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ESTENOSE PULMONAR CONGÊNITA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Se a valva não estiver intensamente espessada, ela produz uma obstrução semelhante a um domo na via de saída do ventrículo direito durante a sístole. A estenose infundibular isolada, a estenose pulmonar supra val var e a estenose do ramo da artéria pulmonar são menos freqüentes.

Quando a estenose da valva pulmonar é a lesão dominante e está presente uma pequena comunicação interventricular associada (CIV), essa condição é mais bem classificada como estenose pulmonar com CIV do que como tetralogia de Fallot.

A estenose pulmonar e a comunicação interatrial (CIA) ocasionalmente são observadas como defeitos associados. Os achados clínicos e laboratoriais refletem a lesão dominante, mas é importante descartar essas anomalias associadas.

OBJETIVA: (1145789 votos)..........99.37% das questões objetivas receberam votos.
Uma adolescente com 15 anos procura o consultório de seu médico pois está há 1 semana com febre baixa mal estar, dor de cabeça e muita tosse com expectoração. Há 3 dias houve aparecimento de dor de garganta e de ouvido. Ao exame, o médico detecta estertores finos em bases de pulmões e sibilos esparsos em ambos os hemitórax, além de hiperemia de orofaringe e miringite bolhosa. A radiografia de tórax revela um infiltrado intersticial em bases pulmonares. O agente mais provável de ser isolado em material de escarro e o tratamento que poderia contribuir para abreviar o curso da doença seriam:
A. Mycoplasma pneumoniae; eritromicina.
B. Streptococcus pneumoniae; penicilina.
C. Chlamydia pneumoniae; eritromicina
D. Mycoplasma pneumoniae; sulfametoxazol-trimetoprim
E. Chlamydia pneumoniae; sulfametoxazol-trimetoprim.

  RATING: 3

Uma adolescente com 15 anos procura o consultório de seu médico pois está há 1 semana com febre baixa mal estar, dor de cabeça e muita tosse com expectoração. Há 3 dias houve aparecimento de dor de garganta e de ouvido. Ao exame, o médico detecta estertores finos em bases de pulmões e sibilos esparsos em ambos os hemitórax, além de hiperemia de orofaringe e miringite bolhosa. A radiografia de tórax revela um infiltrado intersticial em bases pulmonares. O agente mais provável de ser isolado em material de escarro e o tratamento que poderia contribuir para abreviar o curso da doença seriam:

A. Mycoplasma pneumoniae; eritromicina.
CORRETO: O quadro descrito é característico de pneumonia por micoplasma. Sugerem esse diagnóstico a idade, o quadro arrastado, a cefaléia, a faringite e a miringite bolhosa (doença do epitélio de revestimento da membrana timpânica, cujo diagnóstico é feito facilmente pela otoscopia). O tratamento de escolha é com eritromicina.
B. Streptococcus pneumoniae; penicilina.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Chlamydia pneumoniae; eritromicina
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Mycoplasma pneumoniae; sulfametoxazol-trimetoprim
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Chlamydia pneumoniae; sulfametoxazol-trimetoprim.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (183038 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Defina a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) em pediatria. 0,3 pontos
2) Defina a sepse para a faixa etária pediátrica. 0,1 pontos
3) Defina a sepse grave em pacientes pediátricos. 0,1 pontos


RATING: 3.01

1) Defina a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) em pediatria. 0,3 pontos
2) Defina a sepse para a faixa etária pediátrica. 0,1 pontos
3) Defina a sepse grave em pacientes pediátricos. 0,1 pontos

1) Defina a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) em pediatria.
Síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) em pediatria é definida como presença de pelo menos dois dos seguintes critérios, sendo que um deles deve ser alteração da temperatura ou do número de leucócitos:(0,05 p)

  1. Alteração de temperatura corpórea - hipertermia ou hipotermia(0,05 p)
  2. Taquicardia - frequência cardíaca (FC) inapropriada para idade na ausência de estímulos externos ou bradicardia para criança <1 ano (0,05 p)
  3. Taquipneia - frequência respiratória (FR) inapropriada para idade(0,05 p) OU necessidade de ventilação mecânica para um processo agudo não relacionado à doença neuromuscular de base ou necessidade de anestesia geral. (0,05 p)
  4. Alteração de leucócitos – leucocitose ou leucopenia não secundárias à quimioterapia, ou presença de formas jovens de neutrófilos no sangue periférico.(0,05 p)
2) Defina a sepse para a faixa etária pediátrica.
Sepse caracteriza-se pela presença de dois ou mais sinais de SIRS, (0,05 p) sendo um deles hipertermia/hipotermia e/ou alteração de leucócitos,, concomitantemente à presença de quadro infeccioso confirmado ou suspeito.(0,05 p)
3) Defina a sepse grave em pacientes pediátricos.
Sepse grave em pacientes pediátricos caracteriza-se pela presença de sepse e disfunção cardiovascular OU respiratória OU duas ou mais disfunções orgânicas entre as demais. (0,05 p). Entretanto, para fins práticos qualquer disfunção orgânica associada a infecção suspeita ou confirmada caracterizará sepse grave. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (213361 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Homem de 67 anos, de etnia negra, com história familiar de câncer de próstata em ascendente de primeiro grau diagnosticado precocemente, previamente assintomático, desenvolve em poucas semanas jato urinário fraco e fino, hesitação, gotejamento terminal e noctúria intensa. O exame físico revela nódulo endurecido no toque retal sem extensão óbvia para vesículas seminais. Não há dor óssea ou edema de membros inferiores. PSA total de 7,5 ng/mL.

Questões:

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável? (0,15 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,15 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,1 pontos)
IV. Qual o tratamento indicado considerando o provável estadiamento inicial? (0,1 pontos)





RATING: 3.08

Questão I (Suspeita diagnóstica)

  • Suspeita de câncer de próstata com sintomas do trato urinário inferior graves e rápidos, que costumam indicar tumor de alto grau (Gleason ≥ 8) ou grande volume tumoral (0,05 p)
  • O tumor cresceu para a zona de transição ou invadiu localmente a uretra prostática causando obstrução mecânica importante (0,05 p)
  • Fase possivelmente além do “silêncio clínico” típico da zona periférica (70-75% dos casos), onde o tumor cresce até 1,5-2 cm sem compressão uretral (0,05 p)


Questão II (Possível causa da doença diagnosticada)

  • Risco elevado por história familiar: quanto mais precoce o diagnóstico no ascendente, maior o risco conferido aos descendentes (0,05 p)
  • Incidência substancialmente mais alta em homens negros quando comparados a brancos ou asiáticos (0,05 p)
  • Relação clara e direta com o avanço da idade e aumento progressivo na incidência da neoplasia (0,05 p)


Questão III (Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico)

  • Biópsia transretal da próstata guiada por ultrassonografia, com obtenção de pelo menos 12 fragmentos prostáticos (0,05 p)
  • Indicação baseada em critério de valor elevado de PSA ou presença de nódulo endurecido ao toque retal (ou alterações em ambos os métodos) (0,05 p)


Questão IV (Tratamento)

  • Prostatectomia radical associada à linfadenectomia pélvica, que se mantém como padrão ouro para o controle eficaz e preciso da neoplasia localizada (0,10 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.08)




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