ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2568 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
511 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16501 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6220 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3656 QUESTÕES DE CIRURGIA
1924 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

DENGUE (ÁREA DE PEDIATRIA)

Os dados de anamnese e exame físico serão utilizados para estadiar os casos e para orientar as medidas terapêuticas cabíveis. É importante lembrar que a dengue é uma doença dinâmica, o que permite que o paciente evolua de um estágio a outro rapidamente. O manejo adequado dos pacientes depende do reconhecimento precoce de sinais de alerta, do contínuo monitoramento e reestadiamento dos casos e da pronta reposição hídrica.
Com isso, torna-se necessária a revisão da história clínica acompanhada do exame físico completo, a cada reavaliação do paciente, com o devido registro em instrumentos pertinentes (prontuários, ficha de atendimento, cartão de acompanhamento).
Atenção: os sinais de alerta e o agravamento do quadro costumam ocorrer na fase de remissão da febre. Não há tratamento específico para a dengue, o que o torna eminentemente sintomático ou preventivo das possíveis complicações. As drogas antivirais, o interferon alfa e a gamaglobulina, testada até o momento, não apresentaram resultados satisfatórios que subsidiem sua indicação terapêutica

OBJETIVA: (1427974 votos)..........96.27% das questões objetivas receberam votos.
Em relação ao risco de malignidade e às recomendações de seguimento de incidentalomas adrenais não funcionantes, assinale a alternativa CORRETA
A. Lesões < 4 cm com características de imagem benignas apresentam risco de malignidade superior a 10% e requerem adrenalectomia
B. O crescimento de 0,5 cm em 12 meses é critério absoluto para indicação cirúrgica
C. Lesões ≥ 6 cm devem ser sempre consideradas malignas independentemente das características de imagem
D. seguimento com imagem é desnecessário em adenomas confirmados por densidade ≤ 10 UH
E. O risco de malignidade aumenta significativamente acima de 4 cm e, em lesões com características indeterminadas, o seguimento ou a cirurgia devem ser considerados de acordo com o tamanho e a evolução

  RATING: 2.75

Em relação ao risco de malignidade e às recomendações de seguimento de incidentalomas adrenais não funcionantes, assinale a alternativa CORRETA

A. Lesões < 4 cm com características de imagem benignas apresentam risco de malignidade superior a 10% e requerem adrenalectomia
INCORRETO: Lesões < 4 cm com critérios de imagem claramente benignos apresentam risco de malignidade muito baixo (geralmente < 2%) e não indicam cirurgia de rotina.
B. O crescimento de 0,5 cm em 12 meses é critério absoluto para indicação cirúrgica
INCORRETO : O limiar de crescimento usualmente considerado significativo é ≥ 1 cm ou ≥ 20% do diâmetro inicial em 6–12 meses; 0,5 cm isoladamente não constitui critério absoluto de cirurgia.
C. Lesões ≥ 6 cm devem ser sempre consideradas malignas independentemente das características de imagem
INCORRETO : Embora o risco seja elevado acima de 6 cm, características de imagem típicas de adenoma ou mielolipoma podem permitir conduta conservadora em casos selecionados.
D. seguimento com imagem é desnecessário em adenomas confirmados por densidade ≤ 10 UH
INCORRETO : Mesmo adenomas confirmados por densidade ≤ 10 UH devem ter seguimento inicial com imagem para documentar estabilidade, conforme recomendações das sociedades.
E. O risco de malignidade aumenta significativamente acima de 4 cm e, em lesões com características indeterminadas, o seguimento ou a cirurgia devem ser considerados de acordo com o tamanho e a evolução
CORRETO : O risco de carcinoma adrenocortical eleva-se de forma relevante a partir de 4 cm, sendo ainda maior acima de 6 cm. Em lesões com características de imagem indeterminadas, a decisão entre seguimento radiológico e adrenalectomia baseia-se no diâmetro, na taxa de crescimento e nos demais achados de imagem.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.75)

DISCURSIVA: (199648 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)


RATING: 2.76

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?

Pressão arterial sistólica (PAS) < percentil 5 para idade ou PAS < 2 desvios padrão abaixo do normal para a idade é hipotensão (0,05 p)
Em pediatria, a hipotensão é um sinal tardio de choque e significa fase descompensada. (0,05 p)

2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?

