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COMUNICAÇÃO INTERATRIAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

A comunicação interatrial é um defeito. Normalmente, fora da vida intrauterina não existe nenhuma comunicação entre as duas câmaras superiores do coração. Geralmente isso ocorre por alguma falha embrionaria. Agora, dependendo de qual estrutura embrionária falhou, tem varias porções do septo atrial que podem ser afetadas. As comunicações interatriais podem ocorrer em qualquer porção do septo atrial (ostium primum, secundum ou seio venoso), em se desenvolver normalmente. Menos comumente, o septo atrial pode ser quase ausente, com a criação de um átrio único funcional.

OBJETIVA: (1141069 votos)..........99.41% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher nipo-americana de 39 anos com história de diabetes dependente de insulina e asma apresenta-se ao seu médico de família reclamando de dificuldade para engolir nos últimos meses. Ela explica que começou com alimentos sólidos (não conseguia engolir sanduíches no almoço) e depois passou a ter dificuldade á engolir líquidos. Afirma que agora é difícil até para engolir água e que muitas vezes fica até com muita sede. A paciente perdeu cerca de 3,2 kg, mas diz que está malhando com frequência. A pressão arterial é 118/76 mm Hg, o pulso é 86/min, a frequência respiratória é 16/min e a temperatura é 37,2 ° C. Testes laboratoriais mostram:
Na+: 144 mEq/L
K+: 4,0 mEq/L
Cl-: 100 mEq /L
Dióxido de carbono: 22 mmol/L (normal: 22-28 mmol/L)
Nitrogênio da uréia 18 mg/dL
Creatinina 1,0 mg dL
Glicose 88 mg/dL
Seu nível de hemoglobina A1c, medido 3 meses anteriormente, era de 6,1 g/dL. Uma deglutição de bário é realizada, o que revela um esôfago dilatado, especialmente distalmente, que se alarga próximo à parte inferior junção esofágica. Ainda não tenho certeza absoluta do diagnóstico, é realizada manometria esofágica, que revela peristaltismo anormal e aumento da pressão do esfíncter inferior. Qual da seguinte é a melhor opção de gerenciamento para este paciente?
A. Agentes colinérgicos
B. Hipoglicemiantes orais
C. Elevação da cama, evitar alimentos gordurosos, e considerar um anti-histamínico
D. Dilatação pneumática
E. Cirurgia para remover divertículos

  RATING: 3.26

Uma mulher nipo-americana de 39 anos com história de diabetes dependente de insulina e asma apresenta-se ao seu médico de família reclamando de dificuldade para engolir nos últimos meses. Ela explica que começou com alimentos sólidos (não conseguia engolir sanduíches no almoço) e depois passou a ter dificuldade á engolir líquidos. Afirma que agora é difícil até para engolir água e que muitas vezes fica até com muita sede. A paciente perdeu cerca de 3,2 kg, mas diz que está malhando com frequência. A pressão arterial é 118/76 mm Hg, o pulso é 86/min, a frequência respiratória é 16/min e a temperatura é 37,2 ° C. Testes laboratoriais mostram:

Na+: 144 mEq/L
K+: 4,0 mEq/L
Cl-: 100 mEq /L
Dióxido de carbono: 22 mmol/L (normal: 22-28 mmol/L)
Nitrogênio da uréia 18 mg/dL
Creatinina 1,0 mg dL
Glicose 88 mg/dL
Seu nível de hemoglobina A1c, medido 3 meses anteriormente, era de 6,1 g/dL. Uma deglutição de bário é realizada, o que revela um esôfago dilatado, especialmente distalmente, que se alarga próximo à parte inferior junção esofágica. Ainda não tenho certeza absoluta do diagnóstico, é realizada manometria esofágica, que revela peristaltismo anormal e aumento da pressão do esfíncter inferior. Qual da seguinte é a melhor opção de gerenciamento para este paciente?

