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POLIARTERITE NODOSA NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Segundo os critérios “Chapel Hill Consensus Conference”, a poliarterite nodosa clássica não envolve arteríolas, capilares ou vênulas, não causando glomerulonefrite nem capilarite pulmonar (hemorragia alveolar). Na verdade, ela pode afetar qualquer vaso de médio calibre do corpo, exceto as artérias do leito pulmonar. O que é claro é que ambas são doenças de etiologia desconhecida, mas de natureza claramente imunológica.
A poliangeíte microscópica acomete predominantemente arteríolas, capilares e vênulas, produzindo com frequência glomerulonefrite e capilarite pulmonar, embora também afete pequenas e médias artérias.

OBJETIVA: (900274 votos)..........94.94% das questões objetivas receberam votos.
A respeito da carcinomatose peritoneal de origem colorretal, assinale a alternativa CORRETA:
A. o índice de carcinomatose (conhecido como índice de Sugarbaker) é um escore radiológico que classifica em 4 níveis a extensão da doença
B. a peritoniectomia para tratamento da doença deve compreender a remoção sistemática de todo peritônio parietal e visceral, independentemente dos achados macroscópicos
C. a temperatura de infusão da quimioterapia intraperitoneal (HIPEC/CHIP) é escolhida em função da quantidade de doença residual na cavidade
D. a cirurgia citorredutora, mesmo que resseque parcialmente a doença, traz benefício oncológico ao paciente
E. apesar da baixa resposta à quimioterapia sistêmica, carcinomas de apêndice respondem melhor à cirurgia citorredutora seguida de quimioterapia intraperitoneal que os tumores originados em outras regiões do intestino

  RATING: 3

A respeito da carcinomatose peritoneal de origem colorretal, assinale a alternativa CORRETA:

A. o índice de carcinomatose (conhecido como índice de Sugarbaker) é um escore radiológico que classifica em 4 níveis a extensão da doença
INCORRETO: O Índice de Câncer Peritoneal (PCI, de Sugarbaker) é primariamente um escore quantitativo avaliado durante a cirurgia (embora possa ser estimado por imagem pré-operatória), que divide o abdome em 13 regiões e atribui pontuações de 0 a 3 por região com base no tamanho das lesões, resultando em um total de 0 a 39. Não é um escore puramente radiológico nem classificado em apenas 4 níveis, como descrito em fontes como StatPearls (NCBI) e artigos no Frontiers in Oncology. Essa classificação em 4 níveis não corresponde à definição padrão.
B. a peritoniectomia para tratamento da doença deve compreender a remoção sistemática de todo peritônio parietal e visceral, independentemente dos achados macroscópicos
INCORRETO : A peritoniectomia, como parte da cirurgia citorredutora, é seletiva e visa remover apenas o peritônio afetado pela doença macroscópica, preservando tecidos saudáveis para minimizar morbidade. Não é uma remoção sistemática de todo o peritônio parietal e visceral, independentemente dos achados, exceto em estruturas específicas como o ligamento falciforme. Isso é enfatizado em revisões no Annals of Surgery e International Journal of Hyperthermia, que destacam a necessidade de ressecção baseada em evidências de envolvimento tumoral para otimizar resultados.
C. a temperatura de infusão da quimioterapia intraperitoneal (HIPEC/CHIP) é escolhida em função da quantidade de doença residual na cavidade
INCORRETO : A temperatura da HIPEC é padronizada entre 41-43°C para maximizar a citotoxicidade sinérgica com a quimioterapia, sem variação baseada na quantidade de doença residual. Fatores como o tipo de fármaco e a tolerância do paciente influenciam, mas não o volume residual, conforme guidelines da Mayo Clinic e estudos no Taylor & Francis (como no International Journal of Hyperthermia), que focam em temperaturas fixas para eficácia e segurança.
D. a cirurgia citorredutora, mesmo que resseque parcialmente a doença, traz benefício oncológico ao paciente
INCORRETO : A cirurgia citorredutora, mesmo que resseque parcialmente a doença, traz benefício oncológico ao paciente: Incorreta. Para metástases peritoneais colorretais, o benefício oncológico (como melhora na sobrevivência) depende de uma citorredução completa (CC-0 ou CC-1, sem doença macroscópica residual). Ressecções parciais (incompletas, CC-2 ou CC-3) estão associadas a alta morbidade, recorrência rápida e pouco ou nenhum ganho em sobrevivência, como relatado em artigos no World Journal of Surgical Oncology e Journal of Surgical Oncology. Embora haja relatos isolados de benefício paliativo curto, não há evidência consistente de vantagem oncológica em ressecções incompletas.
E. apesar da baixa resposta à quimioterapia sistêmica, carcinomas de apêndice respondem melhor à cirurgia citorredutora seguida de quimioterapia intraperitoneal que os tumores originados em outras regiões do intestino
CORRETO : os carcinomas de apêndice, especialmente os tipos mucinosos (como no pseudomixoma peritoneal), apresentam uma resposta pobre à quimioterapia sistêmica convencional, mas respondem significativamente melhor à cirurgia citorredutora (CRS) seguida de quimioterapia intraperitoneal hipertérmica (HIPEC) em comparação com tumores colorretais originados em outras regiões do intestino. Estudos e revisões, como os publicados no Journal of Gastrointestinal Oncology e no Anticancer Research, mostram que pacientes com neoplasias apendiculares disseminadas peritoneais têm taxas de sobrevivência em 5 anos variando de 40-78% após CRS/HIPEC, com respostas duráveis mesmo em casos de alto volume de doença, enquanto os tumores colorretais têm prognósticos piores (mediana de sobrevivência menor) devido a uma biologia mais agressiva e menor sensibilidade ao tratamento local. Isso se deve à natureza mais indolente e localizada dos tumores apendiculares, que se beneficiam mais da remoção cirúrgica completa e da quimioterapia intraperitoneal direcionada.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (164976 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Pergunta-se:
1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? (0,1 pontos)
2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p
3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? (0,1 pontos)
4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? (0,1 pontos)
5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST?


