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DOENÇA TROFOBLASTICA GESTACIONAL (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A doença trofoblastica e uma maladia do ovo, caracterizada pela degenerescência cística das vilosidades coriais.
E uma das causas de hemorragia da primeira metade do gravidez, então vamos considerar como sintoma de referência a hemorragia.

CARATERES DA HEMORRAGIA:

Hemorragias espontâneas, caprichosas, sangue vermelho, mais ou menos estriado de coágulos, as vezes eliminam-se ate vesículas molares.

Tambem, o sangramento da mola hidatiforme não esta seguido de abortamento. Ficando tudo tempo abertas, as vesiculas da mola continuam sangrando, porque a eliminação não e total.

OBJETIVA: (1223832 votos)..........99.06% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 45 anos, feminina, é admitida no pronto-socorro com queixa de dor em região anorretal há três dias. A dor é constante e não é relacionada somente com a evacuação. Não apresenta sangramento anal associado ao quadro. Ao exame proctológico nota-se tumoração perianal com presença de sinais flogísticos locais e bastante doloroso ao toque. Com relação ao quadro clínico, assinale o diagnóstico mais provável e o mecanismo fisiopatológico que explica a gênese da doença em questão.
A. fissura anal aguda e sexo anal receptivo
B. abscesso perianal e infecção criptoglandular
C. sífilis anorretal e infecção pelo Treponema pallidum
D. hemorroida trombosada e constipação intestinal crônica
E. fístula anal e imunossupressão

  RATING: 3.33

Paciente de 45 anos, feminina, é admitida no pronto-socorro com queixa de dor em região anorretal há três dias. A dor é constante e não é relacionada somente com a evacuação. Não apresenta sangramento anal associado ao quadro. Ao exame proctológico nota-se tumoração perianal com presença de sinais flogísticos locais e bastante doloroso ao toque. Com relação ao quadro clínico, assinale o diagnóstico mais provável e o mecanismo fisiopatológico que explica a gênese da doença em questão.

A. fissura anal aguda e sexo anal receptivo
INCORRETO: A fissura anal aguda causa dor intensa predominantemente durante e imediatamente após a evacuação, em geral acompanhada de sangramento vivo ao final da defecação. A dor não é constante ao longo do dia e não produz tumoração perianal com sinais flogísticos difusos; o achado típico é uma solução de continuidade linear na anoderma, eventualmente com plicoma sentinela. Sexo anal receptivo não é o mecanismo fisiopatológico habitual da fissura e não foi referido na história.
B. abscesso perianal e infecção criptoglandular
CORRETO : O quadro descreve com precisão um abscesso perianal agudo. A dor constante (não apenas defecatória), o início recente de três dias, a presença de tumoração perianal com sinais flogísticos evidentes (rubor, tumor, calor e dor intensa à palpação) são característicos de coleção purulenta superficial no espaço perianal. O mecanismo fisiopatológico central é a infecção criptoglandular: as glândulas anais localizadas na linha pectínea sofrem obstrução de seus ductos por material fecal ou edema, permitindo proliferação bacteriana polimicrobiana (predominantemente gram-negativos entéricos e anaeróbios). Isso leva à formação de pus, acúmulo no espaço perianal e ao quadro inflamatório agudo observado ao exame.
C. sífilis anorretal e infecção pelo Treponema pallidum
INCORRETO : A sífilis anorretal primária manifesta-se habitualmente por cancro duro, indolor ou pouco doloroso, com bordas elevadas e base limpa, sem tumoração inflamatória aguda com flogose intensa. O Treponema pallidum não produz abscesso criptoglandular; o quadro de três dias de dor constante e massa perianal dolorosa não corresponde à evolução de lesão sifilítica.
D. hemorroida trombosada e constipação intestinal crônica
INCORRETO : A hemorroida externa trombosada causa dor súbita e tumoração localizada, geralmente azulada ou arroxeada, mas sem sinais flogísticos extensos de celulite perianal. A constipação intestinal crônica não foi mencionada e não explica a presença de inflamação aguda difusa ao redor da lesão. O exame típico revela o coxim hemorroidário trombosado, não uma tumoração perianal com flogose.
E. fístula anal e imunossupressão
INCORRETO : A fístula anal é uma condição crônica, caracterizada por trajeto persistente com drenagem intermitente ou orifício cutâneo secundário, não por quadro agudo de três dias com dor constante e tumoração inflamatória única. Imunossupressão não foi referida na história e não é requisito para o desenvolvimento de abscesso perianal criptoglandular em pacientes imunocompetentes.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.33)

DISCURSIVA: (188405 votos) ..........98.88% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os principios basicos de tratamento do choque cardiogênico pediatrico na emergência.


