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INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA DOS MEMBROS INFERIORES - LIVRE ACESSO (ÁREA DE CIRURGIA)

O termo veias varicosas, no senso comum engloba um espectro de dilatação venosa que varia de pequenas telangiectasias a veias varicosas tortuosas bastante dilatadas.

Como já citado, para uma caracterização adequada, assim como para escolha do tratamento apropriado, certas definições devem ser compreendidas:

  1. O termo veias varicosas engloba qualquer veia dilatada, tortuosa, alongada, independentemente do seu calibre.
  2. Telangiectasias são varicosidades intradérmicas pequenas e tendem ser esteticamente desagradáveis, mas assintomáticas.
  3. Veias reticulares são subcutâneas e dilatadas, que drenam para tributárias de veias axiais principais ou tronculares.
  4. Veias tronculares são as nomeadas como veia safena interna e externa

OBJETIVA: (1074528 votos)..........98.74% das questões objetivas receberam votos.
Considerando os perfis comuns associados a agressores de crianças, quais fatores demográficos e psicológicos são mais frequentemente observados entre os agressores, e como essa combinação de fatores influencia no comportamento abusivo?
A. Agressores tipicamente apresentam elevada auto-estima e um histórico de apoio familiar sólido durante a infância, o que paradoxalmente os torna controladores e abusivos em relação a seus filhos.
B. Uma característica comum entre agressores é uma história pregressa de maus-tratos, conjugada com condições psicológicas como ansiedade e baixa auto-estima, além de dificuldades em gerenciar estresse e raiva.
C. A maioria dos agressores não tem histórico de maus-tratos nem condições de distúrbios psicológicos, mas normalmente são membros de comunidades religiosas fechadas que perpetuam culturas de disciplina física.
D. Agressores geralmente são indivíduos com níveis altos de confiança interpessoal e estabilidade emocional, mas sucumbem ao comportamento abusivo em meio a realidades socioeconômicas difíceis.
E. Agressão é frequentemente associada a indivíduos mais velhos que têm filhos em relacionamentos estáveis, mas enfrentam desafios significativos no emprego, levando ao abuso como uma forma de expressar frustração.

  RATING: 3.09

Considerando os perfis comuns associados a agressores de crianças, quais fatores demográficos e psicológicos são mais frequentemente observados entre os agressores, e como essa combinação de fatores influencia no comportamento abusivo?

A. Agressores tipicamente apresentam elevada auto-estima e um histórico de apoio familiar sólido durante a infância, o que paradoxalmente os torna controladores e abusivos em relação a seus filhos.
INCORRETO: A presença de elevada auto-estima e suporte familiar não se alinha ao perfil típico de agressores
B. Uma característica comum entre agressores é uma história pregressa de maus-tratos, conjugada com condições psicológicas como ansiedade e baixa auto-estima, além de dificuldades em gerenciar estresse e raiva.
CORRETO : Os agressores geralmente têm um histórico de maus-tratos próprios, condições psicológicas como insegurança e ansiedade, e uma capacidade limitada de lidar com estresse e raiva.
C. A maioria dos agressores não tem histórico de maus-tratos nem condições de distúrbios psicológicos, mas normalmente são membros de comunidades religiosas fechadas que perpetuam culturas de disciplina física.
INCORRETO : Não ter histórico de maus-tratos ou distúrbios psicológicos e vincular o abuso a membresia religiosa singulariza um fator menos universal
D. Agressores geralmente são indivíduos com níveis altos de confiança interpessoal e estabilidade emocional, mas sucumbem ao comportamento abusivo em meio a realidades socioeconômicas difíceis.
INCORRETO : Elevada confiança interpessoal e estabilidade emocional minam a base típica do perfil agressor descrito
E. Agressão é frequentemente associada a indivíduos mais velhos que têm filhos em relacionamentos estáveis, mas enfrentam desafios significativos no emprego, levando ao abuso como uma forma de expressar frustração.
INCORRETO : A idade mais avançada e relacionamentos estáveis não coincidem com o perfil de jovens pais descritos, frequentemente imaturos

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

DISCURSIVA: (179133 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
O transtorno do espectro do autismo (TEA) é uma condição crônica que requer uma abordagem abrangente do tratamento. Indivíduos com TEA têm diferentes graus de comprometimento da função social e comportamental. A gerência deve ser individualizada de acordo com a idade da criança e necessidades específicas.
1) Quais são e o que buscam os objetivos específicos para abordar os principais déficits do TEA? (0,14 pontos)
2) Que especialidades tem que ser envolvidas na equipe terapêutica do paciente pediátrico autista? (0,36 pontos)


RATING: 3

O transtorno do espectro do autismo (TEA) é uma condição crônica que requer uma abordagem abrangente do tratamento. Indivíduos com TEA têm diferentes graus de comprometimento da função social e comportamental. A gerência deve ser individualizada de acordo com a idade da criança e necessidades específicas.
1) Quais são e o que buscam os objetivos específicos para abordar os principais déficits do TEA? (0,14 pontos)
2) Que especialidades tem que ser envolvidas na equipe terapêutica do paciente pediátrico autista? (0,36 pontos)

1) Quais são e o que buscam os objetivos específicos para abordar os principais déficits do TEA?
Resposta:

  • Melhorar o funcionamento social e habilidades de brincar (0,028 p)
  • Melhorar as habilidades de comunicação (funcionais e espontâneas) (0,028 p)
  • Melhorar habilidades adaptativas (0,028 p)
  • Diminuir comportamentos não funcionais ou negativos (0,028 p)
  • Promover o funcionamento de ensino e a cognição (0,028 p)

2) Que especialidades tem que ser envolvidas na equipe terapêutica do paciente pediátrico autista?

