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ASMA BRONQUICA INFANTIL (ÁREA DE PEDIATRIA)

A primeira questão: COMO DEFINIR A ASMA?
Vamos mudar um pouco a maneira de entender essa doença. Começaremos com a definição e a sintomatologia, no final, vamos ver o que que acontece com as vias aéreas na asma. Deixar a parte de fisiopatologia e morfopatologia para final é a melhora estratégia para esclarecer a clinica e o tratamento. Muitas vezes a parte pré-clinica da asma é tão frondosa que o leitor acaba perdendo o interesse para a própria doença e o tratamento até chegar no final.

OBJETIVA: (1420325 votos)..........96.12% das questões objetivas receberam votos.
Assinale, dentre as opções abaixo, a que apresenta uma complicação comum da doença diverticular cólica difusa:
A. obstrução
B. hemorragia
C. fístula
D. forma tumoral
E. peridiverticulite

  RATING: 3.02

Assinale, dentre as opções abaixo, a que apresenta uma complicação comum da doença diverticular cólica difusa:

A. obstrução
INCORRETO: A obstrução intestinal, por estenose fibrosa ou brida inflamatória, constitui complicação típica da forma sigmoideana localizada e recorrente da doença diverticular, não da variante difusa pancólica, onde o processo inflamatório crônico é raro.
B. hemorragia
CORRETO : A doença diverticular cólica difusa, ou pancólica, caracteriza-se pela presença de divertículos em todo o cólon (predominando no lado direito em algumas populações ou formas extensas), e sua complicação mais frequente é a hemorragia diverticular, geralmente maciça, indolor e de origem arterial (vasa recta), decorrente da erosão da mucosa sobre o divertículo sem processo inflamatório associado; essa manifestação ocorre em até 15-20% dos casos sintomáticos dessa forma difusa e exige abordagem diagnóstica e terapêutica específica (angiografia, embolização ou cirurgia em casos refratários).
C. fístula
INCORRETO : A fístula (colovesical, colovaginal ou enteroentérica) surge como sequelas de diverticulite aguda ou crônica com perfuração contida e aderência a órgãos vizinhos, quadro quase exclusivo da doença diverticular sigmoideana, e não da forma difusa.
D. forma tumoral
INCORRETO : A forma tumoral (massa inflamatória pseudotumoral ou estenose segmentar que mimetiza neoplasia) resulta de episódios repetidos de diverticulite com fibrose e espessamento parietal, manifestação característica da doença localizada no sigmoide e inexistente na variante difusa sem inflamação predominante.
E. peridiverticulite
INCORRETO : Aa peridiverticulite (inflamação peridiverticular localizada com ou sem microperfuração) representa o mecanismo inicial da diverticulite aguda, complicação praticamente restrita à forma sigmoideana da doença diverticular, onde a hipertrofia muscular e o fecalito intradiverticular são mais propensos; na forma difusa, o processo inflamatório não é a complicação principal.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

DISCURSIVA: (198645 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)


RATING: 2.95

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto?
• Recém-nascidos portadores de anomalias congênitas da boca, lábios, língua, palato ou pescoço, (0,04 p) nos quais o ajuste adequado entre face e máscara é difícil e a visualização da laringe com o laringoscópio é complicada ou não é factível. (0,04 p)
• Recém-nascidos com mandíbula pequena ou língua volumosa, em que a ventilação com máscara e a intubação traqueal não foram bem-sucedidas. Exemplos comuns incluem os pacientes portadores da Sequência de Robin e de Trissomia 21. (0,07 p)
• Quando a ventilação com pressão positiva fornecida por máscara facial é inefetiva e as tentativas de intubação não foram bem-sucedidas ou a intubação não é factível. (0,07 p)

(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal?
As máscaras laríngeas têm várias limitações a serem consideradas durante a reanimação neonatal.
• Não servem para aspirar secreções das vias aéreas (0,07 p).
• Se há necessidade de pressões elevadas durante a ventilação, a mistura gasosa pode escapar través do selo entre faringe e máscara, resultando em pressão insuficiente para inflar os pulmões. (0,07 p)
• Não são seguras para administrar medicação endotraqueal (podem extravasar da máscara e se direcionarem ao esôfago) (0,07 p)
• As máscaras laríngeas não podem ser usadas em recém-nascidos muito pequenos. (0,07 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (230839 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Lactente 9 meses, sexo masculino, é trazido pela mãe pela terceira vez para choro inconsolável e movimentos reduzidos do membro inferior esquerdo. No exame físico, bom estado hidratado, nutrição boa, aparentemente a família oferece bons cuidados e atenção. Respiratório, cardiovascular, digestivo e renal normal. A esclera da criança tem uma cor diferente, parecendo acinzentada. Remarca-se no relato da mãe o fato que na infância ela teve 6 fraturas e que o irmão maior do lactente fez transplante de fígado com 5 anos.
Na verdade, é a terceira vez que o lactente é trazido no pronto-atendimento nas ultimas duas semanas, apresentando os mesmos sintomas. Na segunda vez, foi feito um Rx do membro inferior esquerdo (veja abaixo):

Uma segunda radiografia foi tirada hoje com o aspecto seguinte:

1) Qual é o diagnostico preliminar? 0,1 pontos
2) Quais são os possíveis diagnosticos diferenciais? 0,2 pontos
3) Qual é o diagnóstico mais provável a ser investigado neste caso - 0,1 pontos


RATING: 3.44

1) Fratura de fêmur visível no Rx (0,1 pontos)
2) Osteogênese imperfeita (0,05 pontos), Raquitismo (0,05 pontos), osteoporose idiopática juvenil (0,05 pontos), maus-tratos (0,05 pontos).
3) Osteogênese imperfeita (0,1 pontos)
DISCUSSÃO: O diagnóstico de OI deve ser considerado em qualquer criança com fraturas de repetição aos mínimos traumas. História familiar, exame clínico e achados radiológicos são importantes para a confirmação diagnóstica. O diagnóstico de OI é predominantemente clínico : baixa estatura, escoliose, deformidade basilar do crânio, esclera azul, déficit auditivo também sugerem o diagnóstico

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.44)




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