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Na uretra feminina encontramos quais das seguintes características:
A. É um tubo oco de múltiplas camadas medindo de 7 a 10 cm de comprimento
INCORRETO: A uretra é um canal oco, com diversas camadas, e que mede de 2,5 a 5 cm de comprimento nas mulheres, contra os cerca de 20 cm nos homens.
B. Encontra-se com a bexiga ao nível da porção média do trígono vesical
INCORRETO : A porção proximal começa na junção da base da bexiga na porção mais inferior do trígono.
C. Existe um esfíncter anatômico verdadeiro dentro da uretra
INCORRETO : A uretra contém um mecanismo de esfíncter funcional, mas não se trata de um esfíncter anatómico verdadeiro.
D. Os dois terços superiores da uretra estão integrados com a parede anterior da vagina
INCORRETO : Os dois terços distais da uretra se encontram na porção imediatamente anterior da parede vaginal antenor.
E. O 'aumento' intrínseco do tônus de repouso da uretra é responsável parcialmente pelo mecanismo de controle da continência urinária
CORRETO : Apresenta maior pressão de repouso intrínseco do que a bexiga nas mulheresnormais, assim ajudando na manutenção da continência.
Gabarito: E
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1) Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose?
A paracocidiomicose é adquirida usualmente por via inalatória: propágulos infecciosos de até 5 μ de diâmetro alcançariam brônquios terminais e alvéolos. (0,2 p)
2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil.
As drogas mai utilizadas são:
a) A anfotericina B, hoje reservada para casos mais graves e disseminados, tem sido usada com frequência cada vez menor. É ainda a droga de escolha quando se trata de casos com risco de vida iminente ou quando há alterações do trato gastrointestinal, que impeçam a correia absorção por via oral. Recomenda-se a dose total de 1 a 2g, substituída a seguir por uma medicação por via oral até que sejam considerados os critérios de cura. (0,05 p)
b) A sulfadiazina, uma sulfa de ação rápida, é usada na maioria dos casos na dose de 60 a 100 mg/kg/dia, até no máximo 6g/dia, dividida em quatro vezes. (0,05 p)
c) Em muitos centros, a sulfadiazina tem sido substituída com comparável eficácia pela associação SMX-TMP (comprimidos de 400 e 80mg respectivamente), com a vantagem de melhor facilidade posológica, dois comprimidos duas a três vezes ao dia, de acordo com a gravidade do caso. Possui a vantagem de permitir a formulação parenteral, se necessário.O tratamento de manutenção também pode ser feito com essa droga, um comprimido de 12/12h. (0,05 p)
d) cetoconazol pode ser usado na dose de 200 a 400mg/dia. (0,05 p)
e) Atualmente, itraconazol tem sido mais usado, por ser mais potente in vitro, absorvido melhor e menos hepatotóxico. É administrado na dosagem de 100 a 200mg/dia, por 6 meses em média, dependendo da resposta clínica, após os quais alguns serviços recomendam terapêutica de manutenção com sulfas de ação lenta ou SMX-TMP. (0,05 p)
f) A experiência clínica com fluconazol - melhor opção para o tratamento da neuroparacoccidioidomicose, pela sua alta concentração no SNC é bem menor, e estudos mostram menor atividade in vitro anti-P. brasiliensis, comparativamente ao itraconazol. (0,05 p)
FONTE:
Um recém-nascido a termo, AIG, nascido de mãe sem intercorrências no pré-natal, apresentava líquido amniótico meconial ao nascimento - índice de Apgar de 2/3/5/7, respectivamente, nos 12, 5º, 10º e 15º minutos de vida - entrando em convulsão clônica com 1 h 30 min.
(I) Escreva o tratamento farmacológico relacionado à convulsão desse recém-nascido. (0,25 pontos)
(II) Você recomendaria, para a síndrome hipóxico-isquêmica provável desse recém-nascido, algum tratamento específico não só com o objetivo de melhorar e reduzir a lesão cerebral, como também com o de diminuir as possibilidades de sequelas? Explique. (0,25 pontos)
(I) Tratamento farmacológico da convulsão
(II) Tratamento específico da encefalopatia hipóxico-isquêmica
Sim. Indica-se hipotermia terapêutica (0,01 p) como medida de neuroproteção (0,01 p).
Justificativa clínica deste caso:
Conduta:
Efeito esperado:
Cuidados associados: evitar hipertermia (0,01 p), manter normoglicemia (0,01 p), normocapnia (0,01 p), perfusão (0,01 p) e restrição hídrica inicial; a hipotermia não substitui o tratamento da crise.
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