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ESTERILIZAÇÃO MASCULINA E FEMININA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Hoje, a intervenção somente necessita de uma minilaparotomia, utilizando a anestesia local e uma sedação leve. Podem ser usadas o método do Pomeroy ou método do Irving modificado. Esses dois procedimentos rápidos podem ser feitos rapidamente pos-parto, ou na dia seguinte

A esterilização pode ser realizada dentro dos primeiros sete dias pósparto, preferivelmente dentro de 48 horas depois do parto. Algumas condições tem que ser presentes

A esterilização também pode ser realizada pós-parto mais neste caso vamos ter que esperar ate que o útero estiver completamente involuído.

Esterilização de intervalo e a esterilização que se faz fora do período de puerperio, precisando de algumas técnicas suplementares.

Existe, também, a possibilidade de fazer a esterilização feminina pos-cesarea, pos aborto.

OBJETIVA: (1117634 votos)..........99.47% das questões objetivas receberam votos.
Para pacientes pediatricos com insuficiência cardíaca incapazes de tolerar devido à tosse ou ao angioedema os inibidores de enzima de conversão de angiotensina (IECA) uma outra boa opção de tratamento é o uso de:
A. inibidores da fosfodiesterase 5
B. carvedilol associado a diuréticos
C. betabloqueadores
D. bloqueadores de receptores da angiotensina
E. metil-xantinas

  RATING: 2.88

Para pacientes pediatricos com insuficiência cardíaca incapazes de tolerar devido à tosse ou ao angioedema os inibidores de enzima de conversão de angiotensina (IECA) uma outra boa opção de tratamento é o uso de:

A. inibidores da fosfodiesterase 5
INCORRETO: Sildenafila, um inibidor da fosfodiesterase 5, é um vasodilatador pulmonar. Seu uso está associado à melhora da função do VE, capacidade funcional e qualidade de vida em adultos com disfunção sistólica do VE e hipertensão pulmonar secundária.
B. carvedilol associado a diuréticos
INCORRETO : Vários estudos limitados demonstram benefícios em crianças com insuficiência cardíaca, utilizando principalmente o carvedilol associado a diuréticos, digoxina e IECA. Estes demonstraram melhora dos sintomas, da função ventricular e do tempo de indicação do transplante ou até mortalidade. A dose inicial de carvedilol é baixa (0,05 mg/kg/dose duas vezes ao dia), devendo ser aumentada a cada duas semanas para minimizar os efeitos colaterais. Em geral a dose é dobrada, podendo chegar à dose máxima oral de 0,4 mg/kg/dia, dividida em duas tomadas. Os efeitos colaterais incluem fadiga, hipotensão, bradicardia, broncoespasmo e hipoglicemia.
C. betabloqueadores
INCORRETO : Betabloqueadores neutralizam os efeitos adversos da ativação simpática crônica do miocárdio. Em adultos com insuficiência cardíaca eles melhoram a sobrevida, o remodelamento reverso do ventrículo esquerdo e diminuem a fibrose miocárdica.
D. bloqueadores de receptores da angiotensina
CORRETO : Em crianças com insuficiência cardíaca existem poucos trabalhos com o uso de BRA; deste modo, IECA é a classe preferida de droga para inibição do SRAA. BRA é usualmente reservado para pacientes incapazes de tolerar IECA devido à tosse ou ao angioedema.
E. metil-xantinas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (181325 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as diferenças fundamentais das vias aéreas da criança em relação com as vias aéreas do adulto (0,5 pontos)


RATING: 3.21

Enumeram as diferenças fundamentais das vias aéreas da criança em relação com as vias aéreas do adulto (0,5 pontos)

As diferenças fundamentais das vias aéreas da criança:
  1. Cavidade oral pequena (0,0625 p)
  2. Lingua grande em relação ao orofaringe (0,0625 p)
  3. A angulação da mandibula é maior (0,0625 p) (140° no lactente e 120° no adulto) (0,0625 p)
  4. A epiglote é deformada em 'U' muito mais que no adulto (0,0625 p)
  5. A laringe está em posição mais cefálica (glote em C3 em lactentes e C5 e C6 em adultos) (0,0625 p)
  6. O anel cricóide é a parte mais estreita das vias aéreas em crianças abaixo de 10 anos (0,0625 p)
  7. A traquéia é mais curta (em recém-nascidos, 4 a 5 cm e aos 18 meses, 7 a 8 cm) (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.21)

CASO CLINICO: (211273 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente masculino, 55 anos, obeso (IMC 34 kg/m²), com diabetes mellitus tipo 2 de diagnóstico recente e ganho ponderal de 10 kg nos últimos 6 meses. Procura o pronto-socorro com dor súbita, intensa e insuportável no flanco esquerdo, irradiada para região inguinal e genitália, acompanhada de náuseas, vômitos e hematúria macroscópica. Refere episódios semelhantes no passado, de resolução espontânea. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, com sensibilidade no ângulo costovertebral esquerdo. Urinálise: pH 5,0, hematúria (++), ausência de leucocitúria ou nitrito. Sem febre.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p) 
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada neste cenário?  (0,13 p) 
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p) 
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p) 



RATING: 3.1

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
  • A tríade clássica de dor intensa no flanco, irradiação para genitália e hematúria orienta para cólica renal por obstrução ureteral (0,04 p). 
  • A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral (0,04 p). 
  • Hematúria e lesões renais podem ocorrer mesmo na ausência de dor, reforçando a suspeita de urolitíase (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
  • Os cálculos de ácido úrico correspondem a ≈7 % de todos os cálculos urinários e apresentam fisiopatologia multifatorial, com predomínio de mecanismos idiopáticos (0,03 p). 
  • Há estreita associação epidemiológica com diabetes mellitus tipo 2, obesidade e ganho de peso corporal recente, situações em que ocorre incremento na produção endógena de ácido úrico (0,03 p). 
  • A principal alteração metabólica nos casos idiopáticos é a acidificação urinária (pH urinário baixo) decorrente da redução na excreção de amônia pela urina (0,04 p). 
  • Essa acidificação facilita a saturação cristalina de ácido úrico, mesmo sem hiperuricosúria acentuada ou distúrbios genéticos/dietéticos evidentes (0,03 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
  • A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
  • Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, superando todos os outros métodos de imagem (0,03 p). 
  • Detecta cálculos radiotransparentes (como os de ácido úrico) por seu alto coeficiente de atenuação e identifica sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral, estrias perirrenais) (0,03 p). 
  • Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % em pacientes com IMC < 30 kg/m², reduzindo radiação (0,03 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
  • O manejo terapêutico dos cálculos de ácido úrico idiopáticos envolve fundamentalmente ingestão hídrica elevada (cerca de 3 litros ao dia) (0,03 p). 
  • Restrição do consumo de proteínas e alcalinização da urina com agentes contendo potássio ou sódio (0,03 p). 
  • Os compostos à base de potássio oferecem vantagem adicional de reduzir a excreção urinária de cálcio, diminuindo risco de cálculos de oxalato de cálcio (0,03 p). 
  • Recomenda-se monitoramento do pH urinário após 3 meses, mantendo-o na faixa entre 6,1 e 6,7 para evitar precipitação de fosfato de cálcio (0,03 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.1)




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