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TUMORES BENIGNOS DO COLO UTERINO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A cavidade do colo uterino e o canal endocervical, fusiforme, enchido pelo uma tampa de muco. Nas paredes anteriores e posteriores podemos observar umas plicaturas que, na secção tem forma de folha de arvore (o arvore da vida). As glândulas da mucosa que esta revestindo o interior do colo secreta um muco chamado de gléra cervical.

No meio de ciclo menstrual o orifício esta se abrindo e a glere vira abundante fluido, transparente, límpido e filânte.

Fora da fase de ovulação a gléra endurece e forma uma tampa que obstrua o orifício cervical impedindo as infecções e mesmo os espermatozóides entrar.

OBJETIVA: (1123232 votos)..........99.47% das questões objetivas receberam votos.
Em relação à transmissão vertical do vírus da hepatite B, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
(__) O período de maior risco para a transmissão do vírus de mãe para o feto é o intrauterino.
(__) Caso a gestante apresente o antígeno HBe positivo, o risco de transmissão para o recém-nascido é de 70% a 90%.
(__) Gestantes com a presença de Anti-HBe positivo são consideradas não transmissoras para o recém-nascido.
(__) Caso a criança adquira a hepatite B por transmissão vertical, apresenta chance de 70% a 90% de ser uma portadora crônica do vírus B.
(__) A presença do Antígeno HBe e a carga virai elevada são critérios utilizados para suspender o aleitamento materno.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
A. V - V - F - F - F
B. F - V - F - V - F
C. F - V - V - V - F
D. V - F - V - F - V
E. F - F - F - V - V

  RATING: 2.87

Em relação à transmissão vertical do vírus da hepatite B, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

(__) O período de maior risco para a transmissão do vírus de mãe para o feto é o intrauterino.
(__) Caso a gestante apresente o antígeno HBe positivo, o risco de transmissão para o recém-nascido é de 70% a 90%.
(__) Gestantes com a presença de Anti-HBe positivo são consideradas não transmissoras para o recém-nascido.
(__) Caso a criança adquira a hepatite B por transmissão vertical, apresenta chance de 70% a 90% de ser uma portadora crônica do vírus B.
(__) A presença do Antígeno HBe e a carga virai elevada são critérios utilizados para suspender o aleitamento materno.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

A. V - V - F - F - F
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. F - V - F - V - F
CORRETO : Afirmativa I: FALSA. O período de maior risco de transmissão é no período intraparto, onde haverá maior contato direto entre mãe e bebê.
Afirmativa II: VERDADEIRA. O HBeAg é um marcador de alta taxa de replicação virai - nesses casos, a transmissão vertical pode chegar à 90%.
Afirmativa III: FALSA. A gestante não é transmissora se tiver HbsAg negativo; ser anti-HBeAg positivo apenas indica menor taxa de replicação viral, mas não exclui o risco de transmissão vertical.
Afirmativa IV: VERDADEIRA. Não podemos esquecer que quanto mais imaturo for o fígado, mais ele capta e guarda o vírus, tendo alta chance de se tornar portador crônico. A vacina tem alto índice de sucesso, mesmo nas crianças que não fazem imunoglobulina, e deve ser aplicada precocemente, logo nas primeiras doze horas de vida. Diminuiu muito a população de jovens cirróticos pelo vírus B após o advento da vacina contra hepatite B nas primeiras doze horas de vida.

C. F - V - V - V - F
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. V - F - V - F - V
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. F - F - F - V - V
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.87)

DISCURSIVA: (181606 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)


RATING: 3.43

Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)

1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados.
  • A icterícia obstrutiva é caracterizada pelo predomínio da elevação da bilirrubina direta, semelhante à icterícia colestática intra-hepática. (0,05 p)
  • Diferencia-se das icterícias hepatocelulares pela ausência de elevação ou elevação em níveis menores das aminotransferases (TGO e TGP). (0,05 p)
  • Apresenta por outro lado elevação das enzimas canaliculares, fosfatase alcalina e gama glutamil-transferase. (0,05 p)
  • Na icterícia obstrutiva, ocorre prolongamento do tempo de atividade da protrombina o qual normaliza-se com reposição de vitamina K por não existir doença parenquimatosa. (0,05 p)
  • Na história clínica, alguns sintomas e sinais podem sugerir icterícia obstrutiva: dor no abdome superior, principalmente no hipocôndrio direito, febre, prurido e colúria, podendo existir na dependência da causa a presença de massa ou vesícula biliar palpáveis. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem permitem a diferenciação entre icterícia obstrutiva e colestase intra-hepática ao identificar o calibre das vias biliares, a causa e o local de uma obstrução. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem atualmente disponíveis e utilizados para a investigação são os seguintes: ultrassonografia, endossonografia, colangiografia transparieto hepática percutânea, colângio-pancreatografia endoscópica retrógrada, colangioressonância nuclear magnética, tomografia computadorizada. (0,05 p)

