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A SINDROME DE CORAÇÃO ESQUERDO HIPOPLASICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Essa síndrome, na verdade, faz parte dum grupo de anomalias que inclui a hipoplasia do ventriculo esquerdo:

  1. atresia do orifício aórtico
  2. atresia do orifício mitral
  3. hipoplasia da aorta ascendente

E, quando falamos de hipoplasia, trata-se de hipoplasia mesmo. Neste caso, o ventrículo esquerdo pode ser pequeno e não-funcionante ou totalmente atrésico.

No mesmo tempo, o ventrículo direito mantém tanto a circulação pulmonar quanto a sistêmica.

Geralmente existe um outro defeito cardíaco (comunicação atrial ou de um forame oval patente), o sangue venoso pulmonar passa através da respectiva comunicação do lado esquerdo para o lado direito do coração se mistura com o sangue venoso sistêmico, ou seja, há uma lesão com mistura total.

Na maioria dos casos o septo

OBJETIVA: (1241512 votos)..........97.34% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 26 anos queixa-se de presença de pequenas massas na virilha, presentes há pelo menos 3 anos. sem febre, sem mal-estar, sem perda de peso e sem anorexia. É instrutora de vela e compete em triatlos. São confirmados vários linfonodos inguinais palpáveis de 1 cm, móveis, não hipersensíveis e distintos. Não há outra linfadenopatia, nem achados focais ao exame. Qual deve ser o próximo passo no manejo dessa paciente?
A. Biópsia de medula óssea
B. CT do tórax, abdome e pelve
C. Biópsia excisional
D. Aspiração com agulha fina para cultura e citopatologia
E. Ultrassonografia pélvica

  RATING: 2.39

Uma mulher de 26 anos queixa-se de presença de pequenas massas na virilha, presentes há pelo menos 3 anos. sem febre, sem mal-estar, sem perda de peso e sem anorexia. É instrutora de vela e compete em triatlos. São confirmados vários linfonodos inguinais palpáveis de 1 cm, móveis, não hipersensíveis e distintos. Não há outra linfadenopatia, nem achados focais ao exame. Qual deve ser o próximo passo no manejo dessa paciente?

A. Biópsia de medula óssea
INCORRETO: A biópsia de medula óssea só seria indicada se fosse inicialmente estabelecido um diagnóstico de linfoma.
B. CT do tórax, abdome e pelve
INCORRETO : A TC corporal total está indicada na presença de outros linfonodos patológicos sugestivos de linfoma ou de doença granulomatosa em outras regiões anatômicas.
C. Biópsia excisional
INCORRETO : A biópsia de medula óssea só seria indicada se fosse inicialmente estabelecido um diagnóstico de linfoma.
D. Aspiração com agulha fina para cultura e citopatologia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Ultrassonografia pélvica
CORRETO : A linfadenopatia dessa paciente é benigna. A presença de linfonodos com menos de 2 cm é comum na população geral e não há necessidade de investigação adicional, contanto que não existam outras evidências de infecção disseminada ou tumor, e que os linfonodos não tenham qualidades que indiquem tumor (i.e., que não sejam duros nem fusionados). Uma abordagem prática seria medir os linfonodos ou até mesmo fotografá-los quando visíveis e proceder o seu acompanhamento seriado com o passar do tempo. Em certas ocasiões, os linfonodos inguinais podem estar associados a doenças sexualmente transmissíveis. Todavia, esses linfonodos costumam ser ipsilaterais e hipersensíveis, e a avaliação inclui exame bimanual e culturas apropriadas, mas não necessariamente ultrassonografia pélvica.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.39)

DISCURSIVA: (189624 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
De acordo com a classificação dos estudos epidemiológicos dê a denominação:

a) AGREGADO – LONGITUDINAL – OBSERVACIONAL
b) AGREGADO – OBSERVACIONAL – TRANSVERSAL
c) AGREGADO – INTERVENÇÃO - LONGITUDINAL
d) INDIVIDUADO – OBSERVACIONAL - RETROSPECTIVO

Classificar o estudo de acordo com as suas características:

a)_____________________________0,125 pontos
b)_____________________________0,125 pontos
c)_____________________________0,125 pontos
d)_____________________________0,125 pontos


