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MONONUCLEOSE INFECCIOSA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A mononucleose infecciosa, originalmente descrita como febre glandular, precisamente queixas somáticas sistêmicas consistindo principalmente em fadiga, mal-estar, febre, dor de garganta e linfadenopatia generalizada, é a síndrome clínica mais bem conhecida causada pelo vírus Epstein-Barr.
O seu nome deriva da linfocitose mononuclear com linfócitos de aparência atípica que acompanham a doença.
Outras infecções podem causar doenças similares à mononucleose infecciosa.

OBJETIVA: (1396458 votos)..........95.16% das questões objetivas receberam votos.
Mulher de 60 anos é admitida na emergência com dor abdominal do tipo cólica, distensão, náuseas e vômitos, parada de eliminação de gases e fezes com 48 horas de evolução. Nunca foi operada. Refere episódios de dor abdominal do tipo cólica, no quadrante superior direito, irradiada para a ponta da escápula direita. Último episódio ocorreu há 20 dias, ocasião em que teve febre e necessitou de internação e tratamento com antibioticoterapia sistêmica. O diagnóstico mais provável é obstrução intestinal no nível do:
A. íleo
B. duodeno proximal
C. cólon esquerdo
D. sigmóide
E. este quadro não sugere obstrução intestinal

  RATING: 3.03

Mulher de 60 anos é admitida na emergência com dor abdominal do tipo cólica, distensão, náuseas e vômitos, parada de eliminação de gases e fezes com 48 horas de evolução. Nunca foi operada. Refere episódios de dor abdominal do tipo cólica, no quadrante superior direito, irradiada para a ponta da escápula direita. Último episódio ocorreu há 20 dias, ocasião em que teve febre e necessitou de internação e tratamento com antibioticoterapia sistêmica. O diagnóstico mais provável é obstrução intestinal no nível do:

A. íleo
CORRETO: Outro caso de obstrução intestinal. Os episódios de dor abdominal tipo cólica em hipocôndrio direito, náuseas e vômitos falam a favor de litíase biliar, concluímos assim que a paciente apresenta cálculos em sua vesícula (colelitíase). Em um novo episódio, ela teve febre e foi tratada com antibioticoterapia apenas (provavelmente complicou com colecistite aguda). Eu digo ‘apenas’ porque a colecistite aguda deve ser tratada com antibióticos mais colecistectomia videolaparoscópica. Mas, qual a relação entre colecistite e obstrução intestinal? Quando a vesícula biliar inflamada “gruda” no duodeno, estabelece-se uma fístula colecisto-duodenal. Através da fístula, um cálculo de dimensões consideráveis no interior da vesícula biliar pode ganhar o lúmen duodenal e “descer” o delgado, indo finalmente parar no nível da válvula ileocecal, causando obstrução intestinal. Esta condição é conhecida como íleo biliar.
B. duodeno proximal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. cólon esquerdo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. sigmóide
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. este quadro não sugere obstrução intestinal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

DISCURSIVA: (195567 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Pergunta-se:
1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? (0,1 pontos)
2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p
3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? (0,1 pontos)
4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? (0,1 pontos)
5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST?


RATING: 2.89

Pergunta-se:
1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? (0,1 pontos)
2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p
3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? (0,1 pontos)
4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? (0,1 pontos)
5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST?

1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? 0,1 p 

Sempre o rendimento é aumentado se um traçado puder ser registrado durante um episódio de dor torácica.

2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p 

A depressão transitória de pelo menos 1 mm do segmento ST que aparece durante a dor torácica e desaparece quando esta alivia

3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? 0,1 p

Tal achado não exclui angina instável; entretanto, ele indica que uma área isquèmica, se presente, não e extensa ou suficientemente grave para induzir alterações eletrocardiograficas, e esse achado e um sinal prognostico favorável.

4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? 0,1 p 

Quando a depressão do segmento ST e um padrão persistente dos ECG registrados com ou sem dor torácica, o achado representa um IM sem elevação do segmento ST.

5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST? 0,1 p

Um padrão eletrocardiografico comum de pacientes com angina instável ou IM sem elevação do segmento ST é uma onda T persistentemente negativa, que, geralmente, indica a presença de uma estenose grave na artéria coronariana correspondente. Ondas T profundamente negativas são, por ocasião, observadas em todas as derivações precordiais, um padrão que sugere uma estenose proximal grave da artéria descendente anterior esquerda como a lesao responsável

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

CASO CLINICO: (227730 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação: Idade: 56 anos; Sexo: feminino; Profissão: do lar.

Consulta de rotina, referindo cefaléia ocasional, sem outras queixas. Aumentou 10 kg nos últimos 5 anos. Não faz restrições alimentares. É sedentária. Fumante de 10 cigarros por dia.

Menopausa há 5 anos. G4 P3 A1. Engordou 20 kg na última gravidez. Peso do filho ao nascer: 4,250 kg. Pai falecido de IAM e mãe obesa. Nega diabetes na família.

Altura: 1,56 m; Peso: 76,800 kg; IMC: 31,2 kg/m2
Cintura: 92 cm; PA: 150 / 95 mmHg; Pulso: 84 bpm
Restante do exame: NDN

1) Que doenças você investigaria neste caso? (0,1 pontos)
2) Quais são as indicações para prescrever o teste de tolerância oral á glicose (TTGO)?(0,12 pontos)
3) Considerando os exames solicitados e os resultados abaixo, formulam corretamente os diagnósticos dessa paciente.(0,16 pontos)

4) Definem um plano terapêutico neste caso. (0,12 pontos)


RATING: 3

1) Que doenças você investigaria neste caso?
Primeiro, a paciente tem todos os fatores de risco para aterosclerose. (0,05 p) E bem acima do peso, com um indice de massa corporal acima de normal, fumante e sedentária, acabou de entrar a menopausa e a mãe também foi obesa.
No segundo plano, a paciente apresenta risco de síndrome metabólico, sendo com um índice massa corporal bem acima de normal, a cintura de 92 cm (normal nas mulheres e 88), e associa HTA com valores acima de normal. Sendo a idade, o mais provável e o diagnostico de DZ tip II. (0,05 p)
2) Quais são as indicações para prescrever o teste de tolerância oral á glicose (TTGO)?
a) Qualquer paciente com a glicemia de jejum entre 110-125 mg/100 ml (0,04 p)
b) Qualquer paciente com dois fatores de risco mas com glicemia normal (0,04 p)
c) Qualquer mulher com diabetes gestacional previo e glicemia normal (0,04 p)
3) Formulam corretamente os diagnósticos dessa paciente.
I)DIABETES MELLITUS TIPO 2 - Uma glicemia 'a jeun' maior que 126 mg% ja estabelece diagnostico de diabetes mellitus, neste caso, a paciente apresentou 132 mg/100 ml. (0,04 p)
II) HIPERTENSÃO ARTERIAL ESTAGIO I (0,04 p)

III) DISLIPIDEMIA (0,04 p)

IV) OBESIDADE GRAU I (0,04 p)

4) A orientação medica que vai receber:
Dieta hipocalórica, hipossódica, pobre em gorduras saturadas (0,04 p)
Exercícios pelo menos 3x/semana (0,04 p)
Parar de fumar (0,04 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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