ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (23 CONTESTAÇÕES)
14762 QUESTÕES OBJETIVAS
3442 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2975 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
164 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
196 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

FISIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA DA HEMOSTASE (ÁREA DE PEDIATRIA)

O termo hemostasia significa prevenção de perda sanguínea. Sempre que um vaso é seccionado ou rompido, é provocada hemostasia por meio de diversos mecanismos:
(1) constrição vascular;
(2) formação de tampão plaquetário;
(3) formação de coágulo sanguíneo, como resultado da coagulação do sangue;
(4) eventual crescimento de tecido fibroso no coágulo para o fechamento permanente no orifício do vaso.

Na verdade, trata-se duma balança mantida permanentemente em equilibrio entre fatores pró-coagulantes (sistema hemo-dinâmico, vasos, plaquetas e fatores da coagulação) dum lado e anticoagulantes (anticoagulantes naturais, fibrinolíticos).


OBJETIVA: (1114907 votos)..........99.5% das questões objetivas receberam votos.
Adolescente, 17 anos, apresenta hemorragia digestiva, EDA e colonoscopia normais. Angiografia mesentérica sugeriu sangramento ao nível do íleo por divertículo de Meckel. A conduta adequada é realizar:
A. diverticulectomia
B. embolização do vaso sangrante
C. ressecção segmentar do íleo englobando divertículo
D. ileocolectomia direita
E. observação clínica com suporte transfusional

  RATING: 4

Adolescente, 17 anos, apresenta hemorragia digestiva, EDA e colonoscopia normais. Angiografia mesentérica sugeriu sangramento ao nível do íleo por divertículo de Meckel. A conduta adequada é realizar:

A. diverticulectomia
INCORRETO: A diverticulectomia isolada limita-se à excisão do divertículo sem ressecção ileal adjacente, falhando em abordar ectopia mucosa ectópica potencial no íleo circundante, associando-se a taxas de recorrência hemorrágica de até 20-30% em casos confirmados por cintilografia prévia.
B. embolização do vaso sangrante
INCORRETO : A embolização do vaso sangrante aplica-se a hemorragias vasculares focais em angiografias positivas, mas revela-se ineficaz e contraindicada em divertículos de Meckel por risco de isquemia ileal e falha em tratar a causa subjacente ectópica, com preferência por intervenção cirúrgica definitiva em pacientes jovens estáveis.
C. ressecção segmentar do íleo englobando divertículo
CORRETO : A ressecção segmentar do íleo englobando o divertículo representa a abordagem cirúrgica padrão para divertículo de Meckel sintomático com sangramento, pois o tecido ectópico gástrico responsável pela ulceração e hemorragia frequentemente se estende à mucosa ileal adjacente, demandando remoção ampla para prevenir recorrências, com margens de 5-10 cm proximal e distal ao divertículo, conforme diretrizes cirúrgicas pediátricas e séries clínicas que demonstram redução significativa de re-sangramento pós-operatório.
D. ileocolectomia direita
INCORRETO : A ileocolectomia direita, envolvendo ressecção do íleo terminal e cólon direito com anastomose, constitui abordagem excessiva e desnecessária para divertículo de Meckel localizado no íleo distal, elevando morbidade perioperatória sem benefício adicional sobre a ressecção segmentar limitada, reservada a neoplasias ou obstruções colônicas.
E. observação clínica com suporte transfusional
INCORRETO : A observação clínica com suporte transfusional ignora a necessidade de controle definitivo da fonte hemorrágica em divertículo de Meckel diagnosticado, expondo o paciente a re-sangramentos recorrentes e complicações como anemia grave ou choque hipovolêmico, contrariando protocolos que recomendam cirurgia eletiva ou urgente após estabilização.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (4)

DISCURSIVA: (181134 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Sobre o diabetes mellitus tipo I respondam ás seguintes perguntas:

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus? 0,2 p.
2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva? 0,2 p. 
3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus? 0,1 p


RATING: 2.53

Sobre o diabetes mellitus tipo I respondam ás seguintes perguntas:

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus? 0,2 p.
2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva? 0,2 p. 
3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus? 0,1 p

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus?

Primeiro, teremos uma HIPERGLICEMIA DE JEJUM 0,05 p

Segundo, teremos uma HIPERGLICEMIA PÓS-PRANDIAL 0,05 p

Terceiro, vamos ter altas concentrações de ACIDOS GRAXOS LIVRES 0,05 p

Quarto, aparece HIPERAMINOACIDEMIA. 0,05 p

2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva?

Então, a insulinoterapia intensiva é UM PRINCIPIO, indicado para se obter o controle glicêmico necessário para se evitar as microangiopatias: 0,05 p

  • glicemias de jejum e pré-prandial: 70-120 mg/dL, 0,05 p
  • glicemias pós-prandiais: <180 mg/dL, 0,05 p
  • HbA1C <7,0%. 0,05 p

3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus?

Podermos considerar o diabetes como causado por um triangulo formado de fatores GENETICOS, AMBIENTAIS E AUTOIMUNES. 0,1 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.53)

CASO CLINICO: (211098 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
PRDL, 28 anos, primigesta, idade gestacional de 32 semanas e 1 dia, calculado pela data da última menstruação, compatível com ultra-sonografia realizado com 9 semanas. Procura a triagem do HUJM, queixando-se de perda de liquido amniótico via vaginal há 6 horas. Nega sangramentos ou contrações uterinas. Ao exame, visualizado saída de líquido amniótico pelo orifício externo do colo. Toque vaginal apresentando colo grosso, posterior e fechado. Batimentos cárdio fetal de 150 bpm e dinâmica uterina: ausente. Pergunta-se:
Como você conduziria este caso?




RATING: 2.85

1. Internação e repouso absoluto no leito.
2. Ultrassonografia para quantificar líquido amniótico.
3. Cardiotocografia de 3/3 dias.
4. Dopplervelocimetria semanal.
5. Temperatura axilar de 4/4 horas.
6. Pesquisar aumento da sensibilidade uterina, secreções vaginais fétidas diariamente.
7. Auscultar BCF de 6/6 horas.
8. Leucograma e PCR de 3/3 dias.
9. Pesquisar maturidade fetal com 34 semanas.
10. Fazer corticóide na internação: betametazona, 12 mg de 24/24 horas (2 doses) IM.
11. NÃO FAZER: Toques vaginais. Antibióticos profiláticos. Tamponamento vaginal
12. Interromper a gestação na vigência de infecção ou vitalidade fetal comprometida ou maturidade presente (34 semanas).
13. Via de parto: Obstétrica.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.85)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.