ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (30 CONTESTAÇÕES)
14952 QUESTÕES OBJETIVAS
3439 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3168 QUESTÕES DE CIRURGIA
1792 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
173 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
204 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

A AVALIAÇÃO DO PACIENTE PEDIATRICO NA SALA DE URGÊNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

METAS:
  1. Identificar rapidamente os pacientes com condições de risco de morte.
  2. Determinar o local de tratamento mais adequado para os pacientes que se apresentam às UE.
  3. Otimizar o uso dos recursos.
  4. Diminuir o congestionamento nas áreas de tratamento de emergência.
  5. Fornecer uma avaliação contínua dos pacientes.
  6. Fornecer informações aos pacientes e familiares em relação aos: serviços, cuidado esperado e tempos de espera

DIRETRIZES:

A entrevista da triagem é realizada para reunir informações suficientes para fazer um julgamento clínico sobre a prioridade de atendimento do paciente. Uma triagem eficaz requer o uso de visão, audição, olfato e tato.
A capacidade de selecionar os pacientes de maneira eficaz e precisa baseia-se nos seguintes:
  1. triangulo de avaliação pediatrica (TAP)
  2. achados do exame físico.
  3. histórico clínico do paciente.
  4. uso adequado de diretrizes e protocolos de triagem
  5. conhecimento prático adquirido através de experiência e treinamento.

OBJETIVA: (1194203 votos)..........99.02% das questões objetivas receberam votos.
Uma criança de 6 anos chega ao pronto-socorro com história de dor abdominal há 12 horas, parada de eliminação de gases e fezes, vômito e febre. Ao exame físico, Tax = 38,5 ºC, FC= 160 bpm, FR = 30 irpm, PA = 120/50 mmHg, pulsos cheios, vasodilatação periférica, perfusão de 2 segundos, abdome tenso e descompressão brusca dolorosa positiva. Exames complementares: tomografia de abdome compatível com apendicite, hemograma com 20.000 leucócitos, com 20% de bastões, e gasometria com bicarbonato= 22. Assinale a alternativa CORRETA:
A. trata-se de quadro de sepse associada a apendicite aguda
B. trata-se de quadro de sepse grave associada a apendicite aguda
C. trata-se de choque séptico associado a apendicite aguda
D. as alterações do exame físico e dos exames complementares não significam presença ou risco de sepse, sepse grave ou choque séptico para esse paciente
E. trata-se de apendicite aguda sem sepse ou choque septico

  RATING: 3.24

Uma criança de 6 anos chega ao pronto-socorro com história de dor abdominal há 12 horas, parada de eliminação de gases e fezes, vômito e febre. Ao exame físico, Tax = 38,5 ºC, FC= 160 bpm, FR = 30 irpm, PA = 120/50 mmHg, pulsos cheios, vasodilatação periférica, perfusão de 2 segundos, abdome tenso e descompressão brusca dolorosa positiva. Exames complementares: tomografia de abdome compatível com apendicite, hemograma com 20.000 leucócitos, com 20% de bastões, e gasometria com bicarbonato= 22. Assinale a alternativa CORRETA:

A. trata-se de quadro de sepse associada a apendicite aguda
INCORRETO: Sepse é uma resposta desregulada do organismo a uma infecção que leva a disfunção orgânica. No caso apresentado, temos sinais de infecção e uma resposta inflamatória, mas para caracterizar sepse, também seria necessário evidências de disfunção orgânica, que não está descrita.
B. trata-se de quadro de sepse grave associada a apendicite aguda
INCORRETO : Sepse grave é uma sepse com disfunção de órgãos ou hipoperfusão, como hipotensão, acidose láctica, ou oligúria. Neste caso, não há indicação clara de disfunção orgânica ou hipoperfusão. A perfusão está descrita como 2 segundos, os pulsos estão cheios e a pressão arterial não está baixa, o que não evidencia sepse grave.
C. trata-se de choque séptico associado a apendicite aguda
INCORRETO : Choque séptico é definido como sepse acompanhada de hipotensão persistente, apesar de reposição volêmica adequada, muitas vezes com necessidade de vasopressores. A pressão arterial da criança não é baixa o suficiente para indicar choque séptico, e os sinais mencionados sugerem estabilidade hemodinâmica.
D. as alterações do exame físico e dos exames complementares não significam presença ou risco de sepse, sepse grave ou choque séptico para esse paciente
INCORRETO : O quadro clínico é consistente com um risco de sepse, devido ao quadro inflamatório e infeccioso.
E. trata-se de apendicite aguda sem sepse ou choque septico
CORRETO : Embora a criança apresente sinais de infecção e resposta inflamatória, não há sinais claros de disfunção orgânica ou hipotensão que indicariam sepse grave ou choque séptico.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.24)

DISCURSIVA: (185758 votos) ..........98.84% das questões discursivas receberam votos.