  • Pediatra de desenvolvimento (0,04 p)
  • Neuropediatra (0,04 p)
  • Psiquiatra infantil (0,04 p)
  • Psicólogo (ou neuropsicólogo) (0,04 p)
  • Geneticista ou conselheiro de genética (0,04 p)
  • Patologista da fala (0,04 p)
  • Terapeuta ocupacional (0,04 p)
  • Fonoaudiólogo (0,04 p)
  • Assistente social (0,04 p)

FONTE:

Autism spectrum disorder in children and adolescents: Overview of management Author: Laura Weissman, MD Section Editors: Marilyn Augustyn, MD, Marc C Patterson, MD, FRACP Deputy Editor: Mary M Torchia, MD (artigo com direitos autorais, somente para assinantes). UpToDate www.uptodate.com ©2019 UpToDate, Inc. and/or its affiliates. All Rights Reserved.

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (208687 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Os pais trouxeram na UPA um bebe de 2 meses que estava dormindo no quarto porque acharam um morcego no mesmo ambiente que o bebe estava dormindo. Não se sabe se houve contato com esse morcego ou não. Não há nenhum tipo de sinais de arranhão, mordida ou picada. A criança está muito bem no momento. Os pais não conseguiram capturar o morcego.
1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?.................0,08 pontos
2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentam...........0,12 pontos
3) Qual é a conduta terapêutica e profilatica mais eficiente sugerida?.................0,15 pontos
4) Quais são as medidas complementares obrigatórias? .....................................0,15 pontos





RATING: 3.07

1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?

  • Exposição potencial/duvidosa ao vírus rábico por adentramento de morcego em ambiente de sono de lactente (categoria III ou equivalente em protocolo de risco). (0,04 p)
  • Acidente grave por morcego não capturado (não se pode realizar observação ou exame laboratorial do animal). (0,04 p)

2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentem.

  • Sim, é situação de risco elevado (evidência nível A – mortalidade da raiva humana ≈ 100% após início de sintomas). (0,03 p)
  • Razão epidemiológica: Mordidas de morcego são frequentemente imperceptíveis; lactentes não relatam contato; transmissão saliva-órgão neural é altamente eficiente. (0,03 p)
  • Razão de decisão clínica: Risco-benefício da profilaxia pós-exposição (PPE) é extremamente favorável (eficácia > 99% quando iniciada precocemente); não há “janela segura” de observação quando o animal não é capturado. (0,03 p)
  • Princípio MBE: Prevenção primária de doença letal em cenário de incerteza diagnóstica justifica intervenção imediata (regra “better safe than sorry” em raiva). (0,03 p)

3) Qual é a conduta terapêutica e profilática mais eficiente sugerida?

  • Conduta de escolha: Profilaxia pós-exposição (PPE) completa e imediata – soro anti-rábico humano (SAR) + vacina anti-rábica inativada. (0,05 p)
  • Dose de imunoglobulina: SAR 40 UI/kg (ou IGHR 20 UI/kg se disponível), com infiltração máxima possível no local de possível inoculação (mesmo sem lesão visível, infiltrar em região de maior probabilidade – ex.: face/cabeça) e o restante intramuscular em local distante. (0,05 p)
  • Esquema vacinal para lactente: Vacina anti-rábica intramuscular em vasto lateral da coxa – dias 0, 3, 7, 14 e 28 (esquema de 5 doses para imunocompetentes < 2 anos). (0,05 p)

4) Quais são as medidas complementares obrigatórias?

  • Notificação compulsória imediata ao serviço de vigilância epidemiológica (SINAN) – caso de exposição a morcego. (0,03 p)
  • Orientação aos pais: Monitoramento clínico rigoroso do lactente (sinais prodômicos de raiva) por 90 dias; retorno imediato à UPA se febre, irritabilidade, hidrofobia ou paresia.  (0,03 p)
  • Higienização rigorosa de todo o corpo do bebê com água e sabão (mesmo sem lesão aparente), higienização do ambiente: limpeza do quarto com água e sabão + desinfecção com hipoclorito (mesmo sem lesão no bebê).  (0,03 p)
  • Notificação imediata à Vigilância Epidemiológica municipal/estadual (formulário de atendimento antirrábico).  (0,03 p)
  • Monitorização clínica por 10-14 dias (qualquer alteração neurológica → hospital de referência).  (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)




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