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INSUFICIÊNCIA VALVULAR PULMONAR E AUSÊNCIA CONGÊNITA DA VÁLVULA PULMONAR (CARDIOPATIAS CONGÊNITAS REGURGITANTES ACIANOTICAS) (ÁREA DE PEDIATRIA)

Trata-se, grosso modo, de incompetência de válvula pulmonar.

Isolado, é um defeito muito raro (esses pacientes geralmente são assintomáticos, pois a insuficiência quase sempre é leve). A insuficiência valvar pulmonar isolada geralmente é bem tolerada e não precisa de tratamento cirúrgico.

Acompanhando, sim, pode ser encontrada junto com outras doenças cardiovasculares ou pode ser secundária a uma hipertensão pulmonar grave.


OBJETIVA: (1435437 votos)..........96.4% das questões objetivas receberam votos.
Para a prevenção da deficiência de vitamina D, o banho de sol é uma recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria. Sua orientação segue as seguintes regras:
A. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, com protetor solar fator 20, a partir do 1° mês de vida, sendo suficiente a cota semanal de 20 minutos, com a criança usando apenas fraldas (3 a 5 minutos ao dia, 3 vezes por semana), ou de 2 horas por semana (17 minutos ao dia), expondo apenas a face e as mãos da criança
B. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, a partir da 1ª semana de vida, sendo suficiente a cota semanal de 15 minutos, com a criança usando apenas fraldas (5 minutos ao dia, 3 vezes por semana), ou de 1 hora por semana (9 a 10 minutos ao dia), expondo apenas a face e as mãos da criança
C. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, a partir da 4ª semana de vida, sendo suficiente a cota semanal de 60 minutos, com a criança usando apenas fraldas (6 a 8 minutos ao dia, 5 a 6 vezes por semana), ou de 2 horas por semana (17 minutos ao dia), expondo apenas a face e as mãos da criança
D. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, a partir da 2ª semana de vida, sendo suficiente a cota semanal de 30 minutos, com a criança usando apenas fraldas (6 a 8 minutos ao dia, 3 vezes por semana), ou de 2 horas por semana (17 minutos ao dia), expondo apenas a face e as mãos da criança
E. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, com protetor solar fator 8, a partir da 2ª semana de vida, sendo suficiente a cota semanal de 40 minutos com a criança usando apenas fraldas (6 a 8 minutos ao dia, 5 vezes por semana), ou de 2 a 3 horas por semana (17 a 20 minutos ao dia), expondo apenas a face, braços, e pernas da criança

  RATING: 2.98

Para a prevenção da deficiência de vitamina D, o banho de sol é uma recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria. Sua orientação segue as seguintes regras:

A. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, com protetor solar fator 20, a partir do 1° mês de vida, sendo suficiente a cota semanal de 20 minutos, com a criança usando apenas fraldas (3 a 5 minutos ao dia, 3 vezes por semana), ou de 2 horas por semana (17 minutos ao dia), expondo apenas a face e as mãos da criança
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, a partir da 1ª semana de vida, sendo suficiente a cota semanal de 15 minutos, com a criança usando apenas fraldas (5 minutos ao dia, 3 vezes por semana), ou de 1 hora por semana (9 a 10 minutos ao dia), expondo apenas a face e as mãos da criança
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, a partir da 4ª semana de vida, sendo suficiente a cota semanal de 60 minutos, com a criança usando apenas fraldas (6 a 8 minutos ao dia, 5 a 6 vezes por semana), ou de 2 horas por semana (17 minutos ao dia), expondo apenas a face e as mãos da criança
CORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, a partir da 2ª semana de vida, sendo suficiente a cota semanal de 30 minutos, com a criança usando apenas fraldas (6 a 8 minutos ao dia, 3 vezes por semana), ou de 2 horas por semana (17 minutos ao dia), expondo apenas a face e as mãos da criança
INCORRETO : A vitamina D (ou calciferol) é uma vitamina que promove a absorção de cálcio (após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes. Atua também, como recentemente descoberto, no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas. É uma vitamina lipossolúvel obtida a partir do colesterol como precursor metabólico por meio da luz do sol e de fontes dietéticas. A exposição ao sol desencadeia a produção de vitamina D na pele. Desta forma, compreende-se a necessidade de expor o recém-nascido e a criança pequena ao sol, periodicamente, para permitir que a síntese de vitamina D seja adequada e em quantidade suficiente. A Sociedade Brasileira de Pediatria preconiza que a exposição ao sol se inicie após a 2ª semana de vida, que a criança fique apenas de fraldas diretamente no sol, sem a interposição de vidros, com duração semanal de 30 minutos distribuídos da maneira que for melhor para a família de forma a garantir o sucesso da conduta. Não se deve esquecer de orientar que seja o sol do início da manhã ou do final da tarde e que os olhos do bebê sejam sempre protegidos. Assim, garante-se a nutrição adequada da criança prevenindo, entre outras situações, o raquitismo. Não há qualquer indicação do uso de filtros solares. O tempo de exposição ao sol e o horário não exigem essa medida. Além disso, há a necessidade que os raios do sol estimulem a pele do bebê diretamente. Não há também a necessidade de esperar até que o recém-nascido complete 1 mês de vida. Não há necessidade de expor um recém-nascido de 1 semana de vida ao sol e o tempo de 15 minutos por semana é pouco para as necessidades do bebê. Não há indicação de tempo mínimo de 60 minutos por semana, 30 minutos são suficientes.
E. recomenda-se a exposição direta da pele à luz solar, com protetor solar fator 8, a partir da 2ª semana de vida, sendo suficiente a cota semanal de 40 minutos com a criança usando apenas fraldas (6 a 8 minutos ao dia, 5 vezes por semana), ou de 2 a 3 horas por semana (17 a 20 minutos ao dia), expondo apenas a face, braços, e pernas da criança
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (200621 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A) Enumeram as intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio, conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (0,3 pontos).
B) Definem clampeamento precoce de cordão (0,05 pontos)
C) Quais são as 3 perguntas iniciais que definem a necessidade de reanimação dum recém nascido? (0,15 pontos)


