ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (24 CONTESTAÇÕES)
14793 QUESTÕES OBJETIVAS
3438 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3010 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
165 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
197 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

VALIDAÇÃO DE TESTES DIAGNOSTICOS (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

Os médicos dedicam grande parte de seu tempo diagnosticando a partir de queixas ou anormalidades de seus pacientes, chegando aos diagnósticos, depois de aplicar vários testes. No entanto, poucos desses médicos recebem um treinamento formal para a interpretação dos testes diagnósticos. A maioria dos bons clínicos usa juízo crítico, conhecimento amplo da literatura e uma abordagem rápida e informal de como organizar os dados.

Entretanto, também existem alguns princípios básicos com os quais se precisa estar familiarizado ao interpretar os testes diagnósticos.

Um "teste diagnóstico" geralmente é concebido como um exame realizado em laboratório. Mas os princípios também se aplicam à informação clínica obtida da história, exame físico ou Raio X.

Podem ser aplicados também onde um conjunto de achados serve como teste diagnóstico. Assim, pode-se falar do valor da artrite, cardite e coréia no diagnóstico da febre reumática, ou da hemoptise e da perda de peso em um fumante, como indicadores de câncer do pulmão.

É praxe geral em toda pesquisa que o investigador inicie o seu trabalho, desde a idéia inicial quando por ocasião da preparação do projeto, realização do estudo e por fim suas conclusões finais, que a precisão alcançada nos resultados seja sempre a melhor possível.

Quando um profissional de saúde deseja realizar um diagnóstico e precisa apresentar seu resultado considerando sentenças do tipo"normal-anormal", "positivo-negativo" , "reator-não reator", "imune-não imune", deve ter em mente que a partir daí deverá se conscientizar de que existirão as mais variadas formas de sentenciar sobre isto, porém deve considerar que o seu objetivo principal terá que ser a precisão dessas sentenças, ou seja, o nível de acerto deve ser o mais elevado, registrando positivo quando positivo e negativo quando negativo. Portanto um diagnóstico do tipo "positivo-negativo", quanto a classificação dos indivíduos, deve primar por apresentar uma precisão bastante acentuada.


OBJETIVA: (1135479 votos)..........99.54% das questões objetivas receberam votos.
Sobre a patogênese do sarampo, consideram as afirmações abaixo:
(I) a conjuntiva pode ser a localização incial da infecção
(II) a replicação viral acontece nos linfonodos regionais
(III) o virus se transmite atraves do nasofaringe
(IV) o período de incubação é de cerca de 48 horas
A. I, II, III, IV
B. I, IV
C. II, III
D. I, III
E. IV

  RATING: 3.05

Sobre a patogênese do sarampo, consideram as afirmações abaixo:

(I) a conjuntiva pode ser a localização incial da infecção
CORRETO: A localização inicial da infecção: epitélio respiratório da nasofaringe, e, possivelmente da conjuntiva. Daqui, ele vai para os linfonodos regionais.
(II) a replicação viral acontece nos linfonodos regionais
INCORRETO: A replicação virai acontece tanto na porta de entrada como nos tecidos reticuloendoteliais adjacentes e a distância.
(III) o virus se transmite atraves do nasofaringe
CORRETO: a eliminação do vírus (o contagio) se faz pela nasofaringe
(IV) o período de incubação é de cerca de 48 horas
INCORRETO: O período de incubação é de cerca de 10 a 14 dias

A. I, II, III, IV
INCORRETO: veja os comentários acíma
B. I, IV
INCORRETO : veja os comentários acíma
C. II, III
INCORRETO : veja os comentários acíma
D. I, III
CORRETO : veja os comentários acíma
E. IV
INCORRETO : veja os comentários acíma

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

DISCURSIVA: (182453 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)


