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MORFOGÊNESE E MORFOLOGIA DA PLACENTA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A placenta e um órgão gerado pela gravidez, com estrutura vascular esponjosa, ela relaciona a mãe com o feto, realizando os trocos fisiológicos de nutrição e respiração. Os mais importantes papeis são:

  1. Órgão transitório, característico dos mamíferos placentários, que intermédia as trocas fisiológicas entre a mãe e o embrião ou feto.
  2. Constituído de partes fetais e maternas, representa um alo-enxerto natural, resistente à rejeição.
  3. É uma aposição íntima ou fusão das membranas fetais com a mucosa uterina.
  4. Atua temporariamente como: pulmão, intestino, rim, hipófise e parcialmente como fígado e adrenal.
  5. Substitui progressivamente as secreções do corpo amarelo.
  6. Separa as circulações sangüíneas materna e fetal por uma barreira feto-placentária, que se simplifica progressivamente.

OBJETIVA: (1147636 votos)..........99.38% das questões objetivas receberam votos.
Lactente de 3 m e 15 dias recebeu vacina de BCG e hepatite B logo ao nascer. Apresentou alguns episódios febris que adiaram as demais vacinas até essa data quando procura a UBS para continuar a vacinação. Quais vacina você indicaria para o caso:
A. SABIN, TETRA, HEPATITE B, ROTAVÍRUS
B. SABIN, TETRA, HEPATITE B
C. Hepatite B e Rotavírus
D. SABIN, DPT, HEPATITE B
E. SALK, DPT, HEPATITE B

  RATING: 3.04

Lactente de 3 m e 15 dias recebeu vacina de BCG e hepatite B logo ao nascer. Apresentou alguns episódios febris que adiaram as demais vacinas até essa data quando procura a UBS para continuar a vacinação. Quais vacina você indicaria para o caso:

A. SABIN, TETRA, HEPATITE B, ROTAVÍRUS
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. SABIN, TETRA, HEPATITE B
CORRETO : Essa questão aborda, na verdade, quando deve ser feita a primeira dose da vacina contra Rotavírus. Ela pode ser iniciada aos 2 e 4 meses de idade, no calendário juntamente com Tetravalente e O. P. V. Entretanto, a PRIMEIRA DOSE deve se ter uma idade mínima – 1 m e 15 d (6 semanas) e idade máxima – 3 m e 7 d (14 semanas) Para a SEGUNDA DOSE a idade mínima é 3 m e 7 d (14 semanas) e a idade máxima – 5 m e 15 d (24 semanas), com INTERVALO MÍNIMO ENTRE AS DOSES de 4 SEMANAS. É uma vacina com elevada eficácia e os estudos realizados não demonstraram risco aumentado de invaginação, comparado-se grupo vacinado e placebo mas é necessário respeitar as idades mínimas e máximas de aplicação de cada dose. A precaução com data da primeira dose é pelo aumento do risco de invaginação intestinal que criança possa apresentar após o 4° mes pelo aumento das placas de Pyers do intestino.
C. Hepatite B e Rotavírus
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. SABIN, DPT, HEPATITE B
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. SALK, DPT, HEPATITE B
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

DISCURSIVA: (183138 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Referente á diarreia aguda e desidratação respondam as seguintes perguntas:
A) Quantos tipo de desidratação existem e qual forma é mais frequente na criança com diarreia aguda?
B) Em que consta o Plano A de reidratação nas crianças?
C) Qual é a significância do índice de retenção na hidratação endovenosa?
D) Indiquem as situações em quais se faz necessária a hidratação pela sonda (gavagem).


RATING: 3.03

Referente á diarreia aguda e desidratação respondam as seguintes perguntas:
A) Quantos tipo de desidratação existem e qual forma é mais frequente na criança com diarreia aguda?
B) Em que consta o Plano A de reidratação nas crianças?
C) Qual é a significância do índice de retenção na hidratação endovenosa?
D) Indiquem as situações em quais se faz necessária a hidratação pela sonda (gavagem).

