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INSUFICIÊNCIA MITRAL CONGÊNITA (CARDIOPATIAS CONGÊNITAS REGURGITANTES ACIANOTICAS) (ÁREA DE PEDIATRIA)

Igualmente a insuficiência da valva pulmonar, é dificil de encontrar insuficiência mitral congênita do modo isolado. Na insuficiência mitral isolada, o anel da valva mitral geralmente está dilatado, as cordoalhas tendinosas são curtas e podem se inserir anomalamente, e os folhetos valvares são deformados. Lesões leves não produzem sintomas; o único sinal anormal é o sopro holossistólico da insuficiência mitral.


OBJETIVA: (1480106 votos)..........97.02% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 88 anos queixa-se de prurido no mamilo de sua mama esquerda há 2 meses. Ao exame você observa escoriações e ulceração superficial da área mamilar. Como você deveria aconselhar esta paciente?
A. Ela provavelmente tem um eczema na mama e deve ser tratada com corticosteróides
B. Este é um achado comum em mulheres na menopausa. Caso sua mamografia seja negativa, estrogênio de uso tópico ou terapia estrogênica via oral é indicada
C. O uso de luvas ao deitar geralmente interrompe o ciclo prurido-arranhadura e resolve o problema. Um pequeno curativo sobre a área durante a noite também pode ser usado
D. Esta apresentação é quase patognomônica de câncer de mama em uma mulher desta idade. Deve ser realizada uma mamografia para confirmar o diagnóstico
E. A mulher pode apresentar uma doença de Paget da mama. A área erodida deve ser biopsiada

  RATING: 2.91

Uma mulher de 88 anos queixa-se de prurido no mamilo de sua mama esquerda há 2 meses. Ao exame você observa escoriações e ulceração superficial da área mamilar. Como você deveria aconselhar esta paciente?

A. Ela provavelmente tem um eczema na mama e deve ser tratada com corticosteróides
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Este é um achado comum em mulheres na menopausa. Caso sua mamografia seja negativa, estrogênio de uso tópico ou terapia estrogênica via oral é indicada
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. O uso de luvas ao deitar geralmente interrompe o ciclo prurido-arranhadura e resolve o problema. Um pequeno curativo sobre a área durante a noite também pode ser usado
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Esta apresentação é quase patognomônica de câncer de mama em uma mulher desta idade. Deve ser realizada uma mamografia para confirmar o diagnóstico
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. A mulher pode apresentar uma doença de Paget da mama. A área erodida deve ser biopsiada
CORRETO : Carcinoma de Paget das mamas e incomum. Apresenta-se classicamente como prurido associado a uma erosão. Biopsia da erosão fornece o diagnóstico. Pode não haver massa palpável, e a mamografia não ajuda no estabelecimento diagnóstico. Aqui existem dois pontos a ser compreendidos: (1) prurido mamário é uma queixa incomum e (2) um achado físico sugestivo de destruição tissular merece biopsia.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.91)

DISCURSIVA: (202364 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre os incidentalomas adrenais no contexto das doenças cirúrgicas da glândula supra-renal, responda de forma puramente teórica aos itens a seguir:

  1. Classifique os incidentalomas adrenais quanto à funcionalidade hormonal e ao potencial de malignidade.
  2. Descreva os principais mecanismos fisiopatológicos da produção hormonal autônoma nos adenomas adrenais.
  3. Explique os princípios teóricos que fundamentam a escolha entre a via laparoscópica e a via aberta na adrenalectomia.
  4. Enumere os critérios teóricos de seguimento clínico e radiológico dos incidentalomas adrenais não operados.
  5. Discuta a relação teórica entre o diâmetro do incidentaloma e o risco de carcinoma adrenocortical.


RATING: 2.96

Sobre os incidentalomas adrenais no contexto das doenças cirúrgicas da glândula supra-renal, responda de forma puramente teórica aos itens a seguir:

  1. Classifique os incidentalomas adrenais quanto à funcionalidade hormonal e ao potencial de malignidade.
  2. Descreva os principais mecanismos fisiopatológicos da produção hormonal autônoma nos adenomas adrenais.
  3. Explique os princípios teóricos que fundamentam a escolha entre a via laparoscópica e a via aberta na adrenalectomia.
  4. Enumere os critérios teóricos de seguimento clínico e radiológico dos incidentalomas adrenais não operados.
  5. Discuta a relação teórica entre o diâmetro do incidentaloma e o risco de carcinoma adrenocortical.