RATING: 2.99

A) Enumeram as intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio, conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (0,3 pontos).
B) Definem clampeamento precoce de cordão (0,05 pontos)
C) Quais são as 3 perguntas iniciais que definem a necessidade de reanimação dum recém nascido? (0,15 pontos)

A) Enumeram as intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio, conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria.

As intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio incluem:

  • Medidas de prevenção primária, com melhora da saúde materna, reconhecimento de situações de risco no pré-natal, disponibilização de recursos humanos capacitados para atender ao parto e reconhecer complicações obstétricas, entre outras; (0,1 p)
  • Tratamento do evento, que consiste na reanimação neonatal imediata; (0,1 p)
  • Tratamento das complicações do processo asfíxico, compreendendo o reconhecimento da asfixia e suas complicações, com terapia dirigida à insuficiência de múltiplos órgãos. (0,1 p)

B) Definem clampeamento precoce de cordão.

Os estudos definem clampeamento precoce de cordão como aquele feito até 60 segundos após a extração completa do concepto.(0,05 p).

C) Quais são as 3 perguntas iniciais que definem a necessidade de reanimação dum recém nascido?

Diante da resposta “não” a pelo menos uma das três perguntas iniciais: gestação a termo,(0,05 p) choro presente (0,05 p) e tônus muscular em flexão (0,05 p), será necessário conduzir o RN à mesa de reanimação.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

CASO CLINICO: (232851 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 52 anos, agricultor da região litorânea de Santa Catarina (área de suficiência iódica), tabagista de longa data, com história familiar positiva para bócio na mãe e em uma irmã.
Há aproximadamente 8 anos notou aumento discreto e bilateral do volume cervical anterior, inicialmente assintomático. Nos últimos 6 meses evoluiu com rouquidão progressiva, disfagia a líquidos e sensação de compressão noturna, sem perda ponderal, intolerância térmica, tremores ou palpitações.
Ao exame físico: tireoide visivelmente aumentada, multinodular, com nódulo dominante no lobo esquerdo de consistência firme, deslocando a traqueia para a direita, sem frêmito, sopro ou linfonodomegalias. Voz rouca, sem estridor.
TSH 2,1 mUI/L (VR 0,4–4,0), T4 livre 1,2 ng/dL, anticorpos anti-TPO e anti-Tg negativos. Tomografia de pescoço e tórax: glândula de volume estimado 95 mL, múltiplos nódulos bilaterais, extensão substernal esquerda com compressão traqueal e do nervo laríngeo recorrente ipsilateral.

Questões

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,12 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,08 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,11 pontos)
IV. Qual o principal diagnóstico diferencial? (0,07 pontos)
V. Qual o tratamento da moléstia? (0,12 pontos)



RATING: 3.11

(I) Suspeita diagnóstica


A principal suspeita diagnóstica é
bócio multinodular atóxico com extensão substernal e compressão do nervo laríngeo recorrente. (0,06 p)
A eutiroidia laboratorial, a ausência de autoanticorpos e o caráter crônico multinodular confirmam a forma atóxica. (0,04 p)
A rouquidão e o deslocamento traqueal indicam comprometimento local compressivo. (0,02 p)


(II) Possível causa


A causa mais provável é a
predisposição genética familiar associada a fatores de crescimento tireoidiano locais, mesmo em área de suficiência iódica. (0,05 p)
O tabagismo e a idade contribuem para a progressão nodular e a extensão mediastinal. (0,03 p)


(III) Melhor modalidade de confirmação diagnóstica


A
tomografia computadorizada de pescoço e tórax é a melhor modalidade para confirmar a extensão substernal e o grau de compressão traqueal/nervosa. (0,06 p)
Ela complementa a ultrassonografia ao mapear a relação com estruturas mediastinais. (0,03 p)
A cintilografia não acrescenta informação útil na eutiroidia. (0,02 p)


(IV) Principal diagnóstico diferencial


O principal diagnóstico diferencial é o
carcinoma tireoidiano multicêntrico com invasão do nervo laríngeo recorrente. (0,05 p)
A longa evolução, a eutiroidia e a ausência de linfonodos patológicos tornam menos provável a tireoidite de Hashimoto nodular. (0,02 p)


(V) Tratamento da moléstia


O tratamento de escolha é a
tireoidectomia total com exploração mediastinal, indicada pela compressão nervosa e substernal. (0,06 p)
A cirurgia visa descomprimir o nervo laríngeo recorrente e a traqueia. (0,04 p)
Reposição com levotiroxina no pós-operatório é obrigatória. (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.11)




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