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RUBÉOLA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A rubéola é uma doença viral, contagiosa, causado por um vírus designado por toga-vírus do género Rubi-vírus. Normalmente atinge crianças com idade compreendida entre 5 e 9 anos, tendo também a probabilidade de atingir adultos também. A doença só é contraída uma vez, pois o organismo infectado passa a produzir anticorpos que servem de barreira que tornam o organismo imune ao vírus para sempre. Embora seja muitas vezes equiparada ao sarampo, a rubéola é menos contagioso.
Doença de curso benigno, sua importância epidemiológica está relacionada ao risco de abortos, natimortos, e malformações congênitas, como cardiopatias, catarata e surdez. É denominada síndrome da rubéola congênita (SRC), quando a infecção ocorre durante a gestação.

OBJETIVA: (1416093 votos)..........96.17% das questões objetivas receberam votos.
Um paciente DPOC é internado por infecção de partes moles em membro inferior esquerdo. Evolui com piora clínica, queda do nível de consciência e dispnéia. A gasometria arterial demonstra alcalose respiratória com hipoxemia e acidose metabólica. A hipótese diagnóstica adequada é:
A. carbonarcose por excesso de oferta de O2
B. distúrbio ventilação-perfusão
C. ventilação de espaço morto
D. acidose mista do DPOC
E. SARA secundária a sepse

  RATING: 3.22

Um paciente DPOC é internado por infecção de partes moles em membro inferior esquerdo. Evolui com piora clínica, queda do nível de consciência e dispnéia. A gasometria arterial demonstra alcalose respiratória com hipoxemia e acidose metabólica. A hipótese diagnóstica adequada é:

A. carbonarcose por excesso de oferta de O2
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. distúrbio ventilação-perfusão
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. ventilação de espaço morto
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. acidose mista do DPOC
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. SARA secundária a sepse
CORRETO : e um caso classico de angustia respiratoria causada pela infecção (ferimento) o evento desencadeador sendo a infecção do membro inferior. Alteração da permeabilidade das membranas do endotélio causa extravasamento de líquido com edema intersticial e alveolar. Após a instalação do fator predisponente ocorrerá à liberação de mediadores da inflamação. Diante da inflamação aparece a alteração da permeabilidade da membrana alvéolo-capilar. Ocorre grande afluxo de neutrófilos para o território pulmonar. gerando as alterações encontradas na SARA. A liberação de proteases está relacionada a agressão à membrana celular, colagenases e elastases. Em resposta se verifica o aumento da atividade pró-coagulante, com deposição de fibrina.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.22)

DISCURSIVA: (197926 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Respondam ás questões seguintes:
1) Quais são os reservatórios de suscetíveis com grande importância para o controle da doença coqueluche? (0,1 pontos)
2) Qual é a faixa etária de maior risco para coqueluche? (0,05 pontos)
3) Quais são os quadros clínicos atípicos da coqueluche? (0,2 pontos)
4) Qual é o aspecto característico frequentemente encontrando no Rx de tórax no paciente com coqueluche? (0,15 pontos)


RATING: 2.95

Respondam ás questões seguintes:
1) Quais são os reservatórios de suscetíveis com grande importância para o controle da doença coqueluche? (0,1 pontos)
2) Qual é a faixa etária de maior risco para coqueluche? (0,05 pontos)
3) Quais são os quadros clínicos atípicos da coqueluche? (0,2 pontos)
4) Qual é o aspecto característico frequentemente encontrando no Rx de tórax no paciente com coqueluche? (0,15 pontos)

1) Quais são os reservatórios de suscetíveis com grande importância para o controle da doença coqueluche?
R: crianças menores de um ano que ainda não completaram o esquema básico (0,05 p) e adolescentes e adultos que perderam a imunidade (0,05 p)
DISCUSSÃO: A vacina (componente pertussis da DTP, seja acelular ou de células inteiras), não confere imunidade completa e permanente. Segundo Jenkinson, a imunidade é completa somente no primeiro ano após a imunização e cai gradualmente com o passar do tempo, tendo ainda 84% de eficácia após 4 anos, chegando a cerca de 50% nos três anos seguintes e após 12 anos nenhuma proteção é evidente com o amplo uso da vacinação nos últimos anos, com a atual vacina que não permite reforços acima dos 7 anos, dois reservatórios de suscetíveis passam a ter grande importância para o controle da doença, a saber: crianças menores de um ano, que ainda não completaram o esquema básico, adolescentes e adultos que perderam a imunidade.