1. Classificação quanto à funcionalidade: não funcionantes (maioria) e funcionantes (produtores de cortisol, aldosterona, catecolaminas ou andrógenos) (0,04 p).
Classificação quanto ao potencial de malignidade: benignos (adenomas, mielolipomas) e potencialmente malignos ou malignos (carcinoma adrenocortical, metástases) (0,06 p).

2. Os mecanismos principais incluem:

  • Ativação constitutiva da via do AMPc/PKA em adenomas produtores de cortisol (0,04 p);
  • Expressão aberrante de receptores de membrana (GIP, LH/hCG, vasopressina) que estimulam a esteroidogênese de forma independente do ACTH (0,03 p);
  • Mutações ativadoras no gene KCNJ5 ou outros canais iônicos nos adenomas produtores de aldosterona (0,03 p).

3. Princípios teóricos:

  • A via laparoscópica é preferida em lesões ≤ 6 cm, de aparência benigna e sem sinais de invasão local, por menor morbidade e recuperação mais rápida (0,05 p);
  • A via aberta é indicada teoricamente em tumores grandes (> 6–8 cm), suspeita de malignidade ou necessidade de ressecção em bloco com estruturas adjacentes (0,05 p).

4. Critérios teóricos de seguimento:

  • Repetição de imagem (TC ou RM) em 3–6 meses e, se estável, anualmente por 1–2 anos (0,04 p);
  • Reavaliação hormonal anual nos primeiros 2–4 anos, especialmente para cortisol e catecolaminas (0,03 p);
  • Indicação de cirurgia se crescimento > 1 cm ou surgimento de hiperfunção (0,03 p).

5. Há relação direta entre o diâmetro e o risco de carcinoma adrenocortical: lesões < 4 cm apresentam risco muito baixo (< 2%), entre 4 e 6 cm risco intermediário (cerca de 6–10%) e > 6 cm risco elevado (superior a 25%), justificando a abordagem cirúrgica em massas maiores mesmo na ausência de hiperfunção (0,10 p).

FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - INCIDENTALOMAS ADRENAIS


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (234638 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma paciente do sexo feminino, de 26 anos, relata que começou a ter febre (38-39oC) e queda do estado geral há 7 dias. Vem apresentando cansaço aos esforços há cerca de 2 meses. Refere também o aparecimento de “hematomas na pele” e gengivorragia. Ao exame, encontra-se prostrada, febril, hipocorada +3/+4, anictérica, tireóide impalpável, sem adenopatia cervical, axilar ou inguinal, RCR 2T BNF sem sopros, MVUA, sem ruídos adventícios, abdome flácido, sem massas ou megalias, membros inferiores apresentando algumas petéquias. Laboratório: Bioquímica normal; hemograma disposto abaixo:

Hb 7,5g/dL
Hct 24%
VCM 100fL
HCM 32pg
CHCM 34g/dL
RDW 9%

Leucócitos 600/mm3
basófilos 0%
eosinófilos 0%
mielócitos 0%
metamielócitos 0%

bastões 5%
segmentados 30%
linfócitos 60%
monócitos 5%
Plaquetas 17.000/mm3

Pergunta-se:
a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável? (0,0625 pontos)
b) Como confirmar o diagnóstico? (0,0625 pontos)
c) Qual o tratamento de suporte? (0,3125 p)
d) Qual o tratamento específico mais indicado? (0,625 p)


RATING: 2.87

a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Anemia aplásica. (0,0625 p)
b) Como confirmar o diagnóstico?
Biópsia de medula óssea (0,0625 p)
c) Qual o tratamento de suporte? Iniciar Cefepime venoso (0,0625 p), após coleta de hemoculturas (0,0625 p)
Reposição de concentrado de plaquetas (0,0625 p)
NÃO transfundir hemácias (0,0625 p) (aumenta o risco de rejeição ao transplante de células-tronco (0,0625 p)
d) Qual o tratamento específico mais indicado?
Transplante alogênico de células-tronco (medula óssea) (0,625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.87)




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