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NEOPLASIAS DO RIM (ÁREA DE CIRURGIA)

Além do manejo do trauma urológico e da cirurgia reconstrutiva associada, a oncologia urológica constitui uma das áreas de especialização da urologia nas quais o cirurgião geral, o cirurgião plástico, o cirurgião vascular ou o cirurgião cardíaco tem maior probabilidade de atuar como consultor, tanto em contextos programados quanto em situações emergenciais.

Os cânceres urológicos frequentemente invadem vísceras adjacentes, estruturas vasculares, tecidos moles e componentes da parede corporal, o que torna necessário o conhecimento cirúrgico complementar para realizar ressecções extensas, denominadas exenterativas, e para apoiar as etapas de reconstrução.


OBJETIVA: (1429275 votos)..........96.3% das questões objetivas receberam votos.
Paciente jovem, politraumatizado, chega à emergência em coma, com pupila D > E, reagindo a estímulos dolorosos; FC 140 bpm, PA 80/40 mmHg, FR 32 irpm, com desconforto respiratório. A seqüência mais adequada de medidas é:
A. cânula orofaríngea, ventilação com Ambu e punção venosa
B. ventilação com Ambu e máscara, Raio x de crânio e punção venosa
C. tomografia de crânio, intubação orotraqueal e punção venosa
D. punção venosa, cricotireoidotomia e tomografia de crânio
E. nenhuma das acima enumeradas

  RATING: 2.99

Paciente jovem, politraumatizado, chega à emergência em coma, com pupila D > E, reagindo a estímulos dolorosos; FC 140 bpm, PA 80/40 mmHg, FR 32 irpm, com desconforto respiratório. A seqüência mais adequada de medidas é:

A. cânula orofaríngea, ventilação com Ambu e punção venosa
CORRETO: Prestem atenção! Esta questão não oferece dificuldade, basta seguirmos o ABCDE do atendimento inicial ao politraumatizado. Não se deixe levar por lesões graves em determinados sistemas (como o TCE), priorize a seqüência correta de atendimento!!!. Sendo assim, vamos ao A (via aérea) e B (respiração, do inglês breathing). Ficaríamos em dúvida entre as opções (a) e (b). Vamos continuar seguindo... Agora temos o C (circulação); desta forma, a alternativa correta é a (a) com punção venosa. A radiografia de crânio não deve fazer parte da avaliação inicial.
B. ventilação com Ambu e máscara, Raio x de crânio e punção venosa
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. tomografia de crânio, intubação orotraqueal e punção venosa
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. punção venosa, cricotireoidotomia e tomografia de crânio
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. nenhuma das acima enumeradas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

DISCURSIVA: (199882 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Justifique o uso ou não de diurético de alça {furosemida), com base nos mecanismos fisiopatológicos da formação do edema (alteração de pressão hidrostática e pressão oncótica), nas seguintes situações clínicas:
a) Síndrome nefrítica................0,25 pontos
b) Síndrome nefrótica..............0,25 pontos




RATING: 3.01

Justifique o uso ou não de diurético de alça {furosemida), com base nos mecanismos fisiopatológicos da formação do edema (alteração de pressão hidrostática e pressão oncótica), nas seguintes situações clínicas:
a) Síndrome nefrítica................0,25 pontos
b) Síndrome nefrótica..............0,25 pontos


a) Síndrome nefrítica:

  • Inflamação glomerular aguda levando a redução do FG, oligúria e retenção de sódio. (0.050)
  • Aumento da pressão hidrostática capilar devido à expansão do volume extracelular. (0.075)
  • Pressão oncótica plasmática preservada. (0.025)
  • Uso de furosemida justificado para promover natriurese, reduzir volume e corrigir hipertensão hidrostática. (0.100)

b) Síndrome nefrótica:

  • Proteinúria maciça (>3,5g/dia) com hipoalbuminemia. (0.050)
  • Redução da pressão oncótica plasmática levando a extravasamento de fluido para o interstício. (0.075)
  • Retenção secundária de sódio via ativação do SRAA, agravando pressão hidrostática. (0.050)
  • Uso de furosemida indicado, mas com possível resistência devido à hipoalbuminemia; associar albumina ou outros diuréticos para otimizar resposta. (0.075)


Em discussão resumida, na síndrome nefrítica o edema é primariamente hidrostático por sobrecarga volêmica, respondendo bem à furosemida isolada, enquanto na nefrótica predomina o oncótico com componente hidrostático secundário, demandando abordagem multifatorial para diurese eficaz, conforme evidências recentes de manejo otimizado.


