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Uma mulher de 51 anos passa com sucesso por um transplante de medula óssea de um doador compatível não familiar para doença de Hodgkin refratária. Ela tem alta do hospital sem medicação e está se sentindo bem. Na consulta de 6 meses após o transplante, ela está bem com nenhuma evidência de malignidade. Três semanas depois, ela viaja para a Flórida com sua família. Ela tomou muito cuidado com o sol, mas mesmo assim, desenvolve queimaduras solares no rosto, apesar de usar protetor solar e chapéu protetor. Quando ela retorna de sua viagem 5 dias depois, ela apresenta uma forte eritema persistente no rosto e afirma que sente dor nos pulsos e nas mãos nas ultimas 2-3 semanas. No exame, seu rosto está levemente sensível ao toque, e uma erupção cutânea está visível. Suas mãos estão levemente inchadas. Tem febre e o restante de seu exame físico é benigno. Qual é o diagnóstico mais provável?
A. Doença do enxerto contra hospedeiro
CORRETO: Vinte a cinquenta por cento dos pacientes com história de transplante de medula óssea alogênica desenvolve doença crônica do enxerto versus hospedeiro causada pela proliferação de linfócitos T de doadores enxertados que atacam as proteínas - elemento estranho do hospedeiro - levando a danos ao órgão-alvo. Na verdade é uma entidade separada da doença crônica do enxerto versus hospedeiro aguda e se assemelha a uma doença auto-imune. Pode resultar em erupção maculopapular, como visto neste paciente; síndrome sicca; artrite; e até degeneração do ducto biliar, levando à icterícia. A forma crônica de doença do enxerto versus hospedeiro pode ocorrer meses ou mesmo anos após o transplante e é provavelmente devida aos danos vasculares pelos linfócitos T proliferados. Pacientes com mais de 40 anos no momento do transplante correm maior risco de desenvolver doença do enxerto versus hospedeiro crônica. Essa complicação é irreversível, mas a prednisona é o tratamento padrão.
B. Hipersensibilidade à luz solar devido ao regime anti-rejeição do paciente
INCORRETO : Após o transplante de medula óssea, os pacientes não são colocados em um regime imunossupressor na ausência de doença do enxerto versus hospedeiro e, na verdade, afirma-se que o paciente recebeu alta sem medicamentos 6 meses antes de sua viagem.
C. Lúpus eritematoso sistêmico
INCORRETO : Embora o paciente certamente poderia estar sofrendo de lúpus eritematoso sistêmico, a história de transplante de medula óssea faz que a doença do enxerto versus hospedeiro crônica é muito mais provável.
D. Rosácea
INCORRETO : Rosácea é um possível diagnóstico para este paciente, principalmente porque a rosácea é freqüentemente exacerbada pela exposição ao sol. No entanto, a doença do enxerto versus hospedeiro crônica é muito mais provável.
E. Infecção cutânea estafilocócica adquirida durante a viagem
INCORRETO : Infecções estafilocócicas da pele incluem impetigo e abscessos. A erupção cutânea do paciente não se assemelha a nenhum dos esses. Além disso, ela se sente bem e está afebril.
Gabarito: A
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FONTE:
1) Indiquem pelo menos um motivo por qual o uso do capuz cervical lhe foi contraindicado.
O capuz cervical deve ser usado só por mulheres cujo resultado do exame de Papanicolau foi normal. Sendo que este conselho foi dado pelo ginecologista, provavelmente que o ultimo teste apresentou modificações que teriam determinado um tal decisão. Cada mulher tem que fazer, pelo menos de três em três meses um acompanhamento ginecológico, se usarem o capuz.
2) 'Posso usar o Diane 35?' questiona a paciente. A sua resposta vai ser...
... 'NÃO', tanto por DIANE quanto por qualquer outro contraceptivo oral combinado.
DISCUSSÃO:
DIANE 35 e um contraceptivo oral combinado, e a paciente vem apresentar duas contraindicações absolutas para o uso de COC, sendo elas: o tratamento cronico com fenitoína (ela pode diminuir a eficacia do COC), e, também, no momento da consulta apresentou pressão sistólica e diastólica acima dos valores permitidos. A paciente tem 29 anos, então o fato de ela seja fumante não e um motivo para contraindicar o contraceptivo, porem, por causa das primeiros dois motivos,
3) Enumeram pelo menos outros cinco remédios que podem diminuir a eficácia dos contraceptivos orais combinados. (0,02 de cada um enumerado que está na lista, caso enumerar mais de cinco corretos, acordar a pontuação maxima)
Antibióticos que diminuem o efeito da pílula:
Medicamento perigoso: Eritromicina. Este medicamento pode causar perda de eficácia da pílula.
Antiepiléticos e Anticonvulsivantes que diminuem o efeito da pílula:
Outros medicamentos que podem diminuir a ação das pílulas:
O contraceptivo injetavel trimestrial:
A contracepção de emergência (Postinor) mas não para longo prazo!!!!
O dispositivo intrauterino
5) A paciente escolheu o contraceptivo injetável com acetato de medroxiprogesterona (Depo-Provera), mas pergunta quais são os benefícios. Enumera pelo menos dois. (acordar 0,05 p para cada um incluido na lista, se enumerar mais de dois corretos, acordar a pontuação máxima)Todos os direitos reservados. 2026.
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