RATING: 3.19

De acordo com a classificação dos estudos epidemiológicos dê a denominação:

a) AGREGADO – LONGITUDINAL – OBSERVACIONAL
b) AGREGADO – OBSERVACIONAL – TRANSVERSAL
c) AGREGADO – INTERVENÇÃO - LONGITUDINAL
d) INDIVIDUADO – OBSERVACIONAL - RETROSPECTIVO

Classificar o estudo de acordo com as suas características:

a)_____________________________0,125 pontos
b)_____________________________0,125 pontos
c)_____________________________0,125 pontos
d)_____________________________0,125 pontos

A) Series temporais 0,125 p
B) Estudos ecológicos 0,125 p
C) Ensaios comunitários 0,125 p
D) Estudo de caso-controle 0,125 p

FONTE:

https://www.misodor.com.br/INDICADORES%20SAUDE.php

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.19)

CASO CLINICO: (221863 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 68 anos, branco, tabagista crônico (40 maços-ano), com história de abuso crônico de analgésicos contendo fenacetina e exposição ocupacional a derivados de petróleo. Apresenta hematúria macroscópica indolor intermitente há 4 meses, associada a dor no flanco direito de intensidade moderada (inicialmente crônica, com episódio agudo simulando cólica renal). Ultrassonografia evidencia hidronefrose direita; citologia urinária mostra células suspeitas de alto grau; TC revela falha de enchimento na pelve renal direita.

Referente á esse caso:

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? ................ 0,10 pontos
II. Qual a possível causa etiológica mais relevante neste caso? ........... 0,10 pontos
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ............. 0,10 pontos
IV. Qual o tratamento padrão-ouro? ............... 0,20 pontos 





RATING: 3.04

I. Suspeita diagnóstica principal

  • Hematúria (macroscópica franca ou total, ou microscópica) representa o sinal clínico mais frequente nos tumores uroteliais do trato urinário superior (0,04 p)
  • Dor no flanco constitui o segundo sintoma mais comum (pode ser crônica por hidronefrose gradual ou aguda por coágulos simulando cólica renal) (0,03 p)
  • Até 15% dos pacientes permanecem assintomáticos com diagnóstico incidental por imagem; aqui o quadro sintomático + hidronefrose + citologia alterada apontam para carcinoma urotelial do trato urinário superior (pelve renal) (0,03 p)

II. Possível causa etiológica mais relevante

  • Abuso crônico de analgésicos contendo fenacetina constitui fator de risco bem estabelecido para carcinomas uroteliais do trato urinário superior (0,05 p)
  • Nefropatia induzida por fenacetina associa-se a necrose papilar, insuficiência renal secundária e capilaroesclerose (alteração histológica patognomônica) (0,03 p)
  • Efeito combinado (necrose papilar + fenacetina) eleva de maneira importante o risco, com clara evidência de relação dose-resposta e apresentação em idade mais precoce (0,02 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Tomografia computadorizada é atualmente o padrão-ouro para o diagnóstico, oferecendo sensibilidade de até 96% e especificidade de 99% para lesões papilíferas com 5-10 mm (0,05 p)
  • Quando o diagnóstico permanece incerto após imagem, ureteroscopia combinada à pielografia retrógrada torna-se necessária para refinamento da caracterização lesional (0,03 p)
  • Ureteroscopia com biópsia permite visualização direta, obtenção de material para histologia (correlação 78-92% com anatomopatológico definitivo) e eleva acurácia diagnóstica para 85-90% quando associada à urografia excretora (0,02 p)

IV. Tratamento padrão-ouro

  • Nefroureterectomia com ressecção de cuff vesical (retalho vesical) constitui o tratamento padrão-ouro para os tumores uroteliais do trato urinário superior (0,10 p)
  • Não existem diferenças significativas nos resultados oncológicos entre as técnicas aberta e laparoscópica (transperitoneal, retroperitoneal ou hand-assisted) (0,05 p)
  • Todas as variantes laparoscópicas oferecem benefícios consistentes de menor morbidade quando comparadas à aberta; o tempo entre diagnóstico e tratamento não deve exceder três meses (0,05 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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