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O PRIMEIRO EXAME DA GRAVIDA (CONSULTA PRE-NATAL) (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

No Brasil, alto 95% das grávidas freqüentam o serviço de pré-natal, no entanto a morbimortalidade materna e perinatal permanece alto, refletindo deficiências no atendimento.

Calendário de Consultas

A gestante deve procurar o serviço de pré-natal o mais cedo possível, impreterivelmente no 1º trimestre, a fim de que a investigação a respeito de sua saúde seja completada em tempo hábil.

O número total de consultas, preconizado pela OMS, não deve ser menor de 6. Qualquer número menor de desta cifra é considerado como atendimento deficiente.

Exame ginecológico e obstétrico: exame das mamas, altura uterina, BCF, situação e apresentação fetal pelas manobras de Leopold. Exame especular, na 1º consulta, avaliando-se cuidadosamente as paredes vaginais, colo uterino, CO, além do toque vaginal. O obstetra deve orientar a gestante a respeito da necessidade de realizar este exame detalhado, já que o momento é apropriado para um check up geral da saúde.

OBJETIVA: (992264 votos)..........95.97% das questões objetivas receberam votos.
Lactente de 45 dias, pesando 3510 g, amamentado exclusivamente ao seio materno, é levado ao Posto de Saúde pela primeira vez com história de tosse e dificuldade para respirar, há três dias. Não é vacinado. Apresenta temperatura axilar  38,5ºC, FR = 68 irpm, tiragem subcostal e ausculta pulmonar com raros estertores subcrepitantes. A conduta mais adequada é:
A. administrar a primeira dose de antibiótico e antitérmico, referir a criança imediatamente a uma unidade hospitalar, e recomendar à mãe que mantenha a criança aquecida e ofereça o seio durante o transporte
B. tranqüilizar a mãe, vacinar a criança com as vacinas BCG e a 1ª dose da anti-hepatite B, prescrever antitérmico e solução fisiológica nasal e pedir para retornar ao Posto em 48 horas
C. administrar as vacinas BCG e a 1ª dose da anti-hepatite B, referir imediatamente a criança à uma unidade hospitalar, recomendar à mãe que não ofereça o seio durante o transporte
D. vacinar a criança com as vacinas BCG e a 1ª dose da anti-hepatite B, prescrever antitérmico e antibiótico e pedir à mãe que retorne ao Posto em 48 horas
E. tranqüilizar a mãe, prescrever antitérmico, antibiótico e solução fisiológica nasal e pedir que retorne ao Posto em 48 horas

  RATING: 2.92

Lactente de 45 dias, pesando 3510 g, amamentado exclusivamente ao seio materno, é levado ao Posto de Saúde pela primeira vez com história de tosse e dificuldade para respirar, há três dias. Não é vacinado. Apresenta temperatura axilar  38,5ºC, FR = 68 irpm, tiragem subcostal e ausculta pulmonar com raros estertores subcrepitantes. A conduta mais adequada é:

A. administrar a primeira dose de antibiótico e antitérmico, referir a criança imediatamente a uma unidade hospitalar, e recomendar à mãe que mantenha a criança aquecida e ofereça o seio durante o transporte
CORRETO: O paciente apresenta critérios de pneumonia grave de acordo com o Manual para Controle das Infecções Respiratórias Agudas da Infância do Ministério da Saúde (ver Tabela abaixo). Nesta situação a vacinação deve ser adiada (lembrar das contra-indicações), a criança deve ser aquecida e o aleitamento mantido. A criança deve ser referida imediatamente para um hospital e, se possível, a primeira dose de antibiótico administrada o mais breve possível. Critérios de Gravidade descritos no enunciado Lactente < 2 meses Tosse ou dificuldade para respirar Tiragem subcostal
B. tranqüilizar a mãe, vacinar a criança com as vacinas BCG e a 1ª dose da anti-hepatite B, prescrever antitérmico e solução fisiológica nasal e pedir para retornar ao Posto em 48 horas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. administrar as vacinas BCG e a 1ª dose da anti-hepatite B, referir imediatamente a criança à uma unidade hospitalar, recomendar à mãe que não ofereça o seio durante o transporte
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. vacinar a criança com as vacinas BCG e a 1ª dose da anti-hepatite B, prescrever antitérmico e antibiótico e pedir à mãe que retorne ao Posto em 48 horas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. tranqüilizar a mãe, prescrever antitérmico, antibiótico e solução fisiológica nasal e pedir que retorne ao Posto em 48 horas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

DISCURSIVA: (176130 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)


RATING: 3.43

Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)

1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados.
  • A icterícia obstrutiva é caracterizada pelo predomínio da elevação da bilirrubina direta, semelhante à icterícia colestática intra-hepática. (0,05 p)
  • Diferencia-se das icterícias hepatocelulares pela ausência de elevação ou elevação em níveis menores das aminotransferases (TGO e TGP). (0,05 p)
  • Apresenta por outro lado elevação das enzimas canaliculares, fosfatase alcalina e gama glutamil-transferase. (0,05 p)
  • Na icterícia obstrutiva, ocorre prolongamento do tempo de atividade da protrombina o qual normaliza-se com reposição de vitamina K por não existir doença parenquimatosa. (0,05 p)
  • Na história clínica, alguns sintomas e sinais podem sugerir icterícia obstrutiva: dor no abdome superior, principalmente no hipocôndrio direito, febre, prurido e colúria, podendo existir na dependência da causa a presença de massa ou vesícula biliar palpáveis. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem permitem a diferenciação entre icterícia obstrutiva e colestase intra-hepática ao identificar o calibre das vias biliares, a causa e o local de uma obstrução. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem atualmente disponíveis e utilizados para a investigação são os seguintes: ultrassonografia, endossonografia, colangiografia transparieto hepática percutânea, colângio-pancreatografia endoscópica retrógrada, colangioressonância nuclear magnética, tomografia computadorizada. (0,05 p)

2) Cuidados a serem tomados no período per-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal.
  • Perdas volêmicas devem ser identificadas e repostas evitando-se que o paciente desenvolva hipotensão e insuficiência renal sobretudo no período per-operatório. (0,015 p)
  • O controle da eficácia de reposição é realizado através da mensuração do volume urinário. (0,015 p)
  • Distúrbios da coagulação devem ser investigados realizando-se hemograma com contagem de plaquetas o qual permite a identificação de indícios de infecção e distúrbio da coagulação. (0,015 p)
  • Deve ser realizada a aferição do tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativada. (0,015 p)
  • Em pacientes eletivos com tempo de protrombina alargado, deve-se repor vitamina K por 3 dias. (0,015 p)
  • Em situações de urgência ou quando houver falta de resposta à vitamina K, deverá ser reposto plasma fresco e ocasionalmente crioprecipitado. (0,015 p)
  • É importante também manter correto equilíbrio eletrolítico, principalmente do sódio e do potássio. (0,015 p)
  • Devem ser avaliados e corrigidos os níveis de escórias nitrogenadas através de reposição hídrica ou de medidas de suporte à função renal. (0,015 p)
  • Pacientes sem infecção deverão receber antibioticoprofilaxia e os portadores de colangite deverão receber antibioticoterapia. (0,015 p)
  • Evitar o uso de drogas anestésicas hepatotóxicas e manutenção de estabilidade hemodinâmica no período intraoperatório. (0,015 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.43)

CASO CLINICO: (204532 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Homem de 68 anos foi examinado por ter apresentado massa abdominal pulsátil, na linha mediana, em exame físico de rotina. O paciente apresenta história de hipertensão e diabetes há mais de 20 anos. Foi submetido a revascularização coronária há seis anos. Atualmente está tomando metformina, aspirina, beta bloqueador, inibidor da enzima conversora da angiotensina e doses baixas de diuréticos. Uma revisão sistemática mostra que o paciente está assintomático e hemodinamicamente estável.O exame ultrassonográfico abdominal mostrou aneurisma aórtico, que se estendia desde próximo à artéria renal até a bifurcação ilíaca, com diâmetro máximo de 52 mm

PERGUNTA-SE:

1) O paciente sendo assintomatico é indicada a cirurgia corretora ou não? Argumentam. (0,2 p)

2) O paciente costuma de vez em quando jogar futebol e, sendo auxiliar de carga-descarga pergunta se ele pode continuar a trabalhar no mesmo ambiente. Qual vai ser a sua resposta? (0,2 p)

3) indiquem pelo menos UM fator que indica o risco de rotura do aneurisma (0,1 p)


RATING: 3.01

1) O exame ultrassonográfico mostrou que o aneurisma aórtico atingiu um tamanho no qual a intervenção cirúrgica está indicada, mesmo na ausência de sintomas. O exame ultrassonográfico anual é indicado para o acompanhamento da progressão da doença, o que parece não ter sido feito no presente caso.

2) Não existe nenhum dado que sugira limitações a prática das atividades físicas, no sentido de limitar a progressão da doença, embora as atividades intensas sejam contraindicadas, então, o futebol sim, o trabalho vai ter que ser proibido.

3) O risco da ruptura do aneurisma aórtico abdominal está diretamente relacionado com o diâmetro do vaso. Os estudos epidemiológicos mostram que aneurismas com diâmetro igual ou superior a 50 mm, o risco de ruptura é de 22% ao ano.

FONTE: http://www.medicinageriatrica.com.br

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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