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O tratamento inicial de uma fibrilação ventricular segue os passos:
A. Estabelecer um acesso IV/IO e administrar amiodarona 5 mg/kg
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Estabelecer um acesso IV/IO e administrar lidocaína por via IV/IO
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Desfibrilação com 2 J/kg e depois iniciar a RCP começando pelas compressões torácicas
CORRETO : No caso da PCR súbita e inesperada, o ritmo mais provável é o de FV e ocorre naqueles portadores de doença cardíaca ou em jovens vítimas de overdose por drogas ilícitas. Nesses casos, está indicada a imediata desfibrilação elétrica. A desfibrilação elétrica deve ser utilizada somente nas situações de fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso, comprovadas por monitoração cardíaca. As pás de adultos (diâmetro de 8 a 10 cm) são recomendadas somente para crianças com mais de 10 kg, e a carga, de acordo com o peso: carga inicial de 2 J/kg. Não havendo resposta, a segunda carga e as subseqüentes devem ser de 4 J/kg. Se ainda não houver resposta após a segunda carga, a adrenalina em dose-padrão deve ser utilizada antes que novos choques elétricos se apliquem, mantendo as compressões torácicas nos intervalos. Na refratariedade à desfibrilação elétrica, deve ser considerada a possibilidade de distúrbio metabólico, hipotermia, hipoxemia ou hipovolemia, além de tamponamento cardíaco, pneumotórax hipertensivo, tóxicos ou tromboembolismo, procurando corrigi-los. Amiodarona (ou lidocaína na falta desta) deve ser utilizada antes que novos choques elétricos sejam tentados
D. Estabelecer um acesso IV/IO e administrar 0,01 mg/kg de epinefrina na diluição 1:10.000
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Estabelecer um acesso IV/IO e administrar 0,01 mg/kg de epinefrina na diluição 1:1.000.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: C
RATING: 2.99 ![]()
FONTE:
1. HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS: Considerar 0,1 pontos por qualquer um das combinações:
2. O proximo exame a ser requerido, já que temos adenopatia vai ser BIÓPSIA DE LINFONODO CERVICAL
3. TUBERCULOSE GANGLIONAR - PROVAVELMENTE NÃO! Motivos: Causada pelo M. tuberculosis. Freqüente em crianças. LINFONODOS: firmes, móveis e separados. Depois, fixam-se entre si, inflamam e apresentam fístula com material caseoso. Pode haver ou não doença pulmonar concomitante. DIAGNÓSTICO: PAAF ou biópsia ou secreção de fístula. 50% com BAAR. Febre, não acomete o estado geral, linfoadenopatia. PPD+ é sugestivo. Somente tem três sinais clinicos inespecificos.Todos os direitos reservados. 2026.
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