No âmbito da classificação do carcinoma de células renais (CCR) segundo a Organização Mundial da Saúde:

  1. Cite as quatro principais variantes histológicas do CCR e sua representatividade aproximada. .... 0,12 pontos
  2. Classifique os fatores prognósticos em grupos e identifique as principais variáveis prognósticas para tumores localizados. ... 0,1 pontos
  3. Descreva as características genéticas, macroscópicas, microscópicas e prognósticas do subtipo de células claras. ... 0,15 pontos
  4. Apresente o conceito de câncer renal familiar e exemplos de síndromes hereditárias com gene e tipo histológico correspondente. ... 0,13 pontos



RATING: 3.07

No âmbito da classificação do carcinoma de células renais (CCR) segundo a Organização Mundial da Saúde:

  1. Cite as quatro principais variantes histológicas do CCR e sua representatividade aproximada. .... 0,12 pontos
  2. Classifique os fatores prognósticos em grupos e identifique as principais variáveis prognósticas para tumores localizados. ... 0,1 pontos
  3. Descreva as características genéticas, macroscópicas, microscópicas e prognósticas do subtipo de células claras. ... 0,15 pontos
  4. Apresente o conceito de câncer renal familiar e exemplos de síndromes hereditárias com gene e tipo histológico correspondente. ... 0,13 pontos

Resposta à questão 1

As principais variantes histológicas (90% a 95% de todos os casos diagnosticados) do CCR são quatro: 
  1. carcinoma de células claras; (0,03 p)
  2. carcinoma papilar; (0,03 p)
  3. carcinoma cromófobo; (0,03 p)
  4. carcinoma de ducto coletor. (0,03 p)

Resposta à questão 2
Os fatores prognósticos podem ser divididos em três grupos principais:
  1. fatores anatômicos (estádio TNM e tamanho do tumor); (0,02 p)
  2. fatores histopatológicos (subtipos histológicos e grau nuclear); (0,02 p)
  3. fatores clínicos (sintomas, status de performance do paciente e exames laboratoriais). (0,02 p) Dentre todos esses, o estádio patológico e o grau nuclear, avaliado pelo sistema de Fuhrman, constituem as principais variáveis prognósticas especialmente nos tumores localizados. (0,04 p)

Resposta à questão 3
O carcinoma de células claras é o subtipo mais frequente, correspondendo a cerca de 70% dos casos. (0,03 p)
A maioria desses tumores apresenta deleção do braço curto do cromossomo 3, onde se localiza o gene VHL. (0,03 p)
Macroscopicamente, são tumores corticais únicos, bem delimitados ou envoltos por pseudocápsula, com coloração amarelo-ouro. (0,02 p)
Na microscopia, as células são claras ou eosinofílicas, especialmente nos graus mais elevados. (0,02 p)
Apresenta prognóstico pior quando comparado aos subtipos cromófobo ou papilar; entretanto, responde melhor às terapias sistêmicas do que esses outros padrões. (0,03 p)
Após o estádio tumoral, o grau nuclear de Fuhrman é fator prognóstico independente. (0,02 p)

Resposta à questão 4
O câncer renal familiar representa 2 a 4% de todos os tumores renais e está associado a síndromes hereditárias específicas. (0,03 p)
Características clínicas típicas: multiplicidade de lesões, bilateralidade, apresentação em pacientes mais jovens e história familiar positiva. (0,03 p)
Exemplos:
• Síndrome de Von Hippel-Lindau – gene VHL (3p25) – carcinoma de células claras; (0,03 p)
• Carcinoma renal papilar hereditário – gene c-MET – papilar tipo 1; (0,02 p)
• Síndrome de Birt-Hogg-Dubé – gene BHD – cromófoba. (0,02 p)


FONTE:

NEOPLASIAS DO APARELHO URINARIO - PLATAFORMA MISODOR

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

CASO CLINICO: (217710 votos)..........99.02% dos casos clinicos receberam votos.
Uma menina de 16 anos chega ao seu consultorio com um histórico de 2 dias de lacrimejamento do olho esquerdo, vermelhidão e corrimento amarelado. Relata crostas ao acordar. Nega dor nos olhos e não lembra de nenhum trauma local. O exame físico revela hiperemia conjuntival difusa no olho esquerdo associada a secreção mucoide e pupilas reagentes, no entanto com fotofobia leve no olho afetado. Não há adenopatia. o exame de fundo do olho, o movimento dos olhos e a acuidade visual são normais.

(I) Formulam pelo menos 03 (três) hipóteses diagnosticas.(0,3 pontos)

(II) A etiologia desta moléstia pode ser alérgica? Explique a sua resposta.(0,1 pontos)

(III) Enquanto não tiver certeza sobre a etiologia que tópicos oftálmicos tem que ser evitados? (0,1 pontos)




RATING: 3.12

(I)  Formulam pelo menos 03 (três) hipoteses diagnosticas.(0,1 p para cada uma dos máximo 3 suspeitas que estejam na lista abaixo)

1. Conjuntivite bacteriana
2. Conjuntivite viral
3. Glaucoma agudo
4. Uveíte anterior
5. Trauma: abrasão da córnea / corpo estranho
6. Conjuntivite alérgica
7. Conjuntivite química
8. Celulite periorbital / orbitária

(II) A etiologia desta moléstia pode ser alergica? Explique a sua resposta.

Não.(0,02 p)

A conjuntivite alérgica deve ter coceira (0,02 p), ser bilateral (0,02 p) e aquosa (0,02 p) e talvez outra história de doença alérgica. (0,02 p)

(III) Enquanto não tiver certeza sobre a etiologia que topicos oftalmicos tem que ser evitados?

Não use esteróides tópicos se não tiver certeza do diagnóstico.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.12)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.