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DISTÚRBIOS DO EQUILIBRIO ÁCIDO-BASICO NO PACIENTE PEDIATRICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Os distúrbios acido-básicos são um grupo de condições que afetam o equilíbrio de pH no organismo. Quando esse equilíbrio é afetado, pode ser prejudicial para a saúde. Nas crianças, os distúrbios acido-básicos podem causar uma série de sintomas e complicações.
Os distúrbios acido-básicos mais comuns nas crianças são o hipoxemia (diminuição da saturação de oxigênio no sangue) e a acidose (redução do pH do sangue). Estas condições podem ser causadas por uma variedade de fatores, incluindo infecções, doenças metabólicas, medicamentos, alergias alimentares, e outras condições médicas.
Os sintomas mais comuns de distúrbios acido-básicos em crianças incluem fraqueza, desmaios, vômitos, tonturas, dores de cabeça, sudorese, tonturas, dor abdominal, falta de ar, fadiga, pele pálida ou amareladas, urina escura, e respiração curta. Em alguns casos, as crianças podem ter convulsões e crises convulsivas.
Os diagnósticos de distúrbios acido-básicos nas crianças é baseado na avaliação dos sintomas e dos níveis de pH no sangue. O tratamento depende da causa subjacente e pode incluir medicamentos, terapia nutricional, suplementos, terapia de oxigênio, e outros tratamentos.

OBJETIVA: (1070875 votos)..........98.6% das questões objetivas receberam votos.
A transmissão vertical do HIV nitidamente está em declínio na atualidade. Esse fato se deve à realização de atualizações das ações na profilaxia dessa transmissão. Sobre o assunto, considere o seguinte caso clínico: recém-nascido de 39 semanas de gestação, assintomático e eutrófico; porém mãe com diagnóstico confirmado de infecção pelo HIV por meio do teste rápido (ela apresentava 2 testes anti-HIV não reagentes no 1º e 2º trimestres de gestação).
Como proceder no atendimento a esse recém-nascido para instituir corretamente a profilaxia da transmissão vertical do HIV, conforme as orientações do Ministério da Saúde do Brasil?
A. Iniciar zidovudina, lamivudina e nevirapina nas primeiras 12 horas de vida e manter até o resultado da primeira carga viral do recém-nascido
B. Realizar zidovudina por 4 semanas e nevirapina 3 doses
C. Não há necessidade de iniciar profilaxia nesse caso
D. Iniciar nas 12 primeiras horas zidovudina e sulfametoxazol+trimetoprim e manter até as duas cargas virais não detectadas
E. Realizar zidovudina e nevirapina por 30 dias e em seguida sulfametoxazol+trimetoprim até definir se houve sororreversão

  RATING: 2.9

A transmissão vertical do HIV nitidamente está em declínio na atualidade. Esse fato se deve à realização de atualizações das ações na profilaxia dessa transmissão. Sobre o assunto, considere o seguinte caso clínico: recém-nascido de 39 semanas de gestação, assintomático e eutrófico; porém mãe com diagnóstico confirmado de infecção pelo HIV por meio do teste rápido (ela apresentava 2 testes anti-HIV não reagentes no 1º e 2º trimestres de gestação).
Como proceder no atendimento a esse recém-nascido para instituir corretamente a profilaxia da transmissão vertical do HIV, conforme as orientações do Ministério da Saúde do Brasil?

A. Iniciar zidovudina, lamivudina e nevirapina nas primeiras 12 horas de vida e manter até o resultado da primeira carga viral do recém-nascido
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Realizar zidovudina por 4 semanas e nevirapina 3 doses
CORRETO : O novo protocolo recomenda a redução do uso de AZT (Zidovudina) para 4 semanas em todos os bebês expostos, e o uso de AZT associado a Nevirapina xarope para bebês de mães que não usaram antirretroviral (ARV) durante a gestação, independentemente do uso de AZT peri-parto, e também para mães que usaram ARV na gestação, mas a carga viral do HIV é desconhecida ou maior ou igual a 1.000 cópias/mL no 3º trimestre.
C. Não há necessidade de iniciar profilaxia nesse caso
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Iniciar nas 12 primeiras horas zidovudina e sulfametoxazol+trimetoprim e manter até as duas cargas virais não detectadas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Realizar zidovudina e nevirapina por 30 dias e em seguida sulfametoxazol+trimetoprim até definir se houve sororreversão
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (179078 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Respondam ás seguintes questões:

1)  Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose? (0,2 p)
2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil. (0,3 p)



RATING: 3.7

Respondam ás seguintes questões:

1)  Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose? (0,2 p)
2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil. (0,3 p)

1) Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose? 

A paracocidiomicose é adquirida usualmente por via inalatória: propágulos infecciosos de até 5 μ de diâmetro alcançariam brônquios terminais e alvéolos. (0,2 p)

2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil. 

