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DETECÇÃO E TRIAGEM DOS DESVIOS DE CRESCIMENTO (ÁREA DE PEDIATRIA)

A Reunião de Cúpula em Favor da Infância (Nova York, 1990) e a Conferência Internacional de Nutrição (Roma,1992) adotaram medidas para o crescimento e o desenvolvimento saudáveis,).

Praticamente, isto significa garantir um direito da população cumprir uma obrigação do Estado.

O crescimento e o desenvolvimento são referenciais para a atenção à criança e ao adolescente sob todos os parâmetros de tipo biológico, afetivo, psíquico e social.

O Ministério de Saúde priorizou as cinco ações básicas de saúde que possuem comprovada eficácia:

  1. promoção do aleitamento materno
  2. acompanhamento do crescimento e desenvolvimento
  3. imunizações
  4. prevenção
  5. controle das doenças diarréicas e das infecções respiratórias agudas

Tais ações devem constituir o centro da atenção a ser prestada em toda a rede básica de serviços de saúde.

OBJETIVA: (967106 votos)..........94.94% das questões objetivas receberam votos.
Sobre o tratamento da doença da arranhadura de gato é CORRETO afirmar que:
A. Tem a azitromicina como antibiótico de primeira escolha pela alta sensibilidade do germe
B. A doença geralmente é autolimitada, melhorando espontaneamente em 5 a 7 dias
C. Doxiciclina é efetiva para o tratamento da angiomatose bacilar
D. A aspiração dos linfonodos supurativos dolorosos por agulha é indicada somente em casos de pacientes imunocomprometidos
E. A melhora dos sintomas da doença é mais rápida quando os linfonodos supurativos dolorosos são drenados cirurgicalmente

  RATING: 2.89

Sobre o tratamento da doença da arranhadura de gato é CORRETO afirmar que:

A. Tem a azitromicina como antibiótico de primeira escolha pela alta sensibilidade do germe
INCORRETO: Azitromicina demonstrou benefícios modestos no tratamento da DAG localizada, com diminuição significativamente maior no volume dos linfonodos após 1 mês de terapia em comparação com o placebo
B. A doença geralmente é autolimitada, melhorando espontaneamente em 5 a 7 dias
INCORRETO : O manejo da DAG localizada e sem complicações tem como foco principalmente o alívio dos sintomas, pois a doença geralmente é autolimitada, melhorando espontaneamente em 2 a 4 meses.
C. Doxiciclina é efetiva para o tratamento da angiomatose bacilar
CORRETO : A terapia antimicrobiana para pacientes com angiomatose bacilar e peliose bacilar demonstrou ser benéfica e é recomendável. Azitromicina ou doxiciclina é efetiva para o tratamento desta condição; a terapia deve ser administrada por vários meses para prevenir a recidiva em pessoas imunocomprometidas.
D. A aspiração dos linfonodos supurativos dolorosos por agulha é indicada somente em casos de pacientes imunocomprometidos
INCORRETO : O manejo da DAG localizada e sem complicações tem como foco principalmente o alívio dos sintomas, pois a doença geralmente é autolimitada, melhorando espontaneamente em 2 a 4 meses. Os linfonodos supurativos dolorosos podem ser tratados com aspiração por agulha para aliviar os sinais/sintomas
E. A melhora dos sintomas da doença é mais rápida quando os linfonodos supurativos dolorosos são drenados cirurgicalmente
INCORRETO : A incisão e a drenagem dos linfonodos supurativos dolorosos devem ser evitadas porque podem facilitar a formação de fístula.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

DISCURSIVA: (174491 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo. (0,5 pontos)


RATING: 3.62

Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo. (0,5 pontos)

Achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo:

  1. fecalito na área de projeção do apêndice. (0,05 p)

  2. distensão gasosa na projeção íleo-cecal, traduzindo ”alça sentinela”. (0,05 p)

  3. desaparecimento da gordura pré-peritoneal à direita, significando processo inflamatório na fossa ilíaca direita ou próximo à ela. (0,05 p)

  4. presença de níveis líquidos na fossa ilíaca direita. (0,05 p)

  5. apagamento do psoas à direita. (0,05 p)

  6. posição antálgica, isto é, desvio da coluna para o lado esquerdo, em decorrência da contratura muscular. Esses achados contribuem com a hipótese diagnóstica de apendicite. (0,05 p)

  7. ultra-sonografia abdominal: tem limitações se houver grande distensão, ou o paciente for obeso. É extremamente útil para a avaliação de afecções ginecológicas e detecção de coleções anexiais ou líquido fora da alça. (0,075 p)

