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ATRESIA TRICUSPIDE (ÁREA DE PEDIATRIA)

Atresia tricúspide é uma cardiopatia congênita cianótica, decorrente da agenesia (ausência da conexão átrio ventricular direita) ou imperfuração da valva tricúspide, com conseqüência de comunicação direta entre átrio e ventrículo direitos.

A atresia tricúspide associada à atresia ou severa estenose pulmonar constitui uma malformação cardíaca grave, de tratamento cirúrgico, que cursa com cianose extrema no período neonatal conseqüente ao fechamento do canal arterial.

Então, como que o fluxo de sangue é possível?

A porção da via de entrada do ventrículo direito sempre está faltando nesses pacientes, mas a porção da via de saída tem tamanho variável.


OBJETIVA: (963553 votos)..........94.61% das questões objetivas receberam votos.
O fator prognóstico mais importante para indicar potencial risco de metástases em tumor carcinoide de apêndice cecal é:
A. tipo histológico
B. grau de infiltração local
C. idade
D. diâmetro do tumor
E. presença de invasão linfovascular

  RATING: 2.86

O fator prognóstico mais importante para indicar potencial risco de metástases em tumor carcinoide de apêndice cecal é:

A. tipo histológico
INCORRETO: Embora o tipo histológico seja relevante em tumores neuroendócrinos em geral (por exemplo, distinguindo bem diferenciados de mal diferenciados), nos carcinoides do apêndice cecal a maioria é bem diferenciada (grau 1 ou 2 pela classificação WHO), e o tipo histológico não é o fator mais preditivo de metástases. Estudos mostram que mesmo tumores atípicos ou com alto índice mitótico podem não metastatizar se pequenos, enquanto o tamanho supera o impacto histológico isolado. Assim, não é o mais importante.
B. grau de infiltração local
INCORRETO : O grau de infiltração (como invasão da muscularis propria ou mesoapêndice) está associado ao risco, mas é secundário ao tamanho. Em pesquisas, como as publicadas no Archives of Surgery, a profundidade de invasão correlaciona-se com metástases, porém não independe do diâmetro; tumores pequenos com infiltração local profunda raramente disseminam, enquanto o tamanho >2 cm eleva o risco independentemente. Portanto, não é o fator primordial.
C. idade
INCORRETO : A idade do paciente influencia a sobrevida geral (pacientes mais velhos têm pior prognóstico devido a comorbidades), mas não é o principal indicador de risco metastático específico para carcinoides apendiculares. Estudos de coortes, como os do SEER database, mostram que metástases ocorrem em todas as faixas etárias, mas o tamanho tumoral é o driver primário, não a idade. É um fator demográfico, não prognóstico central.
D. diâmetro do tumor
CORRETO : O diâmetro do tumor é o fator prognóstico mais importante porque tumores carcinoides do apêndice cecal menores que 1 cm raramente metastatizam (risco <2%), enquanto aqueles entre 1 - 2 cm apresentam risco baixo a moderado, e tumores maiores que 2 cm têm risco significativo de metástases (até 80-90% em alguns casos), frequentemente para linfonodos regionais, fígado ou peritônio. Isso é respaldado por diretrizes da North American Neuroendocrine Tumor Society (NANETS) e estudos como o de Moertel et al. (1987), que analisaram centenas de casos e concluíram que o tamanho é o preditor primário para invasão e disseminação, influenciando diretamente a escolha entre apendicectomia simples (para tumores < 2 cm) e hemicolectomia direita (para > 2 cm). Em análises multivariadas, o tamanho se destaca como independente, correlacionando-se com o potencial metastático devido à maior probabilidade de invasão mesoapendicular e vascular em lesões maiores.
E. presença de invasão linfovascular
INCORRETO : Esta é uma alternativa pertinente, pois a invasão linfovascular (LVI) é um marcador de agressividade em tumores gastrointestinais e está ligada a metástases nodais em análises multivariadas. No entanto, não é o mais importante para carcinoides do apêndice, onde o tamanho tumoral é o critério dominante para estratificação de risco; a LVI é mais um fator complementar, observado em tumores maiores, e não guia isoladamente o prognóstico como o diâmetro o faz.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (174206 votos) ..........99.37% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os seis tipos de complexidade de transporte dos pacientes pediatricos, explicando cada uma pela competência e finalidade. (0,5 pontos)


RATING: 3.09

Enumeram os seis tipos de complexidade de transporte dos pacientes pediatricos, explicando cada uma pela competência e finalidade. (0,5 pontos)

CLASSE A: (0,014 p) Ambulância de transporte (0,014 p) - veículo destinado ao transporte em decúbito honzontal (0,014 p) de pacientes que não apresentam risco de vida (0,014 p), para remoções simples (0,014 p) e de caráter eletivo (0,014 p).

CLASSE B (0,014 p): Ambulância de suporte básico (0,014 p) - É o veículo destinado ao transporte pré-hospitalar (0,014 p) de pacientes com risco de vida desconhecido (0,014 p) e ao transporte inter-hospitalar (0,014 p) - Contém apenas os equipamentos mínimos à manutenção da vida (0,014 p).

