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SÍNDROMES CORONARIANAS AGUDAS (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Até alguns anos atrás as doenças coronarianas eram divididas em duas grandes categorias: a angina pectoris (estável e instável) e o infarto de miocárdio. O conceito, entretanto, mudou.

O diagnóstico de doença aterosclerótica coronária muitas vezes constitui um desafio. O exame padrão-ouro para esse fim é a coronariografia, entretanto é exame invasivo e dispendioso, devendo ser utilizado em casos específicos. Vários exames não-invasivos estão disponíveis na prática clínica, variando sua acurácia e seu custo.

A apresentação clínica da doença coronária varia desde a angina estável até a morte súbita.

Nesse espectro encontram-se os quadros de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST, infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST e angina instável, atualmente catalogados como síndrome coronária aguda.

OBJETIVA: (891195 votos)..........95.16% das questões objetivas receberam votos.
Paciente em coma (escala de Glasgow 4), anisocórico (midríase à esquerda) é trazido pela equipe de resgate com entubação orotraqueal, colar cervical, venóclise instalada, porém sem evidência de outra lesões traumáticas, além do trauma craniano, PA 120 x 80 mmHg; P 98 bpm. A tomografia de crânio sem contraste não evidenciou hematomas ou grandes áreas de contusão, as cisternas pré-pontina, óptico-quiasmática e perimesencefálica e o terceiro ventrículo estavam com sua anatomia preservada; pequenas áreas hiperatenuantes eram observadas em corpo caloso, centro semioval e no mesencéfalo. A hipótese diagnóstica mais provável é:
A. edema cerebral difuso
B. inchaço cerebral difuso
C. hipoxemia grave
D. embolia gordurosa
E. lesão axonal difusa

  RATING: 3

Paciente em coma (escala de Glasgow 4), anisocórico (midríase à esquerda) é trazido pela equipe de resgate com entubação orotraqueal, colar cervical, venóclise instalada, porém sem evidência de outra lesões traumáticas, além do trauma craniano, PA 120 x 80 mmHg; P 98 bpm. A tomografia de crânio sem contraste não evidenciou hematomas ou grandes áreas de contusão, as cisternas pré-pontina, óptico-quiasmática e perimesencefálica e o terceiro ventrículo estavam com sua anatomia preservada; pequenas áreas hiperatenuantes eram observadas em corpo caloso, centro semioval e no mesencéfalo. A hipótese diagnóstica mais provável é:

A. edema cerebral difuso
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. inchaço cerebral difuso
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. hipoxemia grave
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. embolia gordurosa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. lesão axonal difusa
INCORRETO : A presença de alterações importantes no nível de consciência sem sinais óbvios de localização e sem lesões com efeito de massa (hematomas) na TC, são diagnósticos de lesão axonal difusa. Esta é uma lesão grave com prognóstico reservado, uma vez que não existem medidas terapêuticas que possam alterar a sua história natural.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (164228 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos


RATING: 3.01

I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos

(I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos

A irradiância da fototerapia deve ser prescrita e determinada antes do uso (0,05 p) e diariamente com radiômetro(0,05 p). No colchão onde está o RN, considera-se um retângulo de 30 x 60 cm (0,05 p) e mede-se a irradiância nas 4 pontas e ao centro(0,05 p), sendo, então, calculada a média dos 5 pontos. (0,05 p).

(II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 

Na maioria dos RN ≥ 35 semanas a fototerapia é instituída no alojamento conjunto, ao lado da mãe que amamenta em livre demanda, tomando-se os seguintes cuidados:
  • Verificação da temperatura corporal, a cada três horas para detectar hipotermia ou hipertermia; (0,05 p)
  • Verificação do peso, diariamente; (0,05 p)
  • Hidratar melhor o recém-nascido a fototerapia com lâmpadas fluorescentes pode provocar elevação da temperatura; (0,05 p)
  • Proteção dos olhos com cobertura radiopaca por meio de camadas de veludo negro ou papel carbono negro envolto em gaze; (0,05 p)
  • Se a bilirrubinemia não esteja muito elevada amamentação normal, decontinuando a fototerapia; (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (190278 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Maria, uma menina previamente saudável de 5 anos, foi levada ao atendimento pediátrico devido a episódios recorrentes de dor de cabeça nas últimas três semanas. A mãe relatou que Maria se queixava de uma dor intensa na região frontal da cabeça, que ocorria cerca de duas a três vezes por semana, cada ataque durando até duas horas.

Durante as crises, Maria frequentemente apresentava sintomas de fotofobia e fonofobia, preferindo ambientes escuros e silenciosos. Além disso, as dores eram acompanhadas de náuseas, embora sem vômito. A mãe também observou que Maria tendia a ficar mais irritada e chorosa durante esses episódios e que, após algumas horas de descanso, ela parecia melhorar significativamente.

História Familiar: Não havia histórico de trauma recente, febre, outros sintomas neurológicos ou uso de medicação contínua que pudesse explicar as cefaleias. No entanto, a avó materna de Maria tem um histórico conhecido de enxaquecas. 

Exame Clínico: O exame físico e neurológico de Maria não revelou anormalidades. Todos os sinais vitais estavam dentro dos parâmetros normais, e não havia sinais de infecção ou outras condições agudas.

Respondam ás seguintes perguntas:

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente. (peso 0,16 pontos)

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança? (peso 0,18 pontos)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises? (peso 0,08 pontos)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso de crises frequentes e debilitantes, ou que não respondem bem aos analgésicos? (0,08 pontos)




RATING: 2.96

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente.

Cefaleia primaria (enxaqueca) (0,02 p) - apoiado pela recorrência (0,02 p), duração de até duas horas (0,02 p), localização na região frontal da cabeça (0,02 p), sintomas de fotofobia (0,02 p), fonofobia (0,02 p) e náuseas (0,02 p), histórico conhecido de enxaquecas na família (0,02 p).

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança?

Dentre os analgésicos (0,02 p), os mais utilizados são:

  • Dipirona 25 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Ibuprofeno 10 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Paracetamol 15 mg/kg/dose (0,02 p)

Dentre os antiemeticos (0,02 p):

  • Metoclopramida (Plasil) 0,5–2 mg/kg/dose VO ou IV a cada 4–6 horas.  (0,02 p)
  • Proclorperazina (Compazine) 0,1 mg/kg/dose VO, IM ou IV a cada 6 horas  (0,02 p)
  • Prometazina (Fenergan) 0,25–1,0 mg/kg/dose VO, PR, IV ou IM a cada 4–6 horas (0,02 p)
  • Ondansetrona (0,15 mg/kg/dose). (0,02 p)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises?

As medidas não farmacológicas (0,02 p) foram inicialmente recomendadas, como a manutenção de uma rotina regular de sono (0,02 p) e alimentação (0,02 p), além de técnicas de relaxamento (0,02 p)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso que as crises são frequentes e debilitantes, ou não respondem bem aos analgésicos?

Medicamentos como beta-bloqueadores (0,02 p), anticonvulsivantes (0,02 p) ou antidepressivos (0,02 p) são utilizados em algumas situações, mas a indicação deve ser criteriosa e supervisionada por um especialista. (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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