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HEMORRAGIAS DIGESTIVAS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Pela localização, as hemorragias digestivas são classificadas em SUPERIORES e INFERIORES. Aonde que está a diferença? A hemorragia digestiva alta (HDA) pode ser definida como sangramento do segmento proximal ao ligamento de Treitz localizado no duodeno distal.

OBJETIVA: (970498 votos)..........95.03% das questões objetivas receberam votos.
Qual é o agente etiológico mais frequente nos casos de derrame pleural na idade escolar?
A. Staphylococcus aureus
B. Streptococcus pneumoniae
C. Mycoplasma pneumoniae
D. Haemophilus influenzae tipo B
E. Streptococcus pyogenes

  RATING: 0

Qual é o agente etiológico mais frequente nos casos de derrame pleural na idade escolar?

A. Staphylococcus aureus
INCORRETO: Embora o Staphylococcus aureus seja um agente importante, especialmente em lactentes e em pneumonias necr osantes ou com abscesso, ele não é o mais frequente em derrames pleurais na faixa etária escolar.
B. Streptococcus pneumoniae
CORRETO : O Streptococcus pneumoniae continua sendo o agente bacteriano mais comumente isolado nos derrames pleurais parapneumônicos em crianças, inclusive na idade escolar, devido à sua alta prevalência como causador de pneumonia comunitária que evolui com complicações pleurais.
C. Mycoplasma pneumoniae
INCORRETO : O Mycoplasma pneumoniae é um patógeno frequente de pneumonia na idade escolar, mas os derrames pleurais associados costumam ser de pequeno volume e raramente representam a complicação principal ou a forma mais comum de derrame pleural significativo.
D. Haemophilus influenzae tipo B
INCORRETO : O Haemophilus influenzae tipo B tornou-se raro como causa de doença invasiva, incluindo derrames pleurais, graças à vacinação universal em calendário vacinal.
E. Streptococcus pyogenes
INCORRETO : O Streptococcus pyogenes (grupo A) pode ocasionar derrame pleural parapneumônico, mas com incidência bem inferior à do Streptococcus pneumoniae.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (174780 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Qual é a melhor estratégia para garantir tratamento contínuo desde o evento até a reabilitação em caso de traumatismo/politraumatismo grave? (0,1875 pontos)
(II) Qual a definição correta do acidente?(0,3125 pontos)


RATING: 2.98

(I) Qual é a melhor estratégia para garantir tratamento contínuo desde o evento até a reabilitação em caso de traumatismo/politraumatismo grave? (0,1875 pontos)
(II) Qual a definição correta do acidente?(0,3125 pontos)

(I) Qual é a melhor estratégia para garantir tratamento contínuo desde o evento até a reabilitação em caso de traumatismo/politraumatismo grave?

São de importância vital para a redução da morbidade e mortalidade, representando a melhor forma de oferecer tratamento contínuo desde o evento até a reabilitação:
  • a regionalização do atendimento médico (0,0625 p)
  • a hierarquização do atendimento médico (0,0625 p)
  • criação de Centros de Trauma (0,0625 p)
(II) Qual a definição correta do acidente?

Acidente = evento não intencional (0,0625 p) e evitável (0,0625 p), causador de todos os tipos de lesões (0,0625 p) no ambiente doméstico (0,0625 p) ou nos outros espaços sociais como trabalho (0,0125 p), trânsito (0,0125 p), escola (0,0125 p), esportes (0,0125 p) e lazer (0,0125 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (203095 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Maria, uma menina previamente saudável de 5 anos, foi levada ao atendimento pediátrico devido a episódios recorrentes de dor de cabeça nas últimas três semanas. A mãe relatou que Maria se queixava de uma dor intensa na região frontal da cabeça, que ocorria cerca de duas a três vezes por semana, cada ataque durando até duas horas.

Durante as crises, Maria frequentemente apresentava sintomas de fotofobia e fonofobia, preferindo ambientes escuros e silenciosos. Além disso, as dores eram acompanhadas de náuseas, embora sem vômito. A mãe também observou que Maria tendia a ficar mais irritada e chorosa durante esses episódios e que, após algumas horas de descanso, ela parecia melhorar significativamente.

História Familiar: Não havia histórico de trauma recente, febre, outros sintomas neurológicos ou uso de medicação contínua que pudesse explicar as cefaleias. No entanto, a avó materna de Maria tem um histórico conhecido de enxaquecas. 

Exame Clínico: O exame físico e neurológico de Maria não revelou anormalidades. Todos os sinais vitais estavam dentro dos parâmetros normais, e não havia sinais de infecção ou outras condições agudas.

Respondam ás seguintes perguntas:

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente. (peso 0,16 pontos)

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança? (peso 0,18 pontos)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises? (peso 0,08 pontos)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso de crises frequentes e debilitantes, ou que não respondem bem aos analgésicos? (0,08 pontos)




RATING: 2.88

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente.

Cefaleia primaria (enxaqueca) (0,02 p) - apoiado pela recorrência (0,02 p), duração de até duas horas (0,02 p), localização na região frontal da cabeça (0,02 p), sintomas de fotofobia (0,02 p), fonofobia (0,02 p) e náuseas (0,02 p), histórico conhecido de enxaquecas na família (0,02 p).

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança?

Dentre os analgésicos (0,02 p), os mais utilizados são:

  • Dipirona 25 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Ibuprofeno 10 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Paracetamol 15 mg/kg/dose (0,02 p)

Dentre os antiemeticos (0,02 p):

  • Metoclopramida (Plasil) 0,5–2 mg/kg/dose VO ou IV a cada 4–6 horas.  (0,02 p)
  • Proclorperazina (Compazine) 0,1 mg/kg/dose VO, IM ou IV a cada 6 horas  (0,02 p)
  • Prometazina (Fenergan) 0,25–1,0 mg/kg/dose VO, PR, IV ou IM a cada 4–6 horas (0,02 p)
  • Ondansetrona (0,15 mg/kg/dose). (0,02 p)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises?

As medidas não farmacológicas (0,02 p) foram inicialmente recomendadas, como a manutenção de uma rotina regular de sono (0,02 p) e alimentação (0,02 p), além de técnicas de relaxamento (0,02 p)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso que as crises são frequentes e debilitantes, ou não respondem bem aos analgésicos?

Medicamentos como beta-bloqueadores (0,02 p), anticonvulsivantes (0,02 p) ou antidepressivos (0,02 p) são utilizados em algumas situações, mas a indicação deve ser criteriosa e supervisionada por um especialista. (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




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