"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
usuario: senha:

OBJETIVA: (417793 votos)..........91.23% das questões objetivas receberam votos.
No tratamento não-cirúrgico da intussuscepção um enema com contraste ou com ar é o tratamento de primeira linha, desde que não haja contraindicações para redução não cirúrgica. A pressão máxima segura do ar é de:
A. 20 mmHg para as crianças menores e 70-80 mmHg para crianças mais velhas.
B. 40 mmHg para as crianças menores e 80-100 mmHg para crianças mais velhas.
C. 80 mmHg para as crianças menores e 110­-120 mmHg para crianças mais velhas.
D. 100 mmHg para as crianças menores e 150­-180 mmHg para crianças mais velhas.
E. 120 mmHg para as crianças menores e 150­-200 mmHg para crianças mais velhas.

  RATING: 3.88

No tratamento não-cirúrgico da intussuscepção um enema com contraste ou com ar é o tratamento de primeira linha, desde que não haja contraindicações para redução não cirúrgica. A pressão máxima segura do ar é de:

A. 20 mmHg para as crianças menores e 70-80 mmHg para crianças mais velhas.
INCORRETO: veja a resposta da alternativa C
B. 40 mmHg para as crianças menores e 80-100 mmHg para crianças mais velhas.
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C
C. 80 mmHg para as crianças menores e 110­-120 mmHg para crianças mais velhas.
INCORRETO : A pressão máxima segura do ar é de 80 mmHg para as crianças menores e 110 - ­120 mmHg para crianças mais velhas.
D. 100 mmHg para as crianças menores e 150­-180 mmHg para crianças mais velhas.
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C
E. 120 mmHg para as crianças menores e 150­-200 mmHg para crianças mais velhas.
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.88)
DISCURSIVA: (91373 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

ftghyryth



RATING: 3.33

ftghyryth

rtyhrthyrthy

FONTE:

rthyrthyrtyh

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.33)

CASO CLINICO: (96518 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 2.95

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)

 

1389 USUARIOS INSCRITOS

276 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES

725 RECADOS DOS VISITANTES

NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
7846 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1858 DE CLINICA, 3570 DE PEDIATRIA, 1303 DE CIRURGIA, 234 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 630 DE SAUDE PUBLICA
118 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 140 CASOS CLINICOS

Todos os direitos reservados. 2020.
O site misodor.com está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site misodor são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.