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SAUDE DO TRABALHADOR (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

Todos os trabalhadores urbanos e rurais das cidades grandes e pequenas, do setor formal ou informal e até mesmo os desempregados deverão ter acesso universal e igualitário às ações e serviços de saúde do trabalhador. Este aspecto é de grande significado, pois, tradicionalmente, as ações do setor trabalho e da previdência social restringiam-se aos trabalhadores do setor formal, especialmente nos maiores centros urbanos.

O atendimento pelo setor saúde, para atingir a totalidade dos trabalhadores, em um país com as características do Brasil, deve estar pautado nas diretrizes definidas no Artigo 198 da Constituição Federal, que determina que as ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizando as ações de promoção, assistência e vigilância à saúde dos trabalhadores.


OBJETIVA: (949961 votos)..........93.97% das questões objetivas receberam votos.
Uma menina de 10 anos chega ao serviço de saúde com história de 8 pneumonias, todas com tratamento hospitalar; 2 episódios de derrame pleural com necessidade de dreno de tórax; e várias amigdalites e otites, com otorreia crônica. Nega outras infecções. Ao exame físico, observam-se peso e altura no percentil 25 para a idade, membranas timpânicas perfuradas bilateralmente; alguns roncos à ausculta ilta pulmonar; restante sem alterações. A investigação complementar inicial mostrou todas as sorologias negativas, inclusive HIV, hemograma com número normal de leucócitos, neutrófilos e linfócitos, 8% de eosinófilos, 230.000 plaquetas, dosagem de complemento normal, IgE = 1.197 (<90), IgA <6 (33 a 308), IgG = 240 (630 a 2.000) e IgM = 69,2 (24 a 276). Em vista disso, assinale a alternativa CORRETA quanto à 1ª hipótese diagnóstica a ser considerada:
A. imunodeficiência primária; agamaglobulinemia ligada ao X
B. imunodeficiência primária; imunodeficiência comum variável
C. imunodeficiência primária; deficiência seletiva de IgA
D. hipogamaglobulinemia transitória da infância associada à atopia
E. síndrome de Wiskott-Aldrich

  RATING: 3.31

Uma menina de 10 anos chega ao serviço de saúde com história de 8 pneumonias, todas com tratamento hospitalar; 2 episódios de derrame pleural com necessidade de dreno de tórax; e várias amigdalites e otites, com otorreia crônica. Nega outras infecções. Ao exame físico, observam-se peso e altura no percentil 25 para a idade, membranas timpânicas perfuradas bilateralmente; alguns roncos à ausculta ilta pulmonar; restante sem alterações. A investigação complementar inicial mostrou todas as sorologias negativas, inclusive HIV, hemograma com número normal de leucócitos, neutrófilos e linfócitos, 8% de eosinófilos, 230.000 plaquetas, dosagem de complemento normal, IgE = 1.197 (<90), IgA <6 (33 a 308), IgG = 240 (630 a 2.000) e IgM = 69,2 (24 a 276). Em vista disso, assinale a alternativa CORRETA quanto à 1ª hipótese diagnóstica a ser considerada:

A. imunodeficiência primária; agamaglobulinemia ligada ao X
INCORRETO: Agamaglobulinemia ligada ao X, normalmente, afeta meninos e apresenta ausência de gamaglobulinas.
B. imunodeficiência primária; imunodeficiência comum variável
CORRETO : Para analisar a situação, devemos observar os achados clínicos e laboratoriais:

História de infecções recorrentes: A criança apresenta infecções respiratórias de repetição (pneumonias, otites, amigdalites) e otorreia crônica, sugerindo problemas no sistema imunológico.
Achados laboratoriais:
Aumento significativo de IgE (1.197, normal <90).
IgA extremamente baixa (<6).
IgG muito abaixo do normal (240, normal 630 a 2.000).
Níveis de IgM na faixa normal.
Com base nesses dados, a melhor hipótese diagnóstica é uma imunodeficiência comum variável (CVID). Esta condição é caracterizada por baixos níveis de IgG, IgA e, ocasionalmente, IgM, combinados com um histórico de infecções recorrentes. O aumento de IgE é incomum, mas pode ocorrer em algumas variantes.
C. imunodeficiência primária; deficiência seletiva de IgA
INCORRETO : Na deficiência seletiva de IgA a criança tem também baixo IgG, o que exclui essa condição como primeira hipótese.
D. hipogamaglobulinemia transitória da infância associada à atopia
INCORRETO : Hipogamaglobulinemia transitória da infância associada à atopia melhora com a idade e não é provável em uma criança de 10 anos.
E. síndrome de Wiskott-Aldrich
INCORRETO : Síndrome de Wiskott-Aldrich apresenta trombocitopenia, eczema e infecções recorrentes. Não se encaixa no padrão laboratorial observado.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.31)

DISCURSIVA: (173237 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Como se estabelece o diagnóstico de sifilis congênita?


