ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2568 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
511 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16514 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6233 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3656 QUESTÕES DE CIRURGIA
1924 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

O PRIMEIRO EXAME DA GRAVIDA (CONSULTA PRE-NATAL) (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

No Brasil, alto 95% das grávidas freqüentam o serviço de pré-natal, no entanto a morbimortalidade materna e perinatal permanece alto, refletindo deficiências no atendimento.

Calendário de Consultas

A gestante deve procurar o serviço de pré-natal o mais cedo possível, impreterivelmente no 1º trimestre, a fim de que a investigação a respeito de sua saúde seja completada em tempo hábil.

O número total de consultas, preconizado pela OMS, não deve ser menor de 6. Qualquer número menor de desta cifra é considerado como atendimento deficiente.

Exame ginecológico e obstétrico: exame das mamas, altura uterina, BCF, situação e apresentação fetal pelas manobras de Leopold. Exame especular, na 1º consulta, avaliando-se cuidadosamente as paredes vaginais, colo uterino, CO, além do toque vaginal. O obstetra deve orientar a gestante a respeito da necessidade de realizar este exame detalhado, já que o momento é apropriado para um check up geral da saúde.

OBJETIVA: (1428498 votos)..........96.22% das questões objetivas receberam votos.
Para a utilização do termo Sangramento Uterino Disfuncional (SUD), os itens abaixo devem ser excluídos, com exceção de:
A. gravidez
B. leiomiomas submucosos
C. ciclos anovulatórios
D. pólipos endometriais
E. câncer de endométrio

  RATING: 2.9

Para a utilização do termo Sangramento Uterino Disfuncional (SUD), os itens abaixo devem ser excluídos, com exceção de:

A. gravidez
INCORRETO: SANGRAMENTO UTERINO DISFUNCIONAL refere-se a um sangramento uterino anormal, cuja origem se deve, exclusivamente, a um estímulo hormonal inadequado sobre o endométrio.
B. leiomiomas submucosos
INCORRETO : o termo é freqüentemente usado como sinônimo de sangramento uterino anormal e o que vemos na prática clínica é um grande número de sangramentos uterinos anormais provocados por lesões orgânicas, genitais ou extragenitais, sendo erroneamente rotulados e tratados como disfuncionais (obviamente sem sucesso). Até mesmo em eventos médicos esta confusão se perpetua, pois são inúmeras as mesas redondas e simpósios com o título especifico Hemorragia ou sangramento uterino disfuncional” onde os tópicos e os expositores se perdem em métodos de diagnósticos por imagens e tratamentos modernos de miomas, pólipos, adenomiose, etc. Ora, sangramento uterino disfuncional já é um diagnóstico fechado e cabe apenas discutir o tipo da disfunção, as condutas e modalidades de tratamento.
C. ciclos anovulatórios
CORRETO : O sangramento uterino disfuncional é representado por duas situações distintas. Aquele que ocorre em pacientes que estão ovulando e o que ocorre nas pacientes que não estão ovulando. Sangramento disfuncional anovulatório é uma das manifestações clínicas da anovulação crônica, qualquer que seja a sua etiologia, e representa 80% dos casos de hemorragias disfuncionais. O sangramento pode ser leve ou intenso, constante ou intermitente, geralmente não associado a sintomas de tensão prémenstrual, retenção hídrica ou dismenorréia, embora algumas vezes a paciente relate cólicas devido à passagem de coágulos pelo canal cervical. Ciclos anovulatórios podem ocorrer em qualquer época do menácme, mas é particularmente freqüente nos extremos da vida reprodutiva, seja logo após a menarca ou no período pré-menopausa.
D. pólipos endometriais
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. câncer de endométrio
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (199742 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Justifique o uso ou não de diurético de alça {furosemida), com base nos mecanismos fisiopatológicos da formação do edema (alteração de pressão hidrostática e pressão oncótica), nas seguintes situações clínicas:
a) Síndrome nefrítica................0,25 pontos
b) Síndrome nefrótica..............0,25 pontos




RATING: 3.01

Justifique o uso ou não de diurético de alça {furosemida), com base nos mecanismos fisiopatológicos da formação do edema (alteração de pressão hidrostática e pressão oncótica), nas seguintes situações clínicas:
a) Síndrome nefrítica................0,25 pontos
b) Síndrome nefrótica..............0,25 pontos


a) Síndrome nefrítica:

  • Inflamação glomerular aguda levando a redução do FG, oligúria e retenção de sódio. (0.050)
  • Aumento da pressão hidrostática capilar devido à expansão do volume extracelular. (0.075)
  • Pressão oncótica plasmática preservada. (0.025)
  • Uso de furosemida justificado para promover natriurese, reduzir volume e corrigir hipertensão hidrostática. (0.100)

b) Síndrome nefrótica:

