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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (417787 votos)..........91.23% das questões objetivas receberam votos.
Um recém-nascido a termo, com peso na hora do parto vaginal de 2.780 g, Apgar de 9 no primeiro e 10 no 5 minuto, e com exame físico perfeitamente normal na sala de parto, é encaminhado ao alojamento conjunto. A mãe diz que fez 10 consultas de pré-natal sem intercorrências durante a gestação. A ruptura de membranas aconteceu no momento do parto. 36 horas depois do nascimento, iniciou com gemência respiratoria evidente e dificuldade para mamar. Apresentou FC = 160 bpm, FR = 69 irpm, bulhas normofonéticas, sem sopros, murmúrio vesicular audível bilateralmente, sem ruídos adventícios, fígado a 2 cm do rebordo costal direito. Foi tomada a decisão de transferência para UTI neonatal, decisão inspirada, já que evoluiu 6 horas após com piora do esforço respiratório, FR = 86 irpm, FC = 186 bpm, fígado a 4,8 cm do rebordo costal direito e pulsos periféricos impalpáveis.
A medida terapêutica específica que deve ser instituída de imediato?
A. vancomicina + cefotaxima
B. surfactante exógeno
C. óxido nítrico inalatório
D. prostaglandina E2 intravenosa
E. indometacina intravenosa

  RATING: 3.31

Um recém-nascido a termo, com peso na hora do parto vaginal de 2.780 g, Apgar de 9 no primeiro e 10 no 5 minuto, e com exame físico perfeitamente normal na sala de parto, é encaminhado ao alojamento conjunto. A mãe diz que fez 10 consultas de pré-natal sem intercorrências durante a gestação. A ruptura de membranas aconteceu no momento do parto. 36 horas depois do nascimento, iniciou com gemência respiratoria evidente e dificuldade para mamar. Apresentou FC = 160 bpm, FR = 69 irpm, bulhas normofonéticas, sem sopros, murmúrio vesicular audível bilateralmente, sem ruídos adventícios, fígado a 2 cm do rebordo costal direito. Foi tomada a decisão de transferência para UTI neonatal, decisão inspirada, já que evoluiu 6 horas após com piora do esforço respiratório, FR = 86 irpm, FC = 186 bpm, fígado a 4,8 cm do rebordo costal direito e pulsos periféricos impalpáveis.
A medida terapêutica específica que deve ser instituída de imediato?

A. vancomicina + cefotaxima
INCORRETO: A evolução do quadro sugere uma complicação cardíaca (taquicardia, taquidispneia, ausculta pulmonar sem alterações, rebaixamento de fígado e alteração de pulsos periféricos), e não pulmonar ou infecciosa.
B. surfactante exógeno
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
C. óxido nítrico inalatório
INCORRETO : O óxido nítrico é utilizado para tratamento de hipertensão pulmonar.
D. prostaglandina E2 intravenosa
CORRETO : O recém-nascido nasceu bem, Apgar 9 e 10 e após algumas horas evoluiu com a descompensação cardíaca. As cardiopatias congênitas dependentes de canal arterial começam a manifestar sintomas quando este começa a fechar, portanto nesse caso deve-se estabelecer um tratamento com a finalidade de manter o canal arterial patente para depois realizar o tratamento da cardiopatia em si. O tratamento preconizado é a administração de prostaglandina intravenosa.
E. indometacina intravenosa
INCORRETO : A indometacina provoca o fechamento do canal arterial.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.31)
DISCURSIVA: (91373 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA) é uma forma de insuficiência respiratória aguda e progressiva, devido ao edema pulmonar intersticial induzido por diversas causas diretas e indiretas, que se manifesta por taquipnéia, dispnéia, cianose, diminuição progressiva da complacência pulmonar e hipoxemia refratária e constante.

1) Quais são as causas qua mais predispõem á SARA? (0,25 p)
2) Enumeram pelo menos 4 criterios que definem a SARA (0,25 p)

RATING: 3.01

A Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA) é uma forma de insuficiência respiratória aguda e progressiva, devido ao edema pulmonar intersticial induzido por diversas causas diretas e indiretas, que se manifesta por taquipnéia, dispnéia, cianose, diminuição progressiva da complacência pulmonar e hipoxemia refratária e constante.

1) Quais são as causas qua mais predispõem á SARA? (0,25 p)
2) Enumeram pelo menos 4 criterios que definem a SARA (0,25 p)

1) Quais são as causas qua mais predispõem á SARA? (0,25 p)

As causas que mais predispõem à SARA são:
- trauma 0,05 p
- choque 0,05 p
- afogamento 0,05 p
- infecções 0,05 p
- toxinas 0,05 p

2) Enumeram pelo menos 4 criterios que definem a SARA (0,25 p)

Os critérios para sua definição são:
- início agudo;
- tensão arterial de oxigênio/fração de O 2 inspirado (PaO2/FiO2) menor de 200mmHg,
- presença de infiltrados bilaterais observados na radiografia de tórax póstero-anterior;
- pressão de oclusão arterial pulmonar 18 mmHg