As drogas mai utilizadas são:

a) A anfotericina B, hoje reservada para casos mais graves e disseminados, tem sido usada com frequência cada vez menor. É ainda a droga de escolha quando se trata de casos com risco de vida iminente ou quando há alterações do trato gastrointestinal, que impeçam a correia absorção por via oral. Recomenda-se a dose total de 1 a 2g, substituída a seguir por uma medicação por via oral até que sejam considerados os critérios de cura. (0,05 p)

b) A sulfadiazina, uma sulfa de ação rápida, é usada na maioria dos casos na dose de 60 a 100 mg/kg/dia, até no máximo 6g/dia, dividida em quatro vezes. (0,05 p)

c) Em muitos centros, a sulfadiazina tem sido substituída com comparável eficácia pela associação SMX-TMP (comprimidos de 400 e 80mg respectivamente), com a vantagem de melhor facilidade posológica, dois comprimidos duas a três vezes ao dia, de acordo com a gravidade do caso. Possui a vantagem de permitir a formulação parenteral, se necessário.O tratamento de manutenção também pode ser feito com essa droga, um comprimido de 12/12h. (0,05 p)

d) cetoconazol pode ser usado na dose de 200 a 400mg/dia. (0,05 p)

e) Atualmente, itraconazol tem sido mais usado, por ser mais potente in vitro, absorvido melhor e menos hepatotóxico. É administrado na dosagem de 100 a 200mg/dia, por 6 meses em média, dependendo da resposta clínica, após os quais alguns serviços recomendam terapêutica de manutenção com sulfas de ação lenta ou SMX-TMP. (0,05 p)

f) A experiência clínica com fluconazol - melhor opção para o tratamento da neuroparacoccidioidomicose, pela sua alta concentração no SNC é bem menor, e estudos mostram menor atividade in vitro anti-P. brasiliensis, comparativamente ao itraconazol. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.7)

CASO CLINICO: (208644 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação – K.G.R.A, feminino, 4 anos de idade, residente no Município A, Bairro Nova América.

História da Doença Atual – Foi atendida na unidade básica do Programa de Saúde da Família no dia 21/12/2005, com história de dois dias de febre, recusa alimentar, hipoatividade e tosse esporádica. A mãe relata que hoje observou manchas vermelhas pelo corpo da criança. Nega vômito, diarréia ou outros sinais e sintomas.

Exame Físico Geral - Regular estado geral, hidratado, acianótico, eupnéico,anictérico e temperatura axilar de 39°C. Pele: exantema do tipo morbiliforme mais evidente em face etronco. Orofaringe: hiperemiada. Otoscopia: sem alterações. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios. Ausculta cardiovascular: rítmo cardiaco regular, bulhas em dois tempos, normofonéticas, sem sopro. Abdome: normotenso, indolor, sem visceromegalias, ruídos hidro-aéreos presentes e normais. Neurológico: sem alterações.

Perguntas

1. Quais são as hipóteses diagnósticas que você faria para este caso? (0,2 p)

2. Diagnóstico diferencial de síndrome febril aguda com exantema.(0,2 p)

3. Há alguma informação adicional da história clínica que você considera relevante e que não foi obtida? Se sim, diga qual (quais). (0,1 p)


RATING: 3.09

Resposta 1:

a) Escarlatina, parvovirose, sarampo, dengue, enteroviroses e outras viroses (Mayaro, Oropouche)    (0,1 p)
b) Farmacodermia (0,1 p)

Resposta 2:  (0,2 p)

Rubéola: quadro clínico habitualmente sem pródromos nas crianças, sintomas leves em adultos e associado com linfadenopatia retroauricular e/ou cervical e/ou occipital. O exantema é róseo, excepcionalmente confluente e sem descamação. Adolescentes e adultos freqüentemente apre­sentam artralgias.

Escarlatina: pródromos de 1 a 2 dias, com febre e mal-estar. Exantema eritematoso, puntiforme com palidez perioral e linhas nas dobras de flexão. Descamação in­tensa nas palmas das mãos e plantas dos pés.

Dengue: início súbito, febre por 2 a 5 dias, astenia, cefaléia, mialgia e artralgia intensas. Exantema maculo-papular a partir do tronco, espalhando-se para o rosto e membros.

Eritema infeccioso: pródromos com febre, cefaléia, mialgia por 5 a 7 dias. Exantema inicialmente na face (aparência de face esbofeteada), que se espalha após 1 a 4 dias para o tronco. Por uma ou duas semanas o exantema pode ter intensidade variável, exacerbado pela exposição solar.

Exantema súbito: pródromo com febre alta por 3 a 4 dias, irritabilidade, que desaparecem após a instalação do exantema (maculopapular) de curta duração. Não há descamação.

Enteroviroses: pródromos com febre por 3 a 4 dias (exceto para coxsackie) com exantema variável, geralmente discreto, e adenopatia. Lactentes podem apresentar distúrbios gastrointestinais.


Resposta 3:

Não foi buscado o uso pregresso de medicamentos. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.09)




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