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HIPOGLICEMIA NEONATAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

Um dos distúrbios metabólicos mais comuns no berçário e na unidade de terapia intensiva neonatal a hipoglicemia neonatal é transitória na maioria dos casos, responde prontamente ao tratamento e está associada a excelente prognóstico.
Quando persistente, há uma alta probabilidade que ela esteja associada a distúrbios endócrinos, especialmente hiperinsulinemia.
As possíveis sequelas neurológicas são possíveis, no entanto quantificar de maneira válida os efeitos da hipoglicemia neonatal no neurodesenvolvimento subsequente ainda é um desafio. Ainda há controvérsias a respeito da definição de hipoglicemia, daí, o contexto clínico em qual se interpreta o nível de glicose é muito importante para a confirmação ou a infirmação do diagnóstico de hipoglicemia.

OBJETIVA: (900020 votos)..........94.94% das questões objetivas receberam votos.
O tratamento das leucemias linfocíticas agudas (LLAs) envolve fases de indução, consolidação, intensificação, manutenção e profilaxia do sistema nervoso central, com uso de drogas específicas nessas diferentes fases do tratamento. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta drogas que podem ser utilizadas na fase de consolidação.
A. dexametasona, vincristina, doxorubicina e ciclofosfamida
B. daunorrubicina, L‐asparaginase e ciclofosfamida
C. mercaptopurina e metotrexato
D. citarabina e metotrexato
E. quimioterapia intratecal com metotrexato e dexametasona

  RATING: 3.29

O tratamento das leucemias linfocíticas agudas (LLAs) envolve fases de indução, consolidação, intensificação, manutenção e profilaxia do sistema nervoso central, com uso de drogas específicas nessas diferentes fases do tratamento. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta drogas que podem ser utilizadas na fase de consolidação.

A. dexametasona, vincristina, doxorubicina e ciclofosfamida
CORRETO: A quimioterapia para leucemia linfoide aguda é geralmente dividida em 3 fases: Indução, que é curta e intensa, geralmente dura cerca de um mês, consolidação (intensificação), que também é intensiva, normalmente dura alguns meses, manutenção (pós-consolidação), que é menos intensiva, geralmente dura cerca de dois anos. A fase de consolidação é geralmente mais intensa. A quimioterapia é administrada durante 1 a 2 meses. Nesta fase a quantidade de células leucêmicas no corpo é diminuída. Vários medicamentos quimioterápicos são combinados para ajudar a impedir que as células leucêmicas remanescentes se tornem resistentes. A terapia intratecal, como descrita acima, continua neste momento. Vários medicamentos quimioterápicos são combinados para ajudar a impedir que as células leucêmicas remanescentes se tornem resistentes: dexametasona, vincristina, doxorubicina e ciclofosfamida.
B. daunorrubicina, L‐asparaginase e ciclofosfamida
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. mercaptopurina e metotrexato
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. citarabina e metotrexato
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. quimioterapia intratecal com metotrexato e dexametasona
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.29)

DISCURSIVA: (164955 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram pelo menos 5 patógenos que são as causas mais comuns de infecções congênitas? (0,15 pontos)
(II) Qual é o tratamento recomendado para um bebê com anticorpos estáveis ou crescentes para toxoplasmose?(0,1 pontos)
(III) Como se apresentam os pacientes com meningite viral herpetica?(0,2 pontos)


RATING: 3.16

(I) Enumeram pelo menos 5 patógenos que são as causas mais comuns de infecções congênitas? (0,15 pontos)
(II) Qual é o tratamento recomendado para um bebê com anticorpos estáveis ou crescentes para toxoplasmose?(0,1 pontos)
(III) Como se apresentam os pacientes com meningite viral herpetica?(0,2 pontos)

(I) Enumeram pelo menos 6 patógenos que são as causas mais comuns de infecções congênitas? (0,025 p para cada uma da lista abaixo, máximo seis pontuadas)
- Toxoplasmose
- Treponema pallidum (sífilis)
- Hepatite B
- Vírus Epstein-Barr (EBV)
- Parvovírus B19
- Rubéola
- Citomegalovírus (CMV)
- Herpes
- HIV

(II) Qual é o tratamento recomendado para um bebê com anticorpos estáveis ou crescentes para toxoplasmose?
O tratamento consiste em uma combinação de sulfadiazina (0,05 p) e pirimetamina. (0,05 p)
DISCUSSÂO: Se um bebê tem níveis decrescentes de anticorpos IgG para toxoplasmose durante o primeiro ano de vida provavelmente representa o anticorpos transplacentários em vez de infecção congênita