A. Agentes colinérgicos
INCORRETO: Agentes colinérgicos como pilocarpina e betanecol não são indicados para tratamento da acalasia. Na verdade, há poucas evidências de que os agentes anticolinérgicos podem ser úteis, embora isso seja amplamente anedótico. Poucos pacientes são tratados com sucesso com gestão exclusivamente médica.
B. Hipoglicemiantes orais
INCORRETO : Embora este paciente tem histórico de diabetes, a disfagia raramente é um sintoma. Seu nível de hemoglobina A1c também está abaixo do ponto de corte.
C. Elevação da cama, evitar alimentos gordurosos, e considerar um anti-histamínico
INCORRETO : Todos esses são remédios para esofagite de refluxo, não para acalasia. Pacientes com refluxo têm queixas de indigestão, regurgitação, gosto ácido no boca ou tosse crônica. A disfagia progressiva deve levantar suspeita de problema anatomico, no peristaltismo ou da função do esfíncter esofágico inferior.
D. Dilatação pneumática
CORRETO : A disfagia é o sintoma número um da acalasia, que é caracterizada por um déficit neuronal que resulta no relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior. Afeta tanto sólidos quanto líquidos. Sua perda de peso se deve quase com certeza a esse problema. A aparência de 'bico de pássaro' vista em a deglutição de bário é devido à dilatação distal esôfago. A manometria é o estudo definitivo e os resultados são descritos na questão. A dilatação pneumática funciona em 80-90% de pacientes, embora possa causar perfuração. A toxina botulínica também pode ser administrada, assim como os agentes anticolinérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio, e prostaglandinas.
E. Cirurgia para remover divertículos
INCORRETO : Este paciente não têm divertículos - eles seriam vistos na deglutição de bário. Um divertículo esofágico incomum que, no entanto, vale a pena conhecer é o divertículo de Zenker, que é uma bolsa mucosa externa do esôfago entre o cricofaríngeo e o constritor inferior. Forma-se após anos de pressão intra-faríngea alta durante a deglutição (possivelmente secundária ao disfunção do esfíncter esofágico superior) e geralmente não se apresenta até a sétima década do paciente. Predispõe os pacientes à pneumonia por aspiração e deve ser tratado cirurgicamente.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.26)

DISCURSIVA: (182726 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram e descrevam as quatro fases evolutivas no processo fisiopatológico da lesão pela ingestão de cáusticos.


RATING: 3.01

Enumeram e descrevam as quatro fases evolutivas no processo fisiopatológico da lesão pela ingestão de cáusticos.

  1. Do 1º (0,0227 p) ao 3º dia (0,0227 p) observa-se ocorrência de necrose (0,0227 p) e intensa reação inflamatória (0,0227 p).
  2. Do 3º (0,0227 p) ao 7º dia (0,0227 p) ocorre ulceração (0,0227 p), resultante de descamação da mucosa e ulceração focal ou difusa (0,0227 p), com invasão bacteriana (0,0227 p), resposta inflamatória (0,0227 p) e aparecimento de tecido de granulação (0,0227 p).
  3. Do 8º (0,0227 p) ao 14º dia (0,0227 p) dá-se o início dos mecanismos de reparação (0,0227 p). O edema inflamatório (0,0227 p) é substituído por tecido de granulação (0,0227 p).
  4. Do 15º (0,0227 p) ao 30º dia (0,0227 p), podendo prolongar-se até ao 45º dia (0,0227 p), verifica-se consolidação do processo de cicatrização (0,0227 p). É nesta fase que se estabelece a consequência mais importante, a fibrose (0,0227 p) e a estenose. (0,0233 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (213050 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um homem de 55 anos apresentou um episódio de hematoquezia há uma semana. Seu exame proctológico foi normal. Solicitada sigmoidoscopia flexível que identificou lesão em sigmóide. A seguir programou-se colonoscopia. A única anormalidade encontrada está exposta na figura abaixo:

a) Qual o diagnóstico macroscópico da lesão? (0,1 pontos)
b) Esta lesão pode ser pré-maligna? Caso sua resposta seja SIM, justifique. (0,2 pontos)
c) Qual o tratamento de escolha da lesão? (0,1 pontos)
d) Qual o acompanhamento a longo prazo que você recomendaria para este paciente? (0,1 pontos)


RATING: 3.27

a) Qual o diagnóstico macroscópico da lesão?
Pólipo colônico. (0,1 p)
b) Esta lesão pode ser pré-maligna? Caso sua resposta seja SIM, justifique.
Sim (0,1 p), em se tratando de adenoma colônico(0,1 p).
c) Qual o tratamento de escolha da lesão?
Polipectomia endoscópica.(0,1 p)
d) Qual o acompanhamento a longo prazo que você recomendaria para este paciente?
Nova colonoscopia em 3 anos.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.27)




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