RATING: 2.91

Pergunta-se:
1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? (0,1 pontos)
2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p
3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? (0,1 pontos)
4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? (0,1 pontos)
5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST?

1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? 0,1 p 

Sempre o rendimento é aumentado se um traçado puder ser registrado durante um episódio de dor torácica.

2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p 

A depressão transitória de pelo menos 1 mm do segmento ST que aparece durante a dor torácica e desaparece quando esta alivia

3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? 0,1 p

Tal achado não exclui angina instável; entretanto, ele indica que uma área isquèmica, se presente, não e extensa ou suficientemente grave para induzir alterações eletrocardiograficas, e esse achado e um sinal prognostico favorável.

4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? 0,1 p 

Quando a depressão do segmento ST e um padrão persistente dos ECG registrados com ou sem dor torácica, o achado representa um IM sem elevação do segmento ST.

5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST? 0,1 p

Um padrão eletrocardiografico comum de pacientes com angina instável ou IM sem elevação do segmento ST é uma onda T persistentemente negativa, que, geralmente, indica a presença de uma estenose grave na artéria coronariana correspondente. Ondas T profundamente negativas são, por ocasião, observadas em todas as derivações precordiais, um padrão que sugere uma estenose proximal grave da artéria descendente anterior esquerda como a lesao responsável

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.91)

CASO CLINICO: (191222 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
O aluno A. A. V., hoje com quatros anos de idade, está matriculado no Pré I, na Escola Municipal. Nasceu de uma cesariana, com tempo normal de gravidez nove meses. Depois do nascimento a sua mãe nunca percebeu nada de diferente com o seu filho, sempre vendo-o como uma criança normal e saudável.
Depois de um ano ela percebeu que as outras crianças da mesma idade eram diferentes. Com um ano e seis meses L. F. bateu muito forte a boca na bicicleta ao andar com sua mãe, cortou a boca, e por isso a única palavra ('eu') que pronunciava não pronunciou mais.
Mãe observou, no mesmo período que a criança não respondia mais ao ser chamada pelo nome, não mostrava atenção alguma quando apontava para algo.
Começou a andar com um ano e três meses.
1) Qual é a principal suspeita diagnostica? 0,25 pontos
2) É adequado a aplicação do teste de triagem para essa suspeita? Indiquem um. 0,25 pontos


RATING: 2.89

1) Qual é a principal suspeita diagnostica?
Transtorno de espectro autista. (0,25 p)
DISCUSSÃO: O termo 'transtorno do espectro do autismo' (TEA) descreve um grupo heterogêneo de desordens do desenvolvimento neurológico que têm etiologias diversas, mas são caracterizadas por prejuízos na interação social recíproca, comunicação social e comportamento (especificamente, padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades).
O autismo é um transtorno de desenvolvimento neurológico que representa um grande desafio hoje, tanto para o medico de família quanto para o pediatra. O núcleo desse transtorno é integrado principalmente pelas dificuldades de comunicação e interação social do paciente e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos.

2) É adequado a aplicação do teste de triagem para essa suspeita? Indiquem um.
Sim, está na idade certa (16-30 meses). (0,125 p) O teste indicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria é o M-CHAT R/F. (0,125 p)
DISCUSSÃO: Modified Checklist for Autism in Toddlers, Revised with Follow-Up. Validada através do estudo realizado em mais de 16.000 crianças entre 18 e 24 meses. O Questionário Modificado para Triagem do Autismo em Crianças entre 16 e 30 meses, revisado, com Entrevista de Seguimento (M-CHAT-R/F) é o instrumento recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
M-CHAT-R/F é um teste de triagem e não de diagnóstico, é exclusivo para sinais precoces de autismo e não para uma análise global do neurodesenvolvimento, tem dois estágios (melhora a sensibilidade e a especificidade), avaliando o risco de TEA em crianças entre 16 e 30 meses de idade.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.89)




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