ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (23 CONTESTAÇÕES)
14754 QUESTÕES OBJETIVAS
3442 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2967 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
164 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
196 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NA SAÚDE (SIM, SINASC, SINAN, SIAB, SIA, SIH) (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

Para planejar, devemos ter conhecimento das necessidades de saúde de populações. Para implantação de programas e ações em saúde, deve-se conhecer o perfil de necessidades e a oferta de serviços existente. Para a avaliação de programas e serviços de saúde, a informação ocupa papel relevante.

Aprimoramento dos sistemas de informações na saúde

Qualidade da informação

  1. cobertura/captação do seventos
  2. confiabilidade

Flexibilização dos sistemas de informações na saúde: instrumentos + simplificados x + detalhados (onde puder)

Articulação dos sistemas de informações na saúde: Complementação da informação de ¹ sistemas de informações na saúde, Implementação de técnicas de linkage


OBJETIVA: (1106839 votos)..........99.44% das questões objetivas receberam votos.
A dor de cabeça é uma queixa comum entre pacientes pediátricos no departamento de emergência. Sobre essa entidade patologica é CORRETO afirmar que:
A. a maioria das crianças já tenham experimentado dor de cabeça até 15 anos são incluidos em acompanhamentos ambulatoriais de neurologia
B. febre, letargia, dor de garganta, dor no pescoço e vômitos são esperados á acompanhar as dores de cabeça na infância, pois dor de cabeça como queixa isolada é uma apresentação relativamente incomum
C. nos pacientes pediatricos a dor de cabeça é vista como um sinal duma doença potencialmente grave
D. na infância predominam as cefaléias secundárias
E. fazer a distinção importante entre tumor cerebral e dores de cabeça benignas sempre pode ser feita com sucesso após uma história e exame físico completos e, quando necessário, testes laboratoriais e radiográficos

  RATING: 2.82

A dor de cabeça é uma queixa comum entre pacientes pediátricos no departamento de emergência. Sobre essa entidade patologica é CORRETO afirmar que:

A. a maioria das crianças já tenham experimentado dor de cabeça até 15 anos são incluidos em acompanhamentos ambulatoriais de neurologia
INCORRETO: Estima-se que, aos 15 anos de idade, até 75% das crianças já tenham experimentado dor de cabeça, embora a maioria seja tratada em casa.
B. febre, letargia, dor de garganta, dor no pescoço e vômitos são esperados á acompanhar as dores de cabeça na infância, pois dor de cabeça como queixa isolada é uma apresentação relativamente incomum
CORRETO : A dor de cabeça como queixa isolada é uma apresentação relativamente incomum em pacientes pediátricos; ela aparece mais frequentemente entre vários sintomas, como febre, letargia, dor de garganta, dor no pescoço e vômitos.
C. nos pacientes pediatricos a dor de cabeça é vista como um sinal duma doença potencialmente grave
INCORRETO : Assim como outras apresentações desafiadoras, a dor de cabeça é vista com regularidade e é frequentemente benigna, mas em um pequeno grupo de pacientes, pode sinalizar uma doença potencialmente grave.
D. na infância predominam as cefaléias secundárias
INCORRETO : As cefaléias secundárias são uma causa rara de cefaléia crônica na infância.
E. fazer a distinção importante entre tumor cerebral e dores de cabeça benignas sempre pode ser feita com sucesso após uma história e exame físico completos e, quando necessário, testes laboratoriais e radiográficos
INCORRETO : A responsabilidade principal do médico de emergência é fazer a distinção importante entre dores de cabeça 'graves' e dores de cabeça benignas. Felizmente, essa diferenciação pode quase sempre ser feita com sucesso após uma história e exame físico completos e, quando necessário, testes laboratoriais e radiográficos. Uma exceção notável a essa regra, no entanto, é o tumor cerebral. Embora a maioria das doenças graves que causam dor de cabeça (por exemplo, meningite, encefalite, anomalia vascular rompida) sejam facilmente classificadas na categoria 'grave', a presença de um tumor cerebral pode não ser. A história pode ser sutil, e o exame normalmente não revela muito, muitas vezes levando a um atraso no diagnóstico.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.82)

DISCURSIVA: (180595 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A doença falciforme representa a enfermidade hereditária mais prevalente no mundo (um caso novo da doença para cada 700 nascidos vivos). Relacionado á isso, responda ás seguintes perguntas:
1) Qual é o modelo de paciente com anemia falciforme? (0,1 p)
2) O que que é o traço falcemico? (0,2 p) 
3) Que tipo de hemoglobina apresenta um eritrócito em foice e qual é a mutação correspondente? (0,2 p)


RATING: 2.96

A doença falciforme representa a enfermidade hereditária mais prevalente no mundo (um caso novo da doença para cada 700 nascidos vivos). Relacionado á isso, responda ás seguintes perguntas:
1) Qual é o modelo de paciente com anemia falciforme? (0,1 p)
2) O que que é o traço falcemico? (0,2 p) 
3) Que tipo de hemoglobina apresenta um eritrócito em foice e qual é a mutação correspondente? (0,2 p)

1) Qual é o modelo de paciente com anemia falciforme?

