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FALÊNCIA HEPATICA AGUDA EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A primeira coisa que precisamos entender é que está situação é uma condição clínica rara, porém devastadora pelas complicações (sangramento, infecção, síndrome hepatorrenal, encefalopatia, edema cerebral, hipertensão intracraniana e falências orgânicas)
A segunda coisa - é uma emergência pediátrica, sendo de mau prognóstico, que acarreta elevada mortalidade em caso de manejo inadequado ou não realização de transplante hepático.
Se a regeneração do fígado for improvável, falência hepática aguda é uma indicação de transplante hepático de urgência.
Crianças e adolescentes previamente hígidos desenvolvem disfunção hepática e tornam-se criticamente enfermos em poucos dias, evoluindo para falência de múltiplos órgãos e óbito.

OBJETIVA: (1433330 votos)..........96.5% das questões objetivas receberam votos.
Na FIGO 2018, o estágio IA do carcinoma do colo uterino é definido por:
A. Invasão estromal de até 5 mm e extensão horizontal obrigatoriamente de até 7 mm
B. Qualquer tumor visível a olho nu, independentemente da profundidade de invasão
C. Invasão estromal maior que 5 mm com diâmetro máximo de até 2 cm
D. Carcinoma invasor diagnosticável apenas microscopicamente, com profundidade máxima de invasão de até 5 mm, subdividido em IA1 (≤ 3 mm) e IA2 (> 3 e ≤ 5 mm), sem a dimensão horizontal como critério
E. Tumor maior que 4 cm ainda limitado ao colo

  RATING: 3.18

Na FIGO 2018, o estágio IA do carcinoma do colo uterino é definido por:

A. Invasão estromal de até 5 mm e extensão horizontal obrigatoriamente de até 7 mm
INCORRETO: A extensão horizontal de 7 mm foi critério da FIGO 2009 e foi retirada em 2018. O IA passou a ser definido só pela profundidade de invasão ≤ 5 mm
B. Qualquer tumor visível a olho nu, independentemente da profundidade de invasão
INCORRETO : Tumor visível a olho nu, quando a invasão ultrapassa 5 mm, entra em IB. Visibilidade isolada não define IA; IA é diagnóstico microscópico
C. Invasão estromal maior que 5 mm com diâmetro máximo de até 2 cm
INCORRETO : Invasão > 5 mm com tumor ≤ 2 cm corresponde a IB1, não a IA
D. Carcinoma invasor diagnosticável apenas microscopicamente, com profundidade máxima de invasão de até 5 mm, subdividido em IA1 (≤ 3 mm) e IA2 (> 3 e ≤ 5 mm), sem a dimensão horizontal como critério
CORRETO : A FIGO 2018 manteve IA como invasão exclusivamente microscópica ≤ 5 mm (IA1 ≤ 3 mm; IA2 > 3 e ≤ 5 mm), eliminou a medida horizontal e passou a permitir imagem e patologia para aferir tamanho nos demais estágios. Invasão > 5 mm migra para IB, agora trifurcado por diâmetro (IB1, IB2, IB3)
E. Tumor maior que 4 cm ainda limitado ao colo
INCORRETO : Tumor > 4 cm limitado ao colo é IB3, não IA

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.18)

DISCURSIVA: (200353 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)


RATING: 3.04

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal?
A adrenalina é indicada se a frequência cardíaca do bebê permanecer abaixo de 60 bpm (0,025 p) após:
• Pelo menos 30 segundos de ventilação (0,025 p) com pressão positiva (VPP) (0,025 p) que infla os pulmões (0,025 p) , o que é evidenciado por movimento do tórax (0,025 p) ;
• Outros 60 segundos de massagem cardíaca (0,025 p) acompanhada de VPP (0,025 p) com oxigênio a 100%. (0,025 p)

(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal.
Recomendações em relação ao emprego da adrenalina:
a. Concentração: 1:10.000 (0,1 mg/mL) (0,025 p)
b. Via:
Endovenosa (preferível) (0,025 p) ou intraóssea (0,025 p)
c. Dose: Endovenosa/Intraóssea = 0,1 - 0,3 mL/kg (0,025 p) . Pode ser repetida a cada 3-5 minutos. (0,025 p)
Considerar uma dose mais elevada (0,5 - 1,0 mL/kg) SOMENTE para a via endotraqueal. (0,025 p)
d. Velocidade: rapidamente (0,025 p)

(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal?
A administração de expansor de volume está indicada se o recém-nascido não está respondendo aos passos da reanimação (0,025 p) E existem sinais de choque (0,025 p) ou história de perda aguda de volume sanguíneo (0,025 p) .

