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HIPERTENSÃO PORTAL E CONSEQUÊNCIAS (ÁREA DE CIRURGIA)

O volume do fluxo venoso porta é indiretamente regulado pela vasoconstrição e vasodilatação do leito arterial esplâncnico. Em contraste, as arteríolas hepáticas respondem às catecolaminas circulantes e estimulação nervosa simpática; portanto, o fluxo arterial hepático é diretamente regulado.

Contudo, mesmo influências vasoconstritoras intensas podem ser superadas por uma resposta arterial hepática auto-reguladora, o que mantém um fluxo sanguíneo hepático total próximo ao normal, tanto quanto possível, quando a perfusão porta é diminuída em pacientes com choque ou mesmo com derivações portossistêmicas criadas cirurgicamente, ou induzidas por doença.

Muitos hormônios esplâcnicos são importantes reguladores do metabolismo hepático.

OBJETIVA: (1416356 votos)..........96.18% das questões objetivas receberam votos.
São lesões secundarias as seguintes, EXCETO:
A. escamas
B. abscesso
C. crosta
D. placa
E. erosão

  RATING: 3.13

São lesões secundarias as seguintes, EXCETO:

A. escamas
CORRETO: São células corneificadas situadas na superfície cutânea ou desprendidas desta. São chamadas de lamelares quando seu aspecto é laminado; de furfuráceas ou pitiriásicas, quando a descamação é fina ou pulverulenta.
B. abscesso
INCORRETO : Abscesso forma uma coleção purulenta na derme, na hipoderme ou nos subcutâneos.
C. crosta
CORRETO : Crostas são resultado do ressecamento de sangue, soro ou exsudado purulento sobre a superfície de lesão cutânea.
D. placa
CORRETO : Placa é elevação sólida acima da superfície cutânea, normalmente formada pelo acúmulo de pápulas.
E. erosão
CORRETO : Erosão é a perda superficial da epiderme sem atingir a derme.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

DISCURSIVA: (197984 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
  • Cite 5 características clinicas e/ou laboratoriais relevantes do tumor de Wilms. (0,5 pontos)


  • RATING: 2.8

  • Cite 5 características clinicas e/ou laboratoriais relevantes do tumor de Wilms. (0,5 pontos)
    1. Massa abdominal palpável, firme, lisa e indolor (0,16 p), em geral unilateral e descoberta pelos pais (banho, troca de roupa) ou no exame pediátrico de rotina; a criança costuma parecer hígida e a massa não costuma cruzar a linha média (diferente do neuroblastoma).
    2. Predomínio etário pré-escolar, com a maioria dos casos antes dos 5 anos (0,10 p) (pico aproximado entre 2 e 4 anos; formas bilaterais e sindrômicas tendem a aparecer ainda mais cedo).
    3. Hematúria (0,08 p), microscópica ou macroscópica (cerca de 20–25% dos casos), refletindo invasão da via coletora; o exame de urina é, portanto, parte obrigatória da avaliação inicial.
    4. Hipertensão arterial (0,08 p) (cerca de 20–25%), de gravidade variável, ligada à compressão do hilo renal e/ou à produção tumoral de renina; medir a pressão é tão essencial quanto palpar o abdome.
    5. Anemia no hemograma (0,08 p) (por hemorragia intra-tumoral ou doença crônica) e ausência de marcador sérico específico; a função renal em geral está preservada no tumor unilateral, e as catecolaminas urinárias são pedidas para afastar neuroblastoma, não para confirmar Wilms. Pode haver ainda doença de von Willebrand adquirida (~8–10%), motivo para pedir coagulação.


    FONTE:

    PLATAFORMA MISODOR -  NEOPLASIAS DO RIM

    AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.8)

    CASO CLINICO: (230150 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
    Homem de 31 anos com antecedente de ser infectado pelo HlV chegou a fazer tratamento anti-retroviral, que descontinuou por estar assintomático há cerca de 1 ano. sem seguimento ambulatorial, veio ao pronto-socorro com história de 3 semanas de tosse seca e dispneia progressiva, apresentando febre nos últimos 4 dias de até 38,5 graus.
    Interrogatório sobre os demais aparelhos: Refere estar apresentando perda de peso (5 Kg nos últimos 6 meses) e abatimento progressivo, desânimo, insônia e cansaço intenso.
    Exame Físico: BEG (descorado+/++++, hidratado, anictérico, acianótico), PA:128/84 mmHg, FC:90 b.p.m, FR:29 i.r.m., Saturação O ao ar ambiente visto por oximetria: 93%, Ap. Resp.: MV+.sem RA; CV: 2BRNF, sem sopros Abdome plano, flácido, RHA+, sem visceromegalias e massas palpáveis MMII: Pulsos positivos, sem edema de extremidades.
    Foi realizada uma radiografia de Tórax, que você pode ver á seguir:

    1) Quais são as duas hipóteses diagnósticas acíma? - 0,25 pontos
    2) Qual é o exame que poderia CONFIRMAR o diagnóstico deste paciente?- 0,125 pontos
    3) Qual é o tratamento de primeira linha deste paciente se o exame da questão 2 confirma o diagnóstico?- 0,125 pontos


    RATING: 2.99

    1) Quais são as duas hipóteses diagnósticas acima?
    Pneumonia Pneumocócica (0.125 p) e Pneumocistose (0.125 p).
    Discussão: Paciente HIV+ apresentando quadro respiratório de 3 semanas de duração.apresentando certo desconforto respiratório evidenciado por freqüência respiratória de 29 i.r.m sugerindo quadro pulmonar infeccioso. As duas condições pulmonares mais freqüentes nestes pacientes, sâo a pneumonia pneumocócica que ocorre com 5 vezes maior freqüência nestes pacientes e é associado com bacteremia em número muito grande de casos.sendo a mais freqüente etiologia de quadros pulmonares em pacientes HIV positivos.
    A Pneumocistose é o quadro pulmonar mais freqüente em pacientes HIV com CD4 menor 200/ul evoluindo com sintomas inespecíficos e progressivos podendo apresentar hipoxemia importante associado.
    O quadro clinico de mais de 3 semanas de apresentação com radiografia de tórax apresentando aparentemente um infiltrado intersticial difuso sugere o diagnóstico de Pneumocistose.
    2) Qual é o exame que poderia CONFIRMAR o diagnóstico deste paciente?
    Lavado bronco-alveolar. (0.125 p)
    Discussão: A pesquisa de pneumocystis no escarro pode realizar o diagnóstico em cerca de 50-80% dos casos.em casos negativos pode-se realizar o lavado bronco alveolar que faz o diagnóstico em mais de 95% dos casos. O lavado bronco alveolar serve também para o diagnóstico de outros quadros infecciosos pulmonares, assim como de outras condições não infecciosas como hemorragia alveolar apresenta alta sensibilidade para diagnóstico de pneumonia sendo quase excludente de etiologia infecciosa em quadros pulmonares quando as pesquisas são negativas. 3) Qual é o tratamento de primeira linha deste paciente se o exame da questão 2 confirmar o diagnóstico?
    Tratamento da pneumocystose com sulfametoxazol-trimetoprim sendo que este paciente apresentas indicação do uso de corticoides. (0.125 p)
    Discussão: O paciente apresenta pneumocistose sendo a droga de primeira escolha para o tratamento o sulfametoxazol-trimetoprim(15-20 mg/Kg ao dia divididos em 3-4 doses) por 21 dias.
    No início do tratamento pode piorar o quadro respiratório devido ao processo inflamatório causado pelo tratamento da pneumocistose, sendo indicado corticoterapia.para diminuir este processo inflamatório.

    AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.99)

    


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