ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2566 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
509 TENTATIVAS (30 CONTESTAÇÕES)
15476 QUESTÕES OBJETIVAS
3532 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5858 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3429 QUESTÕES DE CIRURGIA
1852 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
178 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
210 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

CRIANÇA COM DESCONFORTO RESPIRATORIO E INSUFICIÊNCIA RESPIRATORIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

O bom atendimento durante uma urgência/emergência respiratória depende MUITO, mas muito mesmo do conhecimento da anatomia e da fisiologia do sistema respiratório da criança.
A criança tem características particulares de dinâmica e anatomia e, se a gente entender como tudo funciona, como tudo pode ser desequilibrado e como podemos consertar, as chances das crianças em situações de stress respiratório aumentam muito nas nossas mãos.

OBJETIVA: (1284018 votos)..........96.35% das questões objetivas receberam votos.
Um adolescente apresenta diagnóstico de osteomielite de calcâneo pós-ferimento perfurante há 12 dias. O tratamento antibiótico compreende:
A. penicilina cristalina e gentamicina
B. vancomicina e cloranfenicol
C. oxacilina e ceftazidima
D. clindamicina e sulfametoxazol-trimetoprima
E. vancomicina e ciprofloxacina

  RATING: 3

Um adolescente apresenta diagnóstico de osteomielite de calcâneo pós-ferimento perfurante há 12 dias. O tratamento antibiótico compreende:

A. penicilina cristalina e gentamicina
INCORRETO: A penicilina cristalina oferece cobertura limitada para S. aureus (muitos isolados são resistentes devido à produção de betalactamase), tornando-a inadequada como monoterapia para Gram-positivos em osteomielite; ela é mais usada em infecções por estreptococos ou anaeróbios. A gentamicina (aminoglicosídeo) cobre Gram-negativos, incluindo Pseudomonas, mas sua penetração óssea é moderada, e o risco de nefrotoxicidade/ototoxicidade em terapia prolongada (12 dias já indicam necessidade de ajuste) a torna não ideal como primeira linha, preferindo-se betalactâmicos com melhor perfil de segurança.
B. vancomicina e cloranfenicol
INCORRETO : A vancomicina é reservada para S. aureus resistente (MRSA) ou alergia a betalactâmicos, não sendo necessária empiricamente aqui sem evidência de resistência (o caso não menciona); seu uso rotineiro promove seleção de VRE. O cloranfenicol, embora amplo-espectro, tem cobertura inadequada para Pseudomonas (baixa atividade) e riscos graves como aplasia medular, tornando-o obsoleto para osteomielite pediátrica; guidelines modernas o evitam em favor de opções mais seguras e eficazes.
C. oxacilina e ceftazidima
CORRETO : A combinação de oxacilina e ceftazidima é a conduta antibiótica apropriada neste caso, alinhada aos protocolos da IDSA e da American Academy of Pediatrics para osteomielite aguda pós-traumática em ferimentos perfurantes no pé, onde há alto risco de infecção polimicrobiana. A oxacilina (um betalactâmico antiestafilocócico) fornece excelente cobertura para Staphylococcus aureus sensível à meticilina (MSSA), o patógeno mais comum em osteomielite pediátrica (~50-70% dos casos), com boa penetração óssea e perfil de segurança em adolescentes. A ceftazidima (cefalosporina de terceira geração) é essencial para cobrir Pseudomonas aeruginosa, frequente em perfurações plantares (até 20-30% dos casos, devido a contaminação por água ou solo), com atividade antipseudomonas superior e administração IV inicial recomendada. Essa dupla empírica é ajustada após cultura (de osso ou pus), com duração de 4-6 semanas, prevenindo cronicidade, sequestro ósseo ou amputação. Estudos como os do Pediatric Infectious Diseases Research Network reforçam essa escolha como primeira linha em cenários semelhantes, minimizando resistência e otimizando outcomes em pacientes jovens.
D. clindamicina e sulfametoxazol-trimetoprima
INCORRETO : Porque a clindamicina é útil para anaeróbios e alguns Gram-positivos (incluindo MRSA comunitário), mas sua cobertura para Pseudomonas é nula, falhando em abordar o risco principal em ferimentos perfurantes. O sulfametoxazol-trimetoprima (Bactrim) cobre Gram-negativos como E. coli, mas não Pseudomonas de forma confiável, e sua penetração óssea é variável; essa combinação é mais para infecções urinárias ou cutâneas leves, não para osteomielite aguda grave, onde betalactâmicos IV são preferidos para erradicação.
E. vancomicina e ciprofloxacina
INCORRETO : Apesar de pertinente como opção em suspeita de MRSA (vancomicina) e Pseudomonas (ciprofloxacina, uma fluoroquinolona com excelente atividade antipseudomonas e penetração óssea), porque a vancomicina não é primeira linha sem resistência confirmada, e a ciprofloxacina, embora eficaz em adolescentes (com menor risco de artropatia que em crianças menores), é preferida para transição oral após IV inicial, não como empírica primária; guidelines priorizam betalactâmicos como oxacilina/ceftazidima para minimizar resistência fluoroquinolona e otimizar espectro inicial.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (190819 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)




