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SALMONELOSE (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

De acordo com uma nomenclatura recentemente proposta, o gênero Salmonella teria uma espécie única, S. entérica, que englobaria mais de 2.500 sorotipos.

As salmonelas são enquadradas em sorogrupos (A, B, C e D), em que os sorotipos estariam também colocados, por exemplo, a S. entérica, sorotipo typhi estaria dentro do sorogrupo D. A sorotipagem das salmonelas freqüentemente requer um laboratório de referência e portanto não está disponível para uso rotineiro.

OBJETIVA: (1313604 votos)..........94.49% das questões objetivas receberam votos.
A tríade sintomática mais comumente encontrada na doença varicosa é:
A. Edema, dor e prurido
B. Dor, fadiga e sensação de peso
C. Calor, edema e câimbras
D. Prurido, dermatite ocre e ulceração
E. Espasmos, edema e cianose

  RATING: 2.95

A tríade sintomática mais comumente encontrada na doença varicosa é:

A. Edema, dor e prurido
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Dor, fadiga e sensação de peso
INCORRETO : A enfermidade dos vasos venosos, também denominada doença varicosa, atinge especialmente os vasos dos membros inferiores. As mulheres são mais frequentemente acometidas, tendo, além do prejuízo estético, deficiência funcional na drenagem venosa destes membros. Tal situação pode resultar em complicações como edema e estase venosa crônica, sensação de cansaço e peso nas panturrilhas, além de tromboflebites, hiperpigmentação cutânea, maior vulnerabilidade a sangramentos traumáticos e até doença ulcerosa crônica. Dentre estes, são considerados sinto- mas habituais de varizes a tríade: dor, fadiga e sensação de peso nos membros inferiores e menos frequentes sintomas de ardor, prurido, formigamento, calor, edema e câimbras. Em linhas gerais, a doença varicosa é benigna e apresenta os seguintes fatores de risco para o seu desenvolvimento: sexo feminino, múltiplas gestações, obesidade, uso de estrogênios, história familiar de varizes e a permanência diária de longos períodos em pé ou sentado, sem caminhar.
C. Calor, edema e câimbras
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Prurido, dermatite ocre e ulceração
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Espasmos, edema e cianose
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

DISCURSIVA: (192522 votos) ..........99.44% das questões discursivas receberam votos.
O transtorno do espectro do autismo (TEA) é uma condição crônica que requer uma abordagem abrangente do tratamento. Indivíduos com TEA têm diferentes graus de comprometimento da função social e comportamental. A gerência deve ser individualizada de acordo com a idade da criança e necessidades específicas.
1) Quais são e o que buscam os objetivos específicos para abordar os principais déficits do TEA? (0,14 pontos)
2) Que especialidades tem que ser envolvidas na equipe terapêutica do paciente pediátrico autista? (0,36 pontos)


RATING: 3.01

O transtorno do espectro do autismo (TEA) é uma condição crônica que requer uma abordagem abrangente do tratamento. Indivíduos com TEA têm diferentes graus de comprometimento da função social e comportamental. A gerência deve ser individualizada de acordo com a idade da criança e necessidades específicas.
1) Quais são e o que buscam os objetivos específicos para abordar os principais déficits do TEA? (0,14 pontos)
2) Que especialidades tem que ser envolvidas na equipe terapêutica do paciente pediátrico autista? (0,36 pontos)

1) Quais são e o que buscam os objetivos específicos para abordar os principais déficits do TEA?
Resposta:

  • Melhorar o funcionamento social e habilidades de brincar (0,028 p)
  • Melhorar as habilidades de comunicação (funcionais e espontâneas) (0,028 p)
  • Melhorar habilidades adaptativas (0,028 p)
  • Diminuir comportamentos não funcionais ou negativos (0,028 p)
  • Promover o funcionamento de ensino e a cognição (0,028 p)

2) Que especialidades tem que ser envolvidas na equipe terapêutica do paciente pediátrico autista?

  • Pediatra de desenvolvimento (0,04 p)
  • Neuropediatra (0,04 p)
  • Psiquiatra infantil (0,04 p)
  • Psicólogo (ou neuropsicólogo) (0,04 p)
  • Geneticista ou conselheiro de genética (0,04 p)
  • Patologista da fala (0,04 p)
  • Terapeuta ocupacional (0,04 p)
  • Fonoaudiólogo (0,04 p)
  • Assistente social (0,04 p)

FONTE:

Autism spectrum disorder in children and adolescents: Overview of management Author: Laura Weissman, MD Section Editors: Marilyn Augustyn, MD, Marc C Patterson, MD, FRACP Deputy Editor: Mary M Torchia, MD (artigo com direitos autorais, somente para assinantes). UpToDate www.uptodate.com ©2019 UpToDate, Inc. and/or its affiliates. All Rights Reserved.

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (224789 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



RATING: 2.95

1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)




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