RATING: 2.93

Enumeram os principios basicos de tratamento do choque cardiogênico pediatrico na emergência.

  1. Suporte hemodinâmico (0,01 p)
    1. Pressão arterial normal (0,020 p)
      • Milrinona 0,1-1 mcg/kg/min (0,025 p)
      • Dobutamina 5-15 mcg/kg/min (0,025 p)
      • Levosimendana 0,1 -0,2 mcg/kg/min (0,025 p)
    2. Pressão arterial baixa (0,020 p)
      • Dopamina 5-10 mcg/kg/min (0,025 p)
      • Epinefrina 0,01-0,3 mcg/kg/min (0,025 p)
      • Norepinefrina 0,01-0,2 mcg/kg/min (0,025 p)
  2. Medidas que visam minimizar as demandas de oxigênio (0,025 p)
  3. Suporte ventilatório precoce (0,025 p)
  4. Uso de sedativos e analgésicos (0,025 p)
  5. Manutenção da temperatura corpórea normal (0,025 p)
  6. Manter a homeostase metabólica (0,025 p)
      • o pH, (0,025 p)
      • glicose, (0,025 p)
      • cálcio (0,025 p)
      • magnésio (0,025 p)
  7. Corrigir anemia (0,025 p)
  8. Tratar arritmias (0,025 p)
  9. Uso de diurético - Indicado em pacientes com edema pulmonar ou congestão venosa sistêmica (furosemida 1 mg/kg), mas deve ser administrado apenas após a restauração da perfusão sistêmica e a normalização da pressão arterial. (0,025 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (220644 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo feminino, 42 anos, previamente hígida, procura atendimento por quadro progressivo de 8 meses de evolução caracterizado por amenorreia secundária, hirsutismo de padrão androgênico (face, tórax e abdome), acne severa, clitoromegalia, ganho ponderal de 12 kg, fraqueza muscular proximal, hipertensão arterial de difícil controle (PA 168/104 mmHg) e dor em flanco direito.
Ao exame físico evidencia-se fácies cushingoide, giba dorsal, estrias violáceas abdominais largas, atrofia muscular proximal e massa abdominal palpável em hipocôndrio/flanco direito de consistência firme.
Exames laboratoriais revelam: cortisol sérico basal elevado (28 µg/dL) sem supressão no teste com 1 mg de dexametasona; ACTH plasmático indetectável; testosterona total 285 ng/dL; DHEAS 1.850 µg/dL; potássio 2,9 mEq/L; glicemia de jejum 148 mg/dL.
Tomografia computadorizada de abdome demonstra massa adrenal direita de 11,8 cm, heterogênea, com áreas de necrose, calcificações grosseiras, densidade elevada e realce heterogêneo, além de trombo tumoral em veia cava inferior.

Questões:

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,15 pontos)
II. Qual a possível causa etiológica da doença diagnosticada? (0,10 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmação do diagnóstico? (0,13 pontos)
IV. Qual o principal diagnóstico diferencial? (0,05 pontos)
V. Qual é o tratamento de escolha desta doença?  (0,07 pontos)





RATING: 2.96

I. Suspeita diagnóstica
Carcinoma adrenocortical secretor misto (cortisol + andrógenos). (0,08 p)
Quadro clínico de síndrome de Cushing ACTH-independente associado a virilização franca e massa adrenal > 6 cm com características de agressividade (necrose, calcificações, invasão vascular). (0,07 p)
II. Possível causa da doença
Na grande maioria dos casos a etiologia é esporádica (mutações somáticas em genes como TP53, CTNNB1, IGF2). (0,06 p)
Pode associar-se a síndromes genéticas hereditárias (Li-Fraumeni, Beckwith-Wiedemann, MEN1, FAP). (0,04 p)
III. Melhor modalidade de confirmação diagnóstica
Confirmação histopatológica definitiva após ressecção cirúrgica (adrenalectomia), com avaliação dos critérios de Weiss (≥ 3 critérios). (0,08 p)
A imagem (TC/RM) e o perfil hormonal são altamente sugestivos, porém o diagnóstico de certeza é anatomopatológico. (0,05 p)
IV. Principal diagnóstico diferencial e tratamento
Principal diagnóstico diferencial: adenoma cortical funcionante (ou, menos frequentemente, feocromocitoma e metástase adrenal). (0,05 p)
V. Tratamento de escolha:
Ressecção cirúrgica completa (adrenalectomia aberta ou laparoscópica em casos selecionados) + mitotano adjuvante nos estádios I–III de alto risco e quimioterapia (EDP-M) nos casos avançados/metastáticos. (0,07 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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