RATING: 2.92

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)


1. Principais dados de incidência

  • Mundialmente, o câncer de próstata configura a segunda neoplasia maligna mais frequente entre indivíduos do sexo masculino (0,04 p).
  • No Brasil, equivale ao tumor mais comum (com exceção dos tumores de pele não melanoma), com risco de 62 por 100 mil homens, valores mais altos na região Sudeste, seguidos pelas regiões Centro-Oeste e Sul (0,05 p).
  • A introdução do PSA após a década de 1990 resultou em elevação acentuada da incidência, favorecendo o diagnóstico precoce na forma de doença localizada; subsequentemente observou-se declínio no número de diagnósticos, seguido de estabilização (0,05 p).

2. Principais fatores de risco

  • Existe relação clara e direta entre o avanço da idade e o aumento progressivo na incidência; a frequência com que a neoplasia é detectada em estudos de autópsia cresce de forma contínua conforme a idade do indivíduo (0,04 p).
  • O risco se eleva significativamente em famílias nas quais um ascendente apresentou a doença, sendo observado que quanto mais precoce o diagnóstico no familiar, maior o risco conferido aos descendentes (0,04 p).
  • Gêmeos univitelinos exibem concordância quatro vezes superior em relação a gêmeos bivitelinos; esses achados reforçam o importante papel da herança genética na etiopatogênese da doença (0,05 p).
  • A incidência é influenciada pela raça: homens negros apresentam taxas substancialmente mais altas quando comparados a homens brancos ou asiáticos; no Brasil identifica-se aumento relativo na prevalência entre negros, correspondendo a um risco relativo de aproximadamente 1,5 (0,05 p).

3. Diferença conceitual e considerações para indicação

  • É fundamental diferenciar as duas modalidades, ambas com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de próstata (0,04 p).
  • Detecção precoce refere-se à investigação direcionada a indivíduos específicos, e não a uma política de busca ativa em pacientes assintomáticos como ocorre no screening populacional; a estratégia deve ser individualizada, direcionada aos pacientes que apresentam maior probabilidade de benefício com o tratamento (0,04 p).

4. Realização da detecção precoce

  • Antes de indicar a detecção precoce é necessário analisar comorbidades do paciente, estado de saúde atual, expectativa de vida e outros fatores de risco; pacientes com expectativa de vida inferior a 10 anos, com comorbidades descontroladas ou portadores de doenças graves não apresentam benefício (0,05 p).
  • Grupos de maior risco (homens negros, história familiar positiva ou ascendentes diagnosticados em idade jovem) devem ser estimulados a realizar avaliação anual por meio de exame de toque retal e dosagem de PSA; a detecção precoce também deve ser oferecida a pacientes que manifestam desejo de investigação, mesmo na ausência dos fatores de risco mencionados (0,05 p).


FONTE:

NEOPLASIA DE PROSTATA - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (223004 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.
Uma paciente do sexo masculino, de 56 anos, sexualmente ativo, hipertenso, em uso de hidroclorotiazida 25mg/dia, captopril 50mg a cada 12h e metildopa 250mg a cada 12h, apresenta fadiga, dor no corpo e febre baixa há 2 semanas, tornando-se ictérico há 2 dias. Sua urina encontra-se “cor de chá preto” e suas fezes estão mais claras. Procurou atendimento médico, quando foram solicitados exames de laboratório: Hemograma normal (leucócitos = 8.400/mm3, sem desvio para esquerda), ALT (TGP) = 1340 U/L, ALT (TGO) = 1120 U/L, fosfatase alcalina = 123 U/L, gama-GT = 210 U/L, bilirrubina total = 15mg/dL (direta = 10mg/dL), albumina = 3,8g/dL, INR = 1,3, bioquímica normal. O médico então formulou a hipótese de hepatite, porém precisou pedir mais exames para saber a etiologia da hepatite (viral x medicamentosa x outra causa). Sobre o caso em questão, pergunta-se :
a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada? (0,13 pontos)
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda? (0,14 pontos)
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda? (0,1 pontos)
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada? (0,13 pontos)


RATING: 1.99

a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,03 p);
Anti-HBs - Anti-HAV IgM - (0,04 p);
Anti-HAV IgG + (0,03 p);
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM - (0,04 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda?
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,04 p);
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada?
Anti-HAV IgM + (0,03 p);
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs + (0,03 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (1.99)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.