O estereótipo do paciente falcêmico é o indivíduo negro que apresenta anemia hemolítica crônica, hipodesenvolvimento e sofrendo várias crises álgicas por ano. (0,10 p)

2) O que que é o traço falcemico?

A Anemia Falciforme não deve ser confundida com o traço falciforme. Traço falciforme significa que a pessoa é tão somente portadora da doença, com vida social normal. Constitui o traço falcêmico = heterozigose da hemoglobina S com a hemoglobina A - tem fenótipo semelhante ao normal - não está enquadrado dentro do grupo das doenças falciformes (0,2 p)

3) Que tipo de hemoglobina apresenta um eritrócito em foice e qual é a mutação correspondente?

A mutação genética, responsável pela formação da hemoglobina S, resulta da troca da valina por ácido glutàmico na posição 6 da cadeia da globina β. Essa mudança resulta no aparecimento da hemoglobina S que tem a propriedade de formar polímeros quando deso-xigenada. Dentro dos vasos sangüíneos, esses polímeros causam oclusão vascular. (0,2 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (210455 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Os pais trouxeram na UPA um bebe de 2 meses que estava dormindo no quarto porque acharam um morcego no mesmo ambiente que o bebe estava dormindo. Não se sabe se houve contato com esse morcego ou não. Não há nenhum tipo de sinais de arranhão, mordida ou picada. A criança está muito bem no momento. Os pais não conseguiram capturar o morcego.
1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?.................0,08 pontos
2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentam...........0,12 pontos
3) Qual é a conduta terapêutica e profilatica mais eficiente sugerida?.................0,15 pontos
4) Quais são as medidas complementares obrigatórias? .....................................0,15 pontos





RATING: 3.06

1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?

  • Exposição potencial/duvidosa ao vírus rábico por adentramento de morcego em ambiente de sono de lactente (categoria III ou equivalente em protocolo de risco). (0,04 p)
  • Acidente grave por morcego não capturado (não se pode realizar observação ou exame laboratorial do animal). (0,04 p)

2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentem.

  • Sim, é situação de risco elevado (evidência nível A – mortalidade da raiva humana ≈ 100% após início de sintomas). (0,03 p)
  • Razão epidemiológica: Mordidas de morcego são frequentemente imperceptíveis; lactentes não relatam contato; transmissão saliva-órgão neural é altamente eficiente. (0,03 p)
  • Razão de decisão clínica: Risco-benefício da profilaxia pós-exposição (PPE) é extremamente favorável (eficácia > 99% quando iniciada precocemente); não há “janela segura” de observação quando o animal não é capturado. (0,03 p)
  • Princípio MBE: Prevenção primária de doença letal em cenário de incerteza diagnóstica justifica intervenção imediata (regra “better safe than sorry” em raiva). (0,03 p)

3) Qual é a conduta terapêutica e profilática mais eficiente sugerida?

  • Conduta de escolha: Profilaxia pós-exposição (PPE) completa e imediata – soro anti-rábico humano (SAR) + vacina anti-rábica inativada. (0,05 p)
  • Dose de imunoglobulina: SAR 40 UI/kg (ou IGHR 20 UI/kg se disponível), com infiltração máxima possível no local de possível inoculação (mesmo sem lesão visível, infiltrar em região de maior probabilidade – ex.: face/cabeça) e o restante intramuscular em local distante. (0,05 p)
  • Esquema vacinal para lactente: Vacina anti-rábica intramuscular em vasto lateral da coxa – dias 0, 3, 7, 14 e 28 (esquema de 5 doses para imunocompetentes < 2 anos). (0,05 p)

4) Quais são as medidas complementares obrigatórias?

  • Notificação compulsória imediata ao serviço de vigilância epidemiológica (SINAN) – caso de exposição a morcego. (0,03 p)
  • Orientação aos pais: Monitoramento clínico rigoroso do lactente (sinais prodômicos de raiva) por 90 dias; retorno imediato à UPA se febre, irritabilidade, hidrofobia ou paresia.  (0,03 p)
  • Higienização rigorosa de todo o corpo do bebê com água e sabão (mesmo sem lesão aparente), higienização do ambiente: limpeza do quarto com água e sabão + desinfecção com hipoclorito (mesmo sem lesão no bebê).  (0,03 p)
  • Notificação imediata à Vigilância Epidemiológica municipal/estadual (formulário de atendimento antirrábico).  (0,03 p)
  • Monitorização clínica por 10-14 dias (qualquer alteração neurológica → hospital de referência).  (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.