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Paciente com 20 semanas de amenorreia veio à consulta do pré-natal trazendo o resultado de uma glicemia em jejum de 130 mg/dl. A conduta mais adequada é:
A. Solicitar imediatamente o teste oral de tolerância à glicose com 75g
CORRETO: Uma questão muito interessante, não é? De um lado, não estamos no terceiro trimestre para definir um diabetes gestacional - provavelmente que é uma forma de intolerância pré-gestacional. Para ser esclarecida, o TTGO é mais eficiente...
B. Solicitar imediatamente a confirmação da medida da glicemia de jejum
INCORRETO : A gestante 'chega' com um resultado de 130 mg% em jejum, Com certeza,- a questão não fala se é um exame de laboratorio, se realmente foi feito em jejum, etc. Mas também seria perda de tempo pedir de novo um exame de jejum
C. Solicitar o teste oral de tolerância à glicose com 75 g entre a 24ª e 28ª semana de gestação
INCORRETO : O periodo ideal seria entre 24-28 semanas, ou seja justamente na 'entrada' no terceiro trimestre, quando começa a se manifestar o desequilibrio insulinico. Mas esperar até 24-28 semanas seria um grave erro
D. Solicitar a confirmação da medida da glicemia de jejum entre a 24ª e 28ª semana de gestação
INCORRETO : seria pura negligência esperar até 24-28 semanas para pedir uma glicemia de jejum
E. Estabelecer o diagnóstico de diabetes gestacional e encaminhar paciente para tratamento
INCORRETO : Para entender, então: a glicemia de jejum realizada na primeira consulta pré-natal serve para identificar os casos normais (< 92 mg/dl), os de DMG (92-125 mg/dl) e os de diabete pré-gestacional (> 126 mg/dl). Neste caso, como o valor é de 130 mg% provavelmente que trata-se de um diabetes pré-gestacional e não gestacional
Gabarito: A
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FONTE:
Responda ás questões a seguir:
1) Conforme a escala de Glasgow essa criança vai precisar de via aérea artificial? Justifique. - 0,08 pontos
2) Quais são as medidas corretivas imediatas desse atendimento, que já deveriam ser feitas no lugar do atropelamento? - 0,14 pontos
3) Salientando que o foco principal do impacto foi o tórax, qual é o sinal mais preocupante e qual é a suspeita clínica? - 0,14 pontos
4) A investigação radiológica evidenciou: contusão pulmonar; pneumotórax à direita; fratura de costelas à direita e fratura de clavícula à direita. Qual é a conduta? 0,14 pontos
1) Conforme a escala de Glasgow essa criança vai precisar de via aérea artificial? Justifique.
Não (0,02 p). O escore de Glasgow dessa criança neste momento é de 13 (0,02 p) – ou seja bem longe de 8, que seria a indicação para intubação (0,02 p), além disto, não apresenta nenhum sinal de insuficiência respiratória aguda atual ou iminente (0,02 p)
2) Quais são as medidas corretivas imediatas desse atendimento, que já deveriam ser feitas no lugar do atropelamento?
O pescoço da criança deve permanecer em posição neutra (0,02 p) e não pode ser hiperestendido (0,02 p). A via aérea deve ser mantida totalmente permeável (0,02 p), enquanto a coluna cervical é imobilizada em posição neutra (0,02 p). Tração e movimento do pescoço devem ser evitados (0,02 p) após manutenção da via aérea e estabilização da coluna cervical (0,02 p). Um colar semi-rígido deve ser aplicado. (0,02 p)
3) Salientando que o foco principal do impacto foi o tórax, qual é o sinal mais preocupante e qual é a suspeita clínica?
O sinal mais preocupante – a criança está taquipneica (0,02 p), embora o MV está audível e a saturação boa.
A contusão pulmonar (0,02 p)deve ser suspeitada em qualquer criança com trauma torácico contuso (0,02 p) que apresente dor no peito , dificuldade para respirar ou hipoxia inexplicada (0,02 p).
Fraturas de costela (0,02 p), assim como equimose na parede torácica devem aumentar ainda mais a suspeita de lesão no parênquima subjacente.
Pneumotórax (0,02 p) ou hemotórax (0,02 p) devem ser suspeitados em qualquer criança com histórico de trauma torácico que apresente dor no peito, falta de ar, dificuldade respiratória, hipóxia ou evidência de choque.
Todos os pacientes com um mecanismo de lesão torácica devem ser submetidos rapidamente a uma avaliação radiológica com raio-X de tórax
4) A investigação radiológica evidenciou: contusão pulmonar; pneumotórax à direita; fratura de costelas à direita e fratura de clavícula à direita. Qual é a conduta?
Atendimento de criança com trauma torácica:
suporte ventilatório não invasivo (0,02 p)
hidratação venosa (0,02 p)
analgesia de suporte (0,02 p)
curativo nas escoriações (0,02 p)
tipóia devido a fratura da clavícula (0,02 p)
colher Gasometria; Proteína C Reativa; Hemocultura; Hemograma (0,02 p)
transferir para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pediátrica (0,02 p)
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