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URGÊNCIAS PEDIATRICAS (CIRCULATION) (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na hora de falar sobre a parada cardiorrespiratoria, seja ela em adulto ou em crianças, o primeiro problema que surge, em seguida é a questão: "Sobreviveu?"
Isto, na verdade é a unica parte importante do problema. A PCR só fica importante na estatistica na parte da sobrevivência do paciente que passou por isto. As perdas de vida por causa duma PCR nem contam mais, contudo, estamos motivados diminuir o numero delas treinando, conhecendo, trabalhando e aplicando o que sabemos de acordo com o local da parada e o ritmo de apresentação.
Porque desses dois parâmetros praticamente depende a taxa de sobrevivência.

OBJETIVA: (1137846 votos)..........99.43% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher nipo-americana de 39 anos com história de diabetes dependente de insulina e asma apresenta-se ao seu médico de família reclamando de dificuldade para engolir nos últimos meses. Ela explica que começou com alimentos sólidos (não conseguia engolir sanduíches no almoço) e depois passou a ter dificuldade á engolir líquidos. Afirma que agora é difícil até para engolir água e que muitas vezes fica até com muita sede. A paciente perdeu cerca de 3,2 kg, mas diz que está malhando com frequência. A pressão arterial é 118/76 mm Hg, o pulso é 86/min, a frequência respiratória é 16/min e a temperatura é 37,2 ° C. Testes laboratoriais mostram:
Na+: 144 mEq/L
K+: 4,0 mEq/L
Cl-: 100 mEq /L
Dióxido de carbono: 22 mmol/L (normal: 22-28 mmol/L)
Nitrogênio da uréia 18 mg/dL
Creatinina 1,0 mg dL
Glicose 88 mg/dL
Seu nível de hemoglobina A1c, medido 3 meses anteriormente, era de 6,1 g/dL. Uma deglutição de bário é realizada, o que revela um esôfago dilatado, especialmente distalmente, que se alarga próximo à parte inferior junção esofágica. Ainda não tenho certeza absoluta do diagnóstico, é realizada manometria esofágica, que revela peristaltismo anormal e aumento da pressão do esfíncter inferior. Qual da seguinte é a melhor opção de gerenciamento para este paciente?
A. Agentes colinérgicos
B. Hipoglicemiantes orais
C. Elevação da cama, evitar alimentos gordurosos, e considerar um anti-histamínico
D. Dilatação pneumática
E. Cirurgia para remover divertículos

  RATING: 3.36

Uma mulher nipo-americana de 39 anos com história de diabetes dependente de insulina e asma apresenta-se ao seu médico de família reclamando de dificuldade para engolir nos últimos meses. Ela explica que começou com alimentos sólidos (não conseguia engolir sanduíches no almoço) e depois passou a ter dificuldade á engolir líquidos. Afirma que agora é difícil até para engolir água e que muitas vezes fica até com muita sede. A paciente perdeu cerca de 3,2 kg, mas diz que está malhando com frequência. A pressão arterial é 118/76 mm Hg, o pulso é 86/min, a frequência respiratória é 16/min e a temperatura é 37,2 ° C. Testes laboratoriais mostram:

Na+: 144 mEq/L
K+: 4,0 mEq/L
Cl-: 100 mEq /L
Dióxido de carbono: 22 mmol/L (normal: 22-28 mmol/L)
Nitrogênio da uréia 18 mg/dL
Creatinina 1,0 mg dL
Glicose 88 mg/dL
Seu nível de hemoglobina A1c, medido 3 meses anteriormente, era de 6,1 g/dL. Uma deglutição de bário é realizada, o que revela um esôfago dilatado, especialmente distalmente, que se alarga próximo à parte inferior junção esofágica. Ainda não tenho certeza absoluta do diagnóstico, é realizada manometria esofágica, que revela peristaltismo anormal e aumento da pressão do esfíncter inferior. Qual da seguinte é a melhor opção de gerenciamento para este paciente?

A. Agentes colinérgicos
INCORRETO: Agentes colinérgicos como pilocarpina e betanecol não são indicados para tratamento da acalasia. Na verdade, há poucas evidências de que os agentes anticolinérgicos podem ser úteis, embora isso seja amplamente anedótico. Poucos pacientes são tratados com sucesso com gestão exclusivamente médica.
B. Hipoglicemiantes orais
INCORRETO : Embora este paciente tem histórico de diabetes, a disfagia raramente é um sintoma. Seu nível de hemoglobina A1c também está abaixo do ponto de corte.
C. Elevação da cama, evitar alimentos gordurosos, e considerar um anti-histamínico
INCORRETO : Todos esses são remédios para esofagite de refluxo, não para acalasia. Pacientes com refluxo têm queixas de indigestão, regurgitação, gosto ácido no boca ou tosse crônica. A disfagia progressiva deve levantar suspeita de problema anatomico, no peristaltismo ou da função do esfíncter esofágico inferior.
D. Dilatação pneumática
CORRETO : A disfagia é o sintoma número um da acalasia, que é caracterizada por um déficit neuronal que resulta no relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior. Afeta tanto sólidos quanto líquidos. Sua perda de peso se deve quase com certeza a esse problema. A aparência de 'bico de pássaro' vista em a deglutição de bário é devido à dilatação distal esôfago. A manometria é o estudo definitivo e os resultados são descritos na questão. A dilatação pneumática funciona em 80-90% de pacientes, embora possa causar perfuração. A toxina botulínica também pode ser administrada, assim como os agentes anticolinérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio, e prostaglandinas.
E. Cirurgia para remover divertículos
INCORRETO : Este paciente não têm divertículos - eles seriam vistos na deglutição de bário. Um divertículo esofágico incomum que, no entanto, vale a pena conhecer é o divertículo de Zenker, que é uma bolsa mucosa externa do esôfago entre o cricofaríngeo e o constritor inferior. Forma-se após anos de pressão intra-faríngea alta durante a deglutição (possivelmente secundária ao disfunção do esfíncter esofágico superior) e geralmente não se apresenta até a sétima década do paciente. Predispõe os pacientes à pneumonia por aspiração e deve ser tratado cirurgicamente.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.36)

