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MACROSSOMIAS FETAIS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A macrossomia foi definida com vários parâmetros. Como definir e uma problema. Depende de situação:

  • Caso que o feto esta a termo, definimos um feto macrossômico como um feto sendo acima de 4000-4500 g.
  • Caso que o feto e prematuro, então – o processo e mais difícil. Vai ter que estabelecer o peso ideal, depois corrigir pela idade gestacional, sexo e raça.

Depois, vamos pesar o feto para saber o peso real. Se o peso real for MAIOR QUE 90% desse peso ideal corrigido, então o feto e macrossomo.

OBJETIVA: (890885 votos)..........95.18% das questões objetivas receberam votos.
O adenocarcinoma do esôfago pode ter uma das seguintes origens:
A. interface epitelial estromal
B. celulas epiteliais pavimentosas
C. papiloma de células escamosas do esôfago
D. pedículos de tecido conjuntivo vascular oriundos de ramificacões da lâmina própria
E. ilhas heterotópicas do epitélio colunar

  RATING: 3.02

O adenocarcinoma do esôfago pode ter uma das seguintes origens:

A. interface epitelial estromal
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. celulas epiteliais pavimentosas
INCORRETO : O adenocarcinoma esofágico atualmente o tipo celular mais comum do câncer de esôfago nos Estados Unidos. Ele surge a partir de glândulas profundas e superficiais do esôfago: no terço inferior do esôfago e, em particular próximo à junção gastroesofágica. Brancos são quatro vezes mais afetados que negros, e homens têm risco 8 vezes maior que as mulheres.
C. papiloma de células escamosas do esôfago
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. pedículos de tecido conjuntivo vascular oriundos de ramificacões da lâmina própria
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. ilhas heterotópicas do epitélio colunar
CORRETO : O adenocarcinoma do esôfago pode ter uma das três origens: 1) glândulas submucosas esofágicas, 2) ilhas heterotópicas do epitélio colunar 3) degeneração maligna do epitélio colunar metaplásico (mucosa de Barrett).

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

DISCURSIVA: (164194 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela. (0,25 pontos)
2) Descrevam a técnica de colostroterapia. (0,25 pontos)


RATING: 2.97

1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela. (0,25 pontos)
2) Descrevam a técnica de colostroterapia. (0,25 pontos)

1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela.
Consiste na instilação orofaríngea (0,05 p) de gotas de colostro fresco da própria mãe (0,05 p) para o recém-nascido 4 vezes ao dia (0,05 p) pelo mínimo de 48 horas. (0,05 p)
Utiliza-se para prevenção da enterocolite necrotizante (0,025 p) em recém nascidos com alto risco (0,0125 p)e que não podem ser alimentados com dieta enteral (0,0125 p)

2) Descrevam a técnica de colostroterapia.
Deve ser iniciada nas primeiras 4 a 6 h de vida (0,05 p), usando de 0,2 a 0,4 ml (7 a 14 gotas) (0,05 p) de colostro fresco ou refrigerado (0,05 p), administrado na orofaringe (0,05 p)a cada 2-3 h/dia, por 48 h (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (190230 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
E.O.S. , sexo feminino , 3 meses , negra ,natural e procedente de Salvador - BA
QP: tosse e dispnéia há 2 dias
HMA : criança vinha bem quando há 2 dias passou a cursar com tosse seca e desconforto respiratório. Nega febre, vômitos, obstrução nasal ou coriza.. Refere diminuição da ingesta alimentar e irritabilidade neste período. Procurou assistência médica em Unidade de Saúde Leite materno exclusivo até 1 mês. Após esse período foi introduzido Leite Ninho + Cremogema. Recebeu as 2 doses de BCG e Hepatite B, além da 1ª dose de HIB, Polio e DPT. AM : nega alergias,cirurgia, internamentos,acidentes ou episódios de dispnéia anteriores.  Moradia própria com saneamento básico, onde residem 4 pessoas. Renda familiar de R$ 200,00. Em REG e N, afebril, ativa, descorada ++/IV, hidratada, acianótica, anictérica, taquidispnéica com TIC e TSD Peso: 5040 g (p 10-25) FR : 55 ipm FC : 125 bpm. MV rude, com sibilos expiratórios difusos bilaterais, estertores grosseiros, móveis , bilaterais AUSCULTA CV : BRNF em 2T sem sopros ABDÔMEN : plano, flácido, indolor. Fígado palpável a 3cm do RCD. Baço não palpável. RHA presentes. EXTREMIDADES :sem edemas, bem perfundidas.
HEMOGRAMA:
RBC : 4.030.000 Hb: 9,8 g/dL Hct: 27,6% VCM : 79,7 HCM : 28,3 CHCM : 35,5 RDW : 12% Leucograma : 3700 Bt- 2% Seg- 69% Eo - 1% Linf- 26% M-2% 

Pergunta-se:
1) Quais são as principais suspeitas diagnosticas? 0,15 p 2) Indiquem 5 fatores determinantes que contribuem para a deficiência de ferro na infância. 0,2 p 3) Indiquem a esquema terapeutica adequada conforme os diagnosticos feitos no caso apresentado. 0.15 p


RATING: 3

1) Suspeitas diagnosticas:

a) Broncoespasmo sec bronquiolite 0,05 p
b) Broncopneumonia 0,05 p
c) Anemia ferropriva 0,05 p

2) Fatores determinantes que contribuem para a deficiência de ferro na infância:

a) Necessidade de ferro para o crescimento 0,04 p
b) Perda sanguínea gastrointestinal 0,04 p
c) Dieta pobre em ferro 0,04 p
d) Limitada capacidade de absorção do ferro da dieta 0,04 p
e) Alta prevalência de parasitose intestinal 0,04 p

3) Esquema de tratamento:

a) aumentar o aporte hídrico 0,05 p
b) hidrocortisona e nebulizações 0,05 p
c) Sulfato Ferroso na dose de 1,5 mg/kg/dia (3 gotas antes do almoço e jantar), além de Protovit 5 gotas 12/12h. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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