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PROLAPSO DA VALVA MITRAL (CARDIOPATIAS CONGÊNITAS REGURGITANTES ACIANOTICAS) (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na verdade, o que é um prolapso? Grosso modo, é uma uma alteração mecânica anormal da valva. Na maioria dos casos essa valvula é a valvula mitral.

O que a gente vê? Um abaulamento de um ou de ambos os folhetos mitrais, especialmente da cúspide posterior, para dentro do átrio esquerdo ao se chegar no final da sístole.


OBJETIVA: (1157449 votos)..........99.29% das questões objetivas receberam votos.
Um corretor da bolsa de 42 anos com história conhecida de doença arterial coronariana apresenta-se ao pronto-socorro com queixas de piora da dor no peito, que começou a sentir durante sua caminhada naquela manhã. A esposa dele insistiu para que ele procurasse um médico porque ele vem experimentando palpitações, dispneia e angina nos últimos 3 dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 70/50 mm Hg, frequência cardíaca 140/min e irregular, frequência respiratória 22/min, e saturação de oxigênio 94% no ar ambiente. No exame físico, ele está totalmente orientado, mas ligeiramente confuso e angustiado. Uma ECG foi tirada e é mostrada na imagem.

Qual é a próxima melhor conduta a ser tomada?
A. Anticoagulação com varfarina
B. Observação clínica rigorosa
C. Ecocardiograma
D. Eletrocardioversão
E. Controle de taxa com um bloqueador β

  RATING: 2.04

Um corretor da bolsa de 42 anos com história conhecida de doença arterial coronariana apresenta-se ao pronto-socorro com queixas de piora da dor no peito, que começou a sentir durante sua caminhada naquela manhã. A esposa dele insistiu para que ele procurasse um médico porque ele vem experimentando palpitações, dispneia e angina nos últimos 3 dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 70/50 mm Hg, frequência cardíaca 140/min e irregular, frequência respiratória 22/min, e saturação de oxigênio 94% no ar ambiente. No exame físico, ele está totalmente orientado, mas ligeiramente confuso e angustiado. Uma ECG foi tirada e é mostrada na imagem.

Qual é a próxima melhor conduta a ser tomada?

A. Anticoagulação com varfarina
INCORRETO: A anticoagulação não irá converter o paciente de um ritmo instável, que deve ser a principal prioridade neste ponto. Na hora que o paciente estará estável, a anticoagulação será a próxima intervenção importante para prevenir o risco de tromboembolismo.
B. Observação clínica rigorosa
INCORRETO : A observação é importante, sem, duvida, mas não fornece a intervenção definitiva necessária para converter um ritmo cardíaco instável.
C. Ecocardiograma
INCORRETO : Uma ecocardiograma pode ser útil para descartar um trombo antes de conversão elétrica ou química se o atrial a fibrilação dura pelo menos 48 horas. No entanto, a natureza instável do atrial deste paciente a fibrilação requer eletrocardioversão imediata de acordo com o protocolo de suporte avançado de vida cardíaca.
D. Eletrocardioversão
CORRETO : O ECG revela fibrilação atrial, que foi provavelmente causada por isquemia cardíaca neste paciente. Uma vez que o paciente está apresentando piora dos sintomas, a fibrilação atrial pode ser considerada instável e, portanto, requer eletrocardioversão.
E. Controle de taxa com um bloqueador β
INCORRETO : O controle da frequência é muito importante na fibrilação atrial estável para manter débito cardíaco adequado. No entanto, este paciente tem uma forma instável e precisa de uma intervenção mais urgente.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.04)

DISCURSIVA: (183872 votos) ..........99.41% das questões discursivas receberam votos.

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)




RATING: 2.93

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)


1. Mecanismos dos sinais e sintomas e frequência da tríade clássica
Os sinais e sintomas resultam, basicamente, de três mecanismos: efeitos diretos do tumor primário (ação local), das metástases a distância ou da ocorrência de síndromes paraneoplásicas (0,04 p). O achado clínico mais frequente é a hematúria, que pode ser macroscópica ou microscópica e ocorre em aproximadamente 60% dos casos (0,03 p). Dor abdominal ou no flanco aparece em cerca de 40% dos pacientes, enquanto massa palpável no abdome é encontrada em apenas 10% deles (0,02 p). A tríade clássica — hematúria, dor lombar e massa palpável — está presente em menos de 10% dos casos (0,03 p).


2. Principais síndromes paraneoplásicas e suas causas

O carcinoma de células renais apresenta, em até 20% dos pacientes, um amplo espectro de síndromes paraneoplásicas (0,04 p).

  • Eritrocitose: afeta de 3% a 10% dos pacientes; explicada pela produção autônoma de eritropoietina pelo tumor ou pela hipóxia regional causada pela compressão da neoplasia sobre o tecido renal normal (0,04 p).
  • Hipertensão arterial: corresponde a cerca de 40% dos casos; mecanismos mais aceitos são produção endógena de renina em altos níveis e obstrução de ramos arteriais secundários à compressão exercida pelo tumor (0,03 p).
  • Hipercalcemia: surge em 1% a 13% dos casos; pode ocorrer pela produção de substância semelhante ao paratormônio ou pela ação osteoclástica direta das metástases ósseas (0,03 p). Síndrome de Stauffer: disfunção hepática reversível na ausência de metástases no fígado; caracteriza-se por hipergamaglobulinemia, elevação de fosfatase alcalina e bilirrubina, tempo de protrombina prolongado; costuma regredir após nefrectomia (0,01 p).