RATING: 3.48

Como se estabelece o diagnóstico de sifilis congênita?

Diagnóstico de sifilis congênita:
  1. Mulheres grávidas e lactentes devem ser rastreados para uma possível intecção com um leste não-treponêmico para Treponema palidum. Tais testes incluem o teste rápido em cartão para reaginas no plasma (RPR) e o teste da lâmina do Venereal Disease Reference Laboratory (VDRL). 0,2 p
  2. Se o sangue da mãe ou do lactente exibe um teste sorológico náo-treponêmico positivo, deve-se realizar um teste treponêmico especifico no sangue do lactente. Exemplos atualmente em uso incluem o teste de absorção de anticorpo de treponema fluorescente (FTA-ABS) e o teste de micro-hemaglutinação para T. pallidum (MTA-TP). 0,15 p
  3. A avaliação dos lactentes com suspeita de sífilis congênita deve também incluir um hemograma completo, uma análise completa do fluido cerebrospinal (inclusive um VDRL liquórico) e radiografias dos ossos longos (a menos que o diagnóstico tenha sido estabelecido por outra forma) 0,15 p

FONTE:

Richard A. Polin, Mark F. Ditmar - SEGREDOS EM PEDIATRIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.48)

CASO CLINICO: (200664 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Uma menina de 9 anos, que foi operada há 2 anos por problemas no coração, foi hospitalizada com dor no peito e palpitações. O exame mostrou um pulso acima de 200 batimentos por minuto, mas não havia sinais de insuficiência cardíaca. Ondas P anormais seguindo complexos QRS estavam presentes no ECG

(1) Quais são os principais critérios que diferenciam a arritmia apresentada da taquicardia sinusal? (0,14 pontos)

(2) Utilizar a manobra de pressão sobre o globo ocular é recomendada neste caso? (0,06 pontos)

(3) Qual é o principal medicamento eficaz neste caso? Quais são as doses recomendadas? (0,24 pontos)

(4) Essa arritmia está respondendo á cardioversão? Como você vai aplicar, se necessário? (0,06 pontos)

 




RATING: 3.07

(1) Quais são os principais critérios que diferenciam a arritmia apresentada da taquicardia sinusal?

 

Critério Taquicardia supraventricular Taquicardia sinusal
Frequência cardíaca (0,015 p) >220/minuto (0,01 p)  <180/minuto (0,01 p) 
Variabilidade da frequência cardíaca (0,015 p) Nenhuma variação marcada
(0,01 p)
Variação marcante presente
(0,01 p)
ECG de superfície  (0,015 p) Onda P ausente ou anormal se detectada (0,01 p) Onda P normal se detectada (0,01 p)
Causa identificável (0,015 p) Não é óbvio (0,01 p) Óbvio (por exemplo, sepse, febre) (0,01 p)

(2) Utilizar a manobra de pressão sobre o globo ocular é recomendada neste caso?

A pressão do globo ocular nunca deve ser usada (0,03 p) devido ao risco de lesão ocular. (0,03 p)

(3) Qual é o principal medicamento eficaz neste caso? Quais são as doses recomendadas?

A adenosina é o medicamento universal de escolha (0,03 p) em todos os pacientes com TVS. O ponto mais importante a ser lembrado é o modo de administração. A adenosina deve ser administrada como um bolus (0,03 p) em um bom acesso venoso (0,03 p) no membro superior, (0,03 p) usando uma conexão de três vias (0,03 p). A dose inicial é de 0,1 mg/kg (0,03 p) e doses repetidas de 0,2 mg/kg (0,03 p) com um máximo de 0,3 mg/kg.  (0,03 p)

(4) Essa arritmia está respondendo á cardioversão? Como você vai aplicar, se necessário?

Em pacientes gravemente doentes, o acesso intravenoso não é facilmente obtido e é preciso recorrer à cardioversão elétrica de corrente contínua (0,03 p). A dose recomendada de energia é de 0,5 J/kg a 2 J/kg. (0,03 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)




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