  8. tomografia computadorizada e Ressonância Magnética: revelam maior sensibilidade e especificidade, estando indicada na avaliação mais pormenorizada das complicações e nos casos de dúvida diagnóstica, entretanto a TC vem sendo largamente utilizada com contraste oral, mostrando falha de enchimento do apêndice em fase inicial da apendicite. (0,075 p)

  9. laparoscopia diagnóstica: como último recurso, persistindo a dúvida diagnóstica, esta pode ser realizada como investigação e concomitantemente tratamento terapêutico. (0,05 p)

FONTE:

 Revista Médica >>>> Volume 37 - Número 2 >>>> Apendicite Aguda no Paciente Idoso

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.62)

CASO CLINICO: (202732 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança afebril, sem sinais meníngeos, sem petéquias, sem sinais de choque ou sepse, na hora da consulta apresenta Glasgow 15 e bom estado geral. Acompanhado corretamente em consultas de puericultura no PSF, carteira vacinal em dia e a mesma já anda sozinha. Tia trouxe a criança no PSF dizendo que os vizinhos trouxeram a criança para ela (a mãe tem problemas nas pernas).
A família da criança mora no interior de São Paulo, numa área vizinha com o mato e o agente de saúde informa que há muito lixo no quintal, baratas, tijolos e madeiras jogadas e varias coisas cumuladas do lado da moradia.
Pelo relato dessa tia a criança teria começado apresentar hoje, repentinamente, movimentos descontrolados com uma das pernas, choro inconsolável, intensa sudorese fria, cianose perioral enquanto parecia que 'estava desmaiando'. A cianose e a sudorese não foram confirmadas no PSF no momento da consulta (entretanto, teve um episodio espontâneo de vomito aqui). Na hora da chegada, criança afebril (37°C), FR: 38/min, inicial inconsolavelmente choroso (suspeita de dor intensa?) depois muito sonolento, FC: 121/min, TEC: 2 segundos. Abdômen liso, sem dores e sem hernias. Leve palidez da mucosa oral. Glicemia 130 mg% (a criança tinha mamado pouco antes). A acompanhante informou que a criança caiu ontem da própria altura, batendo a cabeça, e que acha que a criança foi derrubada hoje de novo (sic!). Frente á essa sintomatologia e semiologia o medico de PSF decidiu transferência para hospital de referência de pediatria.
Criança deu entrada no hospital em 07/12 (o mesmo dia) com quadro de vômitos e sonolência após choro intenso enquanto não estava acompanhado de adulto. Ficou em observação neste serviço, recebeu hidratação, realizou TC de crânio (devido antecedente de queda), e realizou triagem metabólica e infecciosa - feita hipótese diagnostica de intoxicação exógena, visto contato com plantas no momento em que iniciou vômitos.
CT de crânio perfeitamente normal
Apresentou eletrocardiograma com FC = 116 bpm, eixo em 90°, infra de ST em V1 e V2 e supra de ST em V3 a V6. Rx tórax: área cardíaca normal, discreta congestão pulmonar bilateral, sem derrames.
EXAMES: 07/12 HB 13,1, HT 41, LEUCO 8600 (E:1, N:70, B:1, S: 63, L: 23, PLAQ 184.000) Bioquimica: UR 28, CR 0,7, NA 135, K 4,2, PCR 1,1, MG 2,2, CL 105.
ECOCARDIOGRAMA: Dentro da normalidade.
1) Considerando os dados acima, qual poderia ser a principal suspeita diagnóstica? 0,3 pontos
2) Quais são as medidas imediatas, sendo que a suspeita foi confirmada depois, achando-se a provável causa justamente no domicilio da criança? 0,2 pontos


RATING: 3.47

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? A maior suspeita é de acidente escorpiônico............0,3 p;

COMENTARIO: (não vai ser pontuado ou incluido na resposta obrigatoria)

Os acidentes por Tityus serrulatus são mais graves que os produzidos por outras espécies de Tityus no Brasil.

A dor local, uma constante no escorpionismo, pode ser acompanhada por parestesias. Nos acidentes moderados e graves, observados principalmente em crianças, após intervalo de minutos até poucas horas (duas, três horas), podem surgir manifestações sistêmicas. As principais são:

  • Gerais: hipo ou hipertermia e sudorese profusa.
  • Digestivas: náuseas, vômitos, sialorréia e, mais raramente, dor abdominal e diarréia
  • Cardiovasculares: arritmias cardíacas, hipertensão ou hipotensão arterial, insuficiência cardíaca congestiva e choque
  • Respiratórias: taquipnéia, dispnéia e edema pulmonar agudo.
  • Neurológicas: agitação, sonolência, confusão mental, hipertonia e tremores.

O eletrocardiograma é de grande utilidade no acompanhamento dos pacientes.