DISCURSIVA: (182583 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)


RATING: 2.97

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal:
  1. Conhecimento do ambiente;   .....0,05 p
  2. Usar toda a infmração disponível;   .....0,05 p
  3. Antecipar e planejar;   .....0,05 p
  4. Identificar claramente o líder da equipe;   .....0,05 p
  5. Comunicar-se de forma efetiva;   .....0,05 p
  6. Delegar a carga de trabalho de modo otimizado;   .....0,05 p
  7. Alocar a sua atenção de maneira sábia;   .....0,05 p
  8. Empregar todos os recursos disponíveis;   .....0,05 p
  9. Pedir ajuda quando necessária;   .....0,05 p
  10. Manter o comportamento profissional;   .....0,05 p

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (212837 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança do sexo masculino, 5 anos, com queixa de adenomegalia cervical dolorosa e febre alta há cinco dias. Apresentava hiperemia conjuntival, fissuras labiais, língua avermelhada, papilas hipertrofiadas e salientes. O hemograma evidenciou leucocitose e neutrofilia. Manteve-se febril e com linfadenopatia persistente mesmo após o uso de terapia antimicrobiana para adenite piogênica. No oitavo dia de internação, evoluiu com descamação dos dedos das mãos e dos pés e plaquetose.

Enumeram pelo menos 3 hipóteses diagnósticas e indiquem a mais provável (0,5 pontos)

 




RATING: 3.01

Como que julgamos esse caso nas provas? Primeiro, está bem claro que trata-se de uma doença exantematica numa criança, então, precisamos ver quais são as doenças exantematicas na criança que cumprem grande parte destas sintomas.
  • doença de Kawasaki: febre com duração de pelo menos cinco dias + presença de pelo menos quatro dos cinco sinais: congestão conjuntival bulbar bilateral, geralmente não-purulenta, alterações da mucosa da orofaringe, incluindo congestão de faringe, lábios hiperemiados e/ou secos e fissurados, língua em framboesa, alterações das extremidades periféricas, com edema e/ou eritema das mãos ou pés na fase aguda ou descamação periungueal na fase subaguda, eritemas, primariamente no tronco; polimorfos, nao-vesiculares, adenopatia cervical > 1,5 cm, geralmente unilateral nao explicada por outros processos patológicos conhecidos.
  • escarlatina apresenta rápida resposta com terapia à base de penicilinas, esse tratamento durante 24 a 48 h, com reavaliação clínica, esclarece o diagnóstico
  • síndrome do choque tóxico evolui com hipotensão, envolvimento renal, elevação do nível de creatino-fosfoquinase, e um foco de Infecção pelo Staphylococcus aureus
  • sarampo não-complicado tem conjuntivite exsudativa, manchas de Koplik, eritema que começa na face atrás das orelhas, e leucopenia com VHS baixo.
  • reações de hipersensibilidade a drogas, incluindo a síndrome de Stevens-Johnson, há edema periorbital, úlceras orais e VHS baixo
  • artrite reumatóide juvenil presença de linfadenopatia, hepatoesplenomegalia e eritema de coloração salmão evanescente
  • a febre das Montanhas Rochosas
  • leptospirose
  • Síndrome da pele escaldada estafilocócica
  • Intoxicação por mercúrio
  • Eritema perineal toxino-mediado recorrente
  • Linfadenites cervicais bacterianas

 Febre acima de cinco dias associada a quatro dos cinco critérios restantes ou a presença de febre e aneurisma coronariano associado a três dos demais critérios. : congestão ocular bilateral não exsudativa, hiperemia e/ou ressecamento e/ou fissuras e/ou descamação de lábios e/ou hiperemia de orofaringe com proeminência das papilas linguais, exantema polimorfo não vesicular que se inicia no tronco e se estende para membros, eritema e edema endurado de mãos e pés que evolui para descamação periungueal, linfadenopatia cervical aguda não supurativa uni ou bilateral superior a 1,5 cm de diâmetro são dados importantes para suspeitar de doença de Kawasaki.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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