FONTE:

PLATAFORMA MISODOR -  A SINDROME NEFRITICA EM PEDIATRIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (232067 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Você está passeando com uma amiga, quando, de repente, presencia um atropelamento de raspão duma criança que andava de bicicleta numa área perto duma estação de combustível da rodovia. A vitima é jogada no acostamento e o motorista do carro que atropelou a criança não para. Vocês dois correm para ajudar a criança, encontrando, assim, uma moça de aproximadamente 9 - 11 anos de rosto para chão, sem se mexer á quase 4 metros distância da sua bicicleta deformada.
1) Quais são as primeiras medidas á ser aplicadas no primeiro momento? - 0,08 pontos
2) Considerando que a criança não responde ao chamado, apresenta gasping e não tem pulso, qual é o algoritmo de RCP de alta qualidade para um socorrista? - 0,16 pontos
3) A loja de conveniência do posto felizmente tinha um DEA e a sua amiga volta com ele, mas é de adulto. Qual o procedimento? - 0,12 pontos
4) O DEA mostra ritmo de fibrilação ventricular. Qual é a sequência do atendimento? - 0,14 pontos.


RATING: 3.17

1) Quais são as primeiras medidas á ser aplicadas no primeiro momento?

  1. Verificar a segurança da área (0,02 p);
  2. Afastar a criança da área do perigo, com os cuidados necessários para evitar a pior das presumidas lesões (0,02 p);
  3. Avaliação sumaria (a criança respira, se move, palidez intensa?) (0,02 p);
  4. Verificar se a criança responde, tem pulso e se respira. (0,02 p);

2) Considerando que a criança não responde ao chamado, apresenta gasping e não tem pulso, qual é o algoritmo de RCP de alta qualidade para um socorrista?

  1. Gritar para ajuda (0,02 p);
  2. O primeiro socorrista fica com a vitima e faz RCP de alta qualidade com 30 compressões: 2 respirações boca-á-boca. (0,02 p). As compressões precisam seguir as seguintes regras:
      • Comprima com força (> 1/3 do diâmetro torácico anteroposterior) e rapidez (100-120/min)  (0,02 p);
      • Aguarde o retorno total do tórax. (0,02 p);
      • Minimize interrupções nas compressões. (0,02 p);
      • Evite ventilação excessiva (0,02 p);
      • Observa a elevação do torax a cada insuflação de ar (0,02 p);
  3. Outro socorrista corre para acionar o serviço de emergência e, se tiver alguma chance, buscar um DEA; (0,02 p);

3) A loja de conveniência do posto felizmente tinha um DEA e a sua amiga volta com ele, mas é um DEA de adulto. Qual o procedimento neste caso?
Acima de 8 anos o paciente é considerado como um adulto e pode usar o aparelho. O RCP tem que continuar enquanto outro socorrista prepara o dispositivo! (0,02 p);

  1. Ligue o DEA (0,02 p);
  2. Instale os eletrodos no tórax (0,02 p);
      • Eletrodo do lado direito do paciente: precisa ser colado abaixo da clavícula, na linha hemiclavicular. (0,02 p);
      • Eletrodo do lado esquerdo do paciente: deve ser posicionado nas últimas costelas, na linha hemiaxilar (abaixo do mamilo esquerdo). (0,02 p);
  3. Analise o ritmo. (0,02 p);

4) O DEA anuncia ritmo de fibrilação ventricular. Qual é a sequência do atendimento?

Ritmo chocável precisa de defibrilação imediata. (0,02 p);

  1. Dê a ordem para que os presentes se afastem; (0,02 p);
  2. Certifique-se de que não há ninguém próximo e principalmente encostando no aparelho ou paciente.  (0,02 p);
  3. Deflagre o choque e comece imediatamente depois a fazer a compressão cardíaca para que o coração comece a ter novamente a sístole e diástole fisiológica. (0,02 p);
  4. A cada dois minutos, ele irá analisar o ritmo novamente e informar qual deve ser a próxima ação. (0,02 p);
  5. Alterna com outro socorrista as compressões a cada 2 minutos ou antes se houver cansaço. Se estiver sem via aérea avançada, relação compressão-ventilação de 15:2. (0,02 p);
  6. O DEA deve ser mantido no paciente até a chegada do Suporte Avançado de Vida. (0,02 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.17)




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