RATING: 2.97

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal:
  1. Conhecimento do ambiente;   .....0,05 p
  2. Usar toda a infmração disponível;   .....0,05 p
  3. Antecipar e planejar;   .....0,05 p
  4. Identificar claramente o líder da equipe;   .....0,05 p
  5. Comunicar-se de forma efetiva;   .....0,05 p
  6. Delegar a carga de trabalho de modo otimizado;   .....0,05 p
  7. Alocar a sua atenção de maneira sábia;   .....0,05 p
  8. Empregar todos os recursos disponíveis;   .....0,05 p
  9. Pedir ajuda quando necessária;   .....0,05 p
  10. Manter o comportamento profissional;   .....0,05 p

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (212675 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
J.S.S., masculino, 14 anos e 7 meses, natural e procedente de Lagoinha - BA, está cursando a 5ª. série do 1º. grau, trabalhador rural.

Apresenta febre e aumento de volume abdominal há ± 3 meses.
Essa febre é vespertina diária (não aferida), e acompanha astenia, hiporexia e sudorese há ± 3 meses. Associado, apresentou aumento do volume abdominal, pequenos nódulos no pescoço e episódios de epistaxe (“sangue vivo”).

Como permanecia até 4 dias sem evacuar em casa e apresentou 2 episódios de dispnéia em repouso, procurou por atendimento médico em sua cidade de origem, sendo tratado com Sulfato ferroso e Bactrim. Em 3 meses, não apresentou melhora do quadro febril e aumento abdominal, e ainda iniciou quadro de edema em ambos os pés e tosse seca. Fez uso de fenobarbital até os 10 anos de idade, tendo interrompido por orientação médica). Nega outras doenças, alergias e uso de medicações atuais.

É orientado, hipocorado (+/+4), eupnéico, febril ao toque, acianótico,  emagrecido.Peso: 29 kg  PA: 110 x 70 mmHg

Linfonodos: Linfoadenopatia cervical bilateral   (± 1 cm, simétricos, indolores, móveis, fibroelásticos, sem sinais flogísticos).

ACV: RCR em 2T, bulhas hiperfonéticas, sopro sistólico (3+/+6). FC: 98 bpm.

AR: MV+ bilateralmente, sem estertores, sem chiado. FR 24/minuto

ABD: Distendido, hipertimpânico, fígado à ± 5 cm do RCD e do apêndice xifóide, Traube ocupado (ponta de baço palpável?).

Extremidades: Bem perfundidas, sem edema nos pés.

QUESTIONA-SE:

1) Enunciam pelo menos três hipóteses diagnósticos (0,3 pontos).

2) Considerando que os exames laboratoriais foram irrelevantes, quais são as proximas investigações para esclarecer o diagnóstico? (0,1 pontos)

3) Há alguma justificativa para eliminar o diagnóstico de tuberculose? Explicam os motivos (0,1 pontos)




