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ACIDENTES E INTOXICAÇÕES NA CRIANÇA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Os acidentes têm se tornado, ao longo dos últimos anos, um importante problema da saúde pública, ocupando papel de destaque nas estatísticas de morbidade e mortalidade infantil em todo o mundo. Principalmente nos países subdesenvolvidos o tema ”Prevenção de Acidentes” deve ser considerado como prioritário, exigindo maior discussão e divulgação desse importante agravo à saúde infantil. Enquanto a Medicina progride e vai avançando no conhecimento sobre a doenças infecto-contagiosas e degenerativas, os acidentes permanecem como uma importante e pouco estudada causa de morbidade infantil, incapacidade permanente e morte

OBJETIVA: (1430851 votos)..........96.35% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 55 anos com melanoma cutâneo estágio III tratado há 3 anos, em remissão completa sob imunoterapia com anti-PD-1, apresenta em PET-CT único foco hipermetabólico em glândula adrenal direita (SUV máximo 12,3; lesão de 3,1 cm), sem outras lesões suspeitas. Avaliação hormonal completa é negativa. Qual a conduta que oferece maior probabilidade de benefício de sobrevida a longo prazo?
A. Manutenção exclusiva da imunoterapia com reavaliação em 3 meses
B. Radioterapia estereotáxica ablativa isolada da lesão adrenal
C. Biópsia adrenal seguida de quimioterapia sistêmica clássica
D. Adrenalectomia (preferencialmente minimamente invasiva) com intenção curativa, mantendo a imunoterapia adjuvante
E. Observação expectante, pois metástases adrenais de melanoma raramente se beneficiam de ressecção

  RATING: 3

Paciente de 55 anos com melanoma cutâneo estágio III tratado há 3 anos, em remissão completa sob imunoterapia com anti-PD-1, apresenta em PET-CT único foco hipermetabólico em glândula adrenal direita (SUV máximo 12,3; lesão de 3,1 cm), sem outras lesões suspeitas. Avaliação hormonal completa é negativa. Qual a conduta que oferece maior probabilidade de benefício de sobrevida a longo prazo?

A. Manutenção exclusiva da imunoterapia com reavaliação em 3 meses
INCORRETO: A progressão isolada adrenal sob imunoterapia eficaz justifica intervenção local para tornar o paciente livre de doença.
B. Radioterapia estereotáxica ablativa isolada da lesão adrenal
INCORRETO : Embora a radioterapia estereotáxica seja opção paliativa ou em pacientes inoperáveis, a ressecção cirúrgica oferece melhores margens e controle local definitivo em lesões ressecáveis.
C. Biópsia adrenal seguida de quimioterapia sistêmica clássica
INCORRETO : A biópsia tem papel limitado quando a imagem e o contexto clínico já são altamente sugestivos e a conduta seria alterada pela ressecção; a quimioterapia clássica não é primeira linha no melanoma atual.
D. Adrenalectomia (preferencialmente minimamente invasiva) com intenção curativa, mantendo a imunoterapia adjuvante
CORRETO : Em pacientes selecionados com metástase adrenal isolada de melanoma (ou oligometastática com doença extra-adrenal controlada), a adrenalectomia está associada a sobrevida global significativamente superior (séries recentes mostram mediana de sobrevida > 90-110 meses versus < 12 meses em tratamento exclusivamente sistêmico). A imunoterapia contemporânea potencializa o benefício da ressecção local. A técnica minimamente invasiva é preferível quando oncológicamente factível.
E. Observação expectante, pois metástases adrenais de melanoma raramente se beneficiam de ressecção
INCORRETO : O melanoma é um dos primários com maior evidência de benefício da metastasectomia adrenal seletiva.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (200049 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Enumeram 2 anormalidades estruturais cardíacas que podem evoluir com síncope cardiogênica por mecanismo obstrutivo. - 0,125 pontos
2)  Enumeram 3 causas de sincope neurogênica. 0,1875 pontos
3) Apontam 3 situações em qual a síncope deve ser encaminhada ao cardiologista ou neurologista. 0,1875 pontos


RATING: 2.58

1) Enumeram 2 anormalidades estruturais cardíacas que podem evoluir com síncope cardiogênica por mecanismo obstrutivo. - 0,125 pontos
2)  Enumeram 3 causas de sincope neurogênica. 0,1875 pontos
3) Apontam 3 situações em qual a síncope deve ser encaminhada ao cardiologista ou neurologista. 0,1875 pontos

1) Enumeram 3 anormalidades estruturais cardíacas que podem evoluir com síncope cardiogênica por mecanismo obstrutivo.

Isso acontece quando algum defeito obstrua o enchimento ou, pelo contrário, o esvaziamento ventricular. (0,0625 p cada uma)

  • estenose aórtica grave
  • cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva
  • estenose pulmonar
  • estenose mitral
  • tamponamento cardíaco
  • hipertensão pulmonar primária

2) Enumeram 3 causas de sincope neurogênica.
  • Epilepsia 0,0625 p
  • Enxaqueca 0,0625 p
  • Distúrbios psiquiátricos 0,0625 p

3) Apontam 3 situações em qual a síncope deve ser encaminhada ao cardiologista ou neurologista.(0,0625 p cada uma da lista abaixo)

  • Síncope desencadeada por exercícios
  • Síncope associada à dor no peito ou palpitações
  • Qualquer anormalidade cardíaca detectada no exame físico ou ECG
  • História familiar de morte súbita
  • História familiar de epilepsia
  • Qualquer anormalidade neurológica aguda ou residual
  • Episódio inexplicável de síncope
  • Síncope recorrente

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.58)

CASO CLINICO: (232246 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.93

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.93)




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