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Sobre o uso de surfactante no recém-nascido é CORRETO afirmar que:
A. mesmo em caso de doença de membrana hialina diagnosticada o tratamento com surfactante pode ser considerado, ás vezes, como uma opção alternativa Se o objetivo é prevenir a lesão provocada pela deficiência de surfactante nos recém-nascidos com imaturidade pulmonar, o ideal seria administrarmos a medicação mesmo antes da primeira inspiração. Entretanto, tem sido sugerido que a profilaxia imediata não apresenta benefício visível em relação à profilaxia dentro de um período de 30 minutos do nascimento. O uso imediato do surfactante, antes da primeira inspiração pode prejudicar a estabilização inicial do paciente.
INCORRETO: Na presença do diagnóstico de doença da membrana hialina ou SDR, não há nenhuma dúvida sobre a indicação do uso da terapia com surfactante.
B. acima de 37-38 semanas o uso do surfactante é desnecessário e ás vezes até prejudicativo
INCORRETO : É importante lembrar que a SDR também ocorre em recém-nascidos com mais de 37 ou 38 semanas e, portanto, o fato de um paciente ser a termo não exclui, de forma alguma, este diagnóstico.
C. os prematuros abaixo de 26 semanas precisam receber todos, obrigatoriamente, tratamento com surfactante
CORRETO : RN com IG < 26 semanas – todos; RN com IG 26-30 semanas – administrar aos que não tenham realizado indução maturativa fetal ou que necessitem de entubação traqueal para reanimação/estabilização.
D. a via de administração é endovenosa ou intraóssea, em dose de 200 mg/kg, bolus, seguido de tratamento de manutenção em doses subsequentes de 100 mg/kg
INCORRETO : A administração do surfactante é sempre endotraqueal, e não endovenoso
E. o uso profilático tem que ser iniciado antes da primeira respiração do recém nascido prematuro, pois a eficácia abaixa se a criança já respirou
INCORRETO : A profilaxia tem sido utilizada imediatamente após o nascimento, antes da primeira ventilação ou após estabilização inicial, já com alguns minutos de vida.
Gabarito: C
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Fatores que favorecem essa evolução (0,1 p para cada um):
- pequeno diâmetro das vias aéreas que produz uma maior tendência à obstrução; a
- função muscular intercostal e a diafragmática menos maduras favorecendo à exaustão;
- poros de ventilação colateral (Canais de Lampert e Poros de Kohn) pobremente desenvolvidos favorecendo à formação de atelectasias;
- caixa torácica mais complacente;
- incoordenação tóraco-abdominal durante o sono REM que prejudica a higiene brônquica;
- pulmões com menos elastina nas crianças pequenas levando à diminuição na propriedade de recolhimento elástico com conseqüente diminuição na complacência pulmonar;
- o sistema imunológico em desenvolvimento favorecendo às infecções
- taxas metabólicas são mais altas, enquanto que a capacidade residual funcional (CRF) e a reserva de oxigênio são mais baixas. Assim, em razão de disfunção respiratória, as crianças tornam-se rapidamente hipoxêmicas.
FONTE:
Métodos contraceptivos:
Preservativo masculino e feminino ou condon ou camisinha (0,1 p)
Minipílula ou pílula, apenas com progesterona (0,08 p)
Progesterona injetável (0,08 p)
Implante de progesterona (0,08 p)
DIU com cobre ou progesterona (0,08 p)
Diafragma (0,08 p)
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