ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2567 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
510 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16467 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6188 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3656 QUESTÕES DE CIRURGIA
1922 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

MENINGITES NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A infecção aguda do sistema nervoso central (SNC) é a causa mais comum de febre associada a sinais e sintomas de doença no SNC em crianças. A infecção pode ser causada virtualmente por qualquer micróbio, sendo o patógeno específico influenciado pela idade e as condições imunes do hospedeiro e pela epidemiologia do patógeno.

Em geral, as infecções virais do SNC são muito mais comuns que as bacterianas, que, por sua vez, são mais comuns que as infecções fúngicas ou parasitárias. As infecções causadas por rickéttsias (febre maculosa das Montanhas Rochosas e Ehrlichia) são relativamente incomuns, mas assumem papéis importantes sob certas circunstâncias epidemiológicas. As espécies de micoplasmas também podem causar infecções do SNC, embora sua contribuição precisa seja difícil de determinar.
Independentemente da etiologia, a maioria dos pacientes com infecção aguda do SNC tem síndromes clínicas semelhantes.

OBJETIVA: (1419298 votos)..........96.06% das questões objetivas receberam votos.
Homem de 42 anos, sem antecedente de síndrome mieloproliferativa, apresenta astenia e 16% de blastos no sangue e na medula. Cariótipo: 46,XY,t(9;22)(q34;q11.2). PCR confirma BCR::ABL1 p210. Imunofenótipo mielóide. Não há esplenomegalia prévia documentada. Segundo WHO 2022 e ICC 2022, a interpretação diagnóstica correta é:
A. LMA com BCR::ABL1, pois qualquer porcentagem de blastos basta quando há a fusão
B. Obrigatoriamente LMC em crise blástica, independentemente da história clínica
C. LLA Ph-positiva, porque p210 no adulto equivale sempre a linhagem linfoide
D. Não se diagnostica LMA com BCR::ABL1 com menos de 20% de blastos, justamente para evitar sobreposição com LMC
E. SMD com cromossomo Philadelphia, entidade autônoma reconhecida pelas duas classificações

  RATING: 2.83

Homem de 42 anos, sem antecedente de síndrome mieloproliferativa, apresenta astenia e 16% de blastos no sangue e na medula. Cariótipo: 46,XY,t(9;22)(q34;q11.2). PCR confirma BCR::ABL1 p210. Imunofenótipo mielóide. Não há esplenomegalia prévia documentada. Segundo WHO 2022 e ICC 2022, a interpretação diagnóstica correta é:

A. LMA com BCR::ABL1, pois qualquer porcentagem de blastos basta quando há a fusão
INCORRETO: Ao contrário de NPM1, CBF e PML::RARA, a fusão BCR::ABL1 NÃO dispensa o corte de blastos: WHO e ICC exigem ≥20% para rotular LMA com BCR::ABL1
B. Obrigatoriamente LMC em crise blástica, independentemente da história clínica
INCORRETO : Crise blástica de LMC pressupõe LMC prévia ou evidência de doença crônica multilineage. Sem essa história, 16% de blastos não autorizam automaticamente o rótulo de crise blástica nem o de LMA
C. LLA Ph-positiva, porque p210 no adulto equivale sempre a linhagem linfoide
INCORRETO : O imunofenótipo é mielóide e o transcrito p210 não define linhagem sozinho. LLA Ph+ exige blastos linfoides
D. Não se diagnostica LMA com BCR::ABL1 com menos de 20% de blastos, justamente para evitar sobreposição com LMC
CORRETO : O limiar de 20% foi mantido de propósito para BCR::ABL1 nas duas classificações de 2022, a fim de não rotular como LMA casos que biologicamente podem ser LMC. Com 16% de blastos o diagnóstico de LMA com BCR::ABL1 não se sustenta
E. SMD com cromossomo Philadelphia, entidade autônoma reconhecida pelas duas classificações
INCORRETO : Não existe, nas classificações vigentes, a entidade “SMD com Ph” como diagnóstico preferencial autônomo nesse contexto; o caso exige integração clínica para distinguir LMC precoce de outra neoplasia Ph+

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.83)

DISCURSIVA: (198505 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Defina a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) em pediatria. 0,3 pontos
2) Defina a sepse para a faixa etária pediátrica. 0,1 pontos
3) Defina a sepse grave em pacientes pediátricos. 0,1 pontos


RATING: 3

1) Defina a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) em pediatria. 0,3 pontos
2) Defina a sepse para a faixa etária pediátrica. 0,1 pontos
3) Defina a sepse grave em pacientes pediátricos. 0,1 pontos