2) Qual é a faixa etária de maior risco para coqueluche?
R: A faixa etária de maior risco continua sendo a de menores de um ano. (0,05 pontos)

3) Quais são os quadros clínicos atípicos da coqueluche?
R: Quadros atípicos:
Em lactentes: a tosse, em geral, não se desenvolve em paroxismos (0,025 p) e os guinchos estão ausentes (0,025 p) ; no entanto, crises de apneia são comuns (0,025 p) e podem resultar em hipóxia significante (0,025 p) .
Em crianças maiores e adultos, em geral, o quadro é mais brando, com tosse persistente devido a traqueobronquite (0,025 p) , dificultando o diagnóstico, particularmente porque os paroxismos (0,025 p) , o guincho (0,025 p) e a leucocitose (0,025 p) podem estar ausentes.

4) Qual é o aspecto característico frequentemente encontrando no Rx de tórax no paciente com coqueluche?
R: O raio X de tórax pode mostrar infiltrados, principalmente peri-hilar resultando no chamado “coração borrado ou franjado” (0,05 p) porque as bordas da imagem cardíaca não são nítidas. Pode ocorrer ainda, atelectasia (0,05 p) ou enfisema. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (230100 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Durante o plantão de final de semana, nasce um pré-termo de 34 semanas, por parto vaginal, peso de 1.450g, Apgar 8 e 9, que evolui com desconforto respiratório logo após o nascimento. Você opta pela internação na Unidade de Cuidados Intensivos. A mãe está em tratamento de infecção do trato urinário, com urinocultura positiva. Detalhe a sua conduta inicial diante desse paciente com relação ao suporte nutricional, infeccioso e ventilatório, justificando cada item.




RATING: 2.78

RN de 34 semanas, 1.450 g (muito baixo peso e pequeno para a idade gestacional), com desconforto respiratório precoce e mãe em tratamento de ITU com urocultura positiva. A conduta inicial na UTIN deve ser simultânea nos três eixos, sem atrasar o que é tempo-dependente.


1) Suporte ventilatório:

Como há respiração espontânea e Apgar favorável (0.04 p), o suporte de primeira linha é o CPAP nasal (0,04 p) (em geral 5–6 cmH2O), para manter CRF, reduzir atelectrauma e atenuar SDR/TTN.
Titule o oxigênio para SpO2 90–95% (0,04 p), evitando hiperoxia.
Reserve intubação e ventilação mecânica (0,03 p) para apneia, esforço progressivo, hipoxemia refratária ou acidose.
Peça radiografia de tórax (0,01 p) e gasometria (0,01 p) ; se o quadro for de SDR com necessidade crescente de FiO2, avalie surfactante (0,01 p).

2) Suporte infeccioso.

Prematuridade ≤34 semanas, baixo peso, desconforto desde o nascimento e ITU materna vigente configuram alto risco de sepse neonatal precoce (0,01 p) (E. coli (0,01 p) , GBS (0,01 p) e outros Gram-negativos (0,01 p)).
Colete hemocultura (0,01 p) e inicie antibiótico empírico imediatamente (0,01 p), sem esperar hemograma ou PCR.
O esquema de primeira linha é ampicilina (0,03 p) + gentamicina (0,03 p).
Punção lombar quando (0,01 p) o RN estiver estável (0,01 p) e houver decisão de manter antibiótico (0,01 p) ou suspeita de meningite (0,01 p) . Reavalie em 36–48 h (0,01 p) com culturas e evolução clínica (0,01 p) .

3) Suporte nutricional.

Este RN tem reserva glicogênica baixa e risco de hipoglicemia. Inicie infusão de glicose com GIR cerca de 4–6 mg/kg/min (0,05 p) e volume hídrico do 1º dia (em torno de 70–80 mL/kg/dia, ajustado à fototerapia/umidade). Por ser MBPN e criticamente doente, indique nutrição parenteral precoce (0,05 p) (aminoácidos nas primeiras horas). Se hemodinamicamente estável, inicie dieta enteral mínima (trófica) com leite materno (0,04 p) e progrida conforme tolerância; não force volume pleno no desconforto agudo. Monitore glicemia capilar nas primeiras horas.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.78)




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