linfocitária nodular, esclerose nodular, rico em linfócitos, celularidade mista e depleção linfocitária.
  6. Linfoma Não-Hodgkin: Desorganização proliferativa maligna de linfócitos e/ou sistema macrofágico. 2:1 em meninos; pico entre 4-11 anos. Maior risco em imunodeficiências e imunossupressão; QTX e RTX no passado; infecções virais; relação com o H. pylori. Acomete mais abdome, mediastino, rinofaringe e gânglios periféricos. Mais comum doença sistêmica. GRUPOS: Burkitt, linfoblástico e grandes células. CLASSIFICAÇÃO CLÍNICA: Indolentes ou agressivos. ABDOME: região ileocecal, apêndice e colo ascendente. Aumento do volume abdominal, vômitos, alterações do hábito intestinal e massa abdominal. MEDIASTINO: tosse seca, dispnéia, insuficiência respiratória. Síndrome de compressão da veia cava (obstrução do retorno venoso, edema de face, ingurgitamento venoso). GÂNGLIOS PERIFÉRICOS: linfonodos periféricos (cervicais; 1 ou + cadeias ganglionares, de crescimento rápido, sem sinais flogísticos). CABEÇA E PESCOÇO: parótida, cavidade nasal, tireóide, laringe, adenóides, tonsilas e faringe. OUTROS SÍTIOS: pulmões, testículos, ossos, partes moles e pele. SINTOMAS B: febre, emagrecimento, sudorese e astenia. INDOLENTES: evolução lenta, linfoadenopatia não dolorosa, esplenomegalia e pancitopenia. AGRESSIVOS: linfoadenopatia ou tumoração extranodal, rapidamente progressivo.
  7. Paracoccidioidomicose: Micose sistêmica; causada pelo Paracoccidioides brasiliensis. Solos úmidos com vegetação abundante e clima temperado. BRASIL: predomina no sudeste, sul e centro-oeste (zonas endêmicas rurais). Rara em crianças. INFECÇÃO: inalatória. Linfoadenomegalia (cervical; duros, móveis e indolor), hepatoesplenomegalia, febre, alterações do TGI, osteoarticulares, cutâneas. Anemia,  LEUCO (neutrofilia com desvio à esquerda), granulações tóxicas, eosinofilia, ↓LNF ou  LNF discreta, monocitose, inversão da albumina/globulina. Diagnóstico: cultura de secreções ou tecidos.
  8. Leucemia DIAGNÓSTICO: anemia, plaquetopenia. Oscilação desde baixo LEUCO a alto LEUCO, com linfoblastos. Medula óssea hipercelular. Mais freqüente em pediatria (80-85% em <15 anos). Infiltrado leucêmico no baço, fígado, linfonodos, SNC e gônadas. Palidez, astenia, manifestações hemorrágicas (epistaxe), febre, linfoadenomegalia, hepatoesplenomegalia, dor óssea, artralgia, cefaléia e vômitos. Proliferação clonal de células mielóides primitivas na medula óssea. ETIOLOGIA: quebras cromossômicas, radiação, produtos tóxicos e distúrbios hematopoéticos. Freqüência aumenta com a idade. Astenia, febre, fenômenos hemorrágicos (epistaxe), comprometimento do estado geral, hepatoesplenomegalia, linfoadenopatia. DIAGNÓSTICO: anemia, neutropenia (presença de mieloblastos), plaquetopenia. Mielograma analisa morfologia da medula óssea (hipercelular). Biópsia de medula óssea quantifica a celularidade.
  9. Sarcoidose: Doença granulomatosa; afeta primariamente os pulmões. Adenopatia hilar bilateral, eritema nodoso, uveíte, lesões de pele, doença intersticial difusa, astenia, depressão, mal-estar, anorexia, perda de peso, febre, tosse, dispnéia, sibilância, linfoadenopatia periférica, hipercalcemia e hipercalciúria. Linfonodos não-aderentes, firmes, fibroelásticos, indolor, não ulceram. Baixo LNF, eosinofilia, aumento do VHS, hipoglobulinemia, aumento da ECA. Anormalidades no Rx de tórax. DIAGNÓSTICO: achados clínicos, radiológicos e anatomopatológicos.
  10. 2. O proximo exame a ser requerido, já que temos adenopatia vai ser BIÓPSIA DE LINFONODO CERVICAL

    3. TUBERCULOSE GANGLIONAR - PROVAVELMENTE NÃO! Motivos: Causada pelo M. tuberculosis. Freqüente em crianças. LINFONODOS: firmes, móveis e separados. Depois, fixam-se entre si, inflamam e apresentam fístula com material caseoso. Pode haver ou não doença pulmonar concomitante. DIAGNÓSTICO: PAAF ou biópsia ou secreção de fístula. 50% com BAAR. Febre, não acomete o estado geral, linfoadenopatia. PPD+ é sugestivo. Somente tem três sinais clinicos inespecificos.

    AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.9)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.