ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2568 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
511 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16501 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6220 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3656 QUESTÕES DE CIRURGIA
1924 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

ESTABILIZAÇÃO E TRANSPORTE DA CRIANÇA GRAVEMENTE ENFERMA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Grande parte dos transportes não necessita de supervisão médica; o paciente é acompanhado por um membro da equipe de enfermagem. Esse processo não é caotico, há normas para a atuação da equipe de enfermagem no processo de transporte. As normas descritas a seguir são de importância para toda a equipe de saúde. São conceituados transporte aeromédico, transporte aquaviário e transporte terrestre.

OBJETIVA: (1427445 votos)..........96.23% das questões objetivas receberam votos.
Em relação ao manejo de lactentes febris de 1 a 2 meses de idade que apresentaram um exame físico normal e avaliação laboratorial benigna, qual das seguintes afirmações é mais precisa?
A. Crianças nesta faixa etária devem sempre receber antibióticos profiláticos para prevenir infecções ocultas.
B. A administração empírica de ceftriaxona é obrigatória para todas as crianças com este perfil clínico.
C. Lactentes com avaliação labotaritorial benigna e exame físico normal podem ser observados cuidadosamente sem antibióticos, desde que certas condições sejam atendidas pelos pais.
D. A ceftriaxona é ineficaz e não deve ser usada em lactentes que tenham um exame físico normal.
E. É seguro liberar lactentes de 1 a 2 meses para observação e retorno caso a febre é apenas evocada e a criança é afebril no moemnto da consulta

  RATING: 3

Em relação ao manejo de lactentes febris de 1 a 2 meses de idade que apresentaram um exame físico normal e avaliação laboratorial benigna, qual das seguintes afirmações é mais precisa?

A. Crianças nesta faixa etária devem sempre receber antibióticos profiláticos para prevenir infecções ocultas.
INCORRETO: A profilaxia antibiótica universal não é necessária neste contexto, pois muitos lactentes podem ser monitorados com segurança sem antibiótico, dependendo de uma avaliação médica cuidadosa e da capacidade dos pais de atender aos requisitos necessários para uma observação segura em casa.
B. A administração empírica de ceftriaxona é obrigatória para todas as crianças com este perfil clínico.
INCORRETO : A administração empírica de ceftriaxona não é obrigatória para todos os lactentes com esse perfil; é apenas uma das estratégias possíveis, dependendo da avaliação clínica e da capacidade dos pais de cumprirem os critérios estabelecidos para a observação em casa.
C. Lactentes com avaliação labotaritorial benigna e exame físico normal podem ser observados cuidadosamente sem antibióticos, desde que certas condições sejam atendidas pelos pais.
CORRETO : Essa opção é a correta, pois enfatiza que lactentes com um perfil clínico de exame físico normal e avaliação laboratorial benigna podem ser manejados através de observação cuidadosa sem a necessidade de antibióticos. Isso é viável desde que os pais possam observar o lactente adequadamente, tenham acesso fácil ao sistema de saúde e estejam dispostos a retornar para uma reavaliação.
D. A ceftriaxona é ineficaz e não deve ser usada em lactentes que tenham um exame físico normal.
INCORRETO : A afirmação de que a ceftriaxona é ineficaz é incorreta. O uso de ceftriaxona pode ser uma estratégia segura e eficaz, mas não é obrigatório se os critérios para observação sem antibióticos forem atendidos.
E. É seguro liberar lactentes de 1 a 2 meses para observação e retorno caso a febre é apenas evocada e a criança é afebril no moemnto da consulta
INCORRETO : Liberar lactentes de 1 a 2 meses sem considerar as condições necessárias que os pais devem cumprir para uma observação segura e possibilidade de retorno para avaliação é uma prática perigosa e que não atende aos critérios de manejo seguro destacados.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (199562 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.

  1. Quais são os principais fatores de risco etiológicos?...........0,125 p
  2. Quais as vias genéticas e moleculares centrais na transformação maligna?............0,125 p
  3. Quais as principais alterações arquiteturais e as fases de evolução tumoral na histopatologia? ................ 0,125 p
  4. Quais os elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica para prognóstico e quais as limitações dos níveis de Clark? .............0,125 p




RATING: 3

O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.

  1. Quais são os principais fatores de risco etiológicos?...........0,125 p
  2. Quais as vias genéticas e moleculares centrais na transformação maligna?............0,125 p
  3. Quais as principais alterações arquiteturais e as fases de evolução tumoral na histopatologia? ................ 0,125 p
  4. Quais os elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica para prognóstico e quais as limitações dos níveis de Clark? .............0,125 p


Resposta 1 (Fatores de risco etiológicos):

  • Exposição à radiação ultravioleta (UV) é o fator principal (0,03125 p).
  • Tipo de pele de alto risco: olhos azuis, cabelos loiros/ruivos, pele clara, sardas, incapacidade de bronzeamento e propensão a queimaduras solares (0,03125 p).
  • Histórico de várias queimaduras solares com bolhas e exposição solar intensa e intermitente (0,03125 p).
  • Outros: câmaras de bronzeamento (alto risco, especialmente adolescentes e mulheres jovens), condição socioeconômica elevada, história familiar, grande número de nevos (incluindo congênitos gigantes e displásicos), imunossupressão e xeroderma pigmentoso (0,03125 p).

Resposta 2 (Vias genéticas e moleculares centrais):

  • Via principal RAS-BRAF-MAPK: mutação BRAF (até 66% dos casos), especialmente BRAF-V600E, que ativa permanentemente a proteína, promovendo proliferação celular descontrolada e inibindo apoptose; mais comum em tumores avançados (fase de crescimento vertical) e metastáticos (0,03125 p).
  • Locus CDKN2A (cromossomo 9p21): codifica p16 e p14ARF (supressoras de tumor relacionadas à p53); mutações em 35% dos casos familiares ou com melanomas múltiplos; fenótipo com pigmentação densa, células não fusiformes e disseminação pagetoide; associação com síndrome melanoma-câncer de pâncreas (0,03125 p).
  • Outros genes: CDK4 (cromossomo 12q13, interage com p16, mutações raras de alta penetrância), KIT (mutado em melanomas acrais lentiginosos e de mucosas), PTEN (supressor tumoral perdido em 30% das células de melanoma, mais em lesões avançadas) (0,03125 p).
  • Padrões de mutações: isoladas (RAS) ou combinadas (PTEN + BRAF); mutações não relacionadas à espessura tumoral (exceto PTEN em fases avançadas); acúmulo sequencial de mutações induzidas por UV leva à perda de controle celular (0,03125 p).

Resposta 3 (Alterações arquiteturais e fases de evolução tumoral na histopatologia):

  • Alterações arquiteturais principais: assimetria da arquitetura geral, margens mal definidas, perda da arquitetura névica (grupos de células variáveis em tamanho e forma, grupos confluentes, células menos coesas) e migração de melanócitos atípicos para camadas superiores da epiderme (DOPA-positivas com alta atividade tirosinásica) (0,03125 p).
  • Fase inicial (crescimento radial): melanócitos limitados à epiderme e anexos (exceto casos metastáticos originados de células névicas malignas ou nevo azul de origem dérmica) (0,03125 p).
  • Fase posterior (invasão dérmica): perda de maturação dos melanócitos ao penetrar na derme, células volumosas com núcleos atípicos, hipercromáticos e nucléolos proeminentes, forma pagetoide possível, infiltrado inflamatório (linfócitos) (0,03125 p).
  • Fase de crescimento vertical: alterações citológicas mais intensas, redução na síntese de melanina (pode formar melanoma amelanótico, confirmado por imuno-histoquímica quando pigmento ausente) (0,03125 p).

Resposta 4 (Elementos do AJCC e limitações dos níveis de Clark):

  • Elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica: I. ulceração, II. índice de Breslow, III. mitoses (0,03125 p).
  • Ulceração: interrupção microscópica da superfície epitelial pelo tumor; melhor indicador de envolvimento linfonodal, redefine estágio (A para B), identifica tumores finos (<0,8 mm) como mau prognóstico quando associada a mitoses elevadas; fator independente em análises multivariadas; incluída no AJCC 2002 (0,03125 p).
  • Índice de Breslow: medida da espessura tumoral (do topo da camada granulosa ao ponto mais profundo; em ulcerados, da base da úlcera); fator prognóstico mais confiável, objetivo e independente do observador; define melanoma fino (≤0,8 mm), intermediário (0,8-4 mm) e espesso (>4 mm); quanto mais espesso, pior o prognóstico (0,03125 p).
  • Níveis de Clark: I (restritos à epiderme e anexos), II (derme papilar e interface com reticular), III (toda derme papilar), IV (derme reticular), V (panículo adiposo); limitações: interpretação subjetiva (níveis II-III-IV), dificuldade em visualizar limites derme papilar/reticular (pior em pele danificada pelo sol), variação anatômica da espessura dérmica; menos confiável que Breslow por ser subjetivo (0,03125 p).

FONTE:

MELANOMA MALIGNO - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (231755 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um menino de 6 anos é levado ao seu consultório por causa de uma erupção cutânea que começou superficialmente com surgimento de várias pequenas vesículas nas pernas e joelhos. Não há febre ou calafrios. Ele mora num sítio e costuma sair no pomar de calças curtas.
Os sinais vitais são T 37,0 ° C (98,6 ° F), PA 110/70 mm Hg, pulso 84 / min e respiração 16 / min. O exame físico mostra lesões castanho-mel, crostosas com um aspecto eritematoso base em ambas as pernas. Existem também outras lesões, em vários estágios de formação de crostas e abertura. O exame clínico é normal.

(I) Qual é o diagnostico mais provável?  (0,125 p)

(II) Quais são os agentes etiopatologicos mais encontrados?  (0,25 p)

(III) Qual é a complicação mais frequente desta doença?  (0,125 p)




RATING: 2.97

(I) Qual é o diagnostico mais provável?

Impetigo. (0,125 p)

DISCUSSÃO: Infecção superficial da epiderme, normalmente causado por estreptococos do grupo A, S. aureus, talvez MRSA, associado a condições de calor, higiene precária e aglomeração, lesão com crosta “cor de mel”.

(II) Quais são os agentes etiopatologicos mais encontrados?

Etiologia esperada: Streptococcus pyogenes (estreptococos do grupo A) (0,125 p) ou Staphylococcus aureus (pode se apresentar como não bolhoso) (0,125 p)

(III) Qual é a complicação mais frequente desta doença?

As complicações do impetigo incluem glomerulonefrite pós-estreptocócica (0,125 p). Tratamento da infecção não parece prevenir esta complicação.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.