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RATING: 3.04 ![]()
Paciente F, 65 anos, é internada com fibrilação atrial de alta frequência não responsiva ao uso de digital. Neste caso, o exame mais indicado é:
A. Ecocardiografia
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Cintilografia com tálio-201
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Cineangiocoronariografia
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Avaliação ergométrica
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Dosagem de tri e tetraiodotironina
CORRETO : O hipertireoidismo deverá sempre ser pesquisado nestes casos de fibrilação atrial aguda sem evidência de cardiopatia, e também quando existe insuficiência cardíaca de difícil compensação com digitálicos.
Gabarito: E
RATING: 3.02 ![]()
- Verificação da temperatura corporal, a cada três horas para detectar hipotermia ou hipertermia; (0,05 p)
- Verificação do peso, diariamente; (0,05 p)
- Hidratar melhor o recém-nascido a fototerapia com lâmpadas fluorescentes pode provocar elevação da temperatura; (0,05 p)
- Proteção dos olhos com cobertura radiopaca por meio de camadas de veludo negro ou papel carbono negro envolto em gaze; (0,05 p)
- Se a bilirrubinemia não esteja muito elevada amamentação normal, decontinuando a fototerapia; (0,05 p)
FONTE:
Paciente do sexo feminino, 67 anos, hipertensa controlada, com história de bócio multinodular diagnosticado há 18 anos (sem acompanhamento regular). Há 8 meses iniciou quadro progressivo de intolerância ao calor, emagrecimento de 9 kg sem dieta, taquicardia sinusal, tremor fino de extremidades e nervosismo. Negou oftalmopatia, dermopatia ou história familiar de tireoidite autoimune. Ao exame físico: PA 148 × 88 mmHg, FC 112 bpm, tireoide aumentada de volume de forma irregular, com nódulo dominante de 3,8 cm no lobo direito, firme, móvel, sem linfonodomegalias. Exames laboratoriais: TSH < 0,01 mUI/L, T4 livre 2,9 ng/dL (VR 0,7–1,8), T3 total 285 ng/dL (VR 80–200), TRAb negativo, anti-TPO negativo. Ultrassonografia: bócio multinodular com nódulo dominante hipoecoico de 3,8 cm no lobo direito, vascularização aumentada ao Doppler. Cintilografia com 99mTc: área hipercaptante correspondente ao nódulo dominante, com supressão do restante do parênquima.
Com base neste caso, responda às questões abaixo.
(I) Qual o diagnóstico sindrômico e etiológico mais provável? (0,1 pontos) (II) Quais os achados laboratoriais e de imagem que confirmam a autonomia funcional do(s) nódulo(s)? (0,1 pontos) (III) Quais as principais diferenças fisiopatológicas entre adenoma tóxico e bócio multinodular tóxico (doença de Plummer)? (0,1 pontos) (IV) Qual a conduta terapêutica de primeira linha indicada neste caso e por quê? (0,1 pontos) (V) Quais as complicações possíveis se o quadro permanecer sem tratamento adequado? (0,1 pontos)
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