(III) Como os pacientes com meningite HSV geralmente se apresentam?
Esses pacientes costumam apresentar sintomas clássicos de meningite, incluindo febre (0,025 p), irritabilidade (0,025 p), letargia (0,025 p), e má alimentação (0,025 p).
Os sintomas adicionais observados na meningite HSV incluem convulsões focais (0,025 p) ou generalizadas (0,025 p); doença disseminada subsequente causa disfunção hepática (0,025 p) e coagulação intravascular disseminada (DIC) (0,025 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.16)

CASO CLINICO: (191197 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
M. S. G. 5 meses. Mãe refere febre, chorosa, inapetência. Na hora da consulta apresenta 38,4°C e a mãe informa que a criança tem refluxo e que trata com Label. Bom estado geral, hidratada e corada, chorosa. Medicada com Ibuprofeno e Dipirona em casa por conta da febre. No exame físico, BEG, levemente descorada, nariz entupido e tosse com evidente ronquidão e estridor.
De repente, durante a consulta a paciente inicia uma convulsão e é transportada na sala de emergência, aonde, por conta do acesso venoso difícil, é aplicada rapidamente uma dose correta de Midazolam intramuscular. Cinco minutos depois da injeção, a lactente entra em apneia e o monitor mostra o seguinte traçado:

Pergunta-se:
1) O que poderia ter causado a apneia, nesse caso? 0,05 pontos
2) Qual é a arritmia apresentada no monitor? É ritmo chocável ou não? 0,1 pontos
2) Qual é a intervenção a ser feita, imediatamente? 0,35 pontos


RATING: 3.03

1) O que poderia ter causado a apneia, nesse caso?
A injeção de Midazolam. (0,05 p)
Discussão: O midazolam deve ser usado somente quando materiais de ressuscitação apropriados para o tamanho e a idade estão disponíveis, já que a administração do mesmo pode deprimir a contratilidade miocárdica e causar apneia. Eventos adversos cardiorrespiratórios graves têm ocorrido em raras ocasiões. Esses eventos têm incluído depressão respiratória, apneia, parada respiratória e/ou parada cardíaca. A ocorrência de tais incidentes de risco à vida é mais provável em adultos acima de 60 anos, naqueles com insuficiência respiratória preexistente ou comprometimento da função cardíaca, e em pacientes pediátricos com instabilidade cardiovascular, particularmente quando a injeção é administrada muito rapidamente ou quando é administrada uma alta dose.

2) Qual é a arritmia apresentada no monitor? É ritmo chocável ou não?
Atividade elétrica sem pulso. (0,05 p) Não é ritmo chocável. (0,05 p)
Discussão: AESP é, sem duvida, uma catástrofe... Ela não é um ritmo especifico - na verdade, podemos descrever ela como atividade elétrica organizada (quer dizer, não é nem FV e nem assistolia) que aparece no ECG ou no monitor cardíaco mas... não tem pulso nenhum. A frequência de atividade elétrica pode ser baixa (mais comum, denominada agônica), normal ou alta. Pior é que as pulsações podem ser detectadas por uma forma de onda artéria ou estudo Doppler, mas os pulsos não são palpáveis. Ou seja, neste caso não há um fluxo satisfatório de sangue para os órgãos.
O ECG pode exibir complexos QRS normais ou largos. É muito importante, então avaliar o ritmo monitorado e observe a frequência e a largura dos complexos QRS. Salvo se for possível identificar e tratar rapidamente a causa da AESP, o ritmo provavelmente se deteriorará e se transformará em assistolia.

3) Qual é a intervenção a ser feita, imediatamente?
A primeira medida a ser feita neste momento é instituir imediatamente RCP de alta qualidade (0,05 p): como a lactente está no hospital e provavelmente tem dois reanimadores, utiliza-se o método com dois polegares (0,05 p). O ritmo das compressões cardíacas/ventilações é de 15 compressões:2 ventilações (0,05 p) cada compressão devendo descer 4 cm (criança pequena) (0,05 p) esperando o retorno total do tórax após cada compressão (0,05 p), com uma frequência de 100-120/minuto (0,05 p). Ás ventilações tem que ser aplicadas em menos de 10 segundos (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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