ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2566 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
509 TENTATIVAS (39 CONTESTAÇÕES)
15810 QUESTÕES OBJETIVAS
3633 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5957 DE PEDIATRIA (3213 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3523 QUESTÕES DE CIRURGIA
1892 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
180 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
210 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

INSUFICIÊNCIA VALVULAR PULMONAR E AUSÊNCIA CONGÊNITA DA VÁLVULA PULMONAR (CARDIOPATIAS CONGÊNITAS REGURGITANTES ACIANOTICAS) (ÁREA DE PEDIATRIA)

Trata-se, grosso modo, de incompetência de válvula pulmonar.

Isolado, é um defeito muito raro (esses pacientes geralmente são assintomáticos, pois a insuficiência quase sempre é leve). A insuficiência valvar pulmonar isolada geralmente é bem tolerada e não precisa de tratamento cirúrgico.

Acompanhando, sim, pode ser encontrada junto com outras doenças cardiovasculares ou pode ser secundária a uma hipertensão pulmonar grave.


OBJETIVA: (1314205 votos)..........94.52% das questões objetivas receberam votos.
Um paciente de 3 anos é trazido a consulta de rotina em ambulatório de Pediatria apresentando peso, estatura e desenvolvimento adequados para a idade. Ao finalizar a consulta, a mãe refere preocupação, pois o pré-escolar apresenta ambos os joelhos desviados para dentro, porém sem interferir na deambulação ou acarretar em quedas. Assinale a alternativa correta, que apresenta o principal diagnóstico e a conduta mais adequada para a situação, respectivamente:
A. diagnosticar joelho valgo: considerar que é alteração típica da idade de 2 a 5 anos, tranquilizar a mãe e acompanhar ambulatorialmente com pediatra
B. diagnosticar joelho varo: considerar que é alteração típica da idade de 2 a 5 anos, tranquilizar a mãe e acompanhar ambulatorialmente com pediatra
C. diagnosticar joelho valgo: solicitar radiografia de bacia e membros inferiores seriadas a cada 3 meses para seguimento
D. diagnosticar joelho valgo: realizar ecografia de articulação coxofemoral bilateral
E. diagnosticar joelho varo: solicitar radiografia de bacia e membros inferiores e encaminhar ao ortopedista

  RATING: 2.94

Um paciente de 3 anos é trazido a consulta de rotina em ambulatório de Pediatria apresentando peso, estatura e desenvolvimento adequados para a idade. Ao finalizar a consulta, a mãe refere preocupação, pois o pré-escolar apresenta ambos os joelhos desviados para dentro, porém sem interferir na deambulação ou acarretar em quedas. Assinale a alternativa correta, que apresenta o principal diagnóstico e a conduta mais adequada para a situação, respectivamente:

A. diagnosticar joelho valgo: considerar que é alteração típica da idade de 2 a 5 anos, tranquilizar a mãe e acompanhar ambulatorialmente com pediatra
CORRETO: Para responder à pergunta, devemos estabelecer alguns conceitos:

- Joelho varo: deformidade que se caracteriza pelo arqueamento dos membros inferiores;
- Joelho valgo: deformidade que consiste na aproximação dos joelhos e no afastamento dos pés (membros 'em tesoura' ou em X).
No recém-nascido e até 1 ano, o joelho varo leve ou moderado é comum e normal. Assim que a criança começa a andar, a deformidade se corrige espontaneamente. Devemos lembrar, portanto, que o joelho varo fisiológico em crianças como essa não necessita de tratamento. O joelho valgo fisiológico nas crianças, normalmente, se apresenta entre 2 e 6 anos e pode, às vezes, apresentar dores ao nível dos membros inferiores. Nessa faixa etária, o joelho valgo em sua maioria também se corrige espontaneamente. O diagnóstico diferencial deve ser feito com raquitismo, tumores, infecções, paralisia cerebral, lesões na zona de crescimento. o uso de aparelhos corretores, palmilhas, botas e tênis ortopédicos é discutível, existindo parâmetros clínicos e radiográficos que podem indicar tratamento clínico ou cirúrgico.
B. diagnosticar joelho varo: considerar que é alteração típica da idade de 2 a 5 anos, tranquilizar a mãe e acompanhar ambulatorialmente com pediatra
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. diagnosticar joelho valgo: solicitar radiografia de bacia e membros inferiores seriadas a cada 3 meses para seguimento
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. diagnosticar joelho valgo: realizar ecografia de articulação coxofemoral bilateral
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. diagnosticar joelho varo: solicitar radiografia de bacia e membros inferiores e encaminhar ao ortopedista
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

DISCURSIVA: (192565 votos) ..........99.44% das questões discursivas receberam votos.
1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)


RATING: 2.94

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?

