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SEMIOLOGIA DA GESTAÇÃO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Geralmente, hóje, o diagnostico de gravidez é beta-HCG e ultrassonografia. mas nem todas as unidades de saúde tem á disposição esses tipos de exames. Muitas vezes, o diagnostico tem que ser baseado em 3 tipos de sinais:

  • Sinais de certeza
  • Sinais de probabilidade
  • Evidência presuntiva

OBJETIVA: (1428612 votos)..........96.22% das questões objetivas receberam votos.
Os seguintes sinais neonatais são observados mais frequentemente em caso de atresia duodenal:
A. vômitos biliosos e distensão abdominal
B. sangue nas fezes (muitas vezes oculto), flegmão periumbilical.
C. constipação intestinal e não eliminação de mecônio após 48h de vida
D. oliva pilórica palpável, emagrecimento e apetite aumentado
E. presença de volvo intestinal, perfuração de alças e ascite logo ao nascimento

  RATING: 3.15

Os seguintes sinais neonatais são observados mais frequentemente em caso de atresia duodenal:

A. vômitos biliosos e distensão abdominal
CORRETO: Sintomas neonatais em caso de atresia duodenal incluem vômitos biliosos e distensão abdominal.
B. sangue nas fezes (muitas vezes oculto), flegmão periumbilical.
INCORRETO : A Enterocolite Necrotizante (ECN) é caracterizada por graus variados de necrose de coagulação na parede intestinal. Atinge, sobretudo, o íleo terminal, colo ascendente e colo transverso em sua parte proximal, que são áreas importantes do suprimento arterial mesentérico superior. Evolui com distensão abdominal, aumento de resíduos gástricos, presença de vômitos biliosos, queda no estado geral, toxemia, sangue nas fezes (muitas vezes oculto), flegmão periumbilical.
C. constipação intestinal e não eliminação de mecônio após 48h de vida
INCORRETO : DOENÇA DE HIRSCHSPRUNG (MEGACÓLON CONGÊNITO) é caracterizada pela ausência de inervação (plexos de auerbach e meissner) em um segmento intestinal, em proporções variáveis. Afeta principalmente indivíduos do sexo masculino e pode estar associada a síndromes genéticas e outras má formações. Ela se manifesta com constipação intestinal e não eliminação de mecônio após 48h de vida, distensão abdominal e acúmulo de gás nas alças.
D. oliva pilórica palpável, emagrecimento e apetite aumentado
INCORRETO : ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO é caracterizada por uma hipertrofia da musculatura pilórica, com estreitamento e prolongamento do canal pilórico. Em sua fisiopatologia já foram relatadas deficiências na síntese de óxido nítrico, hipergastrinemia, acidificação do pH gástrico e alcalose hiperclorêmica. Evolui com vômitos não biliosos em jato, hiperperistalse gástrica (ondas de Kussmaul), distensão em andar superior do abdome, oliva pilórica palpável, emagrecimento e apetite aumentado, desidratação.
E. presença de volvo intestinal, perfuração de alças e ascite logo ao nascimento
INCORRETO : ÍLEO MECONIAL é uma doença causadora de uma obstrução intestinal em recém-nascidos e está comumente relacionada à ocorrência da fibrose cística (80-90%). É relacionado também ao uso de sulfato de magnésio como tratamento para pré-eclâmpsia. O mecônio normalmente endurecido é o causador da obstrução associado às secreções gastrointestinais viscosas e aderidas à mucosa intestinal. Sintomas: Não eliminação de mecônio nas primeiras 48h de vida, distensão abdominal, vômitos biliosos. Pode ocorrer ainda a presença de volvo intestinal, perfuração de alças e ascite logo ao nascimento.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

DISCURSIVA: (199769 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
O tratamento das fraturas da criança difere do tratamento do adulto em varios aspectos. Enumeram pelo menos 5 diferenças caracteristicas. (0,5 pontos)


