ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2568 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
511 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16514 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6233 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3656 QUESTÕES DE CIRURGIA
1924 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

ALGORITMOS DE AVALIAÇÃO E CONDUTA NAS INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

A metodologia proposta nestas normas prevê a assistência à criança portadora de infecção respiratoria aguda com base nas três etapas seguintes:

A) Avaliar a criança

Observar o estado clínico procurando obter subsídios para identificar ou afastar as situações de risco de vida e para tomada das medidas adequadas.

B) Classificar a criança em uma das seguintes categorias:

  1. menor de 2 meses com tosse ou dificuldade para respirar;
  2. de 2 meses a 4 anos com tosse ou dificuldade para respirar;
  3. com outros problemas respiratórios: dor de garganta, dor de ouvido, estridor ou sibilância

Cada categoria está abordada em separado neste Manual. A terminologia nesta classificação leva em conta, basicamente, a queixa e o motivo que levaram a criança à Unidade de Saúde.

C) Definir condutas:

Serão consideradas a possibilidade de hospitalização, o uso de antibióticos, o tratamento da febre e da sibilância, as orientações à mãe e à família para tratamento domiciliar, e o acompanhamento dos casos.

OBJETIVA: (1429919 votos)..........96.34% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 67 anos com diabetes tipo 2 está sendo tratada para dislipidemia. Ela não tem fatores de risco adicionais. Qual é a meta de LDL alvo para este paciente?
A. menos de 70 mg / dL
B. menos de 100 mg / dL
C. menos de 120 mg / dL
D. menos de 130 mg / dL
E. menos de 160 mg / dL

  RATING: 2.88

Uma mulher de 67 anos com diabetes tipo 2 está sendo tratada para dislipidemia. Ela não tem fatores de risco adicionais. Qual é a meta de LDL alvo para este paciente?

A. menos de 70 mg / dL
INCORRETO: Aqueles pacientes com DM tipo 2 com alto risco de doença cardíaca coronária deve ser mantida em ou menos de 70 mg / dL
B. menos de 100 mg / dL
CORRETO : O diabetes mellitus tipo 2 é uma condição equivalente ao risco de doença cardíaca coronária. A meta de LDL para esses pacientes é inferior a 100 mg / dL.
C. menos de 120 mg / dL
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. menos de 130 mg / dL
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. menos de 160 mg / dL
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (199951 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm. - 0,5 pontos.


RATING: 2.92

Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm. - 0,5 pontos.

Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm.

a. Levar o recém-nascido à mesa de reanimação; (0,0625 p)
b. Colocá-lo sob fonte de calor radiante; (0,0625 p)
c. Posicionar sua cabeça com uma leve extensão do pescoço; (0,0625 p)
d. Aspirar o excesso de secreções da boca e do nariz com sonda de aspiração traqueal nº 10; (0,0625 p)
e. Secar e desprezar os campos úmidos (0,0625 p) , verificando novamente a posição da cabeça; (0,0625 p)
f. Avaliar a frequência cardíaca e a respiração. (0,0625 p)
Se a avaliação resultar normal, o recém-nascido receberá os cuidados de rotina na sala de parto. (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (232159 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Uma criança de 10 anos de idade chega ao seu consultório para um exame físico escolar de rotina. Na revisão dos sistemas, a criança tem-se queixado de fadiga, porém está indo bem na escola. A criança não está tomando medicação e está saudável. Há um histórico de problema tireoidiano na avó materna e tia paterna. No exame físico, você nota que a criança possui um bócio sem nódulos palpáveis

1) Quais são os testes laboratoriais que você solicitaria primeiro? (0,125 p)

2) A glândula tireóide é macia à palpação, e a criança relata que ele/ela teve uma infecção do trato respiratório superior nos últimos dias. Qual condição estaria no topo de seu diagnóstico diferencial? (0,125 p)

3) Qual seria o diagnóstico mais provável se o nível de T4 total fosse 4,5 mU/L (normal: 5-11,5 mU/L) e o de T4 livre 3mU/L (normal: 6,0-10,5 mU/L)? (0,125 p)

4) No caso assinalado na questão 3, qual a provável concentração de TSH para essa criança (normal: TSH 0,4-6,4 mU/L)? (0,125 p)




RATING: 2.56

1) Quais são os testes laboratoriais que você solicitaria primeiro?

T4 total, indice de T4 livre, TSH e anticorpos tireoidianos.

  • A T4 total sérica é o principal hormônio tireoidiano no sangue, e testes laboratoriais medem as frações ligadas e não ligadas da T4. Pelo fato de grande parte da T4 estar ligada à globulina ligadora de tiroxina (TBG), transtiretina ou albumina, os níveis das proteínas de ligação afetam a concentração de T4 total. Portanto, os níveis dos hormônios tireoidianos livre e total podem não corresponder.
  • O índice de tiroxina livre é um cálculo que reflete a biodisponibilidade do hormônio tireoidiano, pois leva em consideração a quantidade de proteína de ligação.
  • O TSH é secretado pela hipófise sob o controle do hormônio liberador de tireotrofina (TRH) secretado pelo hipotálamo e, através do feedback negativo, dos hormônios tireoidianos.
  • Vários anticorpos contra os antígenos tireoidianos foram demonstrados na tireoidite autoimune crônica, e estes níveis devem ser determinados em uma criança com bócio.(0,125 p)

2) A glândula tireóide é macia à palpação, e a criança relata que ele/ela teve uma infecção do trato respiratório superior nos últimos dias. Qual condição estaria no topo de seu diagnóstico diferencial?

Tireoidite subaguda. A tireoidite subaguda é uma inflamação autolimitante da glândula tireóide, a qual geralmente ocorre em associação a uma infecção do trato respiratório superior. A glândula tireóide pode ser muito macia à palpação. Frequentemente, há um padrão de hipertireoidismo secundário à liberação inapropriada do hormônio tireoidiano. Sinais e sintomas do hipertireoidismo podem persistir por 1-4 semanas, após o qual há geralmente o desenvolvimento de hipotireoidismo transitório com restauração da glândula. O ciclo total da enfermidade pode durar de 2 a 9 meses. O tratamento é normalmente com drogas anti-inflamatórias. (0,125 p)

3) Qual seria o diagnóstico mais provável se o nível de T4 total fosse 4,5 mU/L (normal: 5-11,5mU/L) e o de indice de T4 livre 3mU/L (normal: 6,0-10,5 mU/L)?

Tireoidite de Hashimoto. A anomalia mais comum da função da tireóide em crianças é o hipotireoidismo, geralmente causado pela tireoidite autoimune (Hashimoto). A tireoidite de Hashimoto é caracterizada por anticorpos antitireoidianos circulantes e graus variados de disfunção tireoidiana. Pode-se manifestar com ou sem bócio. É mais prevalente em meninas, e muitos pacientes possuem um histórico familiar de doença tireoidiana autoimune. A remissão espontânea foi relatada. Outras causas de hipotireoidismo adquirido incluem disgenesia tireoidiana de início tardio ou disormonogênese, deficiência de TSH, lesão da tireóide e deficiência de iodo. Reposição de T4 é o tratamento de escolha para hipotireoidismo. (0,125 p)

4) No caso assinalado na questão 3, qual a provável concentração de TSH para essa criança (normal: TSH 0,4-6,4 mU/L)

A resposta é 15 mU/L. O TSH estará elevado no tireoidismo secundário à tireoidite de Hashimoto. (0,125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.56)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.