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CETOACIDOSE DIABETICA NA CRIANÇA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A primeira pergunta: QUANDO consideramos cetoacidose?

O diagnóstico da CAD baseia-se na tríade de hiperglicemia, cetose e acidose metabólica; no entanto, os critérios bioquímicos específicos usados para definir a CAD variam nas diferentes partes do mundo e entre diferentes estudos de investigação. São necessários os três critérios bioquímicos para o diagnóstico da CAD:

  • Hiperglicemia (glicose sanguínea > 11 mmol/l [200 mg/dl])
  • pH venoso < 7,3 ou bicarbonato sérico < 18 mmol/l
  • Cetonemia ou cetonúria.


OBJETIVA: (1429134 votos)..........96.29% das questões objetivas receberam votos.
Lactente de três meses vem há 12 dias com tosse em acessos e leve dificuldade respiratória. Encontra-se apirético, com ausculta pulmonar normal e freqüência respiratória de 56 irpm. Radiografia de tórax mostra retículo-nodular peri-hilar bilateral. Hemograma com discreta leucocitose e eosinofilia, sem linfocitose. Qual o agente etiológico mais provável desta pneumonia?
A. Listeria monocytogenes
B. Chlamydia trachomatis
C. Mycoplasma pneumoniae
D. Nocardia brasiliensis
E. Haemophilus influenzae

  RATING: 2.97

Lactente de três meses vem há 12 dias com tosse em acessos e leve dificuldade respiratória. Encontra-se apirético, com ausculta pulmonar normal e freqüência respiratória de 56 irpm. Radiografia de tórax mostra retículo-nodular peri-hilar bilateral. Hemograma com discreta leucocitose e eosinofilia, sem linfocitose. Qual o agente etiológico mais provável desta pneumonia?

A. Listeria monocytogenes
INCORRETO: A Listeria monocytogenes acomete recém-nascidos, podendo levar a letalidade se não prontamente tratada
B. Chlamydia trachomatis
CORRETO : Lactente com tosse em acessos, também denominada coqueluchóide ou em 'estacato', infiltrado retículo-nodular e eosinofilia, mais provavelmente apresenta um quadro respiratório ocasionado pela Chlamydia trachomatis
C. Mycoplasma pneumoniae
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Nocardia brasiliensis
INCORRETO : A nocardiose acomete o pulmão em 75% dos casos, porém não é uma doença incomum em crianças, estando freqüentemente relacionada a pacientes imunocomprometidos.
E. Haemophilus influenzae
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

DISCURSIVA: (199869 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?


RATING: 3

Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?

Alguns exames complementares constituem a cinética do ferro e permitem diferenciar, em boa parte dos casos, a anemia ferropriva da associada a doença crônica:

Diferenciação laboratorial entre anemia ferropriva e a associada a doença crônica
  Anemia Ferropriva Anemia de Doença Crônica
Ferro sérico Diminuído Diminuído
Ferritina Diminuída Normal ou elevada
TBIC Elevada Normal
Saturação de transferrina Diminuída Normal
TBIC – capacidade de ligação da transferrina ao ferro.

Quando o diagnóstico não é alcançado, deve-se fazer mielograma para avaliação histoquímica da reserva de ferro nos macrófagos. Eventualmente, havendo motivos clínicos para se suspeitar da deficiência de ferro, pode-se tratar como tal por três a quatro semanas e repetir o hematócrito.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (232052 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma paciente do sexo masculino, de 56 anos, sexualmente ativo, hipertenso, em uso de hidroclorotiazida 25mg/dia, captopril 50mg a cada 12h e metildopa 250mg a cada 12h, apresenta fadiga, dor no corpo e febre baixa há 2 semanas, tornando-se ictérico há 2 dias. Sua urina encontra-se “cor de chá preto” e suas fezes estão mais claras. Procurou atendimento médico, quando foram solicitados exames de laboratório: Hemograma normal (leucócitos = 8.400/mm3, sem desvio para esquerda), ALT (TGP) = 1340 U/L, ALT (TGO) = 1120 U/L, fosfatase alcalina = 123 U/L, gama-GT = 210 U/L, bilirrubina total = 15mg/dL (direta = 10mg/dL), albumina = 3,8g/dL, INR = 1,3, bioquímica normal. O médico então formulou a hipótese de hepatite, porém precisou pedir mais exames para saber a etiologia da hepatite (viral x medicamentosa x outra causa). Sobre o caso em questão, pergunta-se :
a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada? (0,13 pontos)
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda? (0,14 pontos)
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda? (0,1 pontos)
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada? (0,13 pontos)


RATING: 2

a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,03 p);
Anti-HBs - Anti-HAV IgM - (0,04 p);
Anti-HAV IgG + (0,03 p);
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM - (0,04 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda?
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,04 p);
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada?
Anti-HAV IgM + (0,03 p);
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs + (0,03 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2)




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