FONTE:
José Antônio Chehuen Neto, Luiz Antônio Tavares Neves, Gustavo Ferreira da Mata, Rafael Ribeiro Mansur Barbosa, Guilherme de Oliveira Firmo, Daniela de Souza Neves, Síndrome da angústia respiratória aguda na criança - relato de caso, HU rev., Juiz de Fora, v.33, n.3, p.99-102, jul./set. 2007

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (96518 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de sexo feminino, de 8 anos, raça caucasiana, iniciou 15 minutos depois de tomar uma dose de de amoxi-clavulanato um quadro de reação urticariforme generalizada, dispneia alta progressiva, disfonia e lipotimia com perda de conhecimento com aproximadamente 5 minutos de duração, sendo transportada com ambulância no hospital. Ao exame objectivo documentou-se taquicardia (118 bpm); hipotensão (75/60 mmHg); hiperêmia leve da orofaringe e rash cutâneo eritematoso e pruriginoso disseminado, com extremidades quentes. A observação otorrinolaringológica revelou leve edema da região aritenoideia com lúmen glótico discretamente reduzido.
O estudo efetuado no serviço de urgência revelou: hemograma, leucograma e bioquímica geral dentro dos valores de referência; radiografia póstero-anterior do tórax sem alterações e electrocardiograma com taquicardia sinusal.
Apresentava antecedentes pessoais de rinoconjuntivite alérgica persistente medicada habitualmente com budesonida tópico nasal. Mãe da criança negava antecedentes de asma brônquica ou queixas sugestivas de alergia alimentar ou medicamentosa, nomeadamente em relação aos alimentos ou fármacos. Dos antecedentes familiares, salientava-se apenas rinoconjuntivite alérgica materna.
Sobre o caso apresentado, pergunta-se:
A) Qual é o diagnóstico da urgência? 0,0625 pontos
B) Qual é a sequência correta de atendimento? 0,3125 pontos
C) Quanto tempo o paciente tem que ser mantido em observação, depois de ser estabilizado? 0,0625 pontos
D) Quais são as medidas que devem ser tomadas, no momento da alta ? 0,0625 pontos


RATING: 2.92

A) Qual é o diagnóstico da urgência?
Anafilaxia. (0,0625 p)
Discussão: A anafilaxia é altamente provável quando qualquer um dos três critérios abaixo for preenchido:
1) Doença de início agudo (minutos a várias horas) com envolvimento da pele, tecido mucoso ou ambos (ex: urticária generalizada, prurido ou rubor facial, edema de lábios, língua e úvula) e pelo menos um dos seguintes:
a) comprometimento respiratório (ex: dispneia, sibilância, broncoespasmo, estridor, redução do pico de fluxo expiratório [PFE], hipoxemia).
b) Redução da pressão arterial ou sintomas associados de disfunção terminal de órgão (ex: hipotonia [colapso], síncope, incontinência).
2) Dois ou mais dos seguintes que ocorrem rapidamente após a exposição a provável alérgeno para um determinado paciente (minutos ou várias horas):
a) envolvimento de pele-mucosa (urticária generalizada, prurido e rubor, edema de lábio-língua-úvula).
b) comprometimento respiratório (dispneia, sibilância-broncoespasmo, estridor, redução do PFE, hipoxemia).
c) Redução da pressão sanguínea ou sintomas associados (ex: hipotonia [colapso], síncope, incontinência).
d) Sintomas gastrintestinais persistentes (ex: cólicas abdominais, vômitos).
3) Redução da pressão sanguínea após exposição a alérgeno conhecido para determinado paciente (minutos ou várias horas):
a) Lactentes e crianças: pressão sistólica baixa (idade específica) ou maior do que 30% de queda na pressão sistólica
b) Adultos: pressão sistólica abaixo de 90 mmHg ou queda maior do que 30% do seu basal.
Na criança pressão sistólica baixa é definida como inferior a 70 mmHg para a idade de um mês a um ano, menor do que (70 mmHg + [2 x idade]) para os de um a dez anos e abaixo de 90 mmHg para os entre 11 e 17 anos.

B) Qual é a sequência correta de atendimento?
A imediata intervenção para o acesso às vias aéreas e à circulação, com o objetivo principal da manutenção adequada dos sinais vitais, é o primeiro passo na conduta emergencial. Desta forma, o médico deve necessariamente:
1. manter as vias aéreas pérvias (0,0625 p)
2. avaliar os sinais vitais (0,0625 p)
3. administrar adrenalina concentração 1/1000, na dose de 0,2 a 0,5 mL (0,01 mg/kg em crianças, máximo de 0,3 mg) por via intramuscular (preferencial, por apresentar nível sérico mais elevado e em maior rapidez que a aplicação subcutânea) na face ântero-lateral da coxa a cada cinco a dez minutos (0,0625 p)
4. oxigenioterapia (0,0625 p)
5. manter o paciente em posição supina com elevação dos pés. (0,0625 p)

C) Quanto tempo o paciente tem que ser mantido em observação, depois de ser estabilizado?
O paciente deve permanecer em observação por 2 a 24 horas ou até se estabelecer o controle da crise aguda. (0,0625 p)

D) Quais são as medidas que devem ser tomadas, no momento da alta?
Na alta da emergência deve receber prescrição de anti-histamínicos e corticosteroides por via oral pelo prazo de cinco a sete dias e ser orientado a procurar assistência medica especializada. (0,0625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.92)

 

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