2) Cuidados a serem tomados no período per-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal.
  • Perdas volêmicas devem ser identificadas e repostas evitando-se que o paciente desenvolva hipotensão e insuficiência renal sobretudo no período per-operatório. (0,015 p)
  • O controle da eficácia de reposição é realizado através da mensuração do volume urinário. (0,015 p)
  • Distúrbios da coagulação devem ser investigados realizando-se hemograma com contagem de plaquetas o qual permite a identificação de indícios de infecção e distúrbio da coagulação. (0,015 p)
  • Deve ser realizada a aferição do tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativada. (0,015 p)
  • Em pacientes eletivos com tempo de protrombina alargado, deve-se repor vitamina K por 3 dias. (0,015 p)
  • Em situações de urgência ou quando houver falta de resposta à vitamina K, deverá ser reposto plasma fresco e ocasionalmente crioprecipitado. (0,015 p)
  • É importante também manter correto equilíbrio eletrolítico, principalmente do sódio e do potássio. (0,015 p)
  • Devem ser avaliados e corrigidos os níveis de escórias nitrogenadas através de reposição hídrica ou de medidas de suporte à função renal. (0,015 p)
  • Pacientes sem infecção deverão receber antibioticoprofilaxia e os portadores de colangite deverão receber antibioticoterapia. (0,015 p)
  • Evitar o uso de drogas anestésicas hepatotóxicas e manutenção de estabilidade hemodinâmica no período intraoperatório. (0,015 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.43)

CASO CLINICO: (211635 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Uma primigesta de 19 anos, a termo, se apresenta para o parto referindo contrações irregulares e ruptura de membranas 21 horas antes de sua admissão. Não realizou acompanhamento pré-natal, mas relata que sua gestação foi sem complicações. Está afebril, e a monitorização eletrônica do feto é reativa com desacelerações ocasionais leves e variáveis. O exame cervical revela uma dilatação de 3 cm, 50% de apagamento, posição -1, apresentação de vértice.

(I) Quais os 3 métodos, quando estão todos positivos, que confirmam a ruptura de membranas? ... 0,3 pontos

(II) Qual é a melhor conduta neste período? ... 0,2 pontos




RATING: 3.04

(I) Quais os 3 métodos, quando estão todos positivos, que confirmam a ruptura de membranas?

O exame especular (0,025 p) revelando uma coleção vaginal com pH alcalino na fita de nitrazina (0,025 p) e cristalização no exame microscópico (0,025 p) após o ressecamento numa lâmina (0,025 p), vai confirmar a ruptura das membranas (0,025 p).

O exame pélvico também pode sugerir esse diagnóstico (0,025 p) porque, à medida que o colo se dilata (0,025 p), a palpação das membranas amnióticas revestindo o pólo de apresentação(0,025 p) (ou ausência das membranas) (0,025 p), em geral, é possível.

O teste de Coombs (0,025 p) é um teste sorológico (0,025 p) que avalia a sensibilização materna às hemácias fetais.(0,025 p)

(II) Qual é a melhor conduta neste período?

Esta paciente apresenta ruptura prematura das membranas (0,025 p). Usando a abordagem com base no risco (0,025 p), ela deve fazer uma profilaxia contra os estreptococo do grupo B (SGB) (0,025 p), já que a ruptura das membranas é superior a 18 horas (0,025 p). Outros critérios para a administração de antibióticos seriam a febre materna superior ou igual a 38ºC (0,025 p) ou uma história de parto anterior de um bebê portador de SGB (0,025 p). Para minimizar complicações infecciosas tanto para a paciente como para seu bebê, devemos realizar o parto imediatamente (0,025 p), mas há indicação de aceleração do trabalho de parto (0,025 p) em vez de cesariana.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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