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Em relação às características de ressonância magnética e PET-FDG das metástases adrenais, é CORRETO afirmar:
A. As metástases apresentam perda de sinal na sequência fora de fase (chemical shift) idêntica à dos adenomas ricos em lipídio
INCORRETO: A perda de sinal no chemical shift é característica de adenomas ricos em lipídio; metástases tipicamente não a apresentam (exceto raras metástases de tumores que contêm lipídio, como alguns carcinomas de células renais).
B. O PET-FDG apresenta baixa sensibilidade (< 50%) para detecção de metástases adrenais
INCORRETO : A sensibilidade do PET-FDG para metástases adrenais é alta (geralmente > 90% em meta-análises).
C. A hipointensidade homogênea em T2 é o achado mais característico das metástases
INCORRETO : As metástases tendem a ser iso ou levemente hipointensas em T1 e hiperintensas e heterogêneas em T2.
D. Ausência de queda de sinal no chemical shift e hipermetabolismo no PET-FDG favorecem o diagnóstico de metástase
CORRETO : As metástases adrenais carecem de lipídio intracelular significativo, portanto não demonstram queda de sinal na sequência fora de fase (opposed-phase) do chemical shift, ao contrário dos adenomas ricos em lipídio. No PET-FDG, a maioria das metástases é hipermetabólica (captção superior ao fígado), com sensibilidade entre 74-100% e especificidade elevada em pacientes com neoplasia conhecida. A combinação desses achados é altamente sugestiva de metástase.
E. O SUV máximo inferior ao do fígado exclui metástase adrenal com certeza diagnóstica
INCORRETO : Alguns adenomas (cerca de 5%) podem ser discretamente hipermetabólicos e algumas metástases de baixo grau podem ter captção baixa; o critério absoluto de SUV inferior ao fígado não exclui metástase com 100% de certeza.
Gabarito: D
RATING: 3.6 ![]()
fecalito na área de projeção do apêndice. (0,05 p)
distensão gasosa na projeção íleo-cecal, traduzindo ”alça sentinela”. (0,05 p)
desaparecimento da gordura pré-peritoneal à direita, significando processo inflamatório na fossa ilíaca direita ou próximo à ela. (0,05 p)
presença de níveis líquidos na fossa ilíaca direita. (0,05 p)
apagamento do psoas à direita. (0,05 p)
posição antálgica, isto é, desvio da coluna para o lado esquerdo, em decorrência da contratura muscular. Esses achados contribuem com a hipótese diagnóstica de apendicite. (0,05 p)
ultra-sonografia abdominal: tem limitações se houver grande distensão, ou o paciente for obeso. É extremamente útil para a avaliação de afecções ginecológicas e detecção de coleções anexiais ou líquido fora da alça. (0,075 p)
tomografia computadorizada e Ressonância Magnética: revelam maior sensibilidade e especificidade, estando indicada na avaliação mais pormenorizada das complicações e nos casos de dúvida diagnóstica, entretanto a TC vem sendo largamente utilizada com contraste oral, mostrando falha de enchimento do apêndice em fase inicial da apendicite. (0,075 p)
laparoscopia diagnóstica: como último recurso, persistindo a dúvida diagnóstica, esta pode ser realizada como investigação e concomitantemente tratamento terapêutico. (0,05 p)
FONTE:
Revista Médica >>>> Volume 37 - Número 2 >>>> Apendicite Aguda no Paciente Idoso
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