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A DECLARAÇÃO DE ÓBITO (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

O que é a Declaração de Óbito

A Declaração de Óbito é o documento-base do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS). É composta de três vias auto-copiativas, prénumeradas seqüencialmente, fornecida pelo Ministério da Saúde e distribuída pelas Secretarias Estaduais e Municipais de saúde conforme fluxo padronizado para todo o País.

Para que servem os dados de óbitos:

Além da sua função legal, os dados de óbitos são utilizados para conhecer a situação de saúde da população e gerar ações visando à sua melhoria. Para tanto, devem ser fidedignos e refletir a realidade. As estatísticas de mortalidade são produzidas com base na Declaração de Óbito emitida pelo médico.

O papel do médico

A emissão da Declaração de Óbito é ato médico, segundo a legislação do País. Portanto, ocorrida uma morte, o médico tem obrigação legal de constatar e atestar o óbito, usando para isto o formulário oficial "Declaração de Óbito", acima mencionado.


OBJETIVA: (1111492 votos)..........99.46% das questões objetivas receberam votos.
Escolar de dez anos, com diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda, apresenta sufusões hemorrágicas e hepatoesplenomegalia. Os exames laboratoriais apresentam hemograma = 110.000 leucócitos/mm3 e predomínio de blastos; hemoglobina = 7g/dl; plaquetas = 20.000/mm3.
Após iniciada quimioterapia, as alterações esperadas para esse paciente são:
A. hipercalcemia, hipofosfatemia, hiperuricemia
B. hipercalemia, hiperfosfatemia, hiperuricemia
C. hipernatremia, hipercalemia, hiperfosfatemia
D. hipernatremia, hipercalcemia, hiperuricemia
E. hipocalemia, acidose, hipercalcemia e altos níveis de bilirrubina indireta

  RATING: 3.04

Escolar de dez anos, com diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda, apresenta sufusões hemorrágicas e hepatoesplenomegalia. Os exames laboratoriais apresentam hemograma = 110.000 leucócitos/mm3 e predomínio de blastos; hemoglobina = 7g/dl; plaquetas = 20.000/mm3.
Após iniciada quimioterapia, as alterações esperadas para esse paciente são:

A. hipercalcemia, hipofosfatemia, hiperuricemia
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. hipercalemia, hiperfosfatemia, hiperuricemia
CORRETO : Trata-se de um caso da Síndrome da Lise Tumoral que cursa com hipercalemia, hiperfosfatemia e hiperuricemia, que ocorre após o uso de quimioterapia em doenças com grande lise celular.
C. hipernatremia, hipercalemia, hiperfosfatemia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. hipernatremia, hipercalcemia, hiperuricemia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. hipocalemia, acidose, hipercalcemia e altos níveis de bilirrubina indireta
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

DISCURSIVA: (180930 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)


RATING: 2.96

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto?
• Recém-nascidos portadores de anomalias congênitas da boca, lábios, língua, palato ou pescoço, (0,04 p) nos quais o ajuste adequado entre face e máscara é difícil e a visualização da laringe com o laringoscópio é complicada ou não é factível. (0,04 p)
• Recém-nascidos com mandíbula pequena ou língua volumosa, em que a ventilação com máscara e a intubação traqueal não foram bem-sucedidas. Exemplos comuns incluem os pacientes portadores da Sequência de Robin e de Trissomia 21. (0,07 p)
• Quando a ventilação com pressão positiva fornecida por máscara facial é inefetiva e as tentativas de intubação não foram bem-sucedidas ou a intubação não é factível. (0,07 p)

(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal?
As máscaras laríngeas têm várias limitações a serem consideradas durante a reanimação neonatal.
• Não servem para aspirar secreções das vias aéreas (0,07 p).
• Se há necessidade de pressões elevadas durante a ventilação, a mistura gasosa pode escapar través do selo entre faringe e máscara, resultando em pressão insuficiente para inflar os pulmões. (0,07 p)
• Não são seguras para administrar medicação endotraqueal (podem extravasar da máscara e se direcionarem ao esôfago) (0,07 p)
• As máscaras laríngeas não podem ser usadas em recém-nascidos muito pequenos. (0,07 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (210853 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
MFA, primigesta e adolescente, realizou seis consultas de pré-natal e foi diagnosticada Hepatite B crônica ativa. Hoje, ela iniciou trabalho de parto com 39 semanas de idade gestacional.
Seu filho nasce de parto normal, com Apgar 9/9, exame físico sem alterações e com peso de nascimento de 2.980 gramas.
Com o objetivo de prevenir a transmissão da hepatite, cite 2 condutas com o recém-nascido no momento do parto e 2 condutas nas primeiras 12h de vida.


RATING: 3.06

Respostas relacionadas ao momento do parto:
Clampeamento imediato do cordão; (0,1 p)
Evitar aspiração de vias aéreas superiores, se possível; (0,1 p)
Banho no RN logo após o nascimento, assim que possível. (0,1 p)

Respostas relacionadas às primeiras 12 horas pós-parto:
Vacinar o RN com a vacina de Hepatite B nas primeiras 12 horas de vida (0,1 p)
Aplicar a imunoglobulina específica para Hepatite B, também nas primeiras 12 horas de vida, de preferência simultaneamente com a vacina (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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