RATING: 2.89

1. HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS: Considerar 0,1 pontos por qualquer um das combinações:

  1. Calazar: Causada pela Leishmania donovani. Mais comum entre 1-4 anos de vida;Maior prevalência no sexo masculino. SINAIS E SINTOMAS: febre prolongada , palidez, distensão abdominal, perda de peso, anorexia, associados a tosse e/ou diarréia.LABORATÓRIO: pancitopenia, inversão albumina/globulina, TGP e TGO normais, alteração em TP, TTPA; proteinúria e microhematúria discretas e transitórias. Mielograma pode confirmar, caso seja demonstrada a leishmânia
  2. Toxoplasmose: Zoonose causada por protozoário (T. gondii).TRANSMISSÃO: carne mal cozida com cistos nos tecidos, inalação de oocistos das fezes de gatos, transfusão de sangue ou transplante de órgãos.Assintomática em 90% dos casos. Febre, insidiosa, astenia, faringite, cefaléia, mal-estar, mialgia, linfoadenopatia periférica (cervical), hepatoesplenomegalia, rash cutâneo, meningoencefalite e confusão mental. Gânglios duros, móveis, não aderentes a planos profundos, sem tendência à fistulização. LABORATÓRIO: aumento dos LNF, VHS , TGO e TGP. DIAGNÓSTICO: Detecção de IgM e IgG por imunofluorescência indireta e ELISA; fixação de complemento e inibição da hemaglutinação.
  3. Mononucleose infecciosa Hiperplasia linfóide inespecífica. Picos na 1ª. infância. Causada pelo EBV. Depende de fatores socioeconômicos.TRANSMISSÃO: saliva, utensílios contaminados e hemotransfusão. Autolimitada. Febre, astenia, anorexia, faringite, linfoadenopatia cervical, edema periorbitário, petéquias no palato mole, esplenomegalia, erupção macular, hepatomegalia, náuseas, vômitos, diarréia, obstipação. Linfonodos hipersensíveis e simétricos, não fixados a planos profundos. LABORATÓRIO: aumento de LEUCO (com aumento de LNF >50%, 10% atípicos), aumento de TGO e TGP, FA e bilirrubinas. Anticorpos heterófilos +. DIAGNÓSTICO: isolar EBV em hemocultura, culturas de nasofaringe e linfonodos.
  4. Doença da Arranhadura do Gato Mais freqüente em menores de 20 anos (60% em crianças). Contato com gato em 95% dos casos.
    Evolução subaguda e autolimitada. Pápulas eritematosas que evoluem para crostas (local da inoculação). Linfoadenopatia regional (cervicais), febre, mal-estar, anorexia, dor abdominal, cefaléia, náuseas, astenia, perda ponderal. Linfonodos móveis, dolorosos, pele tensa no local, eritematosa e quente. Supura em 15%. Contato com gatos + linfoadenopatias + lesão cutânea. DIAGNÓSTICO: imunofluorescência indireta, ELISA e exame histopatológico.
  5. Linfoma Hodgkin: Maior risco em imunodeficiências. Predisposição genética; relação com o EBV. Aumento progressivo dos linfonodos; dissemina-se pelo sistema linfático para linfonodos contíguos. 5% dos linfomas da infância. 3:2 em meninos; mais comum a partir dos 10 anos. Curso indolente; adenopatia por muitos anos antes do diagnóstico. 80% com linfoadenopatia (consistência fibroelástica, sem sinais inflamatórios, indolor) acima do diafragma (cervical). DOENÇA AVANÇADA: comprometimento extranodal (baço, fígado, medula óssea, ossos, pulmões). Tosse, dispnéia, arritmias, disfagia, sintomas do TGI, hepatoesplenomegalia. Febre diária, emagrecimento, sudorese, anorexia, astenia. Anemia, aumento das LEUCO , aumento do VHS e cobre sérico. DIAGNÓSTICO: Mielograma (célula de Reed-Sternberg), anatomopatológico e imuno-histoquímica. CLASSIFICAÇÃO: Predominância linfocitária nodular, esclerose nodular, rico em linfócitos, celularidade mista e depleção linfocitária.