Pressão arterial sistólica (PAS) < percentil 5 para idade ou PAS < 2 desvios padrão abaixo do normal para a idade é hipotensão (0,05 p)
Em pediatria, a hipotensão é um sinal tardio de choque e significa fase descompensada. (0,05 p)

2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?

Alteração de temperatura corpórea - hipertermia ou hipotermia (0,05 p)
Alteração de leucócitos – leucocitose ou leucopenia não secundárias à quimioterapia, ou presença de formas jovens de neutrófilos no sangue periférico. (0,05 p)

3) Qual é o tipo, a modalidade e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico com sinais e sintomas de hipoperfusão tecidual?
a) iniciar imediatamente a ressuscitação volêmica com Ringer ou Ringer lactato, em bolus de 20 mL/kg em 5 a 10 minutos uso de solução salina 0,9% ou ainda coloide (albumina humana a 5%) (0,05 p)
b) o volume inicial para reanimação exige 40 a 60 mL/kg ou mais durante as primeiras horas de tratamento (0,05 p) , exceto quando têm:
- cardiopatia congênita - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- suspeita de disfunção miocárdica - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- recém-nascidos - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
c) manter até normalização dos sinais de hipoperfusão tecidual ou até surgir sinais de hipervolemia. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (224846 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Um lactente de 18 meses de idade, previamente hígido, é trazido ao pronto-socorro ainda em convulsão tônico-clônica generalizada há 45 minutos, com cianose intensa, perda do controle esfincteriano (bexiga) e sem recuperação de consciência. A mãe relata febre alta (39°C) iniciada há 4 horas por infecção viral de vias aéreas superiores, sem sinais de irritação meníngea ou história de crises prévias. A criança chegou sonolenta após o início da crise e não apresentou aura ou foco aparente. Exame inicial: vias aéreas pérvias mas com salivação excessiva, ventilação comprometida, glicemia normal, sem trauma craniano ou ingestão de toxinas.

Questões:
I. Qual é a suspeita diagnóstica principal? (Total parcial desta questão: 0,12 p)

II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (Total parcial desta questão: 0,12 p)

III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (Total parcial desta questão: 0,14 p)

IV. Qual o tratamento inicial na emergência?  (Total parcial desta questão: 0,12 p)





RATING: 2.9

Resposta à Questão I (Suspeita Diagnóstica)

A suspeita diagnóstica é estado de mal epiléptico (crise prolongada >30 minutos).

  • Crise tônico-clônica generalizada sem interrupção por 45 minutos, com cianose e perda esfincteriana (0,05 p).
  • Distinção de crise febril simples: duração >15 minutos e ausência de recuperação pós-ictal imediata (0,04 p).
  • Classificação como complexa quando duração superior a 15 minutos e achados pós-ictal prolongados (0,03 p).

Resposta à Questão II (Possível Causa da Doença Diagnosticada)

A possível causa é crise febril complexa (dependente da idade, febre alta e infecção extracraniana).

  • Crises febris dependentes da idade (pico 14-18 meses) e associadas a temperatura que aumenta rapidamente até 39°C ou mais (0,05 p).
  • Causa não é infecção de SNC ou alteração metabólica, mas sim doença febril (ex.: infecção viral de vias aéreas superiores ou otite) (0,04 p).
  • A causa da febre NÃO influencia na ocorrência da convulsão febril, mas a duração >15 minutos define complexidade (0,03 p).


Resposta à Questão III (Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico)

A melhor modalidade é o eletroencefalograma (EEG), obrigatório e necessário.

  • EEG está OBRIGATÓRIO em caso de crise acima de 30 minutos, pois a exaustão muscular pode mascarar crise elétrica contínua com efeitos destruidores (0,08 p).
  • Não se justifica EEG em crise febril simples, mas é essencial aqui para confirmar atividade ictal persistente (0,04 p).
  • Durante avaliação aguda, priorizar causa da febre, mas EEG diferencia de pseudo-estado (0,02 p).


Resposta à Questão IV (Tratamento Inicial na Emergência)

O tratamento inicial é a conduta geral ABC + anticonvulsivante de ação rápida.

  • A - B - C: permeabilizar VAS (posicionamento e aspiração), proteção (evitar objetos na boca), uso de oxigênio, monitorização, destrostix e acesso venoso periférico (0,03 p).
  • Anticonvulsivante: diazepam I.V. 0,3 mg/kg/dose (máx. 10 mg/dose) – início de ação 1-3 minutos, duração 5-15 minutos (0,03 p).
  • Se não houver acesso venoso: midazolam (IM 0,2 mg/kg/dose, intranasal 0,3 mg/kg/dose ou bucal 0,5 mg/kg/dose) como primeira opção (0,03 p).
  • Evitar profilaxia prolongada com fenobarbital ou valproato em crise febril (excelente prognóstico); pesquisar causa da febre simultaneamente (0,03 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.9)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.