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SÍNDROME DE CUSHING DE ORIGEM ADRENAL (ÁREA DE CIRURGIA)

Em 1912, Harvey Cushing descreveu o caso índice de uma mulher de 23 anos com obesidade, hirsutismo e amenorreia, atribuindo-o inicialmente a uma lesão hipofisária que provocava hiperplasia suprarrenal.
Posteriormente, identificaram-se tumores suprarrenais como causa direta e, em 1962, a produção ectópica de ACTH.
A forma iatrogênica é a mais comum e ocorre em pacientes em uso prolongado de corticosteroides.
As causas endógenas são raras (incidência de 5 a 10 casos por milhão/ano para a doença de Cushing hipofisária) e rompem o eixo hipotálamo-hipofisário-suprarrenal (HPA) e o ritmo circadiano normal de secreção de cortisol.
  • A síndrome de Cushing engloba todos os sinais e sintomas decorrentes da exposição crônica a glicocorticoides em excesso, independentemente da origem.
  • A doença de Cushing refere-se especificamente à forma dependente de ACTH hipofisário.

OBJETIVA: (1097912 votos)..........99.34% das questões objetivas receberam votos.
A parte somática do escorpião chamada de telso inclui:
A. o cefalotorax e as queliceras
B. a cabeça e o torax
C. a cauda e o ferrão
D. duas glândulas de veneno e o ferrão (aguilhão)
E. sete segmentos dorsais (os tergitos) e cinco ventrais, (os esternitos)

  RATING: 2.94

A parte somática do escorpião chamada de telso inclui:

A. o cefalotorax e as queliceras
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. a cabeça e o torax
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. a cauda e o ferrão
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. duas glândulas de veneno e o ferrão (aguilhão)
CORRETO : Os escorpiões ou lacraus apresentam o corpo formado pelo tronco (prosoma e mesosoma) e pela cauda (metasoma). O prosoma dorsalmente é coberto por uma carapaça indivisa, o cefalotórax, e nele se articulam os quatro pares de pernas, um par de quelíceras e um par de pedipalpos. O mesosoma apresenta sete segmentos dorsais, os tergitos, e cinco ventrais, os esternitos. A cauda é formada por cinco segmentos e no final da mesma situa-se o telso, composto de vesícula e ferrão (aguilhão). A vesícula contém duas glândulas de veneno. Estas glândulas produzem o veneno que é inoculado pelo ferrão.
E. sete segmentos dorsais (os tergitos) e cinco ventrais, (os esternitos)
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

DISCURSIVA: (180018 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)


RATING: 2.95

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica:

Anormalidades da Parede Torácica
Deformidades de depressão/pectus excavatum (0,05 p)
Deformidades de protrusão/pectus carinatum (0,05 p)
Sindrome de Poland (0,05 p)
Defeitos esternais
  • Ectopia cordis cervical (0,05 p)
  • Ectopia cordis torácica (0,05 p)
  • Ectopia cordis toracoabdominal (0,05 p)
  • Esterno bífido (0,05 p)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas.
As costelas e o esterno determinam o tamanho e o formato da cavidade torácica.

  1. As sete costelas superiores (numeradas de 1 a 7) são costelas verdadeiras, pois se articulam diretamente com o esterno por meio de cartilagens. (0,05 p)
  2. As cinco costelas inferiores (numeradas de 8 a 12) são falsas costelas; elas não se conectam diretamente com o esterno, anteriormente; na maioria dos casos, conectam-se com a cartilagem costal acima delas. (0,05 p)
  3. As costelas 11 e 12 são costelas flutuantes. Elas podem ser pequenas ou grandes; articulam-se apenas com a coluna torácica. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (209713 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 19 meses, sexo feminino, no segundo dia de febre, progressivamente mais elevada e difícil de ceder aos antipiréticos, e tosse seca, também com agravamento progressivo.
Era previamente saudável, pais não fumadores e sem contexto de doença na família. Não frequentava creche.
Na admissão apresentava dificuldade respiratória obstrutiva alta moderada, com estridor inspiratório, objectivando-se saturação de oxigênio transcutânea (Sat O2) de 90%. Realizou aerossol com 5 ml adrenalina (1:1000) e dexametasona v. o. 0,15 mg/Kg. Ficou internada para observação. Manteve terapêutica com adrenalina em aerossol.
A dificuldade respiratória agravou-se progressivamente, com tiragem global, sudorese e necessidade crescente de oxigênio suplementar (4 l/min) para manutenção de Sat O2 > 90%. Após 12 horas de internamento, apresentava sudorese, palidez, prostração e esforço respiratório crescente. Da avaliação analítica destacava-se hemoglobina 10,7 g/dl, leucócitos 16500/μl, neutrófilos 14600/μl, linfócitos 1100/μl, plaquetas 305500/μl, e proteína C-reativa 52,4 mg/l.
1) O que indica falta da resposta á adrenalina e cortisônicos?
2) Qual é o próximo passo terapêutico imperativo?
3) Diagnostico provável com justificativas?


RATING: 2.88

1) Falta de resposta á nebulização com adrenalina em caso de estridor levanta a suspeita de duas patologias. As duas entidades clinicas pediátricas cuja resposta á nebulização com adrenalina é ausente são a epiglotite aguda e a traqueite bacteriana aguda. (0,2 p)
2) Perante o agravamento clínico, tem somente a alternativa da intubação endotraqueal, na observação direta podendo ver edema discreto da epiglote, cordas vocais fechadas e com fenda diminuida. Vai ser necessário o uso de tubo endotraqueal e aspiração das secreções, eventualmente procedendo depois à ventilação mecânica. (0,2 p)
3) A criança apresentava obstrução respiratória alta de agravamento súbito, não respondia à adrenalina em aerossol, febre alta. Estes achados sugerem traqueíte bacteriana. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




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