É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA
Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):
ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS
PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE
RATING: 2.79 ![]()
O sistema linfático primitivo surge durante:
A. a sexta semana de desenvolvimento
CORRETO: O sistema linfático primitivo surge durante a sexta semana de desenvolvimento, sob a forma de sacos linfáticos localizados próximos às veias jugulares.
B. a setima semana de desenvolvimento
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. a oitava semana de desenvolvimento
INCORRETO : Durante a oitava semana, a cisterna do quilo se forma logo dorsalmente à aorta e, ao mesmo tempo, dois sacos linfáticos adicionais começam a formar-se, correspondendo aos pedículos vasculares iliofemorais em formação.
D. a nona semana de desenvolvimento
INCORRETO : Os canais de comunicação entre os sacos linfáticos, que se tornarão o ducto torácico, desenvolvem-se na nona semana.
E. a decima-sexta semana de desenvolvimento
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: A
Discorra, de forma exclusivamente teórica, sobre o bócio subesternal, respondendo de modo objetivo e fundamentado aos itens abaixo.
RATING: 2.6 ![]()
Discorra, de forma exclusivamente teórica, sobre o bócio subesternal, respondendo de modo objetivo e fundamentado aos itens abaixo.
1. Definição e classificação em primário e secundário
Bócio subesternal (também denominado retrosternal, mergulhante ou endotorácico) é o aumento tireoidiano que se estende abaixo do estreito torácico superior / incisura esternal. (0,03 p)
Critério frequentemente adotado (Katlic): mais de 50% do volume glandular situa-se abaixo do opérculo torácico. (0,02 p)
Forma secundária (a grande maioria, ≈99%): resulta da descida caudal de um bócio de origem cervical, mantém continuidade com a tireoide do pescoço e é nutrida pelas artérias tireóideas. (0,03 p)
Subtotal do item 1: 0,12 p
2. Fisiopatologia da descida mediastinal
O pescoço é limitado por estruturas rígidas (esterno, clavículas, musculatura e fácias), de modo que o crescimento glandular encontra menor resistência no sentido caudal, em direção ao mediastino. (0,02 p)
Predomina a localização no mediastino anterior; a extensão posterior é menos frequente.
3. Manifestações compressivas e sinal de Pemberton
Sinal de Pemberton: ao elevar os membros superiores, ocorre rubor facial, turgência venosa cervical e dispneia, por obstrução do retorno venoso no estreito torácico. (0,02 p)
Parte dos pacientes permanece oligo ou assintomática, sendo o achado incidental em exame de imagem.
Subtotal do item 3: 0,10 p
4. Métodos de imagem
A radiografia de tórax (PA e perfil) funciona como exame de rastreio: pode revelar alargamento do mediastino ântero-superior e desvio ou estreitamento traqueal. (0,03 p)
A ultrassonografia avalia bem o componente cervical, mas não delimita adequadamente o mediastino.
5. Tratamento e vias de acesso
O tratamento de escolha é cirúrgico (tireoidectomia), inclusive em muitos casos assintomáticos, diante do risco de compressão progressiva, de dificuldade anestésica futura e de malignidade oculta. (0,03 p)
A via predominante é a cervicotomia: a maioria dos bócios secundários pode ser extraída por via cervical, pois a vascularização permanece cervical. (0,03 p)
Esternotomia (parcial ou total) deve ser considerada quando houver: bócio primário sem conexão cervical; extensão abaixo do arco aórtico ou para o mediastino posterior; recidiva após cirurgia prévia; suspeita de invasão maligna; ou impossibilidade de mobilização segura apenas pelo pescoço. (0,04 p)
FONTE:
Uma primigesta de 19 anos, a termo, se apresenta para o parto referindo contrações irregulares e ruptura de membranas 21 horas antes de sua admissão. Não realizou acompanhamento pré-natal, mas relata que sua gestação foi sem complicações. Está afebril, e a monitorização eletrônica do feto é reativa com desacelerações ocasionais leves e variáveis. O exame cervical revela uma dilatação de 3 cm, 50% de apagamento, posição -1, apresentação de vértice.
(I) Quais os 3 métodos, quando estão todos positivos, que confirmam a ruptura de membranas? ... 0,3 pontos
(II) Qual é a melhor conduta neste período? ... 0,2 pontos
(I) Quais os 3 métodos, quando estão todos positivos, que confirmam a ruptura de membranas?
O exame especular (0,025 p) revelando uma coleção vaginal com pH alcalino na fita de nitrazina (0,025 p) e cristalização no exame microscópico (0,025 p) após o ressecamento numa lâmina (0,025 p), vai confirmar a ruptura das membranas (0,025 p).
O exame pélvico também pode sugerir esse diagnóstico (0,025 p) porque, à medida que o colo se dilata (0,025 p), a palpação das membranas amnióticas revestindo o pólo de apresentação(0,025 p) (ou ausência das membranas) (0,025 p), em geral, é possível.
O teste de Coombs (0,025 p) é um teste sorológico (0,025 p) que avalia a sensibilização materna às hemácias fetais.(0,025 p)
(II) Qual é a melhor conduta neste período?
Esta paciente apresenta ruptura prematura das membranas (0,025 p). Usando a abordagem com base no risco (0,025 p), ela deve fazer uma profilaxia contra os estreptococo do grupo B (SGB) (0,025 p), já que a ruptura das membranas é superior a 18 horas (0,025 p). Outros critérios para a administração de antibióticos seriam a febre materna superior ou igual a 38ºC (0,025 p) ou uma história de parto anterior de um bebê portador de SGB (0,025 p). Para minimizar complicações infecciosas tanto para a paciente como para seu bebê, devemos realizar o parto imediatamente (0,025 p), mas há indicação de aceleração do trabalho de parto (0,025 p) em vez de cesariana.
Todos os direitos reservados. 2026.
A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.