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DOENÇA HEMOLÍTICA DO RECÉM-NASCIDO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

O fator Rh foi descoberto em 1940 de Landsteiner e Wiener. O fator Rh e presente em 85% dos indivíduos (chamados Rh positivos). O que sobra constitua os Rh - negativos. De fato, existe mais de um tipo de fator Rh, mas o que e importante e tipar o fator Rhesus (D). Ele aparece ainda no estado de embrião de 30 dias!

O fator Rh se transmite pelas regras do Mendel – estudos genéticos mostraram que, praticamente, todas as genes pertencedoras ao sistema Rh são alojados no mesmo cromossomo.
O que e essencial e que ele um fator dominante, então, prevalece.

OBJETIVA: (1094981 votos)..........99.22% das questões objetivas receberam votos.
Sobre as cefalias na idade pediátrica é CORRETO afirmar que:
A. A forma clássica de cefaléia na infância tem a ver com a relação causal entre cefaléia e erros de refração
B. A prevalência da cefaléia é mais frequente por volta de 10 anos de idade
C. Em crianças e adolescentes com cefaléia crônica encontra-se prejuízo das funções cognitivas.
D. O padrão observado na cefaléia secundária à hemorragia intracraniana é a forma aguda e gradualmente contínua e progressiva
E. O estado migranoso é definido como uma crise migrânea que não responde ao tratamento com analgésicos via parenteral

  RATING: 3.13

Sobre as cefalias na idade pediátrica é CORRETO afirmar que:

A. A forma clássica de cefaléia na infância tem a ver com a relação causal entre cefaléia e erros de refração
INCORRETO: A relação causal entre cefaléia e erros de refração na infância é citada na literatura como um mito da oftalmologia pediátrica. Os autores que admitem tal relação expressam-na de forma subjetiva e não por meio de estudos controlados. Apesar de os pais de crianças com cefaléia crônica freqüentemente priorizarem a consulta com o oftalmologista, observa-se na literatura um consenso de que os erros de refração representam uma causa rara de cefaléia na infância, embora sejam diagnosticados excessivamente como tal.
B. A prevalência da cefaléia é mais frequente por volta de 10 anos de idade
INCORRETO : A sua prevalência varia de acordo com a faixa etária, sendo menos frequente nos menores de 10 anos de idade (1 a 10%) e mais frequente por volta dos 15 anos de idade (8 a 23%).
C. Em crianças e adolescentes com cefaléia crônica encontra-se prejuízo das funções cognitivas.
CORRETO : Vários domínios de qualidade de vida encontram-se comprometidos em crianças e adolescentes com cefaléia crônica, principalmente em amostras clínicas de pacientes com cefaléia incapacitante de alta freqüência. Nesses estudos, fica patente o prejuízo do desempenho escolar e das funções cognitivas pela cefaléia.
D. O padrão observado na cefaléia secundária à hemorragia intracraniana é a forma aguda e gradualmente contínua e progressiva
INCORRETO : Cefaleias agudas de instalação abrupta, evolução contínua e progressiva merecem nossa atenção especial e quase sempre indicam a necessidade de investigação complementar. Este é o padrão observado na cefaléia secundária à hemorragia intracraniana.
E. O estado migranoso é definido como uma crise migrânea que não responde ao tratamento com analgésicos via parenteral
INCORRETO : Define-se o estado migranoso como uma crise de migrânea de forte intensidade e duração maior que 72 horas.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

DISCURSIVA: (179839 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

A cetoacidose diabética é uma complicação grave do diabetes que pode ocorrer em crianças, especialmente naquelas com diabetes tipo 1. É uma condição causada pela falta de insulina, o que leva o corpo a quebrar gordura como fonte de energia, resultando na produção de cetonas, que são ácidos que se acumulam no sangue.

Respondam ás seguintes perguntas:

(I) Quais complicações relacionadas á cetoacidose diabetica são consideradas como ameaçadores de vida? (0,1875 pontos)

(II) O sódio sérico medido costuma estar baixo ou na faixa normal baixa. No contexto de hiperglicemia, o sódio medido será reduzido. Qual é a estimativa comumente usada para correção? (0,125 pontos)

(III) Quais são os fatores de risco para edema cerebral na cetoacidose diabética? (0,1875 pontos)




RATING: 2.96

A cetoacidose diabética é uma complicação grave do diabetes que pode ocorrer em crianças, especialmente naquelas com diabetes tipo 1. É uma condição causada pela falta de insulina, o que leva o corpo a quebrar gordura como fonte de energia, resultando na produção de cetonas, que são ácidos que se acumulam no sangue.

