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RATING: 2.04 ![]()
Um corretor da bolsa de 42 anos com história conhecida de doença arterial coronariana apresenta-se ao pronto-socorro com queixas de piora da dor no peito, que começou a sentir durante sua caminhada naquela manhã. A esposa dele insistiu para que ele procurasse um médico porque ele vem experimentando palpitações, dispneia e angina nos últimos 3 dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 70/50 mm Hg, frequência cardíaca 140/min e irregular, frequência respiratória 22/min, e saturação de oxigênio 94% no ar ambiente. No exame físico, ele está totalmente orientado, mas ligeiramente confuso e angustiado. Uma ECG foi tirada e é mostrada na imagem.

A. Anticoagulação com varfarina
INCORRETO: A anticoagulação não irá converter o paciente de um ritmo instável, que deve ser a principal prioridade neste ponto. Na hora que o paciente estará estável, a anticoagulação será a próxima intervenção importante para prevenir o risco de tromboembolismo.
B. Observação clínica rigorosa
INCORRETO : A observação é importante, sem, duvida, mas não fornece a intervenção definitiva necessária para converter
um ritmo cardíaco instável.
C. Ecocardiograma
INCORRETO : Uma ecocardiograma pode ser útil para descartar um trombo antes de conversão elétrica ou química se o atrial
a fibrilação dura pelo menos 48 horas. No entanto, a natureza instável do atrial deste paciente a fibrilação requer eletrocardioversão imediata de acordo com o protocolo de suporte avançado de vida cardíaca.
D. Eletrocardioversão
CORRETO : O ECG revela fibrilação atrial, que foi provavelmente causada por isquemia cardíaca neste paciente. Uma vez que o paciente está apresentando piora dos sintomas, a fibrilação atrial pode ser considerada instável e, portanto, requer eletrocardioversão.
E. Controle de taxa com um bloqueador β
INCORRETO : O controle da frequência é muito importante na fibrilação atrial estável para manter débito cardíaco adequado. No entanto, este paciente tem uma forma instável e precisa de uma intervenção mais urgente.
Gabarito: D
Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:
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Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:
1. Mecanismos dos sinais e sintomas e frequência da tríade clássica
Os sinais e sintomas resultam, basicamente, de três mecanismos: efeitos diretos do tumor primário (ação local), das metástases a distância ou da ocorrência de síndromes paraneoplásicas (0,04 p).
O achado clínico mais frequente é a hematúria, que pode ser macroscópica ou microscópica e ocorre em aproximadamente 60% dos casos (0,03 p).
Dor abdominal ou no flanco aparece em cerca de 40% dos pacientes, enquanto massa palpável no abdome é encontrada em apenas 10% deles (0,02 p).
A tríade clássica — hematúria, dor lombar e massa palpável — está presente em menos de 10% dos casos (0,03 p).
2. Principais síndromes paraneoplásicas e suas causas
O carcinoma de células renais apresenta, em até 20% dos pacientes, um amplo espectro de síndromes paraneoplásicas (0,04 p).
3. Achados laboratoriais mais frequentes e método radiológico de escolha
Os achados laboratoriais mais frequentes são: anemia (aproximadamente 30% dos casos, normocrômica e normocítica, decorrente de perda crônica de sangue ou processos hemolíticos), hematúria (cerca de 60%) e elevação da velocidade de hemossedimentação (até 75% dos casos, refletindo o componente inflamatório) (0,05 p).
O método radiológico de escolha, hoje, é a tomografia computadorizada abdominal realizada em três fases com contraste; realce superior a 20 unidades Hounsfield após administração do contraste é indicativo de neoplasia (0,05 p).
4. Sistema TNM de estadiamento e principais modificações
O estadiamento é realizado pelo sistema TNM, que avalia: extensão anatômica do tumor primário (T), envolvimento de linfonodos regionais (N) e presença de metástases a distância (M) (0,04 p).
Essa classificação permite estratificar os pacientes em grupos de risco, estimar o prognóstico, prever a probabilidade de progressão da doença e comparar resultados de diferentes protocolos de tratamento (0,04 p).
Principais modificações introduzidas:
FONTE:
1) Enumeram as causas prováveis da hematêmese.
CAUSAS DE HEMATÊMESE
2) Quais são os exames de laboratório que você vai pedir?
EXAMES NECESSÁRIOS:
3) Qual é a principal hipótese diagnóstica e porque?
Forte suspeita diagnóstica: Hipertensão portal (0,0185 p) por Esquistossomiase mansonica (0,0185 p) :
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