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SÍNDROMES CORONARIANAS CRÔNICAS ( ANGOR PECTORIS ) (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Angor pectoris foi descrita pela primeira vez em 1772 por Herberden e a maior causa desta doença crônica é a aterosclerose, especialmente após a revolução industrial.

Geralmente acontece assim: 2/3 dos pacientes cardiopatas que evolui com infarto com onda Q positiva sobrevivem, e vários passam a ler sintomas ao longo da vida. decorrentes da doença coronária, agora crônica.

Definições: comprometimento da circulação coronária com alterações da luz das artérias, podendo levar a alterações no fluxo sangüíneo coronário

OBJETIVA: (1008161 votos)..........96.68% das questões objetivas receberam votos.
Paciente é atendido em parada cardiorrespiratória sem pulso. O eletrocardiograma mostra taquicardia sinusal. Dentre as causas de tal situação estão:
A. pneumotórax hipertensivo, hipercalemia e hipovolemia.
B. hipercalcemia, hipertermia e hipovolemia.
C. tromboembolismo pulmonar, hiponatremia e hipocalemia.
D. hipotermia, hipercalcemia e hipóxia.
E. hipóxia, hipernatremia e tamponamento cardíaco.

  RATING: 2.95

Paciente é atendido em parada cardiorrespiratória sem pulso. O eletrocardiograma mostra taquicardia sinusal. Dentre as causas de tal situação estão:

A. pneumotórax hipertensivo, hipercalemia e hipovolemia.
CORRETO: Atividade Elétrica sem Pulso: Nesse ritmo existe a presença de atividade elétrica no músculo cardíaco porém os batimentos não são eficazes e não há circulação sangüínea. A atividade elétrica sem pulso é caracterizada pela ausência de pulso detectável na presença de algum tipo de atividade elétrica, com exclusão da taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular. Ao monitor aparecem evidências de atividade elétrica organizada, porém o músculo cardíaco está muito fraco ou muito mal perfundido para responder ao estímulo elétrico. O prognóstico dos pacientes com Dissociação eletromecância é reservado, e a causa determinante deve ser verificada e corrigida. Dentre as principais causas destacam-se: Hipoxemia, hipercalemia, acidose severa, tamponamento cardíaco, pneumotórax hipertensivo, hipovolemia, vagotomia, embolia pulmonar.
B. hipercalcemia, hipertermia e hipovolemia.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. tromboembolismo pulmonar, hiponatremia e hipocalemia.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. hipotermia, hipercalcemia e hipóxia.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. hipóxia, hipernatremia e tamponamento cardíaco.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

DISCURSIVA: (176667 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um


RATING: 2.98

As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um

Tipos de fissuras esternais:

ECTOPIA CORDIS CERVICAL

Os defeitos esternais superiores (ectopia corais cervical) estão associados a um defeito amplo que se estende até a quarta cartilagem costal em uma aparência em U ou em V. O reparo envolve a união das bandas esternais na linha média após a realização de condrotomias oblíquas para proporcionar uma cobertura protetora ao coração e aos grandes vasos.

Em casos graves, é necessária a reconstrução do defeito com material prostético (p. ex., tela de Marlex) para evitar uma compressão excessiva do coração, o que levaria a uma bradi-cardia, ou hipotensão. (0,2 p)

ECTOPIA CORDIS TORÁCICA 

As fissuras completas (ectopia corais torácica) são mais extensas e frequentemente associadas a um defeito diafragmático anterior em forma crescêntica e diásta-se dos retos, o que resulta em uma comunicação livre entre as cavidades peritoneais e pericárdicas. (0,1 p)

ECTOPIA CORDIS TORACOABDOMINAL 

As fissuras esternais distais (ectopia corais toracoabdominal) são os defeitos mais extensos e estão associados à pentalogia de Cantrell. Este grupo de anomalias é caracterizado por fissura distai no esterno, onfalocele, fenda diafragmática, defeito pericárdico e doença cardíaca congénita (comunicação interventricular, tetralogia de Fallot) (0,1 p)

ESTERNO BÍFIDO 

O esterno bífido é a anomalia menos grave do esterno e pode estar associada a hemangiomas faciais. (0,1 p)

FONTE:

PLTAFORMA MISODOR: PAREDE TORACICA E PLEURA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (205181 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Um adolescente de 13 anos se apresenta ao pronto-socorro com uma queixa de dor de garganta e febre há 2 dias. Ele relata que sua irmã mais nova tinha a semana passada 'a mesma coisa'. O paciente tem dor ao engolir, mas nenhuma mudança na voz, não há salivação ou rigidez do pescoço. Nega qualquer história recente de tosse, erupção cutânea, náusea, vômito ou diarreia. Nega qualquer viagem recente e a carteira de imunização é completa. Ele não tem outros problemas de saúde, não toma medicamentos e não tem alergias. No exame, o paciente tem uma temperatura de 38,5 ° C, FC 104 batimentos por minuto, pressão arterial 118/64 mm Hg, FR de 18 respirações por minuto e uma saturação de oxigênio de 99% no ar ambiente. O orofaringe posterior revela eritema com exsudatos tonsilares sem desvio uvular, ou edema tonsilar significativo. O pescoço é flexível, sem sensibilidade de os gânglios linfáticos anteriores.

Exame do tórax e cardiovascular normal. Abdomen de consistência normal e indolor, com ruídos intestinais normais e sem hepatoesplenomegalia. Não há erupções.

(I) Enumeram pelo menos 3 suspeitas diagnosticos.(0,3 pontos)

(II) Qual é a estratégia diagnóstica principal? (0,1 pontos)

(III) Em que consta o plano terapêutico? (0,1 pontos)

 




RATING: 3.44

(I) Suspeitas diagnósticas: (0,1 pontos cada um dos três requeridos que estejam na lista abaixo)

  • faringite estreptocócica.
  • epiglotite
  • abscesso periamigdaliano
  • abscesso retrofaríngeo 
  • angina de Ludwig

(II)  Plano de diagnóstico: Usar os critérios de Centor para determinar a probabilidade de faringite bacteriana e teste rápido de antígeno quando apropriado. (0,1 p)

(III) Plano terapêutico: Avaliar o paciente quanto à necessidade de antibióticos versus sintomaticos.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.44)




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