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A transmissão vertical do HIV nitidamente está em declínio na atualidade. Esse fato se deve à realização de atualizações das ações na profilaxia dessa transmissão. Sobre o assunto, considere o seguinte caso clínico: recém-nascido de 39 semanas de gestação, assintomático e eutrófico; porém mãe com diagnóstico confirmado de infecção pelo HIV por meio do teste rápido (ela apresentava 2 testes anti-HIV não reagentes no 1º e 2º trimestres de gestação).
Como proceder no atendimento a esse recém-nascido para instituir corretamente a profilaxia da transmissão vertical do HIV, conforme as orientações do Ministério da Saúde do Brasil?
A. Iniciar zidovudina, lamivudina e nevirapina nas primeiras 12 horas de vida e manter até o resultado da primeira carga viral do recém-nascido
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Realizar zidovudina por 4 semanas e nevirapina 3 doses
CORRETO : O novo protocolo recomenda a redução do uso de AZT (Zidovudina) para 4 semanas em todos os bebês expostos, e o uso de AZT associado a Nevirapina xarope para bebês de mães que não usaram antirretroviral (ARV) durante a gestação, independentemente do uso de AZT peri-parto, e também para mães que usaram ARV na gestação, mas a carga viral do HIV é desconhecida ou maior ou igual a 1.000 cópias/mL no 3º trimestre.
C. Não há necessidade de iniciar profilaxia nesse caso
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Iniciar nas 12 primeiras horas zidovudina e sulfametoxazol+trimetoprim e manter até as duas cargas virais não detectadas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Realizar zidovudina e nevirapina por 30 dias e em seguida sulfametoxazol+trimetoprim até definir se houve sororreversão
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: B
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1) Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose?
A paracocidiomicose é adquirida usualmente por via inalatória: propágulos infecciosos de até 5 μ de diâmetro alcançariam brônquios terminais e alvéolos. (0,2 p)
2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil.
As drogas mai utilizadas são:
a) A anfotericina B, hoje reservada para casos mais graves e disseminados, tem sido usada com frequência cada vez menor. É ainda a droga de escolha quando se trata de casos com risco de vida iminente ou quando há alterações do trato gastrointestinal, que impeçam a correia absorção por via oral. Recomenda-se a dose total de 1 a 2g, substituída a seguir por uma medicação por via oral até que sejam considerados os critérios de cura. (0,05 p)
b) A sulfadiazina, uma sulfa de ação rápida, é usada na maioria dos casos na dose de 60 a 100 mg/kg/dia, até no máximo 6g/dia, dividida em quatro vezes. (0,05 p)
c) Em muitos centros, a sulfadiazina tem sido substituída com comparável eficácia pela associação SMX-TMP (comprimidos de 400 e 80mg respectivamente), com a vantagem de melhor facilidade posológica, dois comprimidos duas a três vezes ao dia, de acordo com a gravidade do caso. Possui a vantagem de permitir a formulação parenteral, se necessário.O tratamento de manutenção também pode ser feito com essa droga, um comprimido de 12/12h. (0,05 p)
d) cetoconazol pode ser usado na dose de 200 a 400mg/dia. (0,05 p)
e) Atualmente, itraconazol tem sido mais usado, por ser mais potente in vitro, absorvido melhor e menos hepatotóxico. É administrado na dosagem de 100 a 200mg/dia, por 6 meses em média, dependendo da resposta clínica, após os quais alguns serviços recomendam terapêutica de manutenção com sulfas de ação lenta ou SMX-TMP. (0,05 p)
f) A experiência clínica com fluconazol - melhor opção para o tratamento da neuroparacoccidioidomicose, pela sua alta concentração no SNC é bem menor, e estudos mostram menor atividade in vitro anti-P. brasiliensis, comparativamente ao itraconazol. (0,05 p)
FONTE:
Resposta 1:
a) Escarlatina, parvovirose, sarampo, dengue, enteroviroses e outras viroses (Mayaro, Oropouche) (0,1 p)
b) Farmacodermia (0,1 p)
Resposta 2: (0,2 p)
Rubéola: quadro clínico habitualmente sem pródromos nas crianças, sintomas leves em adultos e associado com linfadenopatia retroauricular e/ou cervical e/ou occipital. O exantema é róseo, excepcionalmente confluente e sem descamação. Adolescentes e adultos freqüentemente apresentam artralgias.
Escarlatina: pródromos de 1 a 2 dias, com febre e mal-estar. Exantema eritematoso, puntiforme com palidez perioral e linhas nas dobras de flexão. Descamação intensa nas palmas das mãos e plantas dos pés.
Dengue: início súbito, febre por 2 a 5 dias, astenia, cefaléia, mialgia e artralgia intensas. Exantema maculo-papular a partir do tronco, espalhando-se para o rosto e membros.
Eritema infeccioso: pródromos com febre, cefaléia, mialgia por 5 a 7 dias. Exantema inicialmente na face (aparência de face esbofeteada), que se espalha após 1 a 4 dias para o tronco. Por uma ou duas semanas o exantema pode ter intensidade variável, exacerbado pela exposição solar.
Exantema súbito: pródromo com febre alta por 3 a 4 dias, irritabilidade, que desaparecem após a instalação do exantema (maculopapular) de curta duração. Não há descamação.
Enteroviroses: pródromos com febre por 3 a 4 dias (exceto para coxsackie) com exantema variável, geralmente discreto, e adenopatia. Lactentes podem apresentar distúrbios gastrointestinais.
Resposta 3:
Não foi buscado o uso pregresso de medicamentos. (0,1 p)
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