A) Quantos tipo de desidratação existem e qual forma é mais frequente na criança com diarreia aguda?
Desidratação isotônica (0,04 p), desidratação hipotônica (0,04 p) e desidratação hipertônica (0,04 p).
A mais comum, (70-90% dos casos), é a isotônica (0,02 p)

B) Em que consta o Plano A de reidratação nas crianças?
Plano A de reidratação consta em:
- Recomendar o aumento da ingestão de líquidos preparados com ingredientes disponíveis nos domicílios: soro caseiro, chás, cozimento de cereais (arroz, milho), sopas e sucos. (0,04 p)
- Manter a alimentação habitual, em especial o leite materno, aumentando a freqüência das mamadas. (0,04 p)
- Ensinar à família a reconhecer os sinais de desidratação (olhos fundos, boca seca, pouca urina, muita sede) (0,04 p)e recomendar que caso a diarreia piore ou apresente os sinais acima, inicie a administração de sais de reidratação oral e procure o serviço de saúde. (0,04 p)

C) Qual é a significância do índice de retenção na hidratação endovenosa?
Para a avaliação da eficácia da expansão espera-se que o índice de retenção do volume infundido seja menor que 60%, ou seja, não há mais deficit de volume (0,04 p) 

D) Indiquem as situações em quais se faz necessária a hidratação pela sonda (gavagem).
A administração com sonda nasogástrica é uma maneira de dar sais de reidratação oral de modo gradual e contínuo, favorecendo a absorção da solução, e deverá ser administrada nas seguintes condições:
Perda de peso após as primeiras duas horas de tratamento adequado com sais de reidratação oral; (0,04 p)
Vômitos persistentes (4 ou mais vezes num período de uma hora) depois de iniciada a TRO; (0,04 p)
Distensão abdominal acentuada com ruídos hidroaéreos presentes, que não desaparecem mesmo após um intervalo maior entre as tomadas; (0,04 p)
Dificuldade de ingestão de sais de reidratação oral. (Por exemplo, estomatite grave). (0,04 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

CASO CLINICO: (213498 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um adolescente de 13 anos se apresenta ao pronto-socorro com uma queixa de dor de garganta e febre há 2 dias. Ele relata que sua irmã mais nova tinha a semana passada 'a mesma coisa'. O paciente tem dor ao engolir, mas nenhuma mudança na voz, não há salivação ou rigidez do pescoço. Nega qualquer história recente de tosse, erupção cutânea, náusea, vômito ou diarreia. Nega qualquer viagem recente e a carteira de imunização é completa. Ele não tem outros problemas de saúde, não toma medicamentos e não tem alergias. No exame, o paciente tem uma temperatura de 38,5 ° C, FC 104 batimentos por minuto, pressão arterial 118/64 mm Hg, FR de 18 respirações por minuto e uma saturação de oxigênio de 99% no ar ambiente. O orofaringe posterior revela eritema com exsudatos tonsilares sem desvio uvular, ou edema tonsilar significativo. O pescoço é flexível, sem sensibilidade de os gânglios linfáticos anteriores.

Exame do tórax e cardiovascular normal. Abdomen de consistência normal e indolor, com ruídos intestinais normais e sem hepatoesplenomegalia. Não há erupções.

(I) Enumeram pelo menos 3 suspeitas diagnosticos.(0,3 pontos)

(II) Qual é a estratégia diagnóstica principal? (0,1 pontos)

(III) Em que consta o plano terapêutico? (0,1 pontos)

 




RATING: 3.42

(I) Suspeitas diagnósticas: (0,1 pontos cada um dos três requeridos que estejam na lista abaixo)

  • faringite estreptocócica.
  • epiglotite
  • abscesso periamigdaliano
  • abscesso retrofaríngeo 
  • angina de Ludwig

(II)  Plano de diagnóstico: Usar os critérios de Centor para determinar a probabilidade de faringite bacteriana e teste rápido de antígeno quando apropriado. (0,1 p)

(III) Plano terapêutico: Avaliar o paciente quanto à necessidade de antibióticos versus sintomaticos.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.42)




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