1) Defina a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) em pediatria.
Síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) em pediatria é definida como presença de pelo menos dois dos seguintes critérios, sendo que um deles deve ser alteração da temperatura ou do número de leucócitos:(0,05 p)

  1. Alteração de temperatura corpórea - hipertermia ou hipotermia(0,05 p)
  2. Taquicardia - frequência cardíaca (FC) inapropriada para idade na ausência de estímulos externos ou bradicardia para criança <1 ano (0,05 p)
  3. Taquipneia - frequência respiratória (FR) inapropriada para idade(0,05 p) OU necessidade de ventilação mecânica para um processo agudo não relacionado à doença neuromuscular de base ou necessidade de anestesia geral. (0,05 p)
  4. Alteração de leucócitos – leucocitose ou leucopenia não secundárias à quimioterapia, ou presença de formas jovens de neutrófilos no sangue periférico.(0,05 p)
2) Defina a sepse para a faixa etária pediátrica.
Sepse caracteriza-se pela presença de dois ou mais sinais de SIRS, (0,05 p) sendo um deles hipertermia/hipotermia e/ou alteração de leucócitos,, concomitantemente à presença de quadro infeccioso confirmado ou suspeito.(0,05 p)
3) Defina a sepse grave em pacientes pediátricos.
Sepse grave em pacientes pediátricos caracteriza-se pela presença de sepse e disfunção cardiovascular OU respiratória OU duas ou mais disfunções orgânicas entre as demais. (0,05 p). Entretanto, para fins práticos qualquer disfunção orgânica associada a infecção suspeita ou confirmada caracterizará sepse grave. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (230665 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo feminino, 42 anos, previamente hígida, procura atendimento por quadro progressivo de 8 meses de evolução caracterizado por amenorreia secundária, hirsutismo de padrão androgênico (face, tórax e abdome), acne severa, clitoromegalia, ganho ponderal de 12 kg, fraqueza muscular proximal, hipertensão arterial de difícil controle (PA 168/104 mmHg) e dor em flanco direito.
Ao exame físico evidencia-se fácies cushingoide, giba dorsal, estrias violáceas abdominais largas, atrofia muscular proximal e massa abdominal palpável em hipocôndrio/flanco direito de consistência firme.
Exames laboratoriais revelam: cortisol sérico basal elevado (28 µg/dL) sem supressão no teste com 1 mg de dexametasona; ACTH plasmático indetectável; testosterona total 285 ng/dL; DHEAS 1.850 µg/dL; potássio 2,9 mEq/L; glicemia de jejum 148 mg/dL.
Tomografia computadorizada de abdome demonstra massa adrenal direita de 11,8 cm, heterogênea, com áreas de necrose, calcificações grosseiras, densidade elevada e realce heterogêneo, além de trombo tumoral em veia cava inferior.

Questões:

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,15 pontos)
II. Qual a possível causa etiológica da doença diagnosticada? (0,10 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmação do diagnóstico? (0,13 pontos)
IV. Qual o principal diagnóstico diferencial? (0,05 pontos)
V. Qual é o tratamento de escolha desta doença?  (0,07 pontos)





RATING: 2.94

I. Suspeita diagnóstica
Carcinoma adrenocortical secretor misto (cortisol + andrógenos). (0,08 p)
Quadro clínico de síndrome de Cushing ACTH-independente associado a virilização franca e massa adrenal > 6 cm com características de agressividade (necrose, calcificações, invasão vascular). (0,07 p)
II. Possível causa da doença
Na grande maioria dos casos a etiologia é esporádica (mutações somáticas em genes como TP53, CTNNB1, IGF2). (0,06 p)
Pode associar-se a síndromes genéticas hereditárias (Li-Fraumeni, Beckwith-Wiedemann, MEN1, FAP). (0,04 p)
III. Melhor modalidade de confirmação diagnóstica
Confirmação histopatológica definitiva após ressecção cirúrgica (adrenalectomia), com avaliação dos critérios de Weiss (≥ 3 critérios). (0,08 p)
A imagem (TC/RM) e o perfil hormonal são altamente sugestivos, porém o diagnóstico de certeza é anatomopatológico. (0,05 p)
IV. Principal diagnóstico diferencial e tratamento
Principal diagnóstico diferencial: adenoma cortical funcionante (ou, menos frequentemente, feocromocitoma e metástase adrenal). (0,05 p)
V. Tratamento de escolha:
Ressecção cirúrgica completa (adrenalectomia aberta ou laparoscópica em casos selecionados) + mitotano adjuvante nos estádios I–III de alto risco e quimioterapia (EDP-M) nos casos avançados/metastáticos. (0,07 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.94)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.