3. Achados laboratoriais mais frequentes e método radiológico de escolha

Os achados laboratoriais mais frequentes são: anemia (aproximadamente 30% dos casos, normocrômica e normocítica, decorrente de perda crônica de sangue ou processos hemolíticos), hematúria (cerca de 60%) e elevação da velocidade de hemossedimentação (até 75% dos casos, refletindo o componente inflamatório) (0,05 p). O método radiológico de escolha, hoje, é a tomografia computadorizada abdominal realizada em três fases com contraste; realce superior a 20 unidades Hounsfield após administração do contraste é indicativo de neoplasia (0,05 p).


4. Sistema TNM de estadiamento e principais modificações

O estadiamento é realizado pelo sistema TNM, que avalia: extensão anatômica do tumor primário (T), envolvimento de linfonodos regionais (N) e presença de metástases a distância (M) (0,04 p). Essa classificação permite estratificar os pacientes em grupos de risco, estimar o prognóstico, prever a probabilidade de progressão da doença e comparar resultados de diferentes protocolos de tratamento (0,04 p). Principais modificações introduzidas:

  • subdivisão do estádio T2 em T2a (tumores menores ou iguais a 10 cm) e T2b (maiores que 10 cm); (0,01 p).
  • invasão da glândula suprarrenal ipsilateral classificada como T4;  (0,01 p).
  • reclassificação do envolvimento da veia renal como T3a, com subcategorias T3a/T3b/T3c conforme extensão do trombo no sistema venoso (0,03 p).


FONTE:

NEOPLASIAS DE APARELHO URINARIO - PLATAFORMA MISODOR

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (214448 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
A.L.S., 32 anos, masculino, lavrador, natural e residente cem Governador Valadares, casado. Relata que sua doença iniciou há 2 semanas, quando foi acometido repentinamente de violenta hematêmese, vomitando ± 2 litros de sangue vermelho rutilante e uma certa porção de sangue escuro coagulado, seguido de tonteira e sudorese. Internado imediatamente, tomou 2 litros de sangue. No dia seguinte ao internamento, surgiu-lhe melena , que durou de 3 a 4 dias. Sete dias após recebeu alta hospitalar. Já em bom estado de saúde e foi-lhe recomendado procurar recursos em Belo Horizonte para submeter-se a tratamento cirúrgico. Relata contacto permanente com águas naturais da região.
EXAME FÍSICO:
Paciente em bom estado de nutrição, mucosas hipocoradas, PA 120/70, pulso 72 pulsações/minuto, com hepatoesplenomegalia e circulação colateral abdominal tipo porta. O fígado era palpável a 3 dedos (5,5 cm) do rebordo costal direito, de consistência aumentada, liso indolor. Baço tipo III de Boyde. Ausência de ascite, edemas, aranhas vasculares.

1) Enumeram as causas prováveis da hematêmese. (0,0925 pontos)
2) Quais são os exames de laboratório que você vai pedir? Justifique. (0,222 pontos)
3) Qual é a principal hipótese diagnóstica e porque? (0,1855 p)



RATING: 3.73

1) Enumeram as causas prováveis da hematêmese.

CAUSAS DE HEMATÊMESE

  • Varizes de esôfago (0,0185 p)
  • Lacerações de Mallory Weiss (0,0185 p)
  • Esofagite erosiva (0,0185 p)
  • Medicamentos como aspirina, AINES (0,0185 p)
  • Câncer de esôfago (0,0185 p)

2)  Quais são os exames de laboratório que você vai pedir?

EXAMES NECESSÁRIOS:

  • Eletroforese de Proteínas (0,0185 p) (avaliar a função hepatica (0,0185 p) e fazer o escore Child-Plough (0,0185 p) )
  • Tempo de Protrombina (0,0185 p) (avaliar a função hepatica (0,0185 p) , a coagulação (0,0185 p) e fazer o escore Child-Plough (0,0185 p) )
  • Transaminases (0,0185 p) (avaliar a função hepatica (0,0185 p) )
  • Hemograma (0,0185 p)
  • Exame parasitologico das fezes (0,0185 p) (a hipertensão portal pode ser de origem parasitária - S. mansoni??) (0,0185 p)

3)  Qual é a principal hipótese diagnóstica e porque?

Forte suspeita diagnóstica: Hipertensão portal (0,0185 p) por Esquistossomiase mansonica (0,0185 p) :

  • não apresentando antecedentes de etilismo (0,0185 p) ou outras doenças cirógenas (0,0185 p)
  • idade jóvem (0,0185 p) , contato com águas possivelmente contaminadas (0,0185 p)
  • ausência de ascite (0,0185 p) , edemas (0,0185 p) , aranhas vasculares (0,0185 p) .  (hipertensão portal pre-sinusoidal? (0,019 p) )

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.73)




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