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EXANTEMA SÚBITO ( ROSÉOLA ) (ÁREA DE PEDIATRIA)

O agente etiológico da maioria dos casos de roséola infantum (exantema súbito ou sexta moléstia) é o herpesvírus humano 6 (HHV-6), que foi descoberto em 1986. A roséola foi inicialmente estabelecida como uma doença distinta por volta do início do século XX.
Em 1990, o herpesvírus humano 7 (HHV-7) foi identificado em células mononucleares do sangue periférico de um adulto não infectado pelo HIV. Também está associado com outras doenças sejam elas em pacientes normais ou imunocomprometidos.
É curioso que até agora nem se sabia qual patógeno é o agente responsável pela roséola. Hoje está claro que a infecção primária pelo HHV-6, e menos frequentemente pelo HHV-7, causa a maioria dos casos. Outros vírus (p. ex. ecovirus 16) provavelmente respondem pelo restante. Os dois agentes pertencem à subfamília dos β-herpesvírus (ambos os vírus compartilhando muita homologia com o citomegalovírus humano que também faz parte desta classe).

OBJETIVA: (1440136 votos)..........96.27% das questões objetivas receberam votos.
A ideia de que seria central nos transtornos do espectro autístico “a impossibilidade de compreender os estados mentais do outro”, caracteriza a:
A. Falha na teoria da coerência central
B. Falha na teoria da mente
C. Uma disfunção executiva
D. Falha no desenvolvimento afetivo
E. Falha no desenvolvimento do apego.

  RATING: 2.83

A ideia de que seria central nos transtornos do espectro autístico “a impossibilidade de compreender os estados mentais do outro”, caracteriza a:

A. Falha na teoria da coerência central
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Falha na teoria da mente
CORRETO : Contrapondo-se à teoria afetiva, Baron-Cohen e Frith (1988) propõem uma teoria cognitiva para o autismo que, como ponto básico, também considera que a dificuldade central do autista seria a impossibilidade de compreender os estados mentais de outras pessoas. Esta incapacidade é chamada por estes autores de teoria da mente (nome originado a partir de estudos com grandes primatas), uma vez que envolve o conceito da existência de estados mentais que são utilizados para explicar ou prever o comportamento de outras pessoas. Tais estados mentais seriam de fundamental importância nos processos adaptativos desenvolvidos filogeneticamente pela espécie humana.
C. Uma disfunção executiva
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Falha no desenvolvimento afetivo
CORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Falha no desenvolvimento do apego.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.83)

DISCURSIVA: (201717 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Cite e descreva as ações não farmacológicas indicadas, durante procedimentos em unidade neonatal, para o alívio e o manejo da dor em recém-nascidos. (0,5 pontos)




RATING: 3.05

Cite e descreva as ações não farmacológicas indicadas, durante procedimentos em unidade neonatal, para o alívio e o manejo da dor em recém-nascidos. (0,5 pontos)


As ações não farmacológicas indicadas durante procedimentos na unidade neonatal incluem:

  • a amamentação (0,08 p),
  • o contato pele a pele (posição canguru) (0,08 p),
  • a sucção não nutritiva (0,07 p),
  • as soluções adocicadas (sacarose 24% ou glicose 25%) (0,07 p)
  • a contenção facilitada (0,06 p), preferencialmente em associação (efeito sinérgico) (0,06 p).
  • redução de procedimentos desnecessários (0,04 p)
  • de cuidados ambientais (controle de luz e ruído) (0,02 p)
  • da presença e participação dos pais (0,02 p)


FONTE:

  • Junqueira-Marinho MF, Cunha PVS (org.). Diretriz para Prevenção e Manejo da Dor Aguda por Procedimentos Dolorosos no Período Neonatal. Rio de Janeiro: Fiocruz/IFF; 2023. Disponível em: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/biblioteca/diretriz-para-prevencao-e-manejo-da-dor-aguda-por-procedimentos-dolorosos-no-periodo-neonatal/
  • PDF da diretriz: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/wp-content/uploads/2025/02/Diretriz_manejo_da_dor.pdf

  • AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

    CASO CLINICO: (234015 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
    Lactente 9 meses, sexo masculino, é trazido pela mãe pela terceira vez para choro inconsolável e movimentos reduzidos do membro inferior esquerdo. No exame físico, bom estado hidratado, nutrição boa, aparentemente a família oferece bons cuidados e atenção. Respiratório, cardiovascular, digestivo e renal normal. A esclera da criança tem uma cor diferente, parecendo acinzentada. Remarca-se no relato da mãe o fato que na infância ela teve 6 fraturas e que o irmão maior do lactente fez transplante de fígado com 5 anos.
    Na verdade, é a terceira vez que o lactente é trazido no pronto-atendimento nas ultimas duas semanas, apresentando os mesmos sintomas. Na segunda vez, foi feito um Rx do membro inferior esquerdo (veja abaixo):

    Uma segunda radiografia foi tirada hoje com o aspecto seguinte:

    1) Qual é o diagnostico preliminar? 0,1 pontos
    2) Quais são os possíveis diagnosticos diferenciais? 0,2 pontos
    3) Qual é o diagnóstico mais provável a ser investigado neste caso - 0,1 pontos


    RATING: 3.43

    1) Fratura de fêmur visível no Rx (0,1 pontos)
    2) Osteogênese imperfeita (0,05 pontos), Raquitismo (0,05 pontos), osteoporose idiopática juvenil (0,05 pontos), maus-tratos (0,05 pontos).
    3) Osteogênese imperfeita (0,1 pontos)
    DISCUSSÃO: O diagnóstico de OI deve ser considerado em qualquer criança com fraturas de repetição aos mínimos traumas. História familiar, exame clínico e achados radiológicos são importantes para a confirmação diagnóstica. O diagnóstico de OI é predominantemente clínico : baixa estatura, escoliose, deformidade basilar do crânio, esclera azul, déficit auditivo também sugerem o diagnóstico

    AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.43)

    


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