Pode mostrar taquicardia ou bradicardia sinusal, extra-sístoles ventriculares, distúrbios da repolarização ventricular como inversão da onda T em várias derivações, presença de ondas U proeminentes, alterações semelhantes às observadas no infarto agudo do miocárdio (presença de ondas Q e supra ou infradesnivelamento do segmento ST) e bloqueio da condução atrioventricular ou intraventricular do estímulo.

Estas alterações desaparecem em três dias na grande maioria dos casos, mas podem persistir por sete ou mais dias.

O encontro de sinais e sintomas mencionados impõe a suspeita diagnóstica de escorpionismo, mesmo na ausência de história de picada e independente do encontro do escorpião. A gravidade depende de fatores, como a espécie e tamanho do escorpião, a quantidade de veneno inoculado, a massa corporal do acidentado e a sensibilidade do paciente ao veneno. Influem na evolução o diagnóstico precoce, o tempo decorrido entre a picada e a administração do soro e a manutenção das funções vitais. Com base nas manifestações clínicas, os acidentes podem ser inicialmente classificados como:

  • Leves: apresentam apenas dor no local da picada e, às vezes, parestesias.
  • Moderados: caracterizam-se por dor intensa no local da picada e manifestações sistêmicas do tipo sudorese discreta, náuseas, vômitos ocasionais, taquicardia, taquipneia e hipertensão leve.
  • Graves: além dos sinais e sintomas já mencionados, apresentam uma ou mais manifestações como sudorese profusa, vômitos incoercíveis, salivação excessiva, alternância de agitação com prostração, bradicardia, insuficiência cardíaca, edema pulmonar, choque, convulsões e coma. Os óbitos estão relacionados a complicações como edema pulmonar agudo e choque.
2) Quais são as medidas imediatas, sendo que a suspeita foi confirmada depois, achando-se a provável causa justamente no domicilio da criança?

Tratamento Sintomatico

Consiste no alívio da dor por infiltração de lidocaína a 2% sem vasoconstritor (1 ml a 2 ml para crianças; 3 ml a 4 ml para adultos) no local da picada ou uso de dipirona na dose de 10 mg/kg de peso a cada seis horas. (0,025 p)

Os distúrbios hidroeletrolíticos e ácido-básicos devem ser tratados de acordo com as medidas apropriadas a cada caso.(0,025 p)

Tratamento especÌfico

Consiste na administração de soro antiescorpiônico (SAEEs) ou antiaracnídico (SAAr) aos pacientes com formas moderadas e graves de escorpionismo, que são mais freqüentes nas crianças picadas pelo Tityus serrulatus (8% a 10 % dos casos). Deve ser realizada, o mais precocemente possível, por via intravenosa e em dose adequada, de acordo com a gravidade estimada do acidente. O objetivo da soroterapia específica é neutralizar o veneno circulante. (0,025 p)

OBSERVAÇÃO:

A dor local e os vômitos melhoram rapidamente após a administração da soroterapia específica.

A sintomatologia cardiovascular não regride prontamente após a administração do antiveneno específico.

Entretanto, teoricamente, a administração do antiveneno específico pode impedir o agravamento das manifestações clínicas pela presença de títulos elevados de anticorpos circulantes capazes de neutralizar a toxina que está sendo absorvida a partir do local da picada. A administração do SAEEs é segura, sendo pequena a freqüência e a gravidade das reações de hipersensibilidade precoce. A liberação de adrenalina pelo veneno escorpiônico parece proteger os pacientes com manifestações adrenérgicas contra o aparecimento destas reações.

Manutenção

Os pacientes com manifestações sistêmicas, especialmente crianças (casos moderados e graves), devem ser mantidos em regime de observação continuada das funções vitais, objetivando o diagnóstico e tratamento precoces das complicações.(0,025 p)

A bradicardia sinusal associada a baixo débito cardíaco e o bloqueio AV total devem ser tratados com injeção venosa de atropina na dose de 0,01 a 0,02 mg/kg de peso. (0,025 p)

A hipertensão arterial mantida associada ou não a edema pulmonar agudo é tratada com o emprego de nifedipina sublingual, na dose de 0,5 mg/kg de peso. (0,025 p)

Nos pacientes com edema pulmonar agudo, além das medidas convencionais de tratamento, deve ser considerada a necessidade de ventilação artificial mecânica, dependendo da evolução clínica. (0,025 p)

O tratamento da insuficiência cardíaca e do choque é complexo e geralmente necessita do emprego de infusão venosa contínua de dopamina e/ou dobutamina (2,5 a 20 mg/kg de peso/ min), além das rotinas usuais para estas complicações.(0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.47)




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