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A ALIMENTAÇÃO ARTIFICIAL (FÓRMULAS) (ÁREA DE PEDIATRIA)

A globalização nos trouxe o Codex Alimentarius, da Food and Agriculture Organization, da Organização Mundial da Saúde, tipo uma Magna Carta da Alimentação. Alguns não tem uma boa opinião sobre ele, achando o Codex um documento muito polêmico e especulações não faltam sobre ele... enfim, até lá, é certo que ainda não existe um codigo de conduta alimentar melhor ou pelo menos não foi ainda aceito outro. Neste Codex, que é debatido cada ano, em torno de 188 representantes de diferentes países, 240 observadores e 56 organizações governamentais internacionais incluindo representantes da ANVISA fazem mudanças e adaptações permanentes para atualizar as recomendações acerca da composição nutricional de todos os alimentos, inclusive para fórmulas lácteas, padronizando os nutrientes obrigatórios e não mandatórios, e suas quantidades. Depois, a ANVISA traz essas normas para o Brasil, aonde viram normas que reglementam a industria alimentar e as vendas de alimentos e produtos tangentes á isso.

OBJETIVA: (1027479 votos)..........97.21% das questões objetivas receberam votos.
São vias de administração para imunoterapia em asma:
A. Subcutânea
B. Sublingual
C. Epícutânea
D. Intra-linfática
E. Todas acíma

  RATING: 3.05

São vias de administração para imunoterapia em asma:

A. Subcutânea
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Sublingual
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Epícutânea
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Intra-linfática
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Todas acíma
CORRETO : A imunoterapia em asma bronquica se reliza via subcutânea - ainda o principal método, sublingual - crescendo ultimas 2 décadas e em investigação ainda são a via epicutânea e intra-linfatica.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

DISCURSIVA: (177770 votos) ..........98.78% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes questões sobre a coqueluche:
1) Quais são os critérios laboratoriais de diagnostico confirmado de coqueluche? (0,125 pontos)
2) Enumeram simplesmente as fases evolutivas da doença. (0,1875 pontos)
3) Que tipo de notificação tem a doença e aonde tem que comunicar em caso de suspeita? (0,125 pontos)
4) Qual é o tratamento da primeira escolha em caso de coqueluche no recém-nascido? (0,0625 pontos)


RATING: 2.98

Responda ás seguintes questões sobre a coqueluche:
1) Quais são os critérios laboratoriais de diagnostico confirmado de coqueluche? (0,125 pontos)
2) Enumeram simplesmente as fases evolutivas da doença. (0,1875 pontos)
3) Que tipo de notificação tem a doença e aonde tem que comunicar em caso de suspeita? (0,125 pontos)
4) Qual é o tratamento da primeira escolha em caso de coqueluche no recém-nascido? (0,0625 pontos)

1) Quais são os critérios laboratoriais de diagnostico confirmado de coqueluche?
Bordetella pertussis isolada em espécime clínica; (0,0625 p)
Reação de cadeia da polimerase positiva para B.pertussis. (0,0625 p)

2) Enumeram simplesmente as fases evolutivas da doença.
Fase catarral (0,0625 p), fase paroxística (0,0625 p) e fase de convalescença (0,0625 p).

3) Que tipo de notificação tem a doença e aonde tem que comunicar em caso de suspeita?
A coqueluche é uma doença de notificação compulsória (0,0625 p), e sempre que o médico suspeitar do diagnóstico deve comunicar a Vigilância do município (0,0625 p).

4) Qual é o tratamento da primeira escolha em caso de coqueluche no recém-nascido?
Azitromicina 10 mg/kg/d 1x/dia (Em menores de 1 mês, preferir azitromicina pelo risco maior de estenose hipertrófica de piloro com eritromicina) (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (207213 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.

