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Na presença de infecção no lado obstruído por cálculo no trato urinário superior, a conduta prioritária consiste em:
A. Realizar litotripsia ureteroscópica imediata para remoção do cálculo
INCORRETO: A litotripsia ureteroscópica é contraindicada na fase aguda de infecção e deve ser reservada para momentos eletivos após resolução da infecção.
B. Descompressão urgente do sistema coletor com stent ureteral retrógrado ou nefrostomia percutânea associada a antibióticos sem tratar o cálculo definitivamente na fase aguda
CORRETO : Na presença de infecção no lado obstruído configura-se uma emergência cirúrgica, demandando antibióticos agressivos; o trato superior deve ser descomprimido urgentemente via cistoscopia com colocação de stent ureteral retrógrado ou nefrostomia percutânea para prevenir piora clínica, sepse e choque séptico. Nesse cenário de infecção no trato superior, o foco é descomprimir e drenar o sistema obstruído e infectado, sem abordar o cálculo de forma definitiva. Procedimentos como litotripsia ureteroscópica são contraindicados nessa fase aguda e devem ser reservados para momentos eletivos, com o paciente estável e infecção resolvida. É crucial considerar que, em obstrução completa do trato superior por cálculo, pode haver infecção grave com pionefrose, e a urina eliminada pode parecer normal de forma enganosa; assim, o quadro clínico integral deve ser avaliado e, se um paciente for internado por infecção urinária febril grave o suficiente para hospitalização, um exame de imagem do trato superior deve ser realizado imediatamente para excluir obstrução que exija intervenção urgente.
C. Manejo ambulatorial com hidratação oral e analgésicos via oral
INCORRETO : Pacientes com infecção no lado obstruído não preenchem critérios para manejo ambulatorial e necessitam de internação para hidratação, analgesia e possível procedimento cirúrgico.
D. Observação conservadora até eliminação espontânea independentemente da infecção
INCORRETO : A observação conservadora não é adequada quando existe infecção associada à obstrução, pois configura emergência cirúrgica.
E. Uso rotineiro de corticosteroides para redução do edema
INCORRETO : O uso rotineiro de corticosteroides não é indicado nesse cenário; eles podem ser considerados em TME como alternativa em casos sem infecção, mas com evidências limitadas.
Gabarito: B
O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.
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O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.
Resposta 1 (Fatores de risco etiológicos):
Resposta 2 (Vias genéticas e moleculares centrais):
Resposta 3 (Alterações arquiteturais e fases de evolução tumoral na histopatologia):
Resposta 4 (Elementos do AJCC e limitações dos níveis de Clark):
FONTE:
MELANOMA MALIGNO - PLATAFORMA MISODOR
1) Quais os riscos a que o João está correndo em relação a sua saúde?
- Tétano acidental; 0,05 pontos
- Raiva; 0,05 pontos
- Infecção de extremidade superior esquerda. 0,05 pontos
2) Faça uma proposta de prevenção/tratamento para cada um desses riscos.
I) Considerações gerais sobre a prevenção dos riscos:
- Informar o paciente sobre os riscos, esclarecer e estimular a prevenção de novos acidentes com a orientação sobre o uso de equipamentos de prevenção individual, bem como buscar orientações sobre higiene e segurança no ambiente de trabalho.
- Orientar a lavar novos ferimentos, imediatamente, com água corrente, sabão ou outro detergente.
- A seguir, devem ser utilizados anti-sépticos que inativem o vírus da raiva (polivinilpirrolidona-iodo, por exemplo, o polvidine ou gluconato de clorexidina ou álcool-iodado). Essas substâncias deverão ser utilizadas uma única vez. Posteriormente, lavar a região com solução fisiológica;(0,0875 p)
II) Tétano acidental;
Como não a situação vacinal é ignorada, proceder a profilaxia do tétano acidental com administração de Vacina antitetânica (total de 3 doses com intervalo mínimo de 30 dias cada uma) e Soro antitetânico (Heterólogo) 5.000 UI via intramuscular ou Imunoglobulina humana antitetânica (homólogo) 250 UI intramuscular em dose única em local diverso da vacina .(0,0875 p)
III) Raiva;
Profilaxia para raiva. Como se trata de animal de produção e acidente considerado grave, iniciar tratamento com soro antirrábico homólogo ou heterólogo e vacina antirrábica. O soro antirrábico homólogo, deve ser utilizado na dose de 20 UI/Kg e o soro antirrábico heterólogo deve ser administrado na dose de 40 UI/Kg, em dose única, infiltrando-se a maior dose possível no local do ferimento, caso não seja possível infiltrar toda a dose o restante deverá ser aplicado na região glútea. Ao usar o soro heterólogo, pré-medicar o paciente com anti-histamínicos H1 e H2, além de corticoides para prevenção de reações de hipersensibilidade imediata. As vacinas antirrábicas indicadas são as de cultivo celular ou Fluenzalida-Palacios, de acordo com calendário vacinal recomendado.(0,0875 p)
IV) Infecção de extremidade superior esquerda.
- Limpeza e debridamento com retirada de material necrótico.
- Iniciar antibióticoterapia, com cobertura de amplo espectro, as opções aceitáveis são: Amoxicilina + Ácido clavulânico, Oxacilina, Cefalosporina de 1ª geração ou cefoxitina (0,0875 p)
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