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RATING: 4 ![]()
Adolescente, 17 anos, apresenta hemorragia digestiva, EDA e colonoscopia normais. Angiografia mesentérica sugeriu sangramento ao nível do íleo por divertículo de Meckel. A conduta adequada é realizar:
A. diverticulectomia
INCORRETO: A diverticulectomia isolada limita-se à excisão do divertículo sem ressecção ileal adjacente, falhando em abordar ectopia mucosa ectópica potencial no íleo circundante, associando-se a taxas de recorrência hemorrágica de até 20-30% em casos confirmados por cintilografia prévia.
B. embolização do vaso sangrante
INCORRETO : A embolização do vaso sangrante aplica-se a hemorragias vasculares focais em angiografias positivas, mas revela-se ineficaz e contraindicada em divertículos de Meckel por risco de isquemia ileal e falha em tratar a causa subjacente ectópica, com preferência por intervenção cirúrgica definitiva em pacientes jovens estáveis.
C. ressecção segmentar do íleo englobando divertículo
CORRETO : A ressecção segmentar do íleo englobando o divertículo representa a abordagem cirúrgica padrão para divertículo de Meckel sintomático com sangramento, pois o tecido ectópico gástrico responsável pela ulceração e hemorragia frequentemente se estende à mucosa ileal adjacente, demandando remoção ampla para prevenir recorrências, com margens de 5-10 cm proximal e distal ao divertículo, conforme diretrizes cirúrgicas pediátricas e séries clínicas que demonstram redução significativa de re-sangramento pós-operatório.
D. ileocolectomia direita
INCORRETO : A ileocolectomia direita, envolvendo ressecção do íleo terminal e cólon direito com anastomose, constitui abordagem excessiva e desnecessária para divertículo de Meckel localizado no íleo distal, elevando morbidade perioperatória sem benefício adicional sobre a ressecção segmentar limitada, reservada a neoplasias ou obstruções colônicas.
E. observação clínica com suporte transfusional
INCORRETO : A observação clínica com suporte transfusional ignora a necessidade de controle definitivo da fonte hemorrágica em divertículo de Meckel diagnosticado, expondo o paciente a re-sangramentos recorrentes e complicações como anemia grave ou choque hipovolêmico, contrariando protocolos que recomendam cirurgia eletiva ou urgente após estabilização.
Gabarito: C
RATING: 2.53 ![]()
Segundo, teremos uma HIPERGLICEMIA PÓS-PRANDIAL 0,05 p
Então, a insulinoterapia intensiva é UM PRINCIPIO, indicado para se obter o controle glicêmico necessário para se evitar as microangiopatias: 0,05 p
FONTE:
1. Internação e repouso absoluto no leito.
2. Ultrassonografia para quantificar líquido amniótico.
3. Cardiotocografia de 3/3 dias.
4. Dopplervelocimetria semanal.
5. Temperatura axilar de 4/4 horas.
6. Pesquisar aumento da sensibilidade uterina, secreções vaginais fétidas diariamente.
7. Auscultar BCF de 6/6 horas.
8. Leucograma e PCR de 3/3 dias.
9. Pesquisar maturidade fetal com 34 semanas.
10. Fazer corticóide na internação: betametazona, 12 mg de 24/24 horas (2 doses) IM.
11. NÃO FAZER: Toques vaginais. Antibióticos profiláticos. Tamponamento vaginal
12. Interromper a gestação na vigência de infecção ou vitalidade fetal comprometida ou maturidade presente (34 semanas).
13. Via de parto: Obstétrica.
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