Um lactente de 6 meses de idade, sexo masculino, previamente hígido até os 4 meses, é trazido ao serviço de urgência pediátrica por episódios repetidos de contrações breves, maciças e simétricas, caracterizadas por flexão súbita da cabeça, abdução dos membros superiores e flexão das pernas, ocorrendo em salvas de dezenas a centenas de vezes ao dia, principalmente durante a vigília e ao despertar, frequentemente precedidas por um grito. A mãe refere atraso recente nos marcos do desenvolvimento (perda de controle cefálico) e hipotonia axial. História de gravidez e parto sem intercorrências; sem febre, infecção de SNC ou alterações metabólicas. Exame físico: hipotonia axial acentuada, perímetro cefálico normal, fundo de olho sem alterações, ausência de lesões neurocutâneas ou faciais incomuns.

Questões:
I. Qual é a suspeita diagnóstica principal? (Total parcial desta questão: 0,18 p)

II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (Total parcial desta questão: 0,15 p)

III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (Total parcial desta questão: 0,17 p)

IV. Qual o tratamento de escolha? (Total parcial desta questão: 0,10 p)





RATING: 2.97

Resposta à Questão I (Suspeita Diagnóstica)

A suspeita diagnóstica é síndrome de West (espasmos infantis).

  • Tríade clássica: espasmos infantis + atraso do desenvolvimento + traçado eletroencefalográfico com padrão de hipsarritmia (0,08 p).
  • Idade típica de início: entre 4 e 8 meses de vida (0,04 p).
  • Crises em salvas, simétricas, com flexão súbita da cabeça e membros, grito associado e hipotonia (0,03 p).
  • Distinção de crises febris ou parciais: sem febre, sem infecção de SNC ou alteração metabólica, sem antecedentes neonatais (0,03 p).


Resposta à Questão II (Possível Causa da Doença Diagnosticada)

A possível causa é espasmos infantis criptogênicos (sem fator etiológico identificável).

  • Classificação em criptogênicos quando história de gravidez/parto sem intercorrências, marcos de desenvolvimento normais antes do início e exame neurológico/TC/RM normais, sem fatores de risco associados (0,07 p).
  • Diferenciação dos sintomáticos: ausência de encefalopatia hipóxico-isquêmica, infecções congênitas, erros inatos do metabolismo, síndromes neurocutâneas (ex.: esclerose tuberosa), prematuridade ou patologias pós-natais (infecções de SNC, traumatismo) (0,05 p).
  • Fatores genéticos ou desconhecidos podem estar presentes, mas o PDF enfatiza que o prognóstico é melhor nos criptogênicos (0,03 p).

Resposta à Questão III (Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico)

A melhor modalidade é o eletroencefalograma (EEG) interictal demonstrando padrão de hipsarritmia.

  • Padrão caótico de atividade de ondas lentas de alta voltagem, bilateralmente assíncronas (hipsarritmia clássica ou modificada) (0,08 p).
  • EEG é útil para classificação das crises na infância e diferenciação de outras síndromes epilépticas (0,04 p).
  • Não se justifica EEG de rotina em crises febris simples, mas é obrigatório e necessário em crises acima de 30 minutos ou síndromes como esta (0,03 p).
  • Neuroimagem (RM preferida) pode ser considerada apenas se houver sinais focais ou suspeita de lesão estrutural, mas não é o exame de confirmação primário aqui (0,02 p).

Resposta à Questão IV (Tratamento)

O tratamento de escolha é o ACTH (hormônio adrenocorticotrópico) exógeno ou glicocorticoides.

  • Supressão da síntese de hormônio liberador de corticotropina (HLC-CRH) por mecanismo de feedback, reduzindo hiperexcitabilidade neuronal (0,05 p).
  • Eficácia comprovada nos espasmos infantis (criptogênicos ou sintomáticos), com melhora clínica e redução do risco de retardo mental se iniciado precocemente (0,03 p).
  • Esquema sugerido no PDF: prednisona oral 2 mg/kg/dia por 1 mês, redução gradual (não é o único, mas ACTH é padrão ouro) (0,02 p).
  • Evitar anticonvulsivantes de rotina como primeira linha (fenobarbital, valproato ou benzodiazepínicos são secundários e menos eficazes isoladamente nesta síndrome) (0,00 p – informação complementar sem pontuação extra).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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