  6. Linfoma Não-Hodgkin: Desorganização proliferativa maligna de linfócitos e/ou sistema macrofágico. 2:1 em meninos; pico entre 4-11 anos. Maior risco em imunodeficiências e imunossupressão; QTX e RTX no passado; infecções virais; relação com o H. pylori. Acomete mais abdome, mediastino, rinofaringe e gânglios periféricos. Mais comum doença sistêmica. GRUPOS: Burkitt, linfoblástico e grandes células. CLASSIFICAÇÃO CLÍNICA: Indolentes ou agressivos. ABDOME: região ileocecal, apêndice e colo ascendente. Aumento do volume abdominal, vômitos, alterações do hábito intestinal e massa abdominal. MEDIASTINO: tosse seca, dispnéia, insuficiência respiratória. Síndrome de compressão da veia cava (obstrução do retorno venoso, edema de face, ingurgitamento venoso). GÂNGLIOS PERIFÉRICOS: linfonodos periféricos (cervicais; 1 ou + cadeias ganglionares, de crescimento rápido, sem sinais flogísticos). CABEÇA E PESCOÇO: parótida, cavidade nasal, tireóide, laringe, adenóides, tonsilas e faringe. OUTROS SÍTIOS: pulmões, testículos, ossos, partes moles e pele. SINTOMAS B: febre, emagrecimento, sudorese e astenia. INDOLENTES: evolução lenta, linfoadenopatia não dolorosa, esplenomegalia e pancitopenia. AGRESSIVOS: linfoadenopatia ou tumoração extranodal, rapidamente progressivo.
  7. Paracoccidioidomicose: Micose sistêmica; causada pelo Paracoccidioides brasiliensis. Solos úmidos com vegetação abundante e clima temperado. BRASIL: predomina no sudeste, sul e centro-oeste (zonas endêmicas rurais). Rara em crianças. INFECÇÃO: inalatória. Linfoadenomegalia (cervical; duros, móveis e indolor), hepatoesplenomegalia, febre, alterações do TGI, osteoarticulares, cutâneas. Anemia,  LEUCO (neutrofilia com desvio à esquerda), granulações tóxicas, eosinofilia, ↓LNF ou  LNF discreta, monocitose, inversão da albumina/globulina. Diagnóstico: cultura de secreções ou tecidos.
  8. Leucemia DIAGNÓSTICO: anemia, plaquetopenia. Oscilação desde baixo LEUCO a alto LEUCO, com linfoblastos. Medula óssea hipercelular. Mais freqüente em pediatria (80-85% em <15 anos). Infiltrado leucêmico no baço, fígado, linfonodos, SNC e gônadas. Palidez, astenia, manifestações hemorrágicas (epistaxe), febre, linfoadenomegalia, hepatoesplenomegalia, dor óssea, artralgia, cefaléia e vômitos. Proliferação clonal de células mielóides primitivas na medula óssea. ETIOLOGIA: quebras cromossômicas, radiação, produtos tóxicos e distúrbios hematopoéticos. Freqüência aumenta com a idade. Astenia, febre, fenômenos hemorrágicos (epistaxe), comprometimento do estado geral, hepatoesplenomegalia, linfoadenopatia. DIAGNÓSTICO: anemia, neutropenia (presença de mieloblastos), plaquetopenia. Mielograma analisa morfologia da medula óssea (hipercelular). Biópsia de medula óssea quantifica a celularidade.
  9. Sarcoidose: Doença granulomatosa; afeta primariamente os pulmões. Adenopatia hilar bilateral, eritema nodoso, uveíte, lesões de pele, doença intersticial difusa, astenia, depressão, mal-estar, anorexia, perda de peso, febre, tosse, dispnéia, sibilância, linfoadenopatia periférica, hipercalcemia e hipercalciúria. Linfonodos não-aderentes, firmes, fibroelásticos, indolor, não ulceram. Baixo LNF, eosinofilia, aumento do VHS, hipoglobulinemia, aumento da ECA. Anormalidades no Rx de tórax. DIAGNÓSTICO: achados clínicos, radiológicos e anatomopatológicos.
  10. 2. O proximo exame a ser requerido, já que temos adenopatia vai ser BIÓPSIA DE LINFONODO CERVICAL

    3. TUBERCULOSE GANGLIONAR - PROVAVELMENTE NÃO! Motivos: Causada pelo M. tuberculosis. Freqüente em crianças. LINFONODOS: firmes, móveis e separados. Depois, fixam-se entre si, inflamam e apresentam fístula com material caseoso. Pode haver ou não doença pulmonar concomitante. DIAGNÓSTICO: PAAF ou biópsia ou secreção de fístula. 50% com BAAR. Febre, não acomete o estado geral, linfoadenopatia. PPD+ é sugestivo. Somente tem três sinais clinicos inespecificos.

    AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.89)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.