  • Proteinúria maciça (>3,5g/dia) com hipoalbuminemia. (0.050)
  • Redução da pressão oncótica plasmática levando a extravasamento de fluido para o interstício. (0.075)
  • Retenção secundária de sódio via ativação do SRAA, agravando pressão hidrostática. (0.050)
  • Uso de furosemida indicado, mas com possível resistência devido à hipoalbuminemia; associar albumina ou outros diuréticos para otimizar resposta. (0.075)


Em discussão resumida, na síndrome nefrítica o edema é primariamente hidrostático por sobrecarga volêmica, respondendo bem à furosemida isolada, enquanto na nefrótica predomina o oncótico com componente hidrostático secundário, demandando abordagem multifatorial para diurese eficaz, conforme evidências recentes de manejo otimizado.


FONTE:

PLATAFORMA MISODOR -  A SINDROME NEFRITICA EM PEDIATRIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (231941 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo feminino, 67 anos, hipertensa controlada, com história de bócio multinodular diagnosticado há 18 anos (sem acompanhamento regular). Há 8 meses iniciou quadro progressivo de intolerância ao calor, emagrecimento de 9 kg sem dieta, taquicardia sinusal, tremor fino de extremidades e nervosismo. Negou oftalmopatia, dermopatia ou história familiar de tireoidite autoimune. Ao exame físico: PA 148 × 88 mmHg, FC 112 bpm, tireoide aumentada de volume de forma irregular, com nódulo dominante de 3,8 cm no lobo direito, firme, móvel, sem linfonodomegalias. Exames laboratoriais: TSH < 0,01 mUI/L, T4 livre 2,9 ng/dL (VR 0,7–1,8), T3 total 285 ng/dL (VR 80–200), TRAb negativo, anti-TPO negativo. Ultrassonografia: bócio multinodular com nódulo dominante hipoecoico de 3,8 cm no lobo direito, vascularização aumentada ao Doppler. Cintilografia com 99mTc: área hipercaptante correspondente ao nódulo dominante, com supressão do restante do parênquima.

Com base neste caso, responda às questões abaixo.

(I) Qual o diagnóstico sindrômico e etiológico mais provável? (0,1 pontos) (II) Quais os achados laboratoriais e de imagem que confirmam a autonomia funcional do(s) nódulo(s)? (0,1 pontos) (III) Quais as principais diferenças fisiopatológicas entre adenoma tóxico e bócio multinodular tóxico (doença de Plummer)? (0,1 pontos) (IV) Qual a conduta terapêutica de primeira linha indicada neste caso e por quê? (0,1 pontos) (V) Quais as complicações possíveis se o quadro permanecer sem tratamento adequado? (0,1 pontos)





RATING: 3.12

Resposta (I):  Qual o diagnóstico sindrômico e etiológico mais provável?

Diagnóstico sindrômico: hipertireoidismo clínico manifesto (0,05 p).
Diagnóstico etiológico: bócio multinodular tóxico (doença de Plummer) (0,05 p).

Resposta (II):  Quais os achados laboratoriais e de imagem que confirmam a autonomia funcional do(s) nódulo(s)?

TSH suprimido (< 0,01 mUI/L) com T4 livre e T3 elevados (0,04 p).
Anticorpos TRAb e anti-TPO negativos (excluem doença de Graves) (0,03 p).
Cintilografia: área(s) hipercaptante(s) com supressão do parênquima restante (confirma autonomia funcional) (0,03 p).

Resposta (III):  Quais as principais diferenças fisiopatológicas entre adenoma tóxico e bócio multinodular tóxico (doença de Plummer)?

Adenoma tóxico: nódulo solitário autonomamente funcionante (0,03 p).
Bócio multinodular tóxico (Plummer): múltiplas áreas autonomamente funcionantes em glândula previamente nodular de longa data (0,04 p).
Ambos cursam com independência do eixo hipotálamo-hipófise-tireoide (0,03 p).

Resposta (IV):  Qual a conduta terapêutica de primeira linha indicada neste caso e por quê?

Radioiodoterapia com 131I é a conduta de primeira linha na maioria dos casos de bócio multinodular tóxico em pacientes > 60 anos sem compressão importante (0,05 p).
Alternativa cirúrgica (tireoidectomia total ou quase-total) reservada a bócios volumosos com sintomas compressivos ou suspeita de malignidade (0,03 p).
Tionamidas apenas como preparo pré-tratamento definitivo ou em contraindicação às opções acima (0,02 p).

Resposta (V):  Quais as complicações possíveis se o quadro permanecer sem tratamento adequado?

Fibrilação atrial e insuficiência cardíaca de alto débito (0,04 p).
Osteoporose e fraturas por reabsorção óssea acelerada (0,03 p).
Crise tireotóxica em situações de estresse (0,03 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.12)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.