Alteração de temperatura corpórea - hipertermia ou hipotermia (0,05 p)
Alteração de leucócitos – leucocitose ou leucopenia não secundárias à quimioterapia, ou presença de formas jovens de neutrófilos no sangue periférico. (0,05 p)

3) Qual é o tipo, a modalidade e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico com sinais e sintomas de hipoperfusão tecidual?
a) iniciar imediatamente a ressuscitação volêmica com Ringer ou Ringer lactato, em bolus de 20 mL/kg em 5 a 10 minutos uso de solução salina 0,9% ou ainda coloide (albumina humana a 5%) (0,05 p)
b) o volume inicial para reanimação exige 40 a 60 mL/kg ou mais durante as primeiras horas de tratamento (0,05 p) , exceto quando têm:
- cardiopatia congênita - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- suspeita de disfunção miocárdica - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- recém-nascidos - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
c) manter até normalização dos sinais de hipoperfusão tecidual ou até surgir sinais de hipervolemia. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.76)

CASO CLINICO: (231850 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Menina de cinco anos, raça negra, é levada ao pronto-socorro depois de sofrer de uma forte dor de cabeça e episódios de vômito em jato nas últimas quatro horas. A mãe relata que não houve qualquer trauma, infecção recente ou vacinação, e observa que a criança não apresentou febre ou calafrios. Ela também nega a presença de diarreia ou dor abdominal acompanhando os vômitos. 

A mãe está preocupada porque a filha quase não está usando o braço esquerdo e parece ter começado a mancar, colocando a maior parte do peso na perna direita. A criança nasceu de parto vaginal, no tempo certo, sem complicações durante a gravidez e o período pós-parto. Desde o nascimento, ela é acompanhada por um pediatra e apresenta um padrão de crescimento normal, atingindo todos os marcos de desenvolvimento no tempo esperado. Suas vacinas estão em dia.  

Segundo a mãe, a menina é pálida desde que nasceu. Ela foi diagnosticada com anemia aos três anos e faz uso regular de suplementos de ferro e vitaminas. A paciente também apresentou crises de dor recorrentes, tratadas em casa com analgésicos, e teve um episódio de inchaço e dor nas mãos aos 18 meses. 

Ao falar sobre a história familiar, a mãe menciona que ela e o pai não são parentes próximos. O casal perdeu um filho, irmão da paciente, devido à síndrome da morte súbita infantil aos seis meses de idade. Além disso, um primo materno tem uma forma de anemia que requer transfusões sanguíneas regulares. A paciente apresenta palidez e icterícia. Ela alterna entre períodos de estupor e irritabilidade. 

Sua frequência cardíaca é de 136 batimentos por minuto, a pressão arterial é de 103/62 mmHg, a temperatura está em 36,7 °C e a frequência respiratória é de 16 incursões por minuto. Durante a ausculta cardíaca, observou-se um ritmo regular em dois tempos, com sons cardíacos normais e um sopro pansistólico de intensidade 2+/6+. O abdome está flácido e não apresenta dor à palpação, com peristalse presente. O baço é palpável a três centímetros abaixo do rebordo costal. Os pares cranianos da paciente estão íntegros. Ela possui força e sensibilidade normais no lado direito do corpo, enquanto apresenta fraqueza e redução de sensibilidade no lado esquerdo. 

Hemoglobina: 6,5 g/dL, Leucometria: 24.000 células/mm³, Plaquetas: 500.000 células/mm³ Tempo de protrombina/tempo de tromboplastina parcial: normal, Bioquímica: normal

           

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? (0,09 pontos)

(II) Qual é a causa desta lesão? Argumenta. (0,315 pontos)

(III) Qual é a conduta terapêutica nesta fase e como vai ser conduzido o caso para prevenir novos incidentes deste tipo? (0,095 p)




RATING: 3.03

(I) Qual é o diagnóstico mais provável?

Acidente vascular cerebral (0,045 p) no hemisfério direito (0,045 p).

(II) Qual é a causa desta lesão? Argumenta.

Anemia falciforme (0,045 p). O diagóstico é apoiado pelo esfregaço sanguineo que mostra hemácias 'em foice' (0,045 p), os antecedentes familiares (0,045 p) (morte súbita do irmão, tio materno com antecedentes de tratamento transfusional), raça negra (0,045 p), diagnosticada com anemia aos três anos (0,045 p), crises de dor recorrentes (crises de falcização) tratadas em casa com analgésicos (0,045 p), e episódio de inchaço e dor nas mãos aos 18 meses (provavelmente sindrome mão-pé, crise vaso-oclusiva localizada (0,045 p)

(III) Qual é a conduta terapêutica nesta fase e como vai ser conduzido o caso para prevenir novos incidentes deste tipo?

Os infartos cerebrais em pacientes com anemia falciforme devem ser tratados com exsanguinotransfusão no momento do diagnóstico (0,0475 p) e, depois, com um esquema de hemotransfusão regular por toda a vida. (0,0475 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.