CLASSE C (0,014 p): Ambulância de resgate (0,014 p) - É o veículo de atendimento de emergências pré-hospitalares (0,014 p) de pacientes com risco de vida desconhecido (0,014 p). - Contém os equipamentos necessários à manutenção da vida. (0,014 p)

CLASSE D (0,014 p): ASA ou ambulância UTI móvel (0,014 p) - É o veículo destinado ao transporte de pacientes de alto risco (0,014 p) de emergências pré-hospitalares (0,014 p) e ao transporte inter-hospitalar (0,014 p) - Contém os equipamentos médicos necessários para essa função (0,014 p). - Quando em serviço, é obrigatória a presença do médico em seu interior (0,014 p).

CLASSE E (0,014 p): Aeronave de transporte médico (0,014 p) - É a aeronave de asa fixa ou rotativa (0,014 p) utilizada para o transporte de pacientes por via aérea (0,014 p). - É dotada de equipamentos médicos homologados pelos órgãos competentes (0,014 p).

CLASSE F (0,014 p): Nave de transporte médico (0,014 p) - É o veículo motorizado hidroviário (0,014 p) destinado ao transporte de pacientes por via marítima (0,005 p) ou fluvial (0,005 p). (0,014 p) - Deve conter os equipamentos médicos necessános (0,014 p) ao atendimento do paciente conforme sua gravidade. (0,014 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

CASO CLINICO: (202419 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Os pais trouxeram na UPA um bebe de 2 meses que estava dormindo no quarto porque acharam um morcego no mesmo ambiente que o bebe estava dormindo. Não se sabe se houve contato com esse morcego ou não. Não há nenhum tipo de sinais de arranhão, mordida ou picada. A criança está muito bem no momento. Os pais não conseguiram capturar o morcego.
1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?.................0,08 pontos
2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentam...........0,12 pontos
3) Qual é a conduta terapêutica e profilatica mais eficiente sugerida?.................0,15 pontos
4) Quais são as medidas complementares obrigatórias? .....................................0,15 pontos





RATING: 3

1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?

  • Exposição potencial/duvidosa ao vírus rábico por adentramento de morcego em ambiente de sono de lactente (categoria III ou equivalente em protocolo de risco). (0,04 p)
  • Acidente grave por morcego não capturado (não se pode realizar observação ou exame laboratorial do animal). (0,04 p)

2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentem.

  • Sim, é situação de risco elevado (evidência nível A – mortalidade da raiva humana ≈ 100% após início de sintomas). (0,03 p)
  • Razão epidemiológica: Mordidas de morcego são frequentemente imperceptíveis; lactentes não relatam contato; transmissão saliva-órgão neural é altamente eficiente. (0,03 p)
  • Razão de decisão clínica: Risco-benefício da profilaxia pós-exposição (PPE) é extremamente favorável (eficácia > 99% quando iniciada precocemente); não há “janela segura” de observação quando o animal não é capturado. (0,03 p)
  • Princípio MBE: Prevenção primária de doença letal em cenário de incerteza diagnóstica justifica intervenção imediata (regra “better safe than sorry” em raiva). (0,03 p)

3) Qual é a conduta terapêutica e profilática mais eficiente sugerida?

  • Conduta de escolha: Profilaxia pós-exposição (PPE) completa e imediata – soro anti-rábico humano (SAR) + vacina anti-rábica inativada. (0,05 p)
  • Dose de imunoglobulina: SAR 40 UI/kg (ou IGHR 20 UI/kg se disponível), com infiltração máxima possível no local de possível inoculação (mesmo sem lesão visível, infiltrar em região de maior probabilidade – ex.: face/cabeça) e o restante intramuscular em local distante. (0,05 p)
  • Esquema vacinal para lactente: Vacina anti-rábica intramuscular em vasto lateral da coxa – dias 0, 3, 7, 14 e 28 (esquema de 5 doses para imunocompetentes < 2 anos). (0,05 p)

4) Quais são as medidas complementares obrigatórias?

  • Notificação compulsória imediata ao serviço de vigilância epidemiológica (SINAN) – caso de exposição a morcego. (0,03 p)
  • Orientação aos pais: Monitoramento clínico rigoroso do lactente (sinais prodômicos de raiva) por 90 dias; retorno imediato à UPA se febre, irritabilidade, hidrofobia ou paresia.  (0,03 p)
  • Higienização rigorosa de todo o corpo do bebê com água e sabão (mesmo sem lesão aparente), higienização do ambiente: limpeza do quarto com água e sabão + desinfecção com hipoclorito (mesmo sem lesão no bebê).  (0,03 p)
  • Notificação imediata à Vigilância Epidemiológica municipal/estadual (formulário de atendimento antirrábico).  (0,03 p)
  • Monitorização clínica por 10-14 dias (qualquer alteração neurológica → hospital de referência).  (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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