RATING: 3.24

O tratamento das fraturas da criança difere do tratamento do adulto em varios aspectos. Enumeram pelo menos 5 diferenças caracteristicas. (0,5 pontos)

(1) a cura dos tecidos moles e muito mais rapida e completa - 0,1 p
(2) o osso desvitalizado que não esta contaminado pode ser deixado no local e irá se incorporar - 0,1 p
(3) o periosteo gera um novo osso quando o osso e perdido - 0,1 p
(4) retardo de consolidação ou pseudo-artrose e incomum - 0,1 p
(5) fixadores externos podem ser deixados no local por períodos prolongados, a fim de garantir uma consolidação solida. - 0,1 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.24)

CASO CLINICO: (231960 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Você está de plantão quando nasce um pré-termo de 900g, Apgar 8/9.
Ele recebe surfactante pulmonar nos primeiros 45 minutos de vida e tem seus vasos umbilicais (artéria e veia) cateterizados 20 minutos após.
Descreva o manejo nutricional imediato mais adequado para esse paciente.





RATING: 3.02

1. Nutrição parenteral precoce

  • Iniciar nutrição parenteral (0,02 p) imediato (0,01 p) após confirmação do acesso, de preferência na primeira hora (0,01 p) e, no máximo, nas primeiras 6 horas (0,01 p) .
  • Usar solução neonatal (0,01 p) de aminoácidos (não fórmula de adulto).
  • Aminoácidos (0,01 p): 1,5–2 g/kg/dia (0,01 p) no 1º dia, para conter perda de proteína (0,01 p) (~1–1,2 g/kg/dia sem aporte) e favorecer balanço nitrogenado (0,01 p) positivo.
  • Glicose (0,01 p): taxa de infusão 4–8 mg/kg/min (0,01 p); ajustar pela glicemia (0,01 p). Evitar hiperglicemia (0,01 p); insulina (0,01 p) só se persistente após ajuste da taxa.
  • Lipídios (0,01 p): 1–2 g/kg/dia (0,01 p) já no 1º dia (emulsão a 20%), para energia (0,01 p) e prevenção de deficiência de ácidos graxos essenciais (0,01 p).
  • Energia inicial: cerca de 45–55 kcal/kg (0,03 p).
  • Incluir cálcio (0,01 p) na solução de partida; fosfato (0,01 p) e eletrólitos (0,01 p) conforme fase de transição (sódio/potássio em geral a partir do 2º–3º dia, salvo perda excessiva (0,01 p) ).
  • Respeitar osmolaridade (0,02 p) compatível com o acesso central. (0,01 p)

2. Líquidos

  • Volume total no 1º dia: 60–80 mL/kg/dia (0,02 p) (até ~80–100 mL/kg conforme perdas (0,01 p)), em incubadora umidificada (0,01 p) (80–90%).
  • Somar NP + medicações + hidratação (0,01 p); evitar sobrecarga (0,01 p) . Restrição hídrica (0,01 p) adicional só se indicada clinicamente.

3. Nutrição enteral mínima (trófica)

  • Iniciar nutrição trófica (0,01 p) no 1º dia, se abdome sem sinais de alarme: 10–20 mL/kg/dia (0,01 p) de leite materno (0,01 p)/colostro (0,01 p) por sonda orogástrica (0,01 p).
  • Objetivo: maturação intestinal, não aporte calórico (0,01 p) . Não suspender apenas por resíduo isolado, sem distensão, instabilidade ou sinais de enterocolite (0,01 p) .
  • A progressão (0,01 p) volumétrica virá depois; a NP segue até a NE cobrir ~75% da meta (0,01 p) (proteína parenteral até 3,5–4 g/kg (0,01 p) nos dias seguintes).

4. Princípio

Evitar desnutrição precoce (0,01 p). Aminoácido é prioridade (0,01 p) ; lipídio e dieta trófica entram no mesmo dia (0,01 p) . A transição (0,01 p) parenteral–enteral preserva o aporte calórico-proteico total.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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