(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal?
Se a ausência de frequência cardíaca é confirmada depois de 10 minutos de reanimação (0,025 p) , é razoável interromper os esforços de reanimação. Entretanto, a decisão de prosseguir com a reanimação ou interrompê-la deve ser individualizada. (0,025 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

CASO CLINICO: (232520 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
M. S. G. 5 meses. Mãe refere febre, chorosa, inapetência. Na hora da consulta apresenta 38,4°C e a mãe informa que a criança tem refluxo e que trata com Label. Bom estado geral, hidratada e corada, chorosa. Medicada com Ibuprofeno e Dipirona em casa por conta da febre. No exame físico, BEG, levemente descorada, nariz entupido e tosse com evidente ronquidão e estridor.
De repente, durante a consulta a paciente inicia uma convulsão e é transportada na sala de emergência, aonde, por conta do acesso venoso difícil, é aplicada rapidamente uma dose correta de Midazolam intramuscular. Cinco minutos depois da injeção, a lactente entra em apneia e o monitor mostra o seguinte traçado:

Pergunta-se:
1) O que poderia ter causado a apneia, nesse caso? 0,05 pontos
2) Qual é a arritmia apresentada no monitor? É ritmo chocável ou não? 0,1 pontos
2) Qual é a intervenção a ser feita, imediatamente? 0,35 pontos


RATING: 3.01

1) O que poderia ter causado a apneia, nesse caso?
A injeção de Midazolam. (0,05 p)
Discussão: O midazolam deve ser usado somente quando materiais de ressuscitação apropriados para o tamanho e a idade estão disponíveis, já que a administração do mesmo pode deprimir a contratilidade miocárdica e causar apneia. Eventos adversos cardiorrespiratórios graves têm ocorrido em raras ocasiões. Esses eventos têm incluído depressão respiratória, apneia, parada respiratória e/ou parada cardíaca. A ocorrência de tais incidentes de risco à vida é mais provável em adultos acima de 60 anos, naqueles com insuficiência respiratória preexistente ou comprometimento da função cardíaca, e em pacientes pediátricos com instabilidade cardiovascular, particularmente quando a injeção é administrada muito rapidamente ou quando é administrada uma alta dose.

2) Qual é a arritmia apresentada no monitor? É ritmo chocável ou não?
Atividade elétrica sem pulso. (0,05 p) Não é ritmo chocável. (0,05 p)
Discussão: AESP é, sem duvida, uma catástrofe... Ela não é um ritmo especifico - na verdade, podemos descrever ela como atividade elétrica organizada (quer dizer, não é nem FV e nem assistolia) que aparece no ECG ou no monitor cardíaco mas... não tem pulso nenhum. A frequência de atividade elétrica pode ser baixa (mais comum, denominada agônica), normal ou alta. Pior é que as pulsações podem ser detectadas por uma forma de onda artéria ou estudo Doppler, mas os pulsos não são palpáveis. Ou seja, neste caso não há um fluxo satisfatório de sangue para os órgãos.
O ECG pode exibir complexos QRS normais ou largos. É muito importante, então avaliar o ritmo monitorado e observe a frequência e a largura dos complexos QRS. Salvo se for possível identificar e tratar rapidamente a causa da AESP, o ritmo provavelmente se deteriorará e se transformará em assistolia.

3) Qual é a intervenção a ser feita, imediatamente?
A primeira medida a ser feita neste momento é instituir imediatamente RCP de alta qualidade (0,05 p): como a lactente está no hospital e provavelmente tem dois reanimadores, utiliza-se o método com dois polegares (0,05 p). O ritmo das compressões cardíacas/ventilações é de 15 compressões:2 ventilações (0,05 p) cada compressão devendo descer 4 cm (criança pequena) (0,05 p) esperando o retorno total do tórax após cada compressão (0,05 p), com uma frequência de 100-120/minuto (0,05 p). Ás ventilações tem que ser aplicadas em menos de 10 segundos (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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