Respondam ás seguintes perguntas:

(I) Quais complicações relacionadas á cetoacidose diabetica são consideradas como ameaçadores de vida? (0,1875 pontos)

(II) O sódio sérico medido costuma estar baixo ou na faixa normal baixa. No contexto de hiperglicemia, o sódio medido será reduzido. Qual é a estimativa comumente usada para correção? (0,125 pontos)

(III) Quais são os fatores de risco para edema cerebral na cetoacidose diabética? (0,1875 pontos)


(I) Quais complicações relacionadas á cetoacidose diabetica são consideradas como ameaçadores de vida?

  • Edema cerebral (0,03125 p)
  • Colapso cardiovascular  (0,03125 p)
  • Acidose metabólica profunda  (0,03125 p)
  • Hipercalemia  (0,03125 p)
  • Hipocalemia  (0,03125 p)
  • Hipofosfatemia (0,03125 p)

(II) O sódio sérico medido em cetoacidose diabética costuma estar baixo ou na faixa normal baixa. No contexto de hiperglicemia, o sódio medido será reduzido. Qual é a estimativa comumente usada para correção?

A estimativa comumente usada para correção é uma diminuição (0,03125 p) de 2 mEq/L  de Na (0,03125 p) para cada aumento  (0,03125 p) de 100 mg/dL na glicose (0,03125 p) acima do normal. 

(III) Quais são os fatores de risco para edema cerebral na cetoacidose diabética?

  • Nitrogênio ureico elevado  (0,03125 p)
  • Baixo PCO2  (0,03125 p)
  • Tratamento com bicarbonato  (0,03125 p)
  • Falha no aumento constante do Na+ sérico medido com a correção da hiperglicemia  (0,03125 p)
  • Idade < 3 anos  (0,03125 p)
  • Diabetes de início recente (0,03125 p)


FONTE:


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (209481 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um adolescente de 13 anos se apresenta ao pronto-socorro com uma queixa de dor de garganta e febre há 2 dias. Ele relata que sua irmã mais nova tinha a semana passada 'a mesma coisa'. O paciente tem dor ao engolir, mas nenhuma mudança na voz, não há salivação ou rigidez do pescoço. Nega qualquer história recente de tosse, erupção cutânea, náusea, vômito ou diarreia. Nega qualquer viagem recente e a carteira de imunização é completa. Ele não tem outros problemas de saúde, não toma medicamentos e não tem alergias. No exame, o paciente tem uma temperatura de 38,5 ° C, FC 104 batimentos por minuto, pressão arterial 118/64 mm Hg, FR de 18 respirações por minuto e uma saturação de oxigênio de 99% no ar ambiente. O orofaringe posterior revela eritema com exsudatos tonsilares sem desvio uvular, ou edema tonsilar significativo. O pescoço é flexível, sem sensibilidade de os gânglios linfáticos anteriores.

Exame do tórax e cardiovascular normal. Abdomen de consistência normal e indolor, com ruídos intestinais normais e sem hepatoesplenomegalia. Não há erupções.

(I) Enumeram pelo menos 3 suspeitas diagnosticos.(0,3 pontos)

(II) Qual é a estratégia diagnóstica principal? (0,1 pontos)

(III) Em que consta o plano terapêutico? (0,1 pontos)

 




RATING: 3.44

(I) Suspeitas diagnósticas: (0,1 pontos cada um dos três requeridos que estejam na lista abaixo)

  • faringite estreptocócica.
  • epiglotite
  • abscesso periamigdaliano
  • abscesso retrofaríngeo 
  • angina de Ludwig

(II)  Plano de diagnóstico: Usar os critérios de Centor para determinar a probabilidade de faringite bacteriana e teste rápido de antígeno quando apropriado. (0,1 p)

(III) Plano terapêutico: Avaliar o paciente quanto à necessidade de antibióticos versus sintomaticos.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.44)




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