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Uma mulher de 26 anos queixa-se de presença de pequenas massas na virilha, presentes há pelo menos 3 anos. sem febre, sem mal-estar, sem perda de peso e sem anorexia. É instrutora de vela e compete em triatlos. São confirmados vários linfonodos inguinais palpáveis de 1 cm, móveis, não hipersensíveis e distintos. Não há outra linfadenopatia, nem achados focais ao exame. Qual deve ser o próximo passo no manejo dessa paciente?
A. Biópsia de medula óssea
INCORRETO: A biópsia de medula óssea só seria indicada se fosse inicialmente estabelecido um diagnóstico de linfoma.
B. CT do tórax, abdome e pelve
INCORRETO : A TC corporal total está indicada na presença de outros linfonodos patológicos sugestivos de linfoma ou de doença granulomatosa em outras regiões anatômicas.
C. Biópsia excisional
INCORRETO : A biópsia de medula óssea só seria indicada se fosse inicialmente estabelecido um diagnóstico de linfoma.
D. Aspiração com agulha fina para cultura e citopatologia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Ultrassonografia pélvica
CORRETO : A linfadenopatia dessa paciente é benigna. A presença de linfonodos com menos de 2 cm é comum na população geral e não há necessidade de investigação adicional, contanto que não existam outras evidências de infecção disseminada ou tumor, e que os linfonodos não tenham qualidades que indiquem tumor (i.e., que não sejam duros nem fusionados). Uma abordagem prática seria medir os linfonodos ou até mesmo fotografá-los quando visíveis e proceder o seu acompanhamento seriado com o passar do tempo. Em certas ocasiões, os linfonodos inguinais podem estar associados a doenças sexualmente transmissíveis. Todavia, esses linfonodos costumam ser ipsilaterais e hipersensíveis, e a avaliação inclui exame bimanual e culturas apropriadas, mas não necessariamente ultrassonografia pélvica.
Gabarito: E
RATING: 3.19 ![]()
FONTE:
Paciente masculino, 68 anos, branco, tabagista crônico (40 maços-ano), com história de abuso crônico de analgésicos contendo fenacetina e exposição ocupacional a derivados de petróleo. Apresenta hematúria macroscópica indolor intermitente há 4 meses, associada a dor no flanco direito de intensidade moderada (inicialmente crônica, com episódio agudo simulando cólica renal). Ultrassonografia evidencia hidronefrose direita; citologia urinária mostra células suspeitas de alto grau; TC revela falha de enchimento na pelve renal direita.
Referente á esse caso:
I. Suspeita diagnóstica principal
II. Possível causa etiológica mais